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Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades | FEA-USP

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Made @made-usp.bsky.social · 06/10/2026
No blog do Made, Joao Telésforo e Guilherme Klein identificam os problemas do CBAM do ponto de vista de seus efeitos distributivos internacionais e de suas falhas como instrumento de descarbonização efetiva. madeusp.com.br/2026/10/o-cb...
011
Made @made-usp.bsky.social · 06/10/2026
Desde o início do ano, a União Europeia aplica plenamente o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), que cobra dos importadores europeus um custo pelas emissões de carbono incorporadas a produtos vindos de fora do bloco.
111
Made @made-usp.bsky.social · 03/10/2026
Na @folha.com, o pesquisador do Made Guilherme Klein contesta o argumento de que proibir as bets significaria renunciar a arrecadação. Ele estima que as bets podem ter retirado até R$114 bi de outras atividades e gerado perda de até R$36 bi em arrecadação: www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026...
www1.folha.uol.com.br
Opinião - Guilherme Klein: A arrecadação com as bets e o dinheiro do apostador que não chega ao consumo
Não está claro se há tributação alta o suficiente que gere arrecadação para compensar custos econômicos e sociais
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Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
Leia a NPE089 “A macroeconomia do governo Lula 3 até agora e o que vem pela frente", de @guilhermeklein.bsky.social, Clara Brenck, Pedro Romero Marques, Gilberto Tadeu Lima, Marina Sanches e Luiza Nassif Pires. madeusp.com.br/publicacoes/...
madeusp.com.br
A macroeconomia do governo Lula 3 até agora e o que vem pela frente: o que as pesquisas do Made mostram sobre a trajetória macroeconômica nos últimos anos e os desafios futuros — Made
Esta Nota reúne os principais resultados das pesquisas do Made sobre a macroeconomia brasileira entre 2023 e 2025 e discute os desafios que se colocam para o próximo governo, com foco na relação entre...
022
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
A agenda macroeconômica do próximo governo precisará articular ainda mais espaço fiscal, investimento público e gastos sociais, além de incluir o nível dos juros na discussão sobre a sustentabilidade da dívida pública brasileira.
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Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
A sustentabilidade da dívida pública não depende apenas do resultado primário. Uma taxa de juros neutra de 9% ao ano não estabiliza a dívida nem mesmo com superávits primários sucessivos de 3% do PIB. Uma taxa neutra de 7% tornaria a estabilização possível.
121
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
Praticamente neutra em arrecadação, a reforma do IRPF, por sua vez, reduz a desigualdade e deve acrescentar cerca de R$ 30 bi ao PIB em 2026. Mas não eliminou a baixa tributação dos mais ricos: o imposto mínimo deve atingir apenas os 0,2% de maior renda.
111
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
Já a desaceleração de 2025 e 2026 não configura um quadro de crise. Ela reflete os efeitos acumulados de juros muito elevados (a Selic chegou a 15% ao ano em junho de 2025) e o fim do impulso fiscal.
111
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
Simulações indicam que o novo Bolsa Família pode ter retirado cerca de 5,1 milhões de pessoas da pobreza e 6,8 milhões da extrema pobreza – praticamente o dobro do efeito estimado para o Auxílio Brasil.
111
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
Mais do que o tamanho do gasto, sua composição foi decisiva: o novo espaço fiscal incluiu políticas como o novo Bolsa Família, valorização do salário mínimo e retomada de investimento público, justamente gastos com maior capacidade de estimular a economia e reduzir desigualdades.
111
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
O que as pesquisas do Made sugerem é que o crescimento acima das expectativas, com os menores índices de desemprego e de pobreza da série histórica, é fruto da retomada de uma política fiscal ativa, viabilizada pela substituição do Teto de Gastos pelo Regime Fiscal Sustentável.
111
Made @made-usp.bsky.social · 02/10/2026
Nessa reta final do primeiro turno, o Made reuniu suas pesquisas sobre a macroeconomia brasileira entre 2023-2025 para analisar o governo Lula 3 e projetar desafios que se colocam para a próxima gestão federal em termos de crescimento econômico e combate à desigualdade de renda.
