...si. […] Mas, por outro lado, a repetição é o próprio movimento da não-verdade: a presença do ente perde-se nele, dispersa-se, multiplica-se por mimemas, ícones, fantasmas, 𝕤𝕚𝕞𝕦𝕝𝕒𝕔𝕣𝕠s etc. [...] (2/2)
— Jacques Derrida, A Farmácia de Platão, p. 122