Sign in

Bruno Ribeiro

@brunoribeiro66.bsky.social
140 followers 130 following 111 posts

Escritor, tradutor, roteirista. Prêmios Machado Darkside, Todavia de não-ficção, Brasil em Prosa e indicado ao Jabuti e o Kindle.

PostsRepliesMedia
Reposted by Bruno Ribeiro
Stephanie Borges @stephieborges.bsky.social · 25/08/2026
já que tem tanta gente dando like em pira sobre distopia, vou deixar o eterno lembrete de algo importante para desnaturalizar a distopia: Leiam Ursula K. Le Guin escrevedeira.com.br/wp-content/u...
escrevedeira.com.br
06420 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Galileu [Unofficial] @revistagalileu.globo.com.web.brid.gy · 27/06/2026
revistagalileu.globo.com
"O dono e o mal", de Bruno Ribeiro: quando a única saída possível é para baixo
Alguns anos atrás, recebi um e-mail do jornalista e escritor Tiago Rogero. Ele havia lido o primeiro volume de Tênebra – Narrativas de horror brasileiras (Fósforo), que organizei ao lado do Júlio França, professor da UERJ, e nos convidava para participar de uma conversa no podcast da Rádio Novelo sobre histórias de horror escritas e protagonizadas por pessoas negras. Aceitamos na hora, claro. Eu havia lido trechos do Projeto Querino, que recontava a história do Brasil a partir de uma perspectiva afrocentrada, e tinha me tornado fã do Rogero, que o idealizou. No papo (disponível neste link), veio a pergunta que tantas vezes o Júlio e eu nos fizemos ao longo de nossas pesquisas: onde estão as histórias brasileiras de horror escritas por pessoas negras? Onde estão os fantasmas de escravizados, os espectros de tanto sofrimento? Num passado marcado por tamanha violência, para onde escorreu todo o sangue? Demos as respostas possíveis. No recorte temporal do primeiro volume de Tênebra, o século 19, havia pouquíssimas pessoas negras publicando ficção sombria. Casos como o do catarinense Cruz e Sousa, que escreveu “Consciência tranquila” — uma das mais perturbadoras histórias a tematizarem o sofrimento de pessoas negras —, são a exceção que confirma a regra. E a regra eram homens brancos, geralmente em posição de poder, a publicarem e decidirem o que era publicado. É verdade que alguns desses homens tematizavam a escravidão em relatos arrepiantes. Mas só em tempos recentes as pessoas negras conquistaram a palavra para contarem, elas próprias, suas histórias no dialeto do horror. Impulsionadas pelo pioneirismo de Toni Morrison e, recentemente, pelo sucesso de Jordan Peele, elas compõem o black horror (horror negro), que se tornou um dos movimentos mais vibrantes do gênero, tanto no cinema quanto na literatura. Os americanos Victor Lavalle, Tananarive Due, P. Djèlí Clark e Nana Kwame Adjei-Brenyah, assim como a britânica Helen Oyeyemi, são exemplos de autores que extraem, do horror real, a seiva que alimenta o gênero ficcional. No Brasil, o nome de Bruno Ribeiro tem se destacado nesse âmbito. Desde que despontou em 2022 com Porco de raça (DarkSide), que poderíamos chamar de um thriller distópico com cargas de horror, o autor mineiro radicado na Paraíba vem sendo associado às expressões literárias mais imaginativas cujo centro são personagens negros e suas vivências. Representa, assim, o movimento da literatura brasileira em direção às margens, não só na perspectiva de quem antes não podia contar a própria história, mas também na forma de tratar de temas que, até então, só pareciam caber no realismo e em outras vias miméticas de se narrar. Desigualdades, dívida histórica e violências de todos os tipos sempre moveram livros de nosso passado; mas o uso do fantástico ou do horror parecia deslegitimá-los ou diminuí-los. Hoje, veja só a ironia, são justamente esses gêneros que vêm renovando a abordagem das mazelas do país. Aqueles espectros, que mal existiam no século 19, não só passaram a ocupar o centro de narrativas, como têm muito para contar. Prova disso é O dono e o mal (Alfaguara), o recém-lançado romance de Ribeiro e o projeto mais ambicioso do autor. Em linhas gerais, o livro trata das tensões entre duas famílias de uma cidade fictícia do interior paraibano, Brejo do Livramento. São os Farias de Assumpção, pobres, pretos e despossuídos; e os Lucena Neumann, brancos, ricos e donos. Sobre a trama paira, agourento, o personagem misterioso chamado apenas de “O inglês”. A primeira cena do livro prenuncia a problemática relação entre os dois clãs: Cássio Lucena Neumann e Valéria Farias de Assumpção aceleram em uma moto à noite. Estão a caminho do hospital para interromper uma gravidez indesejada, fruto de uma relação casual, e sofrem um acidente. A ocorrência leva as famílias à mesa de negociação para evitar problemas maiores, e os Lucena Neumann oferecem aos Farias Assumpção o terreno em torno do qual se desenvolverá a história. No mesmo lugar, décadas antes, o patriarca dos Neumann, um oficial