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Made @made-usp.bsky.social · 28/09/2026
O @estadao.com.br conversou com o pesquisador do Made Guilherme Klein sobre estudo que mostra que as bets retiraram até R$ 141 bi da atividade econômica no País. Os R$ 9 bi de arrecadação direta para os cofres públicos decorrente das bets não compensam a perda. www.estadao.com.br/economia/gov...
estadao.com.br
Governo perdeu R$ 22 bilhões de arrecadação por causa das bets, diz economista
Estudo de Guilherme Klein, pesquisador do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da USP (Made), mostra que arrecadação ‘positiva’ de casas de aposta pode ser ilusão
033
Made @made-usp.bsky.social · 25/09/2026
“O custo econômico das bets: efeitos sobre PIB, arrecadação e desigualdade”, do pesquisador do Made Guilherme Klein, pode ser lido na íntegra em madeusp.com.br/2026/08/o-cu...
madeusp.com.br
O custo econômico das bets: efeitos sobre PIB, arrecadação e desigualdade — Made
POR Guilherme Klein A expansão das bets no Brasil tem levantado preocupações em diferentes áreas, dos riscos de vício e seus impactos sobre a saúde aos efeitos sobre o endividamento e a situação finan...
021
Made @made-usp.bsky.social · 25/09/2026
Reforçando o papel do Made de contribuir ativamente para a elaboração de políticas públicas e dialogar com formuladores de política, o estudo teve ampla repercussão no debate público.
121
Made @made-usp.bsky.social · 25/09/2026
Esse impacto econômico não deve ser medido só pela arrecadação tributária diretamente associada às bets. É preciso considerar também a renda retirada das famílias, a queda do consumo, a perda indireta de arrecadação, o possível aumento do endividamento e os efeitos distributivos.
111
Made @made-usp.bsky.social · 25/09/2026
A estimativa é que, somente em 2025, as apostas retiraram entre R$ 120 bilhões e R$ 141 bilhões da atividade econômica brasileira, devido à redução do consumo decorrente das apostas. Isso equivale a algo entre 0,9% e 1,1% do PIB brasileiro.
111
Made @made-usp.bsky.social · 25/09/2026
O presidente Lula assinou, hoje (25), medida provisória que proíbe cassinos virtuais e apostas esportivas. A MP vem em um momento em que esquenta o debate sobre os efeitos das bets. O alerta já havia sido dado pelo Made, que, em agosto, mensurou os impactos econômicos das bets.
121
Made @made-usp.bsky.social · 24/09/2026
A pesquisadora do Made Clara Saliba conversou com os jornalistas Natalia Viana e Thiago Domenici no Quase Terça, podcast da @agenciapublica. Na pauta, eleições, inclusão econômica das mulheres, trabalho de cuidado não-remunerado e o impacto das bets: www.youtube.com/watch?v=eRdh...
011
Made @made-usp.bsky.social · 23/09/2026
Sob Lula 3, a inflação ficou na meta na maioria dos anos, o desemprego caiu ao menor nível da série e o salário-mínimo voltou a ter ganho real. Mas a sensação de orçamento apertado segue no debate. É o que aborda Clara Brenck, do Made, no @nexojornal.bsky.social www.nexojornal.com.br/colunistas/e...
nexojornal.com.br
Qual conta realmente importa quando se fala de custo de vida?
Ganho real dos rendimentos no governo Lula recompõe perda do período Bolsonaro, mas ainda não virou sensação de alívio
010
Made @made-usp.bsky.social · 18/09/2026
O reajuste do Bolsa Família traz impactos econômicos que podem ir além do aumento das despesas públicas, inclusive compensando isso pela arrecadação de impostos com a movimentação da economia, afirma a codiretora do Made Luiza Nassif Pires ao jornal O Globo. Leia: oglobo.globo.com/economia/not...
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Made @made-usp.bsky.social · 16/09/2026
Qual o custo econômico das bets no Brasil? A expansão das apostas reduziu a atividade econômica entre R$31 bi e R$55 bi. E os R$ 9 bi arrecadados em impostos não compensariam as perdas. Leia mais no blogpost de Guilherme Klein: madeusp.com.br/2026/08/o-cu...
025
Made @made-usp.bsky.social · 11/09/2026
A pesquisadora do Made Marina Sanches analisa, no @oglobo.globo.com, como o Bolsa Família aquece a economia. Ela ressalta que em um cenário de restrição fiscal, o programa não deveria ser alvo prioritário de ajuste. oglobo.globo.com/google/amp/e...
oglobo.globo.com
O país que queremos: o destino do Bolsa Família | Economia | O Globo
A despesa com o maior programa social em operação, consumindo 1,14% do PIB, vem caindo, com a falta de reajuste acima da inflação e o pente-fino nas transferências. Especialistas discutem qual a melho...
