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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial]

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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] @cbn.globo.com.web.brid.gy · 16h
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Atriz brasileira Carol Duarte faz segunda filme na Itália e diz que há mais propostas: 'não foi planejado'
Após surgir no teatro, a atriz brasileira Carol Duarte foi galgando aos poucos seu espaço dentro da dramaturgia brasileira em audiovisual. Primeiro, chamou atenção com seu papel na novela 'A Força do Querer', em 2017, interpretando um personagem trans. Depois teve destaque com 'A Vida Invisível', em 2019, quando foi indicada, no ano seguinte, como Melhor Atriz no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro - atual Grande Otelo. O que talvez Carol não esperava era de que os próximos passos da sua carreira enveredassem para o cinema internacional. Mais especificamente, o europeu. Ela passou em um teste e participou no longa italiano 'La Chimera', de Alice Rohrwacher, onde contracenou com o ator Josh O'Connor e a atriz Isabella Rossellini. Duarte revela que sabia bastante da língua por conta de uma ex-companheira, mas fez aulas para melhorar ainda mais. O sucesso no filme abriu espaço para ela vir, agora, com seu segundo filme italiano, dessa vez como protagonista. Em 'O Segredo de Eva', de Emanuela Rossi, ela faz a personagem título, uma mulher misteriosa que vagueia em busca em de homens pais acompanhandos de crianças pequenas. 'É curioso também para mim ter ido para Europa. Não foi planejado. Acho que talvez os trabalhos que fiz me levaram para lá, há algum convergência que não posso decifrar a origem', conta em entrevista à CBN. Atriz Carol Duarte. Estúdio Théo/Antropofagia Carol Duarte recebeu o convite após 'La Chimera'. Ela comenta que, além desse trabalho recebeu outros convites para filmes italianos, mas destacou que 'é importante escolher aquele projeto que se encaixa no momento da minha vida, e ando tendo sorte'. Questionada se, agora como protagonista, houve um trabalho mais específico na língua italiana, ela diz que explorou o fato da personagem também ser uma forasteira e que, como sua língua nativa não é a do país, isso colaborou a construir o papel. Carol Duarte também vem em um grande momento no Brasil, após realizar 'Malu', de Pedro Freire, onde chegou a ganhar prêmio de atuação em alguns festivais. Além disso, está presente na temporada lançada neste ano da série 'Os Outros', do Globoplay. Para ela, há 'diferenças culturais' nos cinemas dos dois país, porém 'fazer cinema é universal'. 'Observo que no Brasil temos uma grande preocupação nos últimos anos em sets diversos, falamos muito em ocupação de espaços de liderança que contemplem a diversidade da nossa sociedade. Observo que na Itália isso não é uma discussão tão forte como aqui, afinal são países com histórias muito diferentes', conta sobre as diferenças. Participação no Festival do Rio Cena de Carol Duarte em 'O Segredo de Eva'. Divulgação 'O Segredo de Eva' terá sua estreia no Brasil durante o Festival do Rio, com sessões a partir da próxima quinta-feira, dia 8. Ela também estará no evento com outro projeto novo, o curta 'Pique-pega', de Mia Lima Rocha, que fez anteriormente também os curtas 'É fundamental ter por perto' e 'Cojones, Marina!'. Na trama, Ana, feita por Duarte, encontra Dida, de Malu Galli, uma pessoa do seu passado com quem deseja conversar. A primeira exibição do curta ocorreu durante o Festival de Gramado. 'Eu adorei trabalhar com Malu Galli, gravamos esse curta em duas noites, foi divertido jogarmos juntas, Mia, a diretora, fez somente um ensaio conosco e foi rápida nossa disponibilidade e conexão, a admiro, e guardo ótimas risadas', completa. Carol Duarte em cena do filme 'Pique-Pega'. Divulgação
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Ex-secretários de Ibaneis e Celina enfrentam derrotas nas urnas; só um dos 12 conseguiu se eleger deputado
Dos 12 ex-secretários do governo de Ibaneis Rocha e Celina Leão que deixaram os cargos para disputar as eleições, apenas um conseguiu garantir uma vaga no Legislativo. André Kubitschek, ex-secretário da Juventude, foi eleito deputado distrital pelo PL, com 23.683 votos. O resultado aponta a dificuldade de transferência de votos do grupo que comandou o governo do DF e esteve associado ao ex-governador. A exceção é a chapa majoritária. Gustavo Rocha, ex-chefe da Casa Civil, deixou o cargo para ser vice de Celina Leão e segue na disputa pelo governo do DF. A chapa chegou ao segundo turno e vai enfrentar Leandro Grass e sua vice, Dora Gomes, no dia 25 de outubro. Outro nome de peso do grupo é da esposa de Gustavo, Marcela Passamani, primeira mulher a comandar a Secretaria de Justiça do DF, também não conseguiu uma cadeira. Após seis anos no cargo, ela era apontada como uma das principais puxadoras de votos do MDB, partido do ex-governador, mas teve mais de 16 mil votos e ficou na suplência da Câmara Legislativa. Entre os nomes mais próximos de Ibaneis Rocha, a derrota eleitoral também atingiu a própria família do ex-governador. Mayara Rocha, ex-primeira-dama e ex-secretária de Desenvolvimento Social, disputou uma vaga na Câmara dos Deputados depois que Ibaneis desistiu da candidatura ao Senado. Ela recebeu 2.400 votos e não conseguiu se eleger. O desempenho também ficou aquém das expectativas de Sandro Avelar, que assumiu a Secretaria de Segurança Pública logo após os atos de 8 de janeiro e tinha prestígio junto ao ex-governador, recebeu 18.449 votos e ficou de fora da bancada do DF. A ex-secretária de Educação Hélvia Paranaguá, que permaneceu na pasta durante os dois mandatos de Ibaneis, teve pouco mais de 7 mil votos. Os ex-deputados Agaciel Maia, que foi secretário de Relações Institucionais, e Gilvan Máximo, que assumiu a pasta de Proteção do Consumidor - criada para acomodá-lo no governo, também não conseguiram atingir o desempenho necessário para retornar ao Legislativo. Na disputa pela Câmara Legislativa, o cenário se repetiu: Cláudio Abrantes, ex-secretário de Cultura, teve 15.801 votos. O ex-deputado Cristiano Araújo, que comandou a pasta de Turismo, recebeu 14.898 votos. Rodrigo Delmasso, ex-secretário da Família, não conseguiu se reeleger. Ana Paula Marra, que também deixou a Secretaria de Desenvolvimento Social para disputar uma vaga na CLDF, não foi eleita.
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Zema declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2° turno das eleições presidenciais
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou na noite desta segunda-feira (5) apoio ao candidato Flávio Bolsonaro. Zema, que ficou na sexta posição na disputa à Presidência, com 326.488 votos, disse que não vai se omitir: "Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula, nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula. Estamos juntos no dia 25, conto com você", afirmou. O Novo ainda não se manifestou oficialmente, mas deverá fechar questão até esta terça-feira (6). A campanha de Flávio está fazendo uma série de costuras para ampliar o apoio no segundo turno. Flávio vai ser reunir na tarde de terça com Ronaldo Caiado, do PSD, em Goiânia, onde deve ser anunciado o apoio do ex-governador de Goiás. A sigla de Gilberto Kassab declarou ainda na noite de domingo que os estados estão livres para fazer suas alianças. O governador reeleito Tarcísio de Freitas defendeu que o Republicanos embarque na coligação do candidato do PL. As reuniões da campanha de Flávio com a sigla ocorrerem até quinta-feira (8). Já Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) já disseram que não vão apoiar nem Flávio nem Lula. O coordenador da campanha do PL, Rogério Marinho, no entanto, disse que procurou Cury para tentar modificar o entendimento do escritor.
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Investidor conservador: como organizar uma carteira de investimentos a longo prazo?
No CBN Dinheiro desta segunda-feira (5), o especialista Marcelo d’Agosto responde a dúvida da Luciana. A ouvinte pergunta como uma investidora conservadora pode se organizar para montar uma carteira de investimentos a longo prazo. Confira a resposta do especialista: Duas coisas são importantes: a primeira é tentar se programar para poupar periodicamente uma determinada quantia. Se você recebe um salário mensal, pode reservar parte do valor todo mês para investir. De preferência assim que receber, antes de começar a gastar. Se tem ganhos variáveis, pode pensar em guardar quando receber mais do que um determinado valor. A segunda é escolher uma aplicação simples, que seja fácil investir, tenha uma aplicação mínima baixa, um custo operacional suficientemente baixo e, de preferência, associada ao seu objetivo de longo prazo. Se você não tiver um objetivo imediato, pode concentrar seus investimentos em aplicações atreladas à taxa Selic ou ao CDI. Pode ser o Tesouro Selic, um fundo de investimento DI ou um CDB do seu banco. Se estiver pensando na aposentadoria, pode ser o Tesouro IPCA. Existem diversos produtos financeiros com características diferentes que podem, eventualmente, ser boas opções. Mas a sugestão é começar por uma aplicação não muito complexa. Assim você vai ganhando familiaridade com os investimentos para depois partir para modalidades mais sofisticadas.
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Trump diz que 2° turno das eleições no Brasil será 'acirrado'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o segundo turno das eleições no Brasil deve ser muito "acirrado". Questionado sobre o desempenho de Flávio Bolsonaro, o presidente classificou o momento como uma grande vitória. Aliados de Trump, Milei e presidente da Colômbia comemoram primeiro lugar de Flávio Bolsonaro nas eleições Trump confunde Brasil com Índia ao elogiar rapidez da apuração nas eleições, sem citar candidatos As declarações ocorreram em frente à Casa Branca nesta segunda-feira (5), antes do republicano partir para um compromisso político no estado de Nebraska. Trump disse ainda estar surpreso com resultado, mas evitou entrar em mais detalhes sobre a disputa polarizada nas eleições brasileiras. Nos dias anteriores ao pleito, o republicano não respondeu se apoiaria o filho de Jair Bolsonaro. Na sexta-feira (2), o presidente americano afirmou estar de olho em tudo e que iria observar de muito perto a eleição do Brasil. Nesta segunda-feira, Marco Rubio também se pronunciou. O secretário de Estado do país disse que "todos esperavam" que o embate entre Flávio e Lula fosse até o segundo turno e pontuou, ainda, que o governo americano permanecerá acompanhando a disputa. Trump também elogiou a rapidez da apuração no pleito brasileiro e utilizou a eficácia na divulgação dos resultados para criticar as eleições internas nos Estados Unidos, ao citar uma demora na contagem de votos em cidades democratas. O posicionamento do republicano pode ser interpretado como parte da campanha de pressão rumo aos midterms. Nas eleições de meio de mandato no país norte-americano, o partido dele, Republicanos, busca manter o controle do Congresso. O pleito está marcado para 3 de novembro.
