Tenho muito medo, sabe?
Pelo dia de amanhã, pelo próximo turno, pela eleição daqui quatro anos sem um grande nome com votos na esquerda, pela ascensão do fascismo, pelas minhas sobrinhas e sobrinhos que vão herdar essa merda.
Não me dou por vencido, jamais, mas não posso negar que estou apavorado.