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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial]

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Festival do Rio 2026 começa nesta quinta (30) com filmes oscarizáveis na programação
Começa nesta quinta-feira (1) mais uma edição do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, um dos momentos mais aguardados por cinéfilos e para aqueles que querem conferir filmes grandes do ano e visando a temporada de prêmios antecipadamente. Ao todo, serão 11 dias para o público ter a chance de ver a 359 títulos, entre longas, curtas e séries, produções nacionais e internacionais, documentários e ficções, incluindo filmes aclamados nos maiores festivais do mundo e representantes indicados por seus países ao Oscar. Os pacotes de ingressos estarão disponíveis para compra desde 24 de setembro, pelo site Ingresso.com e nas bilheterias dos cinemas participantes, e os ingressos avulsos começaram a ser vendidos nesta quarta-feira (30). A abertura acontece nesta quinta no Cine Odeon, no Centro da cidade, com o filme 'A Bola Preta', dos espanhóis Javier Calvo e Javier Ambrossi. O longa é um dos mais cotados para o Oscar e ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes. Já o encerramento, no dia 10, traz uma sessão dupla, com 'Club Kid', de Jordan Firstman; e o brasileiro '100 Dias', de Carlos Saldanha. 'A programação do Festival do Rio é, obviamente, um trabalho de muitos meses, um trabalho de um ano inteiro, buscando esses filmes que são, obviamente, os filmes mais esperados, que estiveram nos grandes festivais e que hoje muitos deles estão a caminho do Oscar e de vários outros festivais. Mas é principalmente pensado para abrir a possibilidade para os muitos públicos que a gente tem. Nós vemos filmes não só dos grandes festivais, mas de outros festivais que são menos notados, que são menos conhecidos do público', conta a diretora do Festival, Ilda Santiago. Logo do Festival do Rio. Reprodução Na programação internacional ainda há outros filmes bem requisitados para a temporada de prêmios de Hollywood, caso de 'Cavalo Selvagem Nove', de Martin McDonagh; 'A Grande Estreia', de Jesse Eisenberg; 'Tender Loving Care', de Mike Leigh; 'Ink', de Danny Boyle; entre outros. Já no cinema nacional, há a clássica Première Brasil, a mostra competitiva do cinema nacional. Entre os destaques dela está 'Vicentina Pede Desculpas', de Gabriel Martins. Lázaro Ramos em cena do filme 'Feito Pipa', de Allan Deberton. Divulgação O Festival do Rio ainda terá a primeira exibição em terras cariocas de 'Feito Pipa', de Allan Deberton, filme escolhido para representar o Brasil no Oscar 2027 em Melhor Filme Internacional. O longa conta com Lázaro Ramos em um dos papéis principais. 'Acho que o mais importante do que, talvez, ter esses filmes nos grandes festivais e no Oscar, é a gente ser capaz de trazer o público brasileiro para dentro dos cinemas. Que nós possamos, com os nossos filmes ser capazes de puxar públicos brasileiros diferentes para, durante o ano, a gente ter bilheterias grandes, em um cinema que procura uma conexão com o seu público', segue Ilda. Ao todo, a rede de exibição soma 28 salas comerciais e espaços com programação gratuita. São eles Estação Claro Gávea, Estação Claro Rio, CineSystem Belas Artes Botafogo, Reserva Cultural Niterói, Centro Cultural FGV, Cine Odeon - CCLSR, Kinoplex São Luiz, Cine Santa Teresa, Cine Carioca José Wilker, Cine Carioca Nova Brasília, Cine Carioca Penha, Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), Areninha Carioca Renato Russo, Parque Realengo Susana Naspolini. O Festival do Rio 2026 acontece entre os dias 1 e 11 de outubro. Para conferir todos os filmes da programação, clique aqui. Cine Odeon durante o Festival de Cinema do Rio. CLAUDIO ANDRADE/Festival do Rio
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Quase um milhão de brasileiros que vivem no exterior estão aptos a votar nas eleições presidenciais
Enquanto brasileiros ainda se preparam para votar na véspera do próximo domingo (4), tem eleitor já registrando voto na urna. Isso é possível porque brasileiros que vivem no exterior têm que seguir o horário de votação do Brasil – das 8h às 17h –, mas respeitando o fuso horário de cada país. Os "primeiros" brasileiros que votam são os que moram em Wellington, na Nova Zelândia. Em 2022, a capital neozelandesa iniciou a votação às 16h do sábado, no horário de Brasília – 8h de domingo, no país da Oceania. Depois, votam brasileiros que estão na Austrália, Japão, Coreia do Sul e demais países da Ásia, seguidos de Europa, África e Américas, conforme os fusos de cada país. Já os "últimos" da fila são os brasileiros que moram em cidades da costa Oeste dos Estados Unidos, como Los Angeles e São Francisco. Por lá, a votação acabou às 21h de domingo, pelo horário de Brasília. Esse ano, quase um milhão de brasileiros estão aptos a votar no exterior – um número maior do que os dos eleitores de estados como Roraima, Amapá e Acre. Os brasileiros estão distribuídos por 186 cidades de todos os continentes e votam apenas em presidente e vice. O que o eleitor precisa fazer para votar residindo em outro país? Para participar das eleições residindo em outro país, o eleitor precisa realizar o processo de transferência do domicílio eleitoral na Zona Eleitoral do Exterior, administrada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. O órgão divulga os locais onde vão funcionar as mesas receptoras. Geralmente, as seções funcionam em consulados e embaixadas, mas também podem ser instaladas em