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Cleitinho declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais
O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, do Republicanos, sinalizou que vai apoiar o candidato Flávio Bolsonaro, do PL, na disputa presidencial no segundo turno. Em entrevista ao Estúdio I da Globonews, Cleitinho afirmou que ainda não conversou com Flávio após o resultado do primeiro turno nas eleições presidenciais, mas se colocou à disposição dele. "Eu já tinha falado, se eu não me engano em janeiro, quando o Flávio estava oficializando sua pré-candidatura, dizendo que se eu viesse também como pré-candidato a governador, daria esse apoio. Teve esse imprevisto na minha campanha, que aconteceu essas idas e vindas, mas agora eu estou à disposição, ainda não conversei com ele, não me ligou." Cleitinho também falou ao MG1 nesta segunda-feira. Na ocasião, ele elencou como prioridades reabrir o diálogo com o governo federal, independentemente do presidente eleito, além de investimentos emergenciais nas rodovias e regionalização da saúde, para evitar que os mineiros precisem deslocar por longas distâncias para atendimento. Ainda, Cleitinho quer construir uma "mini Cidade Administrativa" no Vale do Jequitinhonha para levar a estrutura do governo do estado até essa região, considerada uma das mais vulneráveis em Minas. Para isso, quer contar com apoio de empresários da região. Sobre a estrutura do novo governo, o parlamentar disse que não vai voltar a usar os palácios de Belo Horizonte como residência do governador. Afirmou que sua preferência é continuar em Divinópolis, morando na atual residência com a família, mas, ainda não se decidiu. Ele também prometeu montar um secretariado técnico e disse que não vai aceitar "barganhas de partidos" em troca de posições no governo. O novo governador também falou da intenção de ter o presidente da Federação das Indústrias de Minas e candidato derrotado do PL, Flávio Roscoe, como integrante do governo. Todo candidato que está disputando a eleição está com boa intenção de querer fazer as coisas para a população, independente do lado ideológico partidário que tem. Qual é o problema, por exemplo, o Flávio Roscoe, que a gente tem um alinhamento muito parecido um com o outro, sentar comigo agora pra fazer parte do meu secretariado. Agora o Matheus, que é governador, precisa de uma transição. Qual é o problema de conversar com ele e o que for bom do governo eu dar continuidade? O que eu achar que preciso melhorar eu tenho que melhorar. Mas o que eu achar que está dando resultado eu vou continuar. Tem que colocar aqui é o povo mineiro. E se cada candidato como eu entende que o primeiro lugar é o povo, a gente tem que estar unido pra defender todos e é isso que eu vou fazer. Segundo Cleitinho, ele e o vice Luís Falcão já enviaram mensagens aos candidatos derrotados na busca de apoio na construção do governo e compartilhamento de propostas. Por fim, ele também prometeu conceder a recomposição salarial aos servidores, como profissionais da educação e policiais ainda no primeiro ano de governo. Para o meio ambiente, Cleitinho garantiu que a Serra do Curral, entre Belo Horizonte, Sabará e Nova Lima, será tombada a nível estadual e que vai seguir à risca a legislação ambiental.
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Análise: Lula terá grande dificuldade para virar o pleito contra Flávio no 2º turno
O primeiro turno das eleições, neste domingo (4), mostrou um avanço dos candidatos de direita eleitos para cargos no Senado e na Câmara dos Deputados em todo o país. Além dos resultados no Poder Legislativo, a decisão pelo próximo chefe do Executivo ficou para o segundo turno, com a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). O candidato da extrema-direita terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos, contra 45,16% do atual presidente. Para trazer um olhar mais detalhado sobre o resultado das urnas, o Estúdio CBN recebeu Lara Mesquita, professora na Escola de Economia de São Paulo (FGV-EESP) e pesquisadora do Cepesp. Para a especialista, a ascensão da direita vista neste primeiro turno evidencia também uma larga vantagem que Flávio Bolsonaro tem sobre Lula na corrida pela Presidência da República. Os dois se enfrentarão novamente no dia 25 deste mês. O que a gente pode assumir é a vantagem é do Flávio (Bolsonaro). O Flávio precisa de menos votos para ultrapassar os 50% mais um do que o Lula. Então, ainda que ele ganhasse uma proporção menor desses 7%, ele teria vantagem. O caminho para o Lula passa por converter votos, ou precisa aumentar a abstenção de eleitores que votaram no Flávio. Não basta só quem não votou no Flávio, que esses 7% não comparecerem. Tem que também não comparecer gente que votou no Flávio ou, alternativamente, levar mais gente às urnas ou converter gente que votou branco e nulo em voto no Lula. Então, é mais difícil para o Lula virar do que para o Flávio ganhar. A probabilidade maior é de sucesso do Flávio. Garotinho desiste de recurso no TSE; decisão pode garantir vitória de Ruas no primeiro turno Tarcísio diz estar certo da eleição de Flávio Bolsonaro: 'PT não vai tirar o coelho da cartola em três semanas' Campanha diz que Lula vai ao maior número de debates no 2º turno para confrontar projetos No primeiro turno, as mulheres bateram recordes de eleições. No Senado, das 54 cadeiras em disputa, 12 delas serão preenchidas por mulheres. Esse é o maior número de mulheres eleitas desde as eleições de 2002, quando 8 candidatas foram escolhidas para compor o Senado Federal. Já na Câmara dos Deputados, 108 mulheres foram eleitas, confirmando uma tendência de crescimento da bancada feminina nos últimos anos. Em São Paulo, por exemplo, Erika Hilton (PSOL) conseguiu a reeleição para o cargo de deputada federal e se tornou a mulher mais votada da história do país para a Câmara dos Deputados, com 1.596.472 votos válidos. Em contrapartida, partidos conservadores, como o PL, também tiveram números expressivos de eleições femininas em todo o Brasil. Lara Mesquita não vê esse avanço do conservadorismo feminino como uma ameaça aos direitos das mulheres. A professora ressalta que é ainda é mais fácil compor pautas sensíveis com mulheres conservadoras do que com homens conservadores. Uma coisa eu tenho certeza: essas mulheres que foram eleitas não são contra o direito de voto das mulheres, do contrário, elas não entrariam na política. De um lado, se queremos maior presença de mulheres na política, temos que aceitar que vamos ter mais mulheres de direita e mais mulheres de esquerda. Ao que tudo indica, a sociedade brasileira tem uma composição predominantemente mais conservadora do que progressista. A segunda pergunta é: essas mulheres conservadoras, elas põem mais em risco os direitos das mulheres? Eu acho que se fossemos comparar com homens conservadores, não. O meu contrafactual aqui não são mulheres conservadoras versus mulheres progressistas. São mulheres conservadoras versus homens conservadore Initial plugin text Além de Erika Hilton, Lucas Pavanato (PL) e Nikolas Ferreira (PL) também bateram recordes de votação nas eleições deste domingo. Pavanato foi eleito deputado federal com 3.038.438 votos. Já Nikolas Ferreira, que disputou como deputado federal em Minas Gerais, somou 3.119.314 votos. Com os resultados expressivos no primeiro turno, a dupla do PL conquistou mais cadeiras para a legenda na composição do parlamento. A especialista Lara Mesquita explicou como os chamados 'puxadores de voto' podem ser decisivos positiva e negativamente para os partidos. Recentemente, a gente passou a exigir um desempenho mínimo individual dos deputados. Então, o deputado precisa ter votação pelo menos equivalente a 10% do quociente eleitoral nas cadeiras que o partido ganhou na primeira rodada de distribuição. Isso em São Paulo são 30, 33 mil votos. E na segunda rodada, aquilo que a gente chama de sobras, esse percentual sobe para 20% do quociente eleitoral. Então, tem tanto voto concentrado no Lucas Pavanato que chega uma hora que dá um salto e falta gente com 30 mil votos para ocupar as cadeiras que o partido ganhou. Dentro da lista que é o oposto do PT que não tem nenhum puxador de voto, mas tem uma quantidade enorme de candidatos com mais de 70 mil votos. Então, por exemplo, o PT foi beneficiado por essas cadeiras que foram perdidas no estado de São Paulo, porque essas cadeiras vão lá para a distribuição das sobras e o PT cumpre os requisitos tanto de desempenho do partido quanto de candidatos com votação mínima.