nazista que fugira para os ermos do nordeste, vivera incógnito como dono de bar até os agentes do Mossad o encontrarem na década de 1950. Mas ele deixara um tesouro para as gerações futuras da família: a partitura original da terceira sinfonia de Beethoven, a Eroica, comprada por uma pechincha em um leilão. Com a fortuna levantada pela venda da peça, os Lucena Neumann investiram em cachaça e se tornaram a família mais poderosa daquele pedaço de mundo. Sua história é contada em algumas poucas páginas, em compasso acelerado, para que cheguemos ao que realmente importa: os Farias de Assumpção. Cuja saga começa com Batista, o patriarca, cortando árvores no interior da Amazônia durante a ditadura, nos tempos de Médici. Como milhares de nordestinos, ele foi trabalhar na construção da rodovia Transamazônica. E aqui, Ribeiro nos mostra a real dimensão de seu projeto: entrelaçar a história das famílias à do próprio país. Batista é um homem bruto em um ambiente hostil e miserável, e vai sobrevivendo como pode. Entre muitos deslocamentos da trama, alguns excessivos, acaba preso. Mas havia chamado a atenção do próprio Médici, outro dono, que o convoca para compor as forças de repressão do regime. Batista, então, se transforma em matador, o que lhe dá passe livre para conhecer as cochias do sistema que devastou o país — incluindo a “Granja Garrastazu”, onde, em parceria com a CIA, os líderes do regime faziam experimentos mórbidos com prisioneiros. À la Dr. Moreau, mesmo, para transformá-los em super-homens. O horror entra em cena; a prosa incisiva de Ribeiro não nos poupa de nada. Batista havia se livrado da cadeia, mas fora levado diretamente para o coração do mal. O preço de sua liberdade foi se tornar cúmplice do poder hegemônico, aquele mesmo que cuidava para que tudo permanecesse exatamente como estava. Quando achava que estava escapando para cima, Batista na verdade era lançado para baixo, aos últimos círculos do Inferno. “This is my negro, my great soldier”, brada Médici para os agentes estadunidenses. Este falso e irônico movimento também é o centro nevrálgico do romance de Ribeiro. É o que conduz a aventura de Graciliano, filho de Batista e protagonista tardio de O dono e o mal — sua história havia sido antecipada na segunda parte do livro, “Traidor”, mas só é retomada na quinta parte, “Fiteiro Brasil”. Sua ascensão para baixo é mais vertiginosa do que a do pai: emigrado para o Rio de Janeiro, torna-se líder de uma facção criminosa e, após um conflito no morro, se vê obrigado a voltar para a cidade natal, escondido. Em Brejo do Livramento, no terreno recebido dos Lucena Neumann, sua família conduz o restaurante Recanto Feliz, que acaba configurando uma alternativa de redenção possível. Modesta, mas digna e possível. Graciliano, porém, a recusa intuitivamente. Durante seu longo trajeto de volta para casa, passando por bibocas e hotéis de beira de estrada, ele tem estranhos encontros com um velho de aparência excêntrica — o mesmo com quem seu pai se deparou anos e anos antes. É “O inglês”, que corporifica o sobrenatural no romance. Entidade antiquíssima vinda de outro plano de existência, é o encarregado de fazer com que tanto os donos quanto os males continuem prevalecendo. O inglês aparece em momentos culminantes da história para se certificar de que ela não mude um milímetro sequer. E se aproxima mais daqueles nos quais fareja um pendor para a violência, como Batista e Graciliano. O personagem acrescenta mais uma camada às outras várias do romance. Por vezes, pode soar como enxerto, pois a história indica que tanto Batista quanto Graciliano cairiam pelas próprias mãos. Pode soar como se Ribeiro estivesse preocupado em reforçar sua filiação ao horror sobrenatural que amplifica as desigualdades do país — o que não seria necessário, pois a carga de violência de seu texto e outros eventos apavorantes aqui e ali já dão conta disso. O desfecho situa melhor O inglês dentro do intrincado universo ficcional de O dono e o mal, mas permanecemos com a sensação de que a história caminharia bem sem este personagem. E se no geral a história caminha bem, é graças ao talento do autor para elaborar personagens de grande força, e para criar espaços impressionantemente vívidos. Bruno Ribeiro domina a arte das insignificâncias indispensáveis, dos excessos exatos. São os detalhes sem importância aparente que tornam tudo mais verdadeiro, e nosso transporte para Brejo do Livramento, mais prazeroso. Cada um dos muitos episódios do romance vem ricamente adornado com pistolas de Tchekov que não disparam, e que estão ali para o nosso puro prazer de contemplá-las. No todo, e apesar de nem sempre manter a coesão, O dono e o mal coloca o Brasil no espelho. Um espelho distorcido pelo trauma e pelo horror; mas ainda assim — ou mais do que nunca — somos nós do outro lado.