hotéis, escolas e outros espaços, como explica José Eduardo Lima Pessoa Virgolino, do TRE-DF. "A votação acontece na sede das embaixadas e consulados e, por conta do aumento do eleitorado, também pode ocorrer em alguns outros locais que são disponibilizados para o Estado brasileiro. Então, essa logística é feita com o apoio do Ministério das Relações Exteriores, que faz o envio dessas urnas eletrônicas por avião para os mais de 104 países que teremos a votação brasileira no exterior", explica. Eleições Tomaz Silva/Agência Brasil Guilherme Silva mora próximo a Houston, nos Estados Unidos. Ele vai votar pela primeira vez no exterior e, para isso, vai encarar uma viagem de duas horas. Ainda assim, faz questão de exercer esse direito, mesmo com a distância envolvida: "Estar longe do Brasil nos faz enxergar muitas coisas com outros olhos, mas a distância não apaga a nossa identidade. Votar do exterior exige planejamento: acompanhar prazos consulares, atualizar dados e, muitas vezes, viajar horas apenas para chegar à seção eleitoral. Mas esse esforço vale a pena. Exercer o voto fora do país é reafirmar que a nossa cidadania brasileira não se perde na fronteira", divide. Forma de se 'conectar afetivamente' com a política do país O cientista político Beto Vasques, do Instituto Democracia em Xeque, lembra que o eleitor mais engajado costuma comparecer mais quando está no exterior, por ser uma forma de se conectar afetivamente com a política do país. Por isso, o voto de fora pode ter um peso significativo: "Numa eleição tão acirrada, onde cada voto conta, o voto do exterior pode ter um impacto decisivo. A gente viu recentemente um exemplo nas eleições do Peru, no mês de abril, na qual os votos do exterior literalmente alteraram os resultados das eleições. Obviamente foi uma situação muito particular (...), mas como aqui a gente vê que se avizinha uma eleição muito acirrada, é possível que esse voto no exterior tenha um impacto. Um peso importante, porque como eu disse, a princípio, numa eleição tão disputada, cada voto conta", diz. Nas eleições presidenciais de 2022, a disputa acirrada também se refletiu no exterior. Lula, do PT, recebeu 51,28% dos votos, o equivalente a 152,905 mil votos. Já Jair Bolsonaro, do PL, obteve 48,72%, ou seja, 145,264 mil votos. A diferença foi de apenas 2,56 pontos percentuais.
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Conheça filmes cotados ao Oscar que estão na programação do Festival de cinema do Rio
O Oscar 2027 só acontece em março do próximo ano. Porém, as expectativas já estão altas, ainda mais para os brasileiros, após dois anos de grande participação do nosso cinema com 'Ainda Estou Aqui' e 'Agente Secreto'. As chances esse ano de indicações são menores, porém os filmes de Hollywood e do cinema internacional irão desembarcar no Rio de Janeiro a partir desta quinta-feira (1) para o Festival de cinema do Rio. A abertura acontece no Cine Odeon, no Centro da cidade, com o filme 'A Bola Preta', dos espanhóis Javier Calvo e Javier Ambrossi. O longa é um dos mais cotados para o Oscar e ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes. Ao todo, serão 11 dias para o público ter a chance de ver a 359 títulos, entre longas, curtas e séries, produções nacionais e internacionais, documentários e ficções, incluindo filmes aclamados nos maiores festivais do mundo e representantes indicados por seus países ao prêmio máximo do cinema. Conheça alguns dos cotados ao Oscar 2027 que estarão no Festival do Rio: A Bola Preta Cena do filme 'A Bola Preta' que abre o Festival do Rio 2026. Divulgação Em três momentos da história da Espanha — 1932, a Guerra Civil em 1937 e 2017 —, as vidas de três homens se entrelaçam através do desejo, da sexualidade, da dor e da herança. Inspirado em uma das últimas obras inacabadas de Federico García Lorca, este épico queer investiga como o amor e a identidade sobrevivem à guerra, à repressão e ao silêncio herdado. Cavalo Selvagem Nove Cena de 'Cavalo Selvagem Nove', de Martin McDonagh. Divulgação Pouco antes do golpe de Estado no Chile em 1973, dois agentes da CIA são enviados de Santiago para a Ilha de Páscoa em uma missão de teste de confiança. Entre as famosas estátuas que são o marco da ilha, conhecidas como muais, eles enfrentam passados sombrios e conspirações, enquanto o envolvimento de um dos agentes com estudantes rebeldes ameaça arruinar a viagem. A Grande Estreia Cena do filme 'A Grande Estreia', dirigido por Jesse Eisenberg. Divulgação Quando Mona Friedman, uma dona de casa tímida e discreta, consegue um pequeno papel em um teatro comunitário, mergulha no método e se torna obcecada em defender a integridade artística de sua participação quase insignificante. Disposta a tudo, ela entra em guerra com o autoritário diretor do espetáculo. Estrelada por Julianne Moore e Paul Giamatti, esta comédia musical satiriza o ego, a ambição e os delírios da criação. Josephine - Fragmentos de um Crime Cena do filme 'Josephine'. Divulgação Aos oito anos, Josephine testemunha uma violência sexual no Golden Gate Park, em San Francisco. A experiência abala profundamente sua sensação de segurança e a mergulha no medo e na paranoia. Sem conseguir elaborar o trauma, ela passa a reagir com violência, numa tentativa de recuperar o controle. Seus pais procuram ajudá-la, mas também precisam lidar com os próprios temores e divergências. Inspirado em uma experiência da infância da diretora Beth de Araújo. Ink Cena do filme 'Ink', de Danny Boyle. Divulgação Londres, 1969. Rupert Murdoch compra o decadente jornal The Sun e entrega ao editor