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‘Governo se desconectou das demandas da classe trabalhadora’, analisa antropólogo
Em entrevista ao Estúdio CBN nesta segunda-feira (5), Wagner Guilherme — Doutor em Antropologia, coordenador do DeepLab e pesquisador associado ao laboratório na Universidade de Dublin — analisou o comportamento do eleitor brasileiro após o primeiro turno das eleições no domingo. ‘Redenção rápida e injustificável do bolsonarismo’; analistas politicos avaliam próximos passos após 1ºturno Média de idade dos 10 deputados federais mais votados cai de 39 para menos de 32 anos Para o antropólogo, o atual governo se “desconectou das demandas da classe trabalhadora”. Ao não se comunicar com o proletariado, também foram perdidas, segundo Wagner, “condições de entender o que ele demanda”. “A classe trabalhadora de 2025 e 2026 não é a classe trabalhadora do começo do século. As coisas mudaram, o mundo do trabalho é outro, as condições de ascensão individual são outras, as demandas dos trabalhadores são outros. E eu acho que nós perdemos, de uma forma mais geral, condições de falar com esse trabalhador”, disse. “Como pesquisadores e etnógrafos, (…) uma das coisas que a gente escuta muito é justamente que as demandas desses novos trabalhadores estão muito desconectadas. Não há espaço no discurso político contemporâneo para as demandas dessa classe trabalhadora que está endividada, de uma classe trabalhadora que precisa fazer múltiplos trabalhos ao mesmo tempo, que gasta muitas horas no transporte público”, completa. PL terá maior bancada na Câmara e no Senado de um partido desde a Constituição de 1988 Com 121 deputados federais eleitos e 28 senadores, o Partido Liberal terá a maior bancada de um partido nas duas casas legislativas federais desde a Constituição de 1988. É a maior também desde a primeira votação direta no Brasil após o fim da Ditadura Militar. Em 1986, o MDB (na época PMDB) tinha 260 cadeiras na Câmara. Já no Senado, o mesmo partido teve o recorde em 1999, com 27 parlamentares. Antes dessa eleição deste ano, o PL já tinha maioria nas duas casas, mas com números menores. No Senado eram 15; e na Câmara eram 99. Wagner Guilherme analisa, em entrevista ao Estúdio, que o destaque da direita entre os eleitores se dá pela criação de um “sentimento de esperança”. “O que tem sido muito recorrente nas nossas pesquisas é o sentimento de esperança. E (os candidatos da direita) tem mobilizado os sentimentos dessa nova classe trabalhadora, oferecendo para essas pessoas uma ideia de futuro. Um futuro que cada vez mais se apresenta como altamente individualizado e atomizado, mas que faz sentido para grandes parcelas da população que não tiveram acesso à presença do Estado. Então, a ideia de que se eu trabalhar duro, se eu fizer mais, se eu trabalhar 12 horas, se eu tiver meu empreendimento, se eu fizer tudo que eu posso fazer, vai me dar melhores condições (de vida)”, analisa. “(É a) esperança de mobilidade social. No fundo, esse sujeito, ele busca sua mobilidade social. (...) Esse é um discurso que, embora muito simplista, dá coerência a um conjunto de conexões que antes não tinha”, completa. Ouça a entrevista completa:
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Flávio Bolsonaro articula campanha com Tarcísio e Nikolas Ferreira para segundo turno
O senador Flávio Bolsonaro articula com o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em Brasília para traçar a estratégia de campanha de segundo turno no maior colégio eleitoral do país. Tarcísio prometeu que vai viajar com Flávio por todo o estado para ajudá-lo na campanha. Outro expoente da corrida no segundo turno será o deputado federal reeleito Nikolas Ferreira, que vai assumir a coordenação da campanha de Flávio em Minas Gerais. "Quarta-feira, estarei em Brasília para poder a gente organizar isso com nível nacional. Da última vez, em 2022, fiz isso sem ninguém me impedir. A gente foi atrás, conseguiu ir em todas as capitais do Nordeste, inclusive teve um aumento de 3% em média em todas as capitais. E nessa agora, eu acho que a estratégia é ver como, por exemplo, Minas Gerais, Juiz de Fora, que foi a cidade macro, a única que o Bolsonaro perdeu. Então, a gente vai ser bastante estratégico para poder principalmente virar os votos indecisos, que eu não tenho dúvidas que todos vão jorrar para o mesmo marco que o Flávio Bolsonaro." Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira almoçaram juntos no Palácio dos Bandeirantes nesta segunda-feira (5) para conversar sobre estratégias de apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno. Prometeram “mergulhar de cabeça” na campanha, organizar eventos e manifestações. Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira almoçam no Palácio dos Bandeirantes para conversar sobre estratégias de apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno. Bruna Barboza/CBN A articulação pela busca de novos partidos na corrida pelo segundo turno já começou. O Republicanos de Marcos Pereira ainda está avaliando o cenário. Tarcísio de Freitas defendeu à CBN que o partido deve estar com Flávio. "Eu não tenho muita dúvida na vitória do Flávio, eu sei que ele vai ganhar a eleição. Seria um erro não estar caminhando com ele. E, obviamente, os partidos têm que ter sensibilidade para onde a balança está pendendo. E ficou claro, a partir do domingo, para onde a balança está pendendo. Por isso eu acho que é um erro o Republicanos não acompanhar o Flávio. Vamos fazer toda a força para que o nosso partido esteja com ele." Há também uma expectativa de definição dos partidos da centro-direita para o segundo turno. O PP deve decidir nesta terça se vai embarcar na campanha de Flávio Bolsonaro. Derrotado nas urnas, o presidente da sigla, Ciro Nogueira, já declarou apoio. A manifestação foi em uma entrevista à TV Cidade Verde, no Piauí. Flávio também vai nesta terça-feira (6) à Goiânia para se reunir com Ronaldo Caiado, derrotado nas urnas. A expectativa é que o ex-governador de Goiás apoie o candidato do PL, ainda que PSD de Gilberto Kassab já tenha decidido por manter a liberação nos estados para que cada um escolha seu candidato. Augusto Cury, do Avante, e Romeu Zema, do Novo, ainda não declararam apoio.
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Média de idade dos 10 deputados federais mais votados cai de 39 para menos de 32 anos
A média de idade dos dez deputados federais eleitos com as maiores votações nas Eleições 2026 é de menos de 32 anos. O número despencou quase 20% em relação ao ranking de 2022, quando os parlamentares mais bem votados já eram jovens, com uma média de 39 anos de idade. Os dados foram levantados pela CBN na base da Justiça Eleitoral. Três nomes se repetiram nas duas listas: Nikolas Ferreira, do PL; Kim Kataguiri, então no União Brasil e hoje no Missão; e Tabata Amaral, do PSB, estiveram no Top 10 tanto em 2022 quanto em 2026 – e, por óbvio, envelheceram quatro anos entre as eleições. Mas os demais eleitos puxaram os números para baixo. Entre os 10 deputados federais eleitos com mais votos, apenas uma tem mais de 40 anos: Julia Zanatta, do PL de Santa Catarina, que tem 41. Já em 2022, cinco dos mais votados tinham 40 anos ou mais, e um deles tinha 66, elevando a média. Apesar do rejuvenescimento no topo da votação, a média de idade na Câmara dos Deputados tem se mantido estável nas últimas eleições: em 2018 foi de 49 anos; em 2022, de 50 anos; e em 2027 deve ficar em quase 50. O analista político Deividi Lira destacou esse fenômeno: "Não é necessariamente um rejuvenescimento da Câmara dos Deputados como um todo. Só que a gente enxerga um protagonismo nestas eleições de políticos que são mais jovens entre os grandes puxadores de voto", afirma. "Isso tem uma relação muito forte com a transformação da própria comunicação política e do formato de se fazer marketing político." "Muitos desses parlamentares construíram uma presença digital muito consolidada. Eles não utilizam as redes sociais apenas durante a campanha, então o nível de produção de conteúdo diário é muito alto nas redes desses eleitos", diz Lira. Segundo o analista, com isso a campanha "deixa de depender exclusivamente daquelas estruturas que o próprio partido oferece, do tempo de televisão que a Justiça Eleitoral oferece ou até mesmo de uma atuação territorial muito concentrada". Ele cita o caso de Nikolas Ferreira, que alcançou eleitores espalhados por todo o estado. Fenômeno não é exclusivo da direita Lira ressalta que a tendência não se restringe a um campo político. Entre os dez mais votados, há nomes jovens dos dois lados do espectro: Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato e André Fernandes de um lado; Erika Hilton, Sâmia Bomfim e Tabata Amaral do outro. "São políticos com posições ideológicas de campos diferentes, mas que acabam compartilhando uma característica. Eles compreenderam a lógica das redes sociais e construíram uma identidade política muito reconhecível para os seus eleitores, para a sua bolha", avalia. Milhões de seguidores A relevância da presença digital dos candidatos fica clara ao notar o número de seguidores que eles têm nas redes sociais. Outro levantamento feito pela reportagem na plataforma Plenário 2027 mostra que todos os 10 mais bem votados a deputado federal superam a marca de um milhão de seguidores no Instagram. Nikolas Ferreira, o mais bem votado, também lidera em seguidores, com 22 milhões. Lucas Pavanato e Erika Hilton, do PL e do Psol de São Paulo respectivamente, têm 5 milhões cada. André Fernandes, do PL, tem 3 milhões; Julia Zanatta, também do PL, tem 1 milhão; e a outra metade da lista tem 2 milhões cada: Sâmia Bomfim, do Psol paulista, Ana Elisa, do PT mineiro, Kim Kataguiri, Tabata Amaral e Jeffrey Chiquini, do Novo do Paraná. Para Lira, a votação recorde de Nikolas, a maior da história da Câmara, também deve pesar dentro da Casa. "É um político que todo mundo quer estar perto", afirma. Segundo ele, o desempenho nas urnas ajuda na articulação do deputado para ocupar a presidência ou outro cargo na mesa diretora de alguma comissão. O que ainda pode mudar Os números sobre a idade ainda podem mudar até a posse, já que a lista de eleitos só fica definitiva com a diplomação, prevista para até 19 de dezembro. Até lá, pode haver retotalização pela Justiça Eleitoral caso alguma candidatura seja indeferida ou cassada. E mesmo depois da posse, a composição da Câmara pode mudar caso algum eleito saia para assumir outro cargo, mas o efeito é pequeno: substituir um deputado de 30 anos por um de 70, por exemplo, mexe a média dos 513 em menos de 0,1 ano.
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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] @cbn.globo.com.web.brid.gy · 05/10/2026
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PL se consolida como maior bancada do Senado
O PL se consolidou como a maior bancada do Senado com o resultado das eleições. Com 28 parlamentares, o partido de Flávio Bolsonaro elegeu nomes da família, como Michelle e Carlos Bolsonaro, e mostra a pressão para aprovar impeachment de ministros do STF, como o do ministro Alexandre de Moraes. O partido conseguiu fazer “dobradinha” ocupando as duas vagas no DF com Bia Kicis e Michelle Bolsonaro; em Santa Catarina, com Carol di Toni e Carlos Bolsonaro; no Rio de Janeiro, com Carlos Portinho e Carlos Jord e também em Rondônia com Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid. O movimento mostra a força do PL para tentar eleger o próximo presidente do Senado, o que acaba enfraquecendo os planos do atual, Davi Alcolumbre, de tentar ser reeleito. Além disso, da renovação de dois terços do Senado neste domingo, 79% foram nomes da direita ou centro-direita e 11 da esquerda. É o caso de São Paulo, com a eleição de Guilherme Derrite, do PP, e André do Prado, do PL, que impuseram derrotas a duas ex-ministras de Lula: Simone Tebet, do PSB, e Marina Silva, da Rede. No Paraná, foram eleitos Filipe Barros, do PL, e Deltan Dallagnol, do Novo. Já no Rio Grande do Sul venceram Marcel Van Hatten, do Novo, e Sanderson, do PL. Já a esquerda, que reúne PT, PSB, PDT e Rede, ficou com 20% das vagas. O resultado demonstra uma derrota para o presidente Lula, já que ao menos 16 candidatos apoiados por ele perderam. Com os novos eleitos, o PT fica com uma bancada de 9 senadores, PSB com 4 e PDT e Rede com apenas 1 cada. Dos nomes apoiados por Lula que ficaram de fora do Senado, estão ex-ministros como Celso Sabino, do PDT, Gleisi Hoffmann, do PT e Marina Silva, da Rede.