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Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
Saiba mais no WP046, “Do CBAM da UE à proposta brasileira de Coalizão de Mercados de Carbono: protecionismo climático e crise do multilateralismo”, assinado por João Telésforo e Guilherme Klein. madeusp.com.br/publicacoes/...
madeusp.com.br
Do CBAM da UE à proposta brasileira de Coalizão de Mercados de Carbono: protecionismo climático e crise do multilateralismo — Made
Este artigo analisa as implicações do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) da União Europeia para a governança global do clima, considerando especialmente os efeitos potenciais do mecani...
021
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
Ao mesmo tempo, a proposta reafirma a prioridade conferida às estratégias de descarbonização coordenadas pelo mercado, cuja efetividade e cujos efeitos distributivos e socioterritoriais permanecem controversos.
121
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
Diante disso, o Brasil propôs uma Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono: uma saída negociada e cooperativa, em torno de parâmetros mínimos comuns, com regras diferentes conforme o nível de desenvolvimento de cada país.
121
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
Ao selecionar quais emissões serão consideradas de acordo com interesses industriais europeus, o CBAM revela caráter protecionista. O mecanismo ainda fortalece políticas de descarbonização ditadas pelo mercado.
121
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
Mais que isso, ele não considera emissões indiretas da eletricidade usada na produção de setores como alumínio, aço e hidrogênio. Isso prejudica países com matriz energética limpa, como o Brasil, onde 90% da energia é renovável.
121
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
O CBAM manteve licenças gratuitas de emissão para a indústria europeia até 2034, além de subsídios que compensam o custo do carbono.
121
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
A Comissão Europeia propôs que 75% da arrecadação fique para o orçamento da UE, deixando os 25% restantes com os Estados-Membros. Assim, o Sul Global pode acabar bancando parte da descarbonização europeia.
121
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
O CBAM cobra o mesmo preço de carbono de países com responsabilidades históricas e capacidades muito diferentes. Assim, desconsidera um princípio das convenções climáticas: o de que países ricos devem assumir mais obrigações no esforço de descarbonizar.
122
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
Desde o início do ano, com o CBAM, a UE atribui um custo às emissões incorporadas aos produtos importados. A justificativa é evitar que empresas fujam para países com regras ambientais mais frouxas. Mas o CBAM também entra na disputa sobre quem dita as regras da descarbonização.
122
Made @made-usp.bsky.social · 09/09/2026
O Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), aplicado pela União Europeia desde o início de 2026, joga parte da conta da descarbonização para o Sul Global. É o que indica novo Working Paper de pesquisadores do Made.
121
Made @made-usp.bsky.social · 08/09/2026
Milan atua nas áreas de macroeconomia, economia monetária e financeira, economia política radical, economia política internacional, economia brasileira e economia da cultura e criativa. É autor de "Derivatives and the Transformation of Capitalism" (2026): www.routledge.com/Derivatives-...
routledge.com
Derivatives and the Transformation of Capitalism
This book discusses the astonishing rise of so-called derivatives, economic instruments related to different types of risks, and the changes this has imposed to the functioning of advanced capitalist ...
000
Made @made-usp.bsky.social · 08/09/2026
Os Seminários Acadêmicos do Made retornam em 29/09, para a 9ª edição, com o tema "Derivativos, financeirização e a macroeconomia das desigualdades". O convidado será Marcelo Milan, professor associado de economia e relações internacionais da UFRGS, em colaboração técnica na UFABC.
100
Made @made-usp.bsky.social · 04/09/2026
Em artigo na Folha de S.Paulo, o pesquisador do Made Guilherme Klein aponta que o câmbio volátil também ajuda explicar os juros altos. Ele pressiona a inflação, o BC reage com juros mais altos, que atraem mais capital especulativo, realimentando a volatilidade. www1.folha.uol.com.br/mercado/2026...
www1.folha.uol.com.br
011
Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
O outro é a NPE 085, “Escala 7x0: a jornada que não acaba para as mulheres brasileiras”, de Clara Mendonça Saliba, Luiza Nassif Pires, Débora Machado Nunes e Laís Assenço Paulino. madeusp.com.br/publicacoes/...
madeusp.com.br
Escala 7x0: a jornada que não acaba para as mulheres brasileiras — Made
O debate sobre a jornada de trabalho no Brasil ganhou centralidade com a proposta de extinção da escala 6x1 e redução da jornada máxima prevista na CLT. A nota traz um olhar adicional à temática, a pa...