Larry Lamb uma missão aparentemente impossível: tirar do Daily Mirror o posto de jornal mais vendido do país. À frente de uma equipe disposta a romper convenções, Lamb reinventa a linguagem do jornal para conquistar o público. Em meio a manchetes provocadoras e uma disputa feroz por leitores, nasce um novo modelo de imprensa, cujos efeitos se fariam sentir muito além das bancas. Monstro Gentil Cena do filme 'Monstro Gentil'. Divulgação A pianista Lucy muda-se para o campo com o marido, Philip, e o filho pequeno deles, deixando a carreira em segundo plano para ajudar o parceiro a se recuperar de um esgotamento. Mas uma visita súbita da polícia ao amanhecer de um dia comum revela um segredo devastador e desestrutura a família. Enquanto Lucy busca a verdade e tenta proteger o filho, a agente-investigadora Elsa enfrenta revelações perturbadoras em sua própria vida pessoal. Rose Cena do filme 'Rose'. Divulgação No início do século XVII, em meio à devastação da Guerra dos Trinta Anos, um misterioso soldado chega a um isolado vilarejo protestante na Alemanha, afirmando ser o herdeiro de uma propriedade abandonada. Embora aos poucos vá conquistando a confiança dos moradores, as suspeitas sobre sua identidade nunca deixam de existir, e ameaçam destruir a vida construída sobre uma farsa impossível. Tender Loving Care Cena de 'Tender Loving Care'. Divulgação Após o fim de um relacionamento, Amy, assistente social dedicada à proteção de crianças, volta a morar com Rosie, sua melhor amiga e também assistente social. As duas passam os dias amparando pessoas que o Estado já não consegue proteger, ao mesmo tempo que enfrentam suas próprias fragilidades. A preocupação dos pais idosos de Amy com a felicidade da filha ganha novo sentido quando eles se veem diante de uma crise. Club Kid Cena do filme 'Club Kid'. Divulgação Peter, um promoter de festas de Nova York, vive uma rotina de drogas, sexo e noites sem dormir. Essa existência caótica é abalada quando Arlo, o filho de dez anos que ele nem sabia ter, surge em sua vida após a morte da mãe. Forçado a enfrentar a paternidade, os vícios e os limites de seu estilo de vida, Peter precisa decidir se finalmente está pronto para amadurecer. Feito Pipa Ator mirim Yuri Gomes durante cena do filme 'Feito Pipa', de Allan Deberton. Divulgação Gugu sonha em se tornar um grande jogador de futebol. Criado livremente pela avó, ele fará de tudo para não precisar morar com o pai, com quem trava uma relação desafiadora.
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Lula cancela agenda de campanha em Juiz de Fora (MG) devido ao mau tempo
A quatro dias das eleições, o presidente Lula (PT) cancelou uma agenda de campanha que faria em Juiz de Fora, em Minas Gerais, na tarde desta quarta-feira (30), devido ao mau tempo. TSE manda Nikolas Ferreira apagar post que associa fala de Lula a crimes contra crianças Lula diz que Flávio Bolsonaro 'não tem biografia' e foi eleito com apoio do crime organizado e milícia do RJ Por causa das fortes chuvas, o avião presidencial não conseguiu pousar na cidade mineira e precisou ir para o Aeroporto Regional da Zona da Mata, em Goianá, cidade também em Minas Gerais, a cerca de 40 quilômetros de Juiz de Fora. Um helicóptero levaria Lula até Juiz de Fora, mas as condições do tempo não permitiram que a viagem ocorresse. O presidente, então, retornou à Brasília no avião presidencial e pousou na capital por volta das 19h.
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Funcionária de farmácia mantida refém no Morumbi é libertada após duas horas de negociação
A funcionária de uma farmácia localizada dentro de um supermercado na região do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, foi feita refém por um homem armado com uma faca na tarde desta quarta-feira. Ela foi libertada após duas horas de negociação. Segundo a PM, o homem estaria passando por problemas psicológicos e não conhecia a funcionária. A hipótese de roubo foi descartada. A Polícia Militar afirmou que o homem foi identificado como Antonio, tem 38 anos e estava desaparecido há dois dias. Ele tinha sido visto pela última vez no Terminal João Dias. O Grupo de Ações Táticas Especiais da PM conduziu as negociações. A equipe atirou uma bomba de feito moral e, em seguida, uma arma de eletrochoque para dominar o agressor. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram clientes do mercado assustados na frente da farmácia e a chegada de policiais militares. É possível ouvir gritos de uma mulher pedindo para que as pessoas se afastassem da porta de vidro do estabelecimento. Momento da operação de resgate de funcionária de farmácia mantida refém no Morumbi Funcionária de farmácia mantida refém no Morumbi é libertada após duas horas de negociação A refém teve um ferimento leve na mão provocado pela faca. Em nota, o Grupo Carrefour Brasil informou que "lamenta profundamente o episódio ocorrido em um de seus estabelecimentos, na zona sul de São Paulo, nesta quarta-feira (30). Uma colaboradora foi feita refém por cerca de duas horas. Felizmente, ela foi libertada sem ferimentos graves e encaminhada ao hospital para atendimento médico. Os demais colaboradores e cliente que se abrigaram em uma sala, no local da ocorrência, também estão em segurança. Uma equipe de psicólogos especializados foi encaminhada ao local para prestar o primeiro suporte aos reféns e familiares. Neste momento, a prioridade é o acolhimento aos colaboradores, cliente e suas famílias. E todo suporte continuará sendo dado a todos por meio do Programa de Acolhimento ao Colaborador da companhia."