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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] @cbn.globo.com.web.brid.gy · 05/10/2026
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Após vitória em SP, Tarcísio agradece aliados e reforça apoio a Flávio Bolsonaro
A campanha de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo foi marcada pela forte nacionalização da disputa. No primeiro discurso depois da confirmação da vitória, o governador reeleito agradeceu aliados e citou nominalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao lado dos dois senadores eleitos por São Paulo, Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), o governador participou de uma chamada de vídeo com Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência. Tarcísio destacou a votação do senador em São Paulo e afirmou que vai participar ativamente da campanha no segundo turno. O governador disse que Flávio teve um resultado melhor no estado do que o indicado pelas pesquisas e afirmou que a campanha do senador não será desmobilizada. Os dois devem se encontrar nesta segunda-feira (5), em Brasília, para discutir a estratégia da campanha. "Faltou muito pouco, na verdade, para matar essa eleição no primeiro turno e a gente sabe que é possível ter a vitória, cravar a vitória no segundo turno. Não vai haver desmobilização. Vai haver trabalho intenso para que a gente possa encerrar esse ciclo que não está sendo bom para o Brasil", declarou. Tarcísio também contou que recebeu uma ligação de Fernando Haddad (PT) depois do resultado das urnas. Segundo o governador, o petista o cumprimentou pela reeleição, e ele retribuiu parabenizando Haddad pela campanha. Tarcísio afirmou ainda que os dois fizeram uma disputa propositiva, apesar dos debates duros. Haddad reconhece derrota Haddad se manifestou pouco depois do resultado, em um hotel em São Paulo, onde acompanhou a apuração. Ao lado da mulher, Ana Estela; do candidato à vice, Márcio França; e da candidata ao Senado Marina Silva — que não foi eleita —, o petista fez um discurso de cerca de cinco minutos. O ex-ministro afirmou que continuará na política e que, a partir de agora, a prioridade será a campanha do presidente Lula no segundo turno contra Flávio Bolsonaro. "Sigo na luta, como sempre, nós somos seres políticos, independentemente de atuarmos ou não, nós estamos aqui para tentar melhorar o Brasil, tentar melhorar a nossa cidade, o nosso Estado, sigo na luta pelas coisas que eu acredito, pelas coisas que eu acho que vão trazer mais bem-estar, mais igualdade de oportunidades, mais dignidade para as pessoas do nosso convívio. Esse país é um país que merece muito de nós, tudo indica que vamos ter luta pela frente, 3 semanas pela frente, para continuar debatendo." Haddad também comparou o resultado deste domingo ao de 2022, quando enfrentou Tarcísio pela primeira vez. O petista afirmou, no entanto, que a eleição deste ano teve uma dinâmica diferente, com uma disputa mais concentrada entre os dois principais candidatos, o que, na avaliação dele, estreitou as condições para conduzir a campanha.
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Veja a lista dos candidatos ao Senado eleitos
Nas eleições deste domingo (4), 54 senadores foram eleitos. O Senado Federal é composto por 81 parlamentares, sendo três representantes de cada estado e do Distrito Federal. O mandato de senador dura oito anos. Por isso, a renovação do Senado ocorre de forma alternada: em uma eleição são escolhidos 27 parlamentares, correspondentes a um terço da Casa; quatro anos depois, são escolhidos 54, correspondentes a dois terços. Portanto, os 54 eleitos neste domingo se juntam aos 27 senadores que já tinham mandato até 2031 Veja a lista de todos os senadores que foram eleitos neste domingo (4): ACRE Márcio Bittar (PL) - 26% Mara Rocha (Republicanos): 18% ALAGOAS Arthur Lira (PP): 29% Marina JHC (PSDB): 28% AMAPÁ Rayssa Furlan (Podemos): 30% Lucas Barreto (PSD): 24% AMAZONAS Eduardo Braga (MDB): 32% Plinio Valério (PSDB): 25% BAHIA Rui Costa (PT): 30% Jaques Wagner (PT): 27,5% CEARÁ Cid Gomes (PSB): 31% Luizianne (Rede): 29% DISTRITO FEDERAL Michelle Bolsonaro (PL): 29% Bia Kicis (PL): 27% ESPÍRITO SANTO Renato Casagrande (PSB): 25% Evair de Melo (Republicanos): 24% GOIÁS Gustavo Gayer (PL): 24,5% Gracinha Caiado (União Brasil): 22% MARANHÃO Fufuca (PP): 21,5% Lahesio Bonfim (NOVO): 21% MATO GROSSO Mauro Mendes (União Brasil): 33% Zé Medeiros (PL): 27% MATO GROSSO DO SUL Reinaldo Azambuja (PL): 35% Capitão Contar (PL): 33% MINAS GERAIS Domingos Sávio (PL): 24% Marília Campos (PT): 19% PARÁ Helder Barbalho (MDB): 26% Chicão (União Brasil): 22,5% PARAÍBA João Azevêdo (PSB): 32,5% Veneziano (MDB): 23% PARANÁ Filipe Barros (PL): 27% Deltan Dallagnol (NOVO): 25% PERNAMBUCO Humberto Costa (PT): 27% Marília Arraes (PDT): 25% PIAUÍ Marcelo Castro (MDB): 36% Júlio César (PSD): 27% RIO DE JANEIRO Carlos Portinho (PL): 27% Carlos Jordy (PL): 25% RIO GRANDE DO NORTE Styvenson Valentim (Podemos): 29% Samanda de Lula (PT): 18% RIO GRANDE DO SUL Sanderson (PL): 30% Marcel Van Hattem (NOVO): 30% RONDÔNIA Dr Fernando Máximo (PL): 32% Bruno Scheid (PL): 26,5% RORAIMA Nicoletti (PL): 23% Teresa Surita (MDB): 19% SANTA CATARINA Carol de Toni (PL): 33,5% Carlos Bolsonaro (PL): 25,5% SÃO PAULO Guilherme Derrite (PP): 30,5% André do Prado (PL): 29,5% SERGIPE Rogério Carvalho (PT): 22% Delegado Alessandro (MDB): 17% TOCANTINS Eduardo Gomes (PL): 27% Alexandre Guimarães (MDB): 19%
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Renan Santos rejeita apoio no segundo turno; Caiado vai discutir posição com Kassab
Renan Santos, do Missão, disse que não vai apoiar nenhum dos candidatos que disputarão o segundo turno para a Presidência. Em uma live após o resultado, ele classificou o desempenho da campanha como pior do que esperava e afirmou que não faria diferença declarar apoio. Santos disse ainda que não vota em ‘bandido’ e colocou Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula nessa classificação. Já Ronaldo Caiado, do PSD, afirmou que ainda vai discutir com o partido qual candidato apoiar no segundo turno. O ex-governador de Goiás disse que pretende conversar com o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, que foi seu vice na disputa presidencial. Caiado afirmou que não pretende tomar uma decisão antes dessa conversa. Caiado também disse estar orgulhoso da campanha, apesar de não ter avançado para o segundo turno. Segundo ele, ‘não venceu, mas caiu de pé’, com orgulho, honra e dignidade. O candidato ainda comemorou as vitórias de Daniel Vilela para o governo de Goiás e de Gracinha Caiado, sua mulher, para o Senado.
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Após 1º turno, Flávio Bolsonaro diz que resultado representa 'mudança' e decreta 'fim da era do PT'
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, após o resultado do primeiro turno das eleições, que o desempenho nas urnas representa um desejo de “mudança” no país. Ele terminou a primeira etapa da disputa à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e os dois vão disputar o segundo turno em 25 de outubro. Em discurso no comitê de campanha, em Brasília, Flávio disse estar “muito feliz” com o resultado e afirmou que quase 56 milhões de brasileiros deram um “voto de confiança” à mudança. Segundo o candidato, seus levantamentos internos apontavam vantagem sobre Lula, apesar de pesquisas eleitorais divulgadas nas últimas semanas indicarem cenário diferente. “Foi por muito pouco, mas eu fiquei muito feliz com a quantidade de brasileiros que foram às urnas para se manifestar”, afirmou. Flávio também declarou que o resultado representa, segundo ele, o “fim da era do PT”. O candidato criticou o governo Lula e citou temas como violência contra mulheres, endividamento, impostos, fechamento de empresas e “desesperança”. Para o segundo turno, Flávio afirmou que pretende fazer uma “campanha limpa” e apresentou propostas como a redução do número de ministérios, mudanças na relação do governo com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o fim da reeleição para cargos do Executivo. Flávio também criticou Lula, afirmando que o presidente estaria preocupado com a manutenção do poder. Em contraposição, disse que seu objetivo seria “cuidar do Brasil” e do povo brasileiro. A disputa pela Presidência será definida no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
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Lula admite que esperava vencer no 1º turno e diz que campanha começa de novo
Após o fim das apurações do primeiro turno das eleições, neste domingo, que encaminharam a disputa à Presidência para o segundo turno, o presidente e candidato à reeleição Lula, do PT, já deu indícios de qual será o tom da campanha petista ao longo do mês de outubro. Falando com aliados e jornalistas no salão de um hotel, no centro da cidade de São Paulo, onde acompanhou as apurações, o presidente agradeceu os votos que recebeu e disse que a partir de amanhã começará uma nova campanha. Lula criticou o adversário Flávio Bolsonaro, do PL, que largou na frente na disputa por 2 pontos percentuais, dizendo que o Brasil conhecerá melhor, nos próximos 20 dias, a biografia “desastrosa” da família Bolsonaro, incluindo o senador. Neste sentido, o presidente citou, entre outros pontos, as ligações entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, reveladas há alguns meses. Para o petista, o eleitor terá condições de captar melhor sobre o assunto já que agora enfrentará somente Flávio no que ele classificou como “mata-mata”, ou “tete-a-tete”. Fez, também, um apelo aos 21 milhões de eleitores que se abstiveram de votar, afirmando que o voto deles no segundo turno definirá o futuro do Brasil. Em relação ao campo de propostas, Lula voltou a citar programas do governo federal, como o Nova Indústria Brasil e o Pé-De-Meia, tópicos que tem sido também a tônica da campanha há alguns meses. No campo econômico, um dos temas centrais da disputa eleitoral, Lula declarou que ninguém no país tem autoridade moral para criticar ele e o vice-presidente Geraldo Alckmin, declarando que foi no mandato dele que, pela primeira vez, o país teve superávit primário. Ao fim, o presidente se direcionou ao candidato derrotado do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, declarando que se frustou com a vitória de Tarcísio de Freitas, do Republicanos, no estado. Avaliou, contudo, que quem perdeu a disputa estadual não foi Haddad, mas sim o próprio povo de São Paulo, já que o ex-ministro da Fazenda é uma “jóia” paulista e que Tarcísio não fez nada pelo estado. Lula e Alckmin, ao lado de aliados, disseram, por fim, estarem confiantes de que a chapa vencerá no segundo turno das eleições, e que o petista comandará o Planalto pela 4ª vez.