041
Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
Dois textos do Made aprofundam esse debate. Um deles é “Quais os efeitos imediatos e futuros que podem ser esperados com a redução da jornada de trabalho brasileira?”, de Guilherme Klein, José Bergamin e Samuel de Souza D’Allevedo. madeusp.com.br/2026/08/quai...
madeusp.com.br
Quais os possíveis efeitos da redução da jornada de trabalho sobre as emissões no Brasil? — Made
Os autores agradecem as contribuições de Pedro Romero Marques para a revisão atenta do texto. Após semanas de amplas discussões coletivas e debates públicos e no Congresso Nacional, foi aprovada a pro...
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Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
Ao considerarmos todos os efeitos, a redução da jornada tende a aumentar o bem-estar da população e a produtividade, com potenciais impactos positivos sobre a economia.
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Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
E reduzir a jornada não significa necessariamente perder empregos ou salários. Experiências internacionais analisadas pelo Made apontam efeitos nulos ou até marginalmente positivos sobre o emprego e os salários após a redução da jornada de trabalho.
131
Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
Mais tempo para lazer, descanso e família traz benefícios à saúde mas também às crianças. A maior presença de pais e mães está ligada a melhor desenvolvimento socioemocional e cognitivo. Isso pode levar a futuros trabalhadores com mais renda e ganhos pra economia a longo prazo.
131
Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
Pesquisas mostram que jornadas de trabalho longas elevam o risco de doenças como AVC, infarto e depressão. A OMS e a OIT estimam que mais de 700 mil mortes por ano no mundo decorrem de infartos e doenças cardíacas atribuíveis a jornadas excessivas.
131
Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
Quem trabalha mais de 40h/semana também acumula horas de trabalho não remunerado. Somadas as duas jornadas, mulheres desse grupo trabalham cerca de 64h/semana, contra 54h dos homens. Quando consideramos as responsabilidades de cuidado, a escala 6x1 pode virar, na prática, 7x0.
131
Made @made-usp.bsky.social · 02/09/2026
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta (2) a PEC 221/2019, que propõe o fim da escala 6x1. A decisão passa agora pelo plenário do Senado, onde será votada em dois turnos. Se aprovada, como a medida pode afetar o bem-estar e a produtividade?
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Made @made-usp.bsky.social · 28/08/2026
O Made completou 6 anos neste mês de agosto! Ao longo dessa trajetória, construímos uma rede de pesquisadores dedicada a compreender as desigualdades, produzir conhecimento sobre a realidade brasileira e fortalecer o diálogo entre academia, políticas públicas e sociedade.
031
Made @made-usp.bsky.social · 26/08/2026
“Can Progressive Taxation Increase Growth? A Demand-Led Model”, de autoria de Julio F. Costa Santos e Marina S. Sanches, pode ser lido na íntegra em madeusp.com.br/publicacoes/...
madeusp.com.br
Can Progressive Taxation Increase Growth? A Demand-Led Model — Made
Este artigo desenvolve um modelo kaleckiano-goodwiniano que integra a desigualdade de rendimentos e um setor fiscal explícito. A distribuicão da renda do trabalho entre gerentes e trabalhadores da pro...
011
Made @made-usp.bsky.social · 26/08/2026
O estudo ainda mostra que uma economia instável pode convergir para a estabilidade quando a política tributária reage ao aumento da desigualdade.
111
Made @made-usp.bsky.social · 26/08/2026
Além de redistribuir renda, a tributação progressiva pode financiar investimento público produtivo, com efeitos positivos sobre o investimento privado ao elevar a produtividade, a infraestrutura e as expectativas de crescimento.
111
Made @made-usp.bsky.social · 26/08/2026
Por um lado, a tributação progressiva reduz o lucro líquido de uma empresa e pode frear investimentos privados. Por outro, redistribui renda para grupos que consomem mais, estimulando a demanda agregada. Isso porque quem ganha mais tende a poupar, em vez de consumir.
111
Made @made-usp.bsky.social · 26/08/2026
Novo estudo do Made analisa como a desigualdade de rendimentos entre trabalhadores, a tributação progressiva e a dívida pública interagem na dinâmica do crescimento econômico. A pesquisa mostra que taxar mais quem ganha mais pode trazer estabilidade econômica.
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