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Mensagens de Vorcaro mostram conversa com Alexandre Silveira sobre plano de fusão de Enel e Light
Diálogos encontrados pela Polícia Federal mostram que o banqueiro Daniel Vorcaro pode ter tratado com o ministro de Minas e Energia do governo Lula, Alexandre Silveira, um plano de fusão da Enel, distribuidora de energia em São Paulo, e a Light, companhia de distribuição de energia no Rio de Janeiro. Daniel Vorcaro alega 'desabafos' e nega ter determinado espionagem e ameaça contra adversários TSE tem 3 votos para remover posts sobre Nossa Senhora e 1 voto para retirada parcial A revelação foi feita pela colunista do jornal O GLOBO e da CBN, a jornalista Bela Megale. Uma dessas conversas de Vorcaro sobre a ideia da fusão ocorreu em abril de 2024 com o ex-diretor da área de investimento do Master, Maurício Quadrado. Ele questiona a Vorcaro se achava que o ministro Alexandre Silveira poderia ou não apoiar a fusão da Light com a Enel, e emenda dizendo que seria uma "bela consolidação" entre São Paulo e Rio de Janeiro. Vorcaro responde que esteve em contato e que encontrou o ministro na noite anterior da data em questão. O banqueiro ainda diz que o assunto estaria "muito quente" e já encaminhado. Ele acrescenta que era necessário uma representação de um sócio já na segunda-feira – em referência ao empresário Nelson Tanure, na época conselheiro da Light e acionista da companhia de maneira indireta via fundos de investimento. Tanure deixou o conselho da empresa em março deste ano, devido a pressões em relação à investigação do Banco Master e a perda de participação acionária na Light. Em nota, a equipe de Alexandre Silveira diz que é "impossível ao ministro responder por interpretações, ilações ou afirmações feitas por terceiros em conversas das quais não participou e cujo contexto desconhece". "O ministro Alexandre Silveira reitera que mantém relações institucionais e republicanas com representantes dos setores produtivos e com agentes econômicos que buscam interlocução com o Ministério de Minas e Energia, sempre em estrita observância ao interesse público. Ressalta que não conhece Maurício Quadrado e só esteve com os demais citados na demanda apenas em eventos públicos. Informa que desconhece, ainda, qualquer negócio de Daniel Vorcaro nas áreas relacionadas ao setor de energia", completou. O ministro ressalta, ainda, não ter nenhuma mensagem com Daniel Vorcaro e refuta "qualquer prática ilegal ou qualquer impropriedade nas interações institucionais mantidas no exercício de suas funções". "A atuação de Silveira é pautada inteiramente pelas atribuições próprias dos cargos que exerceu, ao longo de uma profícua vida pública, iniciada há mais de 30 anos na função de Delegado de Polícia", finaliza. Também em nota, a Enel Brasil afirmou que não comenta "especulações citadas por terceiros envolvendo a companhia".
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PF indicia 13 pessoas em investigação sobre suposta infiltração do PCC no setor de combustíveis
A Polícia Federal (PF) indiciou 13 pessoas no âmbito do inquérito que levou à Operação Quasar, um dos braços da Carbono Oculto, que apura suposta infiltração do PCC no setor de combustíveis e no sistema financeiro. Os alvos são executivos de fundos de investimento, corretoras e fintechs. Segundo o portal g1, a corporação atribui aos investigados as práticas de organização criminosa, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. A Polícia Federal afirma que os 13 indiciados ajudaram o esquema comandado pelos empresário Mohamad Hussein, o Primo, e Roberto Augusto Leme, o Beto Louco. Os dois estão foragidos desde o ano passado e não são alvos diretos deste inquérito. De acordo com a denúncia, há provas de que recursos provenientes de sonegação fiscal e de outros crimes no setor de combustíveis, atribuídos ao grupo econômico formado pela Aster Petróleo e pela Copape Produtos de Petróleo, foram inseridos no sistema financeiro e movimentados por meio de uma estrutura de contas e fundos de investimento. A PF também concluiu que as três empresas responsáveis pela administração dos fundos não foram apenas utilizadas pelos investigados, mas participaram da estrutura criada para esconder a origem dos recursos e os beneficiários. O relatório final da investigação já foi encaminhado ao Ministério Público Federal, e nos próximos dias, o órgão deverá decidir se apresenta denúncia, se pede novas investigações ou se arquiva o caso.
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Onde assistir a Portugal x Dinamarca pela Nations League e aos outros jogos desta quinta-feira (1)
A Seleção Portuguesa encara a Dinamarca nesta quinta-feira, às 15h45, em crise após Cristiano Ronaldo abandonar a delegação do técnico Jorge Jesus. A quinta de futebol tem também rodada dupla do Brasileirão Série B, com duelos entre Athletic e Sport, além de Novorizontino e Goiás. Confira os horários, onde assistir as partidas e as transmissões do Futebol Globo CBN. Brasileirão Série B: Athletic x Sport - 20h30 - Disney+ Novorizontino x Goiás - 21h - ESPN, Disney+, SportyNet e Xsports Nations League: Azerbaijão x Liechtenstein - 13h - ESPN 2 e Disney+ Alemanha x Sérvia - 15h45 - Sportv 3 e GE TV Dinamarca x Portugal - 15h45 - Sportv Grécia x Holanda - 15h45 - Disney+ Irlanda x Áustria - 15h45 - Disney+ Israel x Kosovo - 15h45 - Disney+ País de Gales x Noruega - 15h45 - ESPN e Disney+ Liga dos Campeões Feminina: Austria Viena x Inter de Milão - 13h - ESPN 4 e Disney+ Manchester City x Real Madrid - 15h45 - ESPN 4 e Disney+
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Qual a diferença entre deputado estadual e federal? Entenda
Além da escolha pelo Presidente da República, no domingo (4), os brasileiros terão que decidir quem serão seus representantes nos diferentes níveis do Poder Legislativo. Dos cargos em disputa nestas eleições, os deputados são os que mais geram dúvidas quanto às suas atribuições e âmbitos de atuação, fazendo muitos dos eleitores se perguntarem: na prática, quais as principais diferenças entre os deputados federais e estaduais. A CBN explica. Qual a diferença entre deputado federal e deputado estadual? Os deputados federais atuam em decisões que impactam o âmbito nacional e são os representantes da população dentro da Câmara dos Deputados, uma das casas do Congresso Nacional, localizado em Brasília. Eles são responsáveis por discutir e determinar o orçamento da União, além de criar, alterar e revogar leis federais que possuem validade para todo o território brasileiro — podendo, inclusive, propor mudanças na Constituição Federal. Já os deputados estaduais têm a sua esfera de atuação limitada a unidade federativa a qual foi eleito e compõem as Assembleias Legislativas do respectivo estado. Ao contrário dos deputados federais, que tratam de questões de competência nacional, os deputados estaduais cuidam de assuntos relacionados ao seu estado, podendo discutir pela criação ou alteração de leis, e estabelecimento do orçamento daquele território político. É necessário levar o título de eleitor no dia da votação? Entenda Saiba como atualizar o seu e-Título antes da votação É permitido levar ‘colinha’ dos votos no dia das eleições? A única diferença fica por conta do Distrito Federal (DF), onde os eleitores votam para escolher os seus deputados distritais, ao invés de deputados estaduais. Os deputados distritais têm papéis legislativos relacionados às competências do DF tanto como estado quanto como município.