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Análise: avanço de Flávio Bolsonaro ajuda a explicar virada de Douglas Ruas
A eleição deste domingo (4) terminou com uma disputa indefinida para o governo do Rio de Janeiro. Douglas Ruas (PL) terminou a apuração com 49,31% dos votos, enquanto Eduardo Paes ficou em segundo lugar, com 42,7%. A definição sobre um segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) depende dos votos de Anthony Garotinho, que recebeu 3% dos votos e aguarda julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso os votos sejam anulados, Ruas será eleito no primeiro turno; se forem validados, haverá segundo turno entre Ruas e Paes. Na avaliação do analista político Fábio Zambelli, o resultado no Rio reflete uma onda de crescimento da direita na reta final da campanha, impulsionada pela candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Segundo ele, esse movimento também beneficiou outras candidaturas do PL, como a de Sérgio Moro no Paraná. Zambelli afirmou que o avanço conservador ganhou força nos últimos dias e alterou a configuração de disputas que pareciam mais equilibradas durante a campanha. Para Zambelli, o segundo turno presidencial, entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, será marcado pela disputa em torno do significado dessa onda de mudança. O analista avalia que a ausência de debates e a percepção de interferência do Judiciário na política contribuíram para mobilizar parte do eleitorado contra o governo. Na visão dele, Lula terá as próximas três semanas para tentar convencer os eleitores de que uma mudança de governo pode representar um risco maior do que a continuidade, enquanto Flávio Bolsonaro buscará preservar a vantagem de quase três milhões de votos obtida no primeiro turno.
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João Henrique Caldas (PSDB) é eleito governador de Alagoas no primeiro turno
João Henrique Caldas (PSDB), conhecido como JHC, foi eleito governador de Alagoas. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 21h37, com 98,31% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, João Henrique Caldas tinha 52,09% dos votos neste 1º turno, enquanto Renan Filho (MDB) marcava 47,48%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Com isso, João Henrique Caldas já está eleito como governador de Alagoas.
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Randolfe, Ciro Nogueira, Leila do Vôlei... veja senadores que não se reelegeram
Neste domingo (4), eleitores de todo o Brasil elegeram 54 senadores federais nas eleições 2026 para legislatura 2027-2035. Os parlamentares eleitos tomam posse em 1º de fevereiro de 2027 no Senado Federal. Nomes famosos na política como Ciro Nogueira (Progressistas), Randolfe Rodrigues (PT), Leila do Vôlei (PDT), Fabiano Contarato (PT) e Jorge Kajuru (PSB) não conseguiram se reeleger para vagas no Senado Federal. Veja a lista de todos os senadores que foram eleitos neste domingo (4): Marcio Bittar PL Mara Rocha Republicanos Arthur Lira PP Marina Jhc PSDB Raíssa Furlan Podemos Lucas Barreto PSD Eduardo Braga MDB Plínio Valério PSDB Rui Costa PT Jaques Wagner PT Cid Gomes PSB Luizianne Rede Michelle Bolsonaro PL Bia Kicis PL Renato Casagrande PSB Evair de Melo Republicanos Gustavo Gayer PL Gracinha Caiado União Fufuca PP Lahesio Bonfim Novo Mauro Mendes União Zé Medeiros PL Reinaldo Azambuja PL Capitão Contar PL Domingos Sávio PL Marília Campos PT Helder MDB Delegado Éder Mauro PL Joao Azevêdo PSB Veneziano MDB Filipe Barros PL Deltan Dallagnol Novo Humberto Costa PT Marília Arraes PDT Marcelo Castro MDB Júlio César O Julim do Lula PSD Carlos Portinho PL Carlos Jordy PL Styvenson Valentim Podemos Sanderson PL Marcel Van Hattem Novo Dr. Fernando Máximo PL Bruno Scheid PL Nicoletti PL Teresa Surita MDB Carol de Toni PL Carlos Bolsonaro PL Guilherme Derrite PP André do Prado PL Rogerio Carvalho PT Delegado Alessandro MDB Eduardo Gomes PL Alexandre Guimarães MDB
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Cleitinho diz que será ‘governador da pacificação’ após vitória em Minas
Após ser eleito no primeiro turno para governar Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, do Republicanos, disse que vai ser o "governador da pacificação" e que vai "governar para todos". O senador fez uma live nas redes sociais antes mesmo da Justiça Eleitoral declará-lo eleito, mas já agradecendo aos eleitores mineiros e todos que o apoiaram. Acompanhado da esposa, dos filhos, da mãe e irmãos, além de apoiadores, Cleitinho destacou o apoio que recebeu da família após desistir num primeiro momento da candidatura ao governo do estado, mesmo liderando as pesquisas, por conta a morte do irmão Mateus por câncer, em julho deste ano. Emocionado, o senador usava uma camisa com as fotos do pai e do irmão, disse que vai honrar a memória dos familiares e que quer fazer de Minas um exemplo de "pacificação" para o país. "A gente acaba de ser eleito governador, eu quero agradecer todo povo mineiro, em primeiro lugar a Deus e a vocês que acreditaram em mim, acreditaram na minha pessoa. Agradecer toda minha família aqui que está aqui e eu não poderia deixar de honrar essas duas pessoas que estão aqui na minha blusa aqui, que é meu irmão Matheus e meu pai. Isso aqui é por vocês, viu? É por você meu pai, por você Matheus. Agradecer vocês por terem acreditado em mim. Pode ter certeza que eu vou governar para todos. Vou governar para quem votou e para quem não votou. E eu quero ser um governador aqui que vai trazer a pacificação desse país aqui. Minas Gerais vai ser exemplo. Porque nós somos um só povo. Eu tenho que cuidar de todos vocês", disse. Cleitinho acompanha a apuração em Divinópolis, no Centro-Oeste, sua cidade natal, em um restaurante com familiares, amigos e apoiadores. Demais candidatos ao governo de Minas acompanharam a votação em Belo Horizonte, mas ainda não deram declarações do resultado das eleições para o estado. Por enquanto, 97% das urnas apuradas, Cleitinho tem 55,41% dos votos e Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo com 26,20%.
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Dr. Daniel (Podemos) é eleito governador do Pará no 1º turno
Dr. Daniel (Podemos) foi eleito governador do Pará. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 21h14, com 98,28% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Dr. Daniel aparecia com 51,66% dos votos. Em segundo, Hana Ghassan (MDB) tinha 46,22%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta.
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Portinho e Jordy: RJ elege dois senadores do mesmo partido pela primeira vez em 40 anos
Pela primeira vez desde a redemocratização, o Rio de Janeiro elegeu dois candidatos do mesmo partido ao Senado na mesma eleição. Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, conquistaram as duas cadeiras em disputa e se juntam a Romário, sem partido, a partir do ano que vem. Natural do Rio de Janeiro, Portinho tem 53 anos e é advogado, com mestrado na área. Iniciou sua trajetória no poder público como secretário municipal de Habitação, na gestão de Eduardo Paes, e secretário estadual do Ambiente. Disputou uma vaga na Câmara dos Deputados em 2014, mas terminou como suplente. Em 2018, foi eleito primeiro suplente do senador Arolde de Oliveira. Assumiu o mandato no Senado em novembro de 2020, após a morte do titular, e foi líder do governo Jair Bolsonaro na Casa entre 2022 e 2023. Carlos Jordy, por sua vez, tem 44 anos e é bacharel em Turismo e Hotelaria. Nascido em Niterói, foi eleito vereador do município em 2016. Em 2018, conquistou uma vaga de deputado federal e foi reeleito em 2022. Na atividade parlamentar, atuou como líder da oposição na Câmara dos Deputados entre 2023 e 2024. Jordy não esconde sua forte ligação com a família Bolsonaro: considera-se amigo dos filhos de Jair Bolsonaro e ganhou projeção com a onda bolsonarista a partir de 2018. Defensor das pautas da família, tem entre suas propostas uma reestruturação do Supremo Tribunal Federal. A principal adversária da dupla bolsonarista era a candidata do PT, Benedita da Silva, que liderou as pesquisas de intenção de voto nos últimos meses. Benedita, no entanto, não obteve votos suficientes para conquistar uma das duas vagas e acabou derrotada na disputa
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Segundo turno no RJ entre Eduardo Paes e Douglas Ruas depende de decisão sobre Garotinho
Os dois candidatos que polarizaram a disputa pelo governo do estado no Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL), podem ir para o segundo turno das eleições no dia 25 de outubro. O resultado foi confirmado às 21h02, com 99,51% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Douglas Ruas (PL) tinha 49,31% dos votos neste 1º turno, enquanto Paes, ex-prefeito do Rio, marcava 42,72%. No entanto, se os 3,17% de votos obtidos por Garotinho (Republicanos) forem anulados, Douglas Ruas pode ser eleito no primeiro turno. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Com isso, pode ser que o Rio de Janeiro só defina seu próximo governador no dia 25 de outubro.
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Elmano de Freitas (PT) é reeleito governador do Ceará
Elmano de Freitas (PT) foi reeleito governador do Ceará. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 21h04, com 96,42% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Elmano de Freitas (PT) aparecia com 52,85% dos votos. Em segundo, Ciro Gomes (PSDB) tinha 46,55%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Por isso, Elmano de Freitas (PT) já está reeleito governador do Ceará
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Flávio Bolsonaro e Lula disputarão segundo turno
O senador Flávio Bolsonaro (PL) vai enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. Com 98% das urnas apuradas, Flávio tem 47,33% dos votos, enquanto Lula tem 44,81%. O segundo turno das eleições acontece no dia 25 de outubro. Acompanhe AO VIVO a cobertura da CBN das eleições:
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Raquel Lyra (PSD) é reeleita governadora de Pernambuco no primeiro turno
Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco. A candidata consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 20h56, com 96,25% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Raquel Lyra, atual governadora, tinha 53,21% dos votos neste 1º turno, enquanto João Campos (PSB) marcava 44,84%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Com isso, Raquel Lyra já está reeleita como governadora de Pernambuco.
