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Jovem que foi morto após invadir resort de Trump na Flórida era obcecado pelo caso Epstein
O jovem armado que foi morto a tiros pelo Serviço Secreto após invadir o resort de Mar-a-Lago (Flórida, EUA), propriedade do presidente Donald Trump, no domingo (22/2) era, segundo relatos, obcecado pelos arquivos do caso Jeffrey Epstein — e implorou a outros que "conscientizassem as pessoas" poucos dias antes do confronto fatal, de acordo com o 'NY Post".
Austin Tucker Martin, que tinha 21 anos, foi morto a tiros pela polícia da Flórida e por membros do Serviço Secreto depois de exibir sua espingarda em uma "posição de tiro" na propriedade de Trump, disseram autoridades.
Arma que, segundo a polícia, estava com Austin Tucker Martin em Mar-a-Lago
Reprodução
Ele havia sido dado como desaparecido pela sua família após sumir no sábado (21/2). Sua mãe, Melissa Martin, fez um cartaz de pessoa desaparecida para ele, descrevendo o Volkswagen prata que ele provavelmente dirigia.
"Não sei se você leu sobre os arquivos de Epstein, mas o mal é real e inegável", escreveu ele em mensagem a um colega de trabalho em 15 de fevereiro, de acordo com o site "TMZ". "O melhor que pessoas como você e eu podemos fazer é usar a pouca influência que temos. Conte para outras pessoas o que você ouvir sobre os arquivos de Epstein e o que o governo está fazendo a respeito. Conscientize as pessoas", acrescentou ele, que trabalhava no Pine Needles Lodge & Golf Club, na Carolina do Norte, a 24 quilômetros de onde morava com os pais.
O colega de trabalho só respondeu à mensagem — enviada num chat seguro do sistema RCS — no domingo, antes do anúncio da morte de Austin:
"Ei! Onde você está?"
Outros colegas disseram ao "TMZ" que Austin manifestava estar profundamente perturbado com o que ele acreditava ser uma campanha governamental coordenada para encobrir os arquivos de Epstein, para que as elites pudessem continuar "saindo impunes".