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Daniel Vorcaro alega 'desabafos' e nega ter determinado espionagem e ameaça contra adversários
Em depoimento à Polícia Federal, o empresário Daniel Vorcaro, o ex-dono do Banco Master, negou ter se envolvido em qualquer ato de violência ou perseguição contra adversários e desafetos. A oitiva desta quarta-feira tinha o foco na apuração sobre grupos supostamente liderados pelo banqueiro e seu pai, Henrique Vorcaro, indicados pela PF como organizações de espionagem e ameaças contra adversários da família. Seu pai, Henrique Vorcaro, também prestou depoimento e negou ter feito pagamentos por serviços ilícitos. Vorcaro alegou aos policiais que eventuais falas publicadas pela imprensa eram meros "desabafos" e que nunca houve qualquer ameaça ou ações a mando dele contra supostos desafetos. Ele foi ouvido pela PF direto da unidade prisional da Papudinha no bojo do inquérito que investiga os grupos “A Turma” e “Os Meninos”, que seriam responsáveis por monitorar de forma ilegal quem Vorcaro considerasse um risco aos negócios, por meio de acessos ilegais a sistemas da própria PF e da Interpol. Ele foi questionado sobre Luiz Phillipi Mourão, conhecido como "Sicário", apontado pela PF como responsável por ameaças e agressões a desafetos, acesso indevido a investigações sigilosas e obstrução de Justiça. Segundo mensagens interceptadas pela PF, Vorcaro pediu a Sicário que o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, fosse agredido. Outra pedidos de monitoramento e ameaças também foram averiguados na investigação. Em nota, a defesa alega que com o efetivo acesso ao inquérito que investiga esses grupos, "ficou comprovado que tais expressões jamais designaram grupos específicos ou estruturas organizadas, evidenciado que não há qualquer tipo de ilicitude ou prática criminosa que possa ser atribuída a Daniel Vorcaro". O empresário ainda disse aos policiais que só conhecia "Sicário" através de um contrato formal e lícito de prestação de serviços de inteligência e segurança digital. Em um depoimento anterior a integrantes do gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, Vorcaro já tinha negado essas acusações. O empresário ainda negou tentativa de fuga do Brasil e refutou ter informações sobre ordem de prisão contra ele em novembro do ano passado. No dia 17 daquele mês, o banqueiro foi preso enquanto embarcava em Guarulhos para Dubai. Os advogados ainda reforçaram o pedido de liberdade de Vorcaro, considerando que ele está preso e ainda não há denúncia formal contra ele. As investigações da operação Compliance Zero ainda estão em andamento.
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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] @cbn.globo.com.web.brid.gy · 30/09/2026
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No Rio, debate tem ataques a Paes e Ruas e discussões sobre segurança, educação e transporte
O debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro terminou na madrugada desta quarta-feira (30), após mais de duas horas de confronto entre cinco concorrentes. Eduardo Paes (PSD), Douglas Ruas (PL), Antônio Garotinho (Republicanos), William Siri (PSOL) e André Marinho (Novo) participaram do encontro. Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL), que aparecem como líderes nas pesquisas de intenção de voto, tiveram oportunidades de se enfrentar diretamente e trocaram críticas sobre as próprias trajetórias políticas. . Ao longo dos quatro blocos, os dois trocaram críticas sobre transporte público, segurança, educação, alianças políticas e a atuação de Ruas no governo de Cláudio Castro. No primeiro confronto, Ruas questionou Paes sobre a promessa de implantação da Linha 3 do metrô e citou o projeto de VLT entre Santos Dumont e Botafogo. Paes respondeu destacando investimentos em BRT, VLT e terminais e, na sequência, criticou a atuação de Ruas como secretário estadual das Cidades. A disputa voltou a aparecer em diferentes momentos. Ruas questionou Paes sobre políticas de combate à violência contra a mulher e também sobre o atendimento a pessoas com autismo. Neste último tema, Paes reconheceu que utilizou uma expressão inadequada e pediu desculpas, além de explicar as propostas de atendimento. Paes, por sua vez, tentou associar Ruas ao grupo político de Cláudio Castro e Rodrigo Bacellar, questionando a ideia de que o candidato do PL representaria uma renovação na política. Ruas rebateu dizendo que Paes também mudou de alianças e posições ao longo da trajetória política. No terceiro bloco, dedicado a diferentes regiões do estado, Paes voltou a questionar Ruas sobre a atuação dele à frente da Secretaria das Cidades. O candidato do PL afirmou ter realizado obras em 73 municípios e apresentou propostas para ampliar serviços de saúde no Noroeste Fluminense. Paes contestou a atuação do adversário e afirmou que não foram realizados projetos transformadores na região. No encerramento, o tom subiu novamente: Ruas apresentou Paes como representante de um grupo político que estaria no poder há anos, enquanto Paes afirmou que Ruas representa a continuidade das administrações de Wilson Witzel e Cláudio Castro. Além do confronto entre os dois, o último bloco foi marcado por ataques de Antônio Garotinho a Paes, envolvendo o destino das vigas retiradas da Perimetral e concessões de cemitérios. Paes teve dois direitos de resposta. William Siri também direcionou críticas a Ruas e questionou o candidato sobre o RioPrevidência, citando os cerca de R$ 3 bilhões de aposentados estaduais colocados em fundos ligados ao Banco Master. O debate reuniu ainda André Marinho (Novo), incluído após decisão da Justiça Eleitoral, e terminou depois de mais de duas horas, com os cinco candidatos apresentando suas considerações finais.