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Cleitinho Azevedo (Republicanos) é eleito governador de MG
Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi eleito governador de Minas Gerais. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 20h54, com 94,16% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Cleitinho aparecia com 55,34% dos votos. Em segundo, Patrus Ananias (PT) tinha 26,20%. De fenômeno nas redes a governador de MG: quem é Cleitinho Azevedo? Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Por isso, Cleitinho já foi definido como próximo governador de Minas Gerais. De fenômeno nas redes sociais a governador do estado: quem é Cleitinho? Num estilo "influenciador" e "homem do povo", Cleitinho apostou em estratégias na corrida eleitoral que o ajudaram a se tornar ainda mais popular junto ao eleitorado. Como, por exemplo, linguagem simples, uso de camisas de futebol da sua coleção de 2.500 peças, além de vídeos gravados em rodovias esburacadas para passar mensagens aos eleitores. Ao lado dos irmãos que também são políticos, o senador apostou, ainda, em uma campanha com agendas "espontâneas", como adesivaços de carros, sempre transmitidas nas redes sociais. "Estamos junto, meu irmão. Parou mais um carro, buzinou mais um é porque tá com a gente. Vai compartilhando aí gente, vai comentando, que a gente vai na sua cidade também. E a gente que vai pregar o adesivo no seu carro, porque aqui não tem estrutura, não. A estrutura é o povo", disse. Cleitinho tem 44 anos, é casado e pai de dois filhos. Natural de Divinópolis, principal município do Centro-Oeste mineiro, ele trabalhou com o pai e irmãos no varejão da família antes de entrar pra política. No período, também participou de um grupo de pagode. Quando se apresentava na cidade, Cleitinho gravava vídeos criticando a política local, o que o fez ganhar popularidade e ser eleito para vereador em 2016. Dois anos depois, o parlamentar conseguiu 115 mil votos para se eleger como deputado estadual e se o tornou o mais bem votado da coligação à época. Durante o mandato na Assembleia Legislativa, ele usou fortemente a tribuna do Plenário para atacar "privilégios e mordomias de políticos", como a redução de auxílios. Como consequência, na sua terceira eleição em 2022, Cleitinho recebeu mais de 4 milhões de votos e se tornou senador por Minas. No Senado, novamente o parlamentar focou a atuação contra a classe política tradicional e chegou a defender propostas como o fim da escala 6x1, mesmo estando num partido da direita. "E eu queria aqui falar sobre essa situação do fim da escala 6 x 1, porque é muito fácil quem não viveu dela, querer dar opinião aqui. Eu posso falar dela e posso optar pelo fim da escala 6x 1, sabe por quê? Porque eu vivi ela a vida inteira. Agora quem não viveu, não tem moral para decidir. Sabe o que que a gente tem que fazer? Inverter. A gente vai fazer igual no Congresso Nacional, trabalhar 6x1. Talvez se a gente já tivesse feito isso, inclusive trabalhando dia de sábado, pegando ônibus lotado, recebendo um salário de R$ 1.600, eu tenho certeza absoluta que a gente deveria ter votado essa escala aqui há muito tempo. Então não é eleitoreiro", afirmou. Apesar de líder na corrida eleitoral segundo pesquisas, a candidatura ao governo de Minas do senador só veio aos "48 do segundo tempo", depois de muito impasse com o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira. Após desistir da campanha alegando estar de luto pela morte do irmão, Cleitinho recuou e, junto com apoiadores, precisou convencer o mandatário do partido a mudar de ideia. Dessa forma, a chapa foi registrada às vésperas do fim do prazo eleitoral. Agora eleito, o novo governador de Minas terá como um dos principais desafios implementar suas propostas em meio a um estado financeiramente comprometido. A promessa de redução do IPVA chegou a ser o "calcanhar de aquiles" de Cleitinho na campanha, sendo fortemente explorada pelos adversários e até criticada por prefeitos mineiros. No debate da Globo, o senador novamente defendeu a medida, que, segundo ele, será adotada no 1º dia de governo. "Hoje a gente perdeu a competitividade. Hoje a nossa alíquota é 4% e tem alguns estados que são 2%. Então o que que acontece hoje, o cidadão mineiro prefere passar a divisa ali do Espírito Santo que seja, vai lá emplacar, porque lá é 2%. Então acaba que a gente perde a arrecadação. Eu já falei já que a gente vai compensar o IPVA com as isenções fiscais. E eu quero falar aqui para você que está me acompanhando, eu sou de direita, mas meu coração é para todos. É minha obrigação servir todos. Ali, a hora que chega na saúde, a hora que chega na infraestrutura, o cidadão mineiro não quer saber se ele é de esquerda ou de direita. O buraco está ali, não é para ele saber se ele é de esquerda ou direita não. Eu tenho obrigação de governar para todos e eu vou fazer isso", declarou. Agora eleito, o novo governador também terá que enfrentar alguns pontos polêmicos que surgiram na campanha, como dar explicações ao Ministério Público Eleitoral sobre o uso de uma aeronave de um empresário para deslocamento, que, segundo adversários, pode configurar "caixa 2".
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Sergio Moro (PL) é eleito governador do Paraná no primeiro turno
Sergio Moro foi eleito governador do Paraná. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 20h53, com 99,89% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Sergio Moro (PL) tinha 50,10% dos votos neste 1º turno, enquanto Sandro Alex (PSD) marcava 25,35%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Com isso, Sergio Moro já está eleito como governador do Paraná.
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Mailza Assis e Alan Rick disputarão segundo turno no Acre
A eleição para o governo do Acre terá segundo turno. Com 99% das urnas apuradas, Mailza Assis (Progressistas) lidera a disputa com 49,76% dos votos, o equivalente a 218.524 votos, mas não alcançou mais da metade dos votos válidos necessária para vencer a eleição no primeiro turno. O adversário de Mailza no segundo turno será Alan Rick (Republicanos), que aparece em segundo lugar, com 32,26% dos votos. Os dois candidatos avançam para a nova etapa da disputa pelo governo do Acre.
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Rio Grande do Norte terá 2º turno entre Allyson (UNIÃO) e Cadu de Lula (PT)
Allyson (UNIÃO) e Cadu de Lula (PT) disputarão o segundo turno das eleições no Rio Grande do Norte, em 25 de outubro. O resultado foi confirmado às 20h45, com 94,07% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Allyson tinha 36,70% dos votos. Já Cadu de Lula registrava 36,33%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Com isso, o Rio Grande do Norte definirá seu próximo governador no dia 25 de outubro.
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Haddad liga para Tarcísio reconhecendo derrota e diz que luta será para eleger Lula no 2º turno
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, falou em hotel em São Paulo, onde acompanhou a apuração. Após receber o resultado da eleição, ele disse que ligou para Tarcísio de freitas, do Republicanos, reconhecendo a derrota e desejando sorte para o segundo mandato do agora governador reeleito de São Paulo. "Por volta das 19h11, aliás, exatamente às 19h11, eu liguei para o governador Tarcísio, cumprimentando, desejando boa sorte, reiterando que as críticas que eu fiz foram críticas programáticas, de um povo que pensa diferente, mas que quer o bem do Estado, críticas que foram estudadas com consistência, com coerência, com aquilo que a gente pensa que é o melhor para a sociedade paulista, melhor para a sociedade brasileira." Ao lado da esposa Ana Estela, do vice Márcio França e da candidata ao senado Marina Silva, que não foi eleita, ele fez um discurso rápido, de cerca de cinco minutos, e disse que a luta agora será focada em apoiar o presidente Lula no segundo turno contra Flávio Bolsonaro do PL: "Sigo na luta, como sempre, nós somos seres políticos, independentemente de atuarmos ou não, nós estamos aqui para tentar melhorar o Brasil, tentar melhorar a nossa cidade, o nosso Estado, sigo na luta pelas coisas que eu acredito, pelas coisas que eu acho que vão trazer mais bem-estar, mais igualdade de oportunidades, mais dignidade para as pessoas do nosso convívio. Esse país é um país que merece muito de nós, tudo indica que vamos ter luta pela frente, 3 semanas pela frente, para continuar debatendo." Haddad ainda celebrou a quantidade de votos que teve nessa eleição. Com 90,02% das urnas apuradas, Haddad estava em segundo lugar, com cerca de 36,22% mas,Tarcísio já tinha mais de 13 milhões de votos, o equivalente a cerca de 62,85%. O petista disse ainda que o resultado foi algo parecido com 2022, quando enfrentrou Tarcísio pela primeira vez, mas que a eleição de agora foi diferente por ser praticamente dois candidatos disputando, e por isso ele achou que estreitou as condições de fazer campanha.
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Lucas Ribeiro (PP) é reeleito governador da Paraíba
Lucas Ribeiro (PP) foi reeleito governador da Paraíba. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4). O resultado foi confirmado às 18h56, com 84,53% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Lucas Ribeiro aparecia com 64,41% dos votos. Em segundo, Efraim Filho (PL) tinha 24,35%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta.
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Nikolas Ferreira é o primeiro deputado federal reeleito em Minas Gerais
Com cerca de 54% das urnas apuradas, Nikolas Ferreira, do PL, é o primeiro deputado federal reeleito por Minas Gerais. Ele já recebeu mais de 1,8 milhão de votos, garantindo uma cadeira para a próxima legislatura. Em Minas Gerais, o Quociente Eleitoral - número de votos válidos dividido pelo número de cadeiras- fica historicamente em torno de 210 mil votos por vaga para deputado federal. Ou seja, com essa votação, Nikolas já tem patamar para ao menos outras cinco cadeiras. Ainda, a votação que Nikolas recebeu até agora já é equivalente a cinco vezes ao da segunda colocada na disputa, Ana Elisa, do PT, que tem 317.062 votos até agora. Na primeira disputa, em 2022, Nikolas Ferreira foi o deputado mais bem votado do Brasil com apenas 26 anos e conquistou, à época, 1,492 milhão votos.