011 0
Reposted by Bruno Ribeiro
O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo @oglobo.globo.com.web.brid.gy · 04/07/2026
oglobo.globo.com
Crítica de livro: 'O dono e o mal', de Bruno Ribeiro, traz família nordestina perseguida por espírito colonizador
Nos últimos anos, a literatura brasileira vem fazendo um movimento de privilegiar o tema em detrimento da forma. Muitos autores têm esvaziado a importância da estruturação da história, do engenho ficcional, em prol da ascensão do conteúdo como pretexto para colocar em voga comentários que estimulem o debate público. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
011 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Folha de S.Paulo @folha.com · 03/07/2026
#Crítica Expressa juízo de valor sobre a obra cultural comentada e destaca seus elementos positivos e negativos. 'O Dono e o Mal' usa sobrenatural como instrumento para entender o Brasil.
mla.bs
Crítica: Livro de Bruno Ribeiro mostra que toda herança carrega uma violência
'O Dono e o Mal' usa sobrenatural como instrumento para entender o Brasil
021 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Stephanie Borges @stephieborges.bsky.social · 28/05/2026
estou lendo 'O dono e mal' do Bruno Ribeiro e tá aí um autor que merece mais atenção o romance tem humor, bons diálogos, traumas individuais e coletivos, pesadelos, assombrações, personagens negros complexos, zoeira com a história do Brasil e ritmo de thriler
1131 0
Reposted by Bruno Ribeiro
F5 @sitef5.bsky.social · 28/07/2026
Série com MC Cabelinho e Vinicius Neri na Netflix aborda universo do MMA
tinyurl.com
Série com MC Cabelinho e Vinicius Neri na Netflix aborda universo do MMA
Rotina para viver lutadores em 'Fúria' incluiu até três treinos por dia e dieta restritiva
021 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 23/07/2026
Chegamos na FLIP!
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 02/07/2026
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 02/07/2026
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 19/06/2026
Horror com CPF 🇧🇷🕳️
030 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 06/06/2026
Lançamento no Rio de Janeiro! Bora?
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 21/05/2026
Hoje, lançamento em Campina Grande!
031 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 18/05/2026
Bora, Campina Grande?
021 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 08/05/2026
Lançamentos de "O Dono e o Mal" na Paraíba!
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 05/05/2026
Chegou!
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 23/04/2026
Cometi um vídeo na outra rede social
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 22/03/2026
Babilônico, maluco e delicioso: a.co/d/02OYa0tc
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 14/03/2026
A sinopse do meu romance "O Dono e o Mal". A pré-venda já começou, o livro está disponível em e-book e cópia física: a.co/d/02OYa0tc
031 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 13/03/2026
O meu novo romance finalmente está em pré-venda! 🔥
011 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 17/02/2026
"Mais tambor que harpa"
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 15/02/2026
O meu monstro tá quase saindo da jaula 🔥
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 13/10/2025
Discussão sobre Porco de Raça no IFPB ⚡
160 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 11/09/2025
GRANDE DIA 🎊
020 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Matheus Borges @matheusborges.eu · 09/08/2025
Ontem fez um mês que o meu livro Frankito em chamas chegou oficialmente às livrarias. E você, já garantiu seu exemplar? 🔥 hashtags ad publi engajamento mendicância a.co/d/9AGcBOe
1183 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 28/07/2025
Partiu FLIP
140 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 18/07/2025
Qual vai durar mais tempo no corpo necrosado do Bolsonaro: a bolsa de colostomia ou a tornozeleira eletrônica?
020 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 17/07/2025
Se o Trump decidir travar uma guerra contra o Brasil por causa do Pix,vale lembrar que quem inventou esse negócio de Pix foi o Bolsonaro.
030 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 16/07/2025
Eles têm mísseis, nós temos vampetaços
030 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 02/07/2025
"Como podemos compreender uma vida social que tende à morte, que põe em prática uma forma de ser em direção à morte, e que, por tal tendência e atuação, mantém uma vitalidade terrivelmente bonita?" -- Fred Moten.