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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] @cbn.globo.com.web.brid.gy · 30/09/2026
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Em SP, debate é marcado pela nacionalização da disputa pelo governo
A cinco dias do primeiro turno, o debate da Globo entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad foi marcado pela nacionalização da disputa pelo governo de São Paulo. Nas considerações finais, Tarcísio declarou que o candidato dele à Presidência é Flávio Bolsonaro e defendeu o alinhamento do estado com o governo federal. Haddad chamou Flávio de ameaça ao país e defendeu o presidente Lula. O tom nacional apareceu ao longo de toda a noite. Tarcísio aproveitou o fato de o adversário ter sido ministro da Fazenda para cobrar dele o endividamento de famílias e empresas e acusou o governo Lula de negacionismo fiscal. Haddad respondeu com a herança do governo Bolsonaro, disse que obras de metrô dependem de dinheiro federal e chegou a perguntar se o adversário queria um Milei no Brasil. A segurança pública abriu o debate e rendeu os momentos mais tensos. Haddad cobrou o governador sobre a presença do Comando Vermelho no estado e o avanço do PCC nas instituições. Tarcísio citou a queda nos indicadores de criminalidade. Os dois trocaram acusações sobre palanques: Haddad disse que Tarcísio pediu voto para os filhos de Milton Leite, e Tarcísio devolveu dizendo que Haddad dividiu palanque com uma liderança do PCC. As privatizações dominaram o último bloco. Haddad atacou a venda da Sabesp, citou mortes em obras da companhia e prometeu acabar com a onda de privatizações. Tarcísio lamentou os acidentes e disse que São Paulo vai universalizar o saneamento antes do resto do país. Na saúde, Haddad afirmou que a fila do SUS não anda, e Tarcísio disse que a espera por cirurgias caiu. Na educação, Haddad cobrou a queda de São Paulo no Ideb do ensino médio, e Tarcísio admitiu recuo no ensino integral, mas disse que o modelo voltou a crescer.
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CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] @cbn.globo.com.web.brid.gy · 30/09/2026
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É necessário levar o título de eleitor no dia da votação? Entenda
A poucos dias do primeiro turno das eleições, marcadas para este domingo (4), muitos eleitores podem se perguntar se é obrigatório levar a versão de papel do título de eleitor até o local de votação. A CBN responde. Initial plugin text Preciso apresentar o título de eleitor físico na hora de votar? Não é obrigatório portar a versão física (ou em papel) do título de eleitor no dia das eleições. O título de eleitor contém informações úteis para se chegar até o local de votação, porém não substitui os documentos oficiais aceitos como método de identificação dos eleitores. A exceção é a sua versão digital, o e-Título, que pode ser apresentado para validar a identificação desde de que contenha a foto do titular. Importante: mesmo com a não obrigatoriedade do título de eleitor, a Justiça Eleitoral recomenda tê-lo em mãos durante as eleições, caso o eleitor não tenha o e-Título instalado e cadastrado em seu celular. Isso porque o título eleitoral, assim como o e-Título, facilitam a consulta da zona eleitoral e da seção de votação. * sob supervisão de Carolina Garcia
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Nunes Marques marca análise de decisão de Mendonça sobre publicações de Nossa Senhora para esta quarta-feira (20)
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, marcou para esta quarta-feira, em plenário virtual, a análise da decisão do ministro André Mendonça que suspendeu a publicação que associava o candidato Flávio Bolsonaro, do PL, a um movimento para retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida. O julgamento começa às 10h e vai até as 23h59 desta quarta, em um sistema em que os ministros apenas registram os votos, sem qualquer debate. O assunto foi pautado na Corte eleitoral depois do presidente do STF, Edson Fachin, ter sido aconselhado a não levar o tema ao plenário da Suprema Corte para evitar uma nova exposição da crise que poderia gerar um novo campo de batalha entre ministros. A polêmica em torno da publicação sobre Nossa Senhora Aparecida reacendeu a tensão entre ministros e intensificou o racha entre as duas alas dentro da Suprema Corte. Ministros alinhados a André Mendonça e o grupo liderado por Gilmar Mendes e Flávio Dino voltaram a se confrontar com decisões de cada lado. Nesta terça, o ministro Luiz Fux, suspendeu os efeitos da decisão de Dino, que havia derrubado uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral contra publicações relacionadas a Nossa Senhora Aparecida. Com a decisão de Fux, voltou a prevalecer a ordem de André Mendonça, vice-presidente do TSE, para a remoção de conteúdos eleitoreiros sobre a padroeira do Brasil. As plataformas digitais têm 24 horas para cumprir a decisão e retirar do ar conteúdos que associam o candidato à presidência do PL, Flávio Bolsonaro, a um projeto para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira do Brasil. Ao conceder a liminar, Fux, assim como Dino, também submeteu a decisão à análise do plenário. No domingo, Dino tinha restabelecido a publicação sobre Nossa Senhora Aparecida ao considerar risco à liberdade de expressão. Ele argumentou que a remoção das mensagens violava as liberdades de expressão e religiosa
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Resultado da Mega-Sena: veja os números sorteados nesta quinta-feira (22)
A Mega-Sena sorteou nesta terça-feira (29) as seis dezenas do concurso 3.064, com premiação estimada em R$ 52 milhões. Os números sorteados foram: 25 - 04 - 20 - 27 - 48 - 10 Como resgatar o prêmio da Mega-Sena? Prêmios de até R$ 2.428,79 podem ser retirados em casas lotéricas credenciadas. Valores maiores devem ser sacados em agências da Caixa Econômica Federal, mediante apresentação de documento oficial com foto e o bilhete premiado. Prêmios acima de R$ 10 mil podem levar até dois dias úteis para pagamento após a conferência oficial.