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Michelle Bolsonaro e Bia Kicis são eleitas para o Senado pelo Distrito Federal
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis, ambas do PL, foram eleitas neste domingo (4) para representar o Distrito Federal no Senado. Michelle terminou à frente na disputa, seguida por Kicis, garantindo ao partido as duas vagas que estavam em jogo nas eleições deste ano. A vitória leva Michelle Bolsonaro ao primeiro cargo eletivo da carreira política e transfere Bia Kicis da Câmara dos Deputados para o Senado. As duas fizeram campanha em dobradinha pelo PL e terão mandatos de oito anos. Na apuração mais recente, Michelle aparecia com cerca de 29% dos votos válidos e Bia Kicis, com aproximadamente 27%.
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Eduardo Riedel (PP) é reeleito governador do Mato Grosso do Sul no primeiro turno
Eduardo Riedel (PP) foi reeleito governador do Mato Grosso do Sul. O candidato consolidou a vitória no primeiro turno, neste domingo (4), com 67,41% dos votos. O resultado foi confirmado às 18h30, com 83% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No horário, Eduardo Riedel tinha 67,41 dos votos neste 1º turno, enquanto Fábio Trad (PT) marcava 23,04%. Para ser eleito presidente da República ou governador no primeiro turno, o candidato precisa receber mais da metade dos votos válidos. Isso é o que a legislação eleitoral chama de maioria absoluta, ultrapassando a metade dos votos válidos contabilizados na eleição. São considerados válidos apenas os votos efetivamente atribuídos aos candidatos, portanto votos brancos e nulos não entram nessa conta. Com isso, Eduardo Riedel (PP) já está eleito reeleito como governador do Mato Grosso do Sul.
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Marinho encontra ministros para tentar pacificar relação de Flávio com STF
O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho, conversou com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nos últimos dias. Na quarta-feira, ele esteve no gabinete do ministro Cristiano Zanin. A colunista Bela Megale informou sobre o encontro do senador com Zanin mais cedo e a CBN confirmou. Conforme pessoas próximas de Marinho, a conversa foi boa e o magistrado solícito. À CBN, interlocutores afirmam que a agenda se deu dizer que não haverá perseguição, que a intenção é pela retomada da normalidade. A conversa, no entanto, ocorreu antes da decisão do ministro Gilmar Mendes autorizando a participação de Renan Santos, candidato do Missão, no debate da TV Globo, e das decisões da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que levaram a TV Globo a cancelar o debate da quinta-feira. Marinho também já teve encontros com os ministros Gilmar Mendes, André Mendonça e Luiz Fux. Ele aguarda a resposta do presidente da Corte, Edson Fachin, e deve fazer pedido de audiência com Cármen Lúcia nesta segunda-feira. Ele não deverá solicitar conversa com Alexandre de Moraes e Flávio Dino - alvos mais frequentes do bolsonarismo.
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Polícia Federal registra crimes eleitorais em 21 estados e no DF
O balanço mais recente da Polícia Federal mostra que neste domingo foram registradas ocorrências de crimes eleitorais em 21 estados e também no Distrito Federal. A PF instaurou seis inquéritos policiais e registrou 18 termos circunstanciados de ocorrência para apurar crimes eleitorais. Durante as ações, os policiais apreenderam quase R$ 790 mil em bens e valores. Desse total, cerca de R$ 383 mil estavam em dinheiro vivo. Entre os principais crimes investigados estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, principalmente a compra de votos. Ao todo, 129 pessoas foram conduzidas pelas equipes da Polícia Federal. Além dessas ocorrências, a PF também abriu uma investigação sobre uma possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. A informação foi confirmada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, à CBN. Segundo ele, a investigação já começou e o inquérito deve ser instaurado nos próximos dias. A medida atende a um pedido que foi feito pela Advocacia-Geral da União. O caso está sob responsabilidade da diretoria de inteligência da PF. Durante coletiva de imprensa realizada nesta tarde, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, também falou sobre o assunto e negou qualquer risco de interferência nas eleições. O TSE também atualizou o balanço das ocorrências durante a votação. Segundo a última atualização, 1.543 urnas apresentaram problemas em todo o país e precisaram ser substituídas. Ainda de acordo com o TSE, mais de 158 milhões de pessoas já haviam votado até o momento que o balanço havia sido divulgado. Initial plugin text
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AO VIVO: acompanhe a apuração das eleições 2026
A votação do primeiro turno das eleições se encerrou às 17 horas deste domingo (4) em todo o país. Estão em disputa os cargos de presidente da República, governador, senador (duas vagas), deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital, no caso de Brasília. Acompanhe AO VIVO a apuração das eleições na CBN:
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Eduardo Paes e Douglas Ruas acionam Justiça contra santinhos falsos com número e foto trocados
As campanhas de Eduardo Paes, do PSD, e Douglas Ruas, do PL, acionaram a Justiça Eleitoral após a distribuição de santinhos falsos com a foto do candidato do PSD ao governo do Rio, mas associados ao partido adversário. Os materiais foram encontrados nas imediações de seções eleitorais de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na manhã deste domingo, dia do primeiro turno das eleições. Segundo moradores, os panfletos foram espalhados durante a madrugada. A preocupação é de que os santinhos podem induzir os eleitores ao erro na hora da votação. O material gráfico tem o rosto de Eduardo Paes, mas usando o número do adversário, Douglas Ruas. A coligação de Eduardo Paes apresentou uma denúncia formal à Justiça Eleitoral. A advogados do candidato, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio informou que enviaria uma equipe de fiscais ao local para verificar a ocorrência. A campanha de Douglas Ruas também anunciou que vai apresentar uma representação ao TRE-RJ. Em nota, a equipe do candidato afirmou que a distribuição dos materiais prejudica a candidatura e confunde os eleitores, além de poder afetar a imagem dos dois adversários. Nova Iguaçu é considerada um município estratégico na disputa pelo governo do estado, por sua importância eleitoral na Baixada Fluminense, a segunda região mais populosa do Rio. O ex-prefeito da cidade Rogério Lisboa, do PP, chegou a ser anunciado como candidato a vice na chapa de Douglas Ruas, mas desistiu da composição e declarou apoio a Eduardo Paes.
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Nunes Marques diz que não há indicativo concreto de interferência internacional na votação
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) esteve neste domingo (4) na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em visita ao Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICC), que monitora ocorrências de crimes eleitorais em tempo real em todo o país. Em coletiva de imprensa, Nunes Marques afirmou que, até o momento, não há indicativo concreto de interferência internacional no processo eleitoral. A votação se encerra às 17h. "O único que se falava, meses atrás, inclusive no ano passado, que essas interferências poderiam vir através das plataformas. Eu creio que o trabalho conjunto que o TSE fez com as plataformas, não só o plano de conformidade, mas uma parceria e a dedicação que elas tiveram em se conformar à legislação brasileira, afastou muitos dos problemas que eventualmente poderíamos ter. Mas até agora não temos nenhum indicativo de nenhuma das nossas salas e equipes dentro do tribunal de nenhum tipo de interferência estrangeira." Segundo o presidente do TSE, a votação do primeiro turno ocorre normalmente em todo o país. Nunes Marques diz que não há indicativo concreto de interferência internacional na votação No entanto, a Polícia Federal abriu uma investigação sobre uma possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras. A informação foi confirmada neste domingo pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, à CBN. Ele disse que a investigação já iniciou e que o inquérito deve ser instaurado nos próximos dias. A medida atende a um pedido da Advocacia-Geral da União. A AGU acionou a Polícia Federal após o jornal britânico The Guardian revelar que um fundo do governo dos Estados Unidos destinaria cerca de 5 milhões de reais a grupos brasileiros que criticam o Supremo Tribunal Federal e o ministro Alexandre de Moraes. O caso está com a Diretoria de Inteligência.
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Augusto Cury vota no interior de SP e defende fim da polarização política
O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, votou na manhã deste domingo (4) em Colina, no interior de São Paulo. Natural do município, que fica próximo a Barretos e a cerca de 100 quilômetros de Ribeirão Preto, o escritor chegou à Escola Municipal Coronel José Venâncio Dias por volta das 10h40 e conversou com a imprensa antes de registrar o voto. A votação ocorreu por volta das 11h. Cury utilizou uma cola de papel para preencher os números dos candidatos e levou cerca de um minuto e meio para concluir o processo na cabine eleitoral. Em seguida, voltou a falar com jornalistas. Acompanhado de um dos netos, o candidato criticou os adversários Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou que, se eleito, pretende buscar o fim da polarização política no país. Após votar, Augusto Cury seguiu para Ribeirão Preto, onde deve acompanhar a apuração dos votos ao longo da tarde, após o encerramento da votação, previsto para às 17h.
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Defesa Civil emite alerta severo de chuvas para capital e região metropolitana de São Paulo
A Defesa Civil emitiu um alerta severo para celulares na capital paulista e Região Metropolitana de São Paulo de chuvas fortes, neste domingo (4) de eleições. A capital recebeu alerta por volta das 13h40. A mensagem também aconselha cuidado com raios, vento e orienta que a população busque se manter abrigada. O alerta também diz que a chuva atinge municípios vizinhos. A votação iniciou às 8h e encerra às 17h, uniformizada em todo o país de acordo com o horário oficial de Brasília. O Governo de São Paulo mobiliza ajuda para o atendimento de ocorrências das fortes chuvas que atingiram principalmente a região oeste do estado. A Defesa Civil do Estado monitora o avanço da tempestade, que se encaminha para a Região Metropolitana de São Paulo. O Corpo de Bombeiros registrou 276 ocorrências, a maior parte dos chamados para queda de árvores. As cidades com o maior número de ocorrências são Presidente Prudente (116), Araçatuba (61), Marília (52) e Bauru (24).
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PF abre investigação sobre possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras
A Polícia Federal abriu uma investigação sobre uma possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras. A informação foi confirmada neste domingo pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, à CBN. Ele disse que a investigação já iniciou e que o inquérito deve ser instaurado nos próximos dias. A medida atende a um pedido da Advocacia-Geral da União. A AGU acionou a Polícia Federal após o jornal britânico The Guardian revelar que um fundo do governo dos Estados Unidos destinaria cerca de 5 milhões de reais a grupos brasileiros que criticam o Supremo Tribunal Federal e o ministro Alexandre de Moraes. O caso está com a Diretoria de Inteligência. Andrei Rodrigues também descartou qualquer ameaça ou plano concreto que apontasse risco efetivo contra qualquer embaixada. As embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália chegaram a suspender os atendimentos na sexta-feira.