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 28/06/2025
"Para abordar la escritura hay que ser más fuerte que uno mismo, hay que ser más fuerte que lo que se escribe." -- Marguerite Duras.
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 25/06/2025
Publiquei mais um texto na minha newsletter, confere aqui: inspecaoaleatoria.substack.com/p/inspecao-a...
inspecaoaleatoria.substack.com
Inspeção Aleatória #6
Crimes & literaturas
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 23/06/2025
O Brasil é aquele personagem que finge estar morto pra não ser notado.
020 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Matheus Borges @matheusborges.eu · 27/01/2025
Aproveitando para postar novamente meu texto sobre o novo governo Trump e o romance inacabado de J G Ballard, em que as nações do mundo se unem para destruir os EUA. open.substack.com/pub/matheusm...
open.substack.com
O mundo contra a América
Sobre conflagrações neocoloniais e transmutações letais do consumismo
0344 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 20/06/2025
Só por hoje sou flamenguista
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 18/06/2025
Entrei aqui, li "prompter criativo", e já vou sair novamente, valeu glr
011 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 15/06/2025
Praia & pastel
000 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Stephanie Borges @stephieborges.bsky.social · 14/06/2025
algumas tradutoras começaram um grupo de ajuda mútua e a partir de conversas sobre os desafios diante das práticas do mercado editorial, como a cessão dos direitos autorais da tradução, as negociações de valores, surgiu uma pauta comum e o manifesto divulgado na Folha de S. Paulo: shre.ink/xP7k
shre.ink
Quem traduziu: um manifesto
A tradução literária é um trabalho autoral, criativo e artístico, que envolve uma série de escolhas e reflete a sensibilidade e a ética de quem traduz. No Brasil, livros traduzidos respondem por parte...
212868 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Rodrigo Casarin @rodrigocasarin.bsky.social · 13/06/2025
Como tem sido publicar a literatura do norte da África, do Oriente Médio e principalmente da Palestina? Foi a pergunta que tinha na cabeça quando chamei a Laura Di Pietro, editora da Tabla, para um papo. Está no novo episódio do podcast da Página Cinco: open.spotify.com/episode/08J9...
open.spotify.com
#196 – Outras perspectivas para os mundos árabes e a Palestina
Podcast Página Cinco · Episode
083 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Matheus Borges @matheusborges.eu · 25/05/2025
Da editora: "Um romance irreverente e luminoso sobre o tempo, a vida adulta e as definições de trabalho e solidão." Em pré-venda: Frankito em chamas. a.co/d/f6dbXmK
0405 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 24/05/2025
"Un animal demasiado solitario se come a sí mismo." -- Sara Gallardo.
010 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 24/05/2025
Para as amizades de Natal:
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 08/05/2025
000 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 04/05/2025
Por essas e outras que amo Martin Scorsese e Lady Gaga
020 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Filmes Raros @filmesraros.bsky.social · 22/04/2025
LITTLE WHITE LIES MAGAZINE #107 THE SINNERS ISSUE 📌👀 tinyurl.com/2w63ka9p
0143 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 21/04/2025
🫰🏽
000 0
Reposted by Bruno Ribeiro
TDAGato @naomuito.bsky.social · 09/04/2025
de goiás a amazônia, passando pelo sertão nordestino, converso com erico rassi, zé umberto, antonio carlos jr, bruno ribeiro e tito leite sobre como o novo boom do faroeste nacional (no cinema, na tv e na literatura) problematiza a violência e o machismo do país oglobo.globo.com/cultura/noti...
oglobo.globo.com
Faroestes à brasileira encaram violência e masculinidade tóxica do país com sucessos no cinema, na TV e em livros
Gênero ganha cores nacionais em ambientes como o sertão goiano, a floresta amazônica e o cangaço
091 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 12/04/2025
Fotos na Bienal do Livro do Ceará ⚡
040 0
Bruno Ribeiro @brunoribeiro66.bsky.social · 04/03/2025
Guerra ou carnaval?
010 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Daniel Duncan @danielduncan.bsky.social · 03/03/2025
a vitória de anora poderia ser uma oportunidade para conhecer a filmografia de um diretor que aborda, de forma empática, as realidades do subemprego, da economia informal e das condições de quem vive à margem. o que se torna: um festival moralista disfarçado de progressismo
39810 0
Reposted by Bruno Ribeiro
Tinturas Cor&Doll @orathiago.com · 03/03/2025
agora é aguentar as conversinha MERDA sobre anora mas próximas semanas
747076 0