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TV Globo confirma participação de André Marinho no debate ao governo do Rio após decisão do TSE
A TV Globo confirmou a participação do candidato do Novo ao governo do Rio de Janeiro, André Marinho, no debate com os postulantes ao Palácio Guanabara, marcado para esta terça-feira (29), após uma decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A determinação foi assinada pelo ministro Nunes Marques, presidente da Corte, que assegurou ao partido o direito de participar dos debates eleitorais por contar com cinco deputados federais em exercício. A decisão atende a um pedido do diretório nacional do Novo, que questionou os critérios utilizados pelo TSE para definir quais partidos teriam participação assegurada nos debates. O ministro entendeu, em análise preliminar, que a representação parlamentar deve considerar a composição atual das bancadas, incluindo deputados que se filiaram posteriormente ao partido, desde que a mudança tenha ocorrido até 20 de julho de 2026, marco temporal previsto na regulamentação eleitoral. Com a decisão, o Novo passa a integrar a lista de partidos com participação assegurada nos debates das eleições de 2026. O debate da TV Globo será realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com mediação da jornalista Ana Paula Araújo. Além de André Marinho, participam Eduardo Paes (PSD), Douglas Ruas (PL), Anthony Garotinho (Republicanos) e William Siri (PSOL). O encontro será dividido em quatro blocos, com perguntas entre os candidatos. O primeiro terá temas sorteados, o segundo e o quarto serão de tema livre, e o terceiro será dedicado a perguntas sobre as regiões do estado.
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Após fala com repercussão negativa, Lula explica que se referia a exames ginecológicos; entenda
Depois da repercussão negativa da fala do presidente Lula de que as mulheres passam por "toque desde cedo", o petista se explicou nesta terça-feira de que estava se referindo a exames ginecológicos, e fez uma comparação entre homens e mulheres para mostrar como elas são corajosas, porque não têm medo de fazer exames preventivos, ao contrário dos homens, que temem o exame de próstata. A explicação foi dada durante uma agenda em Salvador, na Bahia. Lula chegou a chamar a primeira-dama, Janja, para ajudar a equilibrar tom. Janja chamou o candidato à deputado, Nikolas Ferreira, de “canalha” por ter repercutido a fala de Lula como um tom machista. Disse que são as mulheres que vão decidir as eleições, porque elas são a maioria, e se referiu ao adversário como “piá de bosta”. Lula ainda reforçou que enquanto existir Nossa Senhora vai continuar sendo padroeira do Brasil e que as pessoas precisam aprender a respeitar as religiões. Frisou que cada um professa e segue a religião que quer, assim como o futebol, que cada um escolhe para qual time torcer. Disse que católicos precisam respeitar os evangélicos, e vice-versa, assim como todos precisam aprender a respeitar religiões de matriz africana e cultura indígrena. Lula disse que, se não for assim, a democracia corre risco de ser jogada no lixo.