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Fachin defende respeito ao resultado das urnas durante votação: 'Verdadeiro motor da democracia'
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, votou na manhã deste domingo (4), em Brasília, e destacou a segurança e a transparência do sistema eleitoral. O magistrado classificou as eleições como o verdadeiro motor da democracia e defendeu o respeito ao resultado das urnas. "Para que saibamos, concluída a votação, quem serão os nossos representantes que merecem o nosso respeito, bem como merece o nosso integral respeito o voto que tenha sido depositado na urna. Muito obrigado." Fachin também incentivou os eleitores a comparecerem às urnas. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, votou às 8h no Lago Sul, em Brasília, após solicitar voto em trânsito. Ele afirmou que a Justiça Eleitoral está preparada para realizar uma eleição tranquila e disse que os impactos das condições climáticas foram contornados. "A sensação é de que a Justiça Eleitoral está preparada para termos uma das eleições mais tranquilas e exitosas. Os mínimos incidentes que ocorreram no Brasil foram contornados até ontem. As questões climáticas estão administradas. Amanhecemos o dia hoje com a segurança de que as eleições vão se transcorrer na maior normalidade." O vice-presidente do TSE, ministro André Mendonça, também votou em Brasília e afirmou que o eleitor é o protagonista deste domingo. "Hoje é um dia importante para o país, um dia onde o povo é o protagonista e ele deve ser o grande vencedor. Então é um dia de festa para o povo, para a democracia. A nossa expectativa é que o povo, com responsabilidade, escolha, dentro da sua própria perspectiva e realidade, quem é o melhor candidato para governar o seu estado, para legislar no seu estado, para legislar no nosso país e para governar o nosso país." Antes de retornar ao TSE, Nunes Marques visitou o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, onde acompanhou o monitoramento das ocorrências eleitorais pelas forças de segurança. Segundo a Polícia Federal, até o início da tarde foram apreendidos R$ 769.278,50 em dinheiro e bens, dos quais R$ 363.577,50 em espécie, mais de R$ 300 mil em Roraima. Ao todo, 48 pessoas foram conduzidas para prestar esclarecimentos, e cinco inquéritos policiais e 12 termos circunstanciados foram instaurados para apurar suspeitas de compra de votos e propaganda eleitoral irregular.
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Dilma recebe gritos de apoio e vaias durante votação em Belo Horizonte
A ex-presidente da República e atual presidente do BRICS, Dilma Rousseff, recebeu gritos de apoio e vaias durante a votação em Belo Horizonte. Dilma recebe gritos de apoio e vaias durante votação em Belo Horizonte Vídeos nas redes sociais mostram ela caminhando por corredores de um colégio na região centro-sul da capital. Ao fundo, gritos, vaias e cantos de apoio. A ex-presidente se manteve quieta e não rebateu as críticas. Apenas sorriu para alguns apoiadores.
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Celina Leão vota em Brasília e diz estar preparada para qualquer resultado
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, votou na manhã deste domingo (4) no Centro de Ensino Fundamental 1 do Lago Norte, área nobre de Brasília. Ela esteve acompanhada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, candidata ao Senado pelo Distrito Federal, e da deputada federal Bia Kicis, que também disputa uma vaga na Casa. Celina chegou ao local de votação com cerca de duas horas de atraso em relação ao horário inicialmente informado por sua assessoria. A governadora votou depois de seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Buriti, Leandro Grass (PT). A passagem pela seção eleitoral foi rápida. Celina levou menos de um minuto para concluir o processo de votação. Após votar, ela falou brevemente com a imprensa e afirmou que a presença de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis se deve ao fato de as três terem realizado a campanha juntas no Distrito Federal. Segundo a governadora, o grupo está preparado para qualquer resultado.
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Douglas Ruas vota em São Gonçalo, Região Metropolitana do RJ
O candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, votou, neste domingo (4), em São Gonçalo, na Região Metropolitana. O município é reduto eleitoral do candidato, cujo pai, inclusive, é prefeito. Antes, ele acompanhou o voto do candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, em uma sessão eleitoral em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. A todo momento, Douglas Ruas tentava passar o otimismo de que a campanha acaba hoje ainda no estado e também em nível nacional, fazendo um discurso de vencer a disputa em primeiro turno. Douglas Ruas aparece em todas as pesquisas em segundo lugar. "Também vamos eleger o próximo presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro. É a nossa grande confiança que essa eleição possa se encerrar hoje, no primeiro turno, para que a gente possa já começar amanhã os trabalhos para o futuro do Rio de Janeiro e do Brasil. Estou muito confiante. A sensação ontem, nos últimos atos de campanha, junto à população, a sensação de vitória. A gente sabe que a população clama por mudança e para escolher o caminho da mudança, precisa votar no PL, no Douglas Ruas e no Flávio Bolsonaro". Douglas Ruas ao longo da campanha colou sua imagem do candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro. Initial plugin text
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Candidato do Missão, Renan Santos vota na Zona Sul de São Paulo
O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, votou na manhã deste domingo (4) na Escola Estadual José Geraldo de Lima, no bairro do Socorro, na Zona Sul de São Paulo. Esta é a primeira vez que ele participa de uma eleição presidencial como candidato. Antes de registrar o voto, Renan conversou com a imprensa e esteve acompanhado por apoiadores e integrantes do partido. Entre eles estavam a vereadora Amanda Vettorazzo, que atua como coordenadora-geral da campanha do Missão, e o deputado federal Kim Kataguiri. Durante a fala aos jornalistas, o candidato comentou o cenário eleitoral e classificou o pleito deste ano como o pior desde a redemocratização do país, em 1989 "Foi uma eleição vazia. E ela foi construída para ser vazia, porque as forças políticas que, hoje, são majoritárias, basicamente estão envolvidas em escândalos de corrupção gigantescos, não querem ter discussão, têm medo que surjam outsiders, morrem de medo da novidade. Então, elas criaram uma eleição para que pudessem disputar fingindo demência. Então, é uma eleição em que os candidatos fingiram demência o tempo todo."
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TRE-MG vai apurar uso de celular na cabine de votação por Romeu Zema
O TRE de Minas Gerais informou que vai apurar o uso do celular na cabine de votação pelo candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema. Durante a votação na manhã deste domingo, em Araxá, no Alto Paranaíba, Zema apresentou o título de eleitor e um documento oficial com foto, mas entrou com o celular na cabine de votação e usou uma colinha no aparelho. Em coletiva de imprensa, na manhã deste domingo, o presidente do TRE-MG, Carlos Henrique Perpétuo Braga, comentou o caso. Segundo ele, houve uma sucessão de erros na votação e a situação será apurada pelo tribunal. "Isso é irregular, isso caracteriza crime, isso pode inclusive gerar pena de detenção. Então nós vamos apurar os fatos, e uma vez apurados pelo juiz eleitoral, isso chegando ao nosso conhecimento do tribunal, nós tomaremos as providências. Quero dizer também que os mesários foram devidamente instruídos também para evitar isso. Então se isso aconteceu, foi uma sucessão de equívocos, para dizer o mínimo, que nós apuraremos, que nós daremos resposta a tempo e modo." Zema diz que não foi alertado por mesários sobre celular na cabine de votação Romeu Zema, disse que não foi alertado pelos mesários e por isso acabou levando o levar para dentro da cabine de votação. A declaração foi dada após ele sair da zona eleitoral e falar com a imprensa. "Eu ando com o celular o dia todo, né? Ele é quase que como se fosse um dedo. E ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente. Mas não afetou em nada o meu voto, a minha forma de votar. Não fotografei nada, não fiz nada com o celular ali. Fui só votar mesmo. Se tivesse me alertado, eu entregava na hora." Segundo as regras do TSE, não é permitido estar com o aparelho no momento do voto. De acordo com as regras publicadas no site do tribunal, é proibido entrar na cabine de votação com celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer outro equipamento que possa comprometer o sigilo do voto. Antes de votar, a eleitora e o eleitor devem deixar o aparelho com a mesa receptora, conforme orientação dos mesários. Quem se recusar a entregar o equipamento não poderá acessar a cabine de votação. No caso de Romeu Zema, apesar dele ter entrado com o aparelho na cabine, ele disse que não tirou foto, como reforçou na sua fala em coletiva à imprensa. Neste momento, Romeu Zema segue de carro para Belo Horizonte, onde deve acompanhar a apuração dos votos em um bar na região centro-sul, junto com apoiadores do partido.
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Após acompanhar Lula, Haddad vota na Zona Sul de São Paulo
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, votou, neste domingo (4), em um colégio na região de Indianópolis, na capital paulista. Ele compareceu ao local de votação acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin, das candidatas ao Senado por São Paulo, Marina Silva e Simone Tebet, além do vice-presidente da República Geraldo Alckmin, entre outros aliados. Na ocasião, o candidato declarou estar “muito satisfeito” com o clima da campanha deste ano. Na avaliação dele, o ambiente para a realização das campanhas foi melhor que no ano de 2022, quando foi derrotado pelo atual governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos. De acordo com o petista, nesta campanha a população estava mais aberta a ouvir e discutir propostas do que na ocasião anterior. "São Paulo é sempre um território de muita disputa, é um estado extremamente politizado, complexo, você tem tudo aqui em São Paulo, é quase uma eleição nacional, uma eleição de país". Haddad ainda reconheceu que ações do Supremo Tribunal Federal (STF) impactam o debate eleitoral. Na reta final da campanha, a mais alta Corte do país esteve associada a denúncias de ministros envolvidos com o escândalo de corrupção do Banco Master e críticas sobre interferências dos magistrados nos debates eleitorais. Assim como presidente Lula, mais cedo, Haddad também defendeu uma nova reforma do Judiciário, que sofre com uma crise de credibilidade após a sucessão de suspeitas de desvios por parte de seus ministros. Adversário de Haddad, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes com 60% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto o petista aparece com 36%. Este cenário daria vitória no 1º turno ao atual chefe do Executivo paulista. Durante a tarde, a programação do candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes inclui acompanhar o voto de Alckmin em colégio no Morumbi, também na Zona Sul de São Paulo. Depois, ele segue para um hotel na Avenida Paulista, na região central, onde aguarda pela apuração dos votos.
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