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Flamengo ingressa no Supremo para reforçar pedido de suspensão da proibição das bets
O Flamengo ingressou como amicus curiae (“amigo da corte”, ou seja, como ente interessado no processo) na ação que questiona a MP das Bets. Além de defender a suspensão da proibição das operadoras de apostas, o clube pede que sua manifestação seja considerada na análise do ministro Luiz Fux, relator do caso. O clube afirma ter um contrato de R$ 268,5 milhões por temporada com a Betano e estima perda de R$ 400 a R$ 430 milhões em receitas em 2027 caso a medida provisória do governo seja mantida. Na petição, o presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista (Bap), estima as perdas para o time, mas também alega que os prejuízos alcançariam não apenas o futebol, mas também os esportes olímpicos. Para o futebol brasileiro como um todo, Bap estima perdas de aproximadamente R$ 2,5 bilhões em 2027. No Supremo, o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut) ingressaram pedidos para que Fux que suspenda a MP. Já a Advocacia-Geral da União pediu 72 horas para se manifestar. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afirmou que não vai se manifestar sobre o tema das bets. Da Série A do Brasileirão, 14 dos 20 clubes têm uma empresa de apostas como patrocinadora principal. Os patrocínios do setor representam, em média, 8% das receitas dos clubes da elite do futebol nacional
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Onde assistir ao amistoso entre Argentina x Bolívia e aos outros jogos desta quarta-feira (30)
A Argentina encara a Bolívia nesta quarta-feira, às 21h, em amistoso internacional no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba. O confronto abre uma sequência de três amistosos da Argentina em casa que vai terminar com a partida contra Benín, na próxima terça-feira, no jogo que vai marcar a despedida de Lionel Messi da seleção argentina. Confira os horários, onde assistir as partidas e as transmissões do Futebol Globo CBN. Amistoso Internacional: Argentina x Bolívia - 21h - Sportv Liga dos Campeões Feminina: Roma x Barcelona - 13h45 - ESPN 4 e Disney+ Paris FC x Arsenal - 13h45 - Disney+ Benfica x Bayern de Munique - 16h - ESPN 4 e Disney+ Lyonnes x Chelsea - 16h - ESPN e Disney+
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Flávio Bolsonaro anuncia Pablo Marçal como integrante do governo se for eleito
O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, anunciou que o influenciador Pablo Marçal irá integrar o governo dele caso vença a eleição presidencial. TRE nega recurso e mantém Garotinho fora da disputa no Rio de Janeiro; entenda Dino reforça pedido de Gilmar Mendes por investigação de precatórios Flávio cumpriu agenda em São Paulo nesta terça-feira (29). Ele visitou uma academia de jiu-jitsu e conversou com alguns lutadores. Depois, falou com jornalistas. E, ao lado de Marçal, falou sobre a costura de alianças na reta final da campanha: “É uma pessoa que sempre trouxe para o campo político uma preocupação dele, que também é a minha, de trazer o empreendedorismo para todo o Brasil. E a gente está aqui unindo forças cada vez mais nessa grande coalizão. A gente está conversando com todo mundo que queira vestir a camisa do Brasil e todo mundo que tem essa concordância. Tem pontos de divergência que são pequenos diante do perigo que o Brasil sofre", disse. A CBN apurou que, em um eventual governo Flávio Bolsonaro, Pablo Marçal vai ocupar um cargo com status de ministério para fomentar políticas de empreendedorismo. Pablo Marçal se candidatou à Presidência pelo PRTB, mas a candidatura foi impugnada. O influenciador está inelegível até 2032. Ele foi condenado pela Justiça Eleitoral por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Flávio Bolsonaro saiu sem responder às perguntas dos jornalistas. Campanha publica nota sobre promessa de 'decretar que o Brasil é de Jesus Cristo' Nesta terça-feira, a campanha de Flávio publicou uma nota em que afirma que a promessa de "decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo", caso eleito, se refere a uma oração simbólica antes da posse, e não a uma medida com efeitos legais. O candidato havia feito essa declaração em uma live em agosto. A fala foi resgatada após a campanha de Lula explorar informações nas redes sociais sobre a possiblidade de Nossa Senhora Aparecida ter o título de padroeira do Brasil retirado por Flávio Bolsonaro. A coluna de Lauro Jardim no site do jornal O Globo resgatou nesta terça uma publicação feita pelo fundador da igreja evangélica Comunidade das Nações, onde Flávio Bolsonaro foi batizado. O bispo JB Carvalho lançou, em 2001, um livro em que classifica a lei de 1980 que estabelece Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil como ilegal e inconstitucional. Na nota divulgada nesta terça, a campanha de Flávio diz que o candidato sempre defendeu o total respeito a todas as religiões e formas de expressão da fé.
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O que acontece quando um fundo de investimento entra em processo de liquidação?
hid No CBN Dinheiro desta terça-feira (29), o especialista Marcelo d’Agosto responde a dúvida da Maria. A ouvinte tem um valor significativo aplicado no fundo ‘Empírica Lótus’, tentou sacá-lo, mas descobriu que o fundo estava fechado para resgates e em processo de liquidação. Ela pergunta como fazer para reaver o valor investido, como esse processo funciona, e se os valores serão totalmente restituídos. Confira a resposta do especialista: Quando um fundo de investimento fecha para resgates é porque os ativos não são suficientes para pagar todos os investidores que compraram as cotas daquele fundo. Geralmente, a razão para isto é a inadimplência. O fundo investiu em títulos de uma ou mais empresas que não conseguiram cumprir as obrigações e tiveram que renegociar as dívidas. Em uma situação normal, o fundo pode administrar esses reescalonamentos, sem grandes sobressaltos. Porém, pode acontecer de muitos investidores pedirem o resgate ao mesmo tempo, o que inviabiliza uma solução mais organizada para o problema. Nestes casos, o fundo é liquidado e os investidores são pagos na medida em que os ativos vão vencendo ou sendo negociados. A solução é aguardar as instruções do administrador do fundo. Todo o processo de liquidação e pagamento aos investidores é acompanhado pelas autoridades competentes – o que dá um certo conforto sobre a condução das negociações. Mesmo assim, é uma situação incerta e difícil de prever o desfecho.
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Dino reforça pedido de Gilmar Mendes por investigação de precatórios
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou pedido ao presidente Edson Fachin reafirmando sugestão feita em março para que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) investigue possíveis irregularidades envolvendo a expedição e negociação de precatórios, especialmente, os do setor sucroalcooleiro e relacionados ao Banco Master. Dino afirma que não basta cancelar alguns precatórios. Ele sustenta que é necessário apurar se existe uma atuação organizada envolvendo precatórios, fundos de crédito, cessões de direitos e pagamentos de valores elevados. Dino cita a preocupação de que precatórios tenham sido utilizados em operações financeiras e menciona as investigações sobre o Banco Master. O ministro lembra de manifestação do decano Gilmar Mendes, segundo a qual créditos judiciais teriam sido adquiridos com desconto, contabilizados por valores superiores e usados como lastro para captação de recursos. Fachin já respondeu a pedido de investigação feito por Mendes sobre as suspeitas pagamento de precatórios. O presidente da Corte afirmou que vai cobrar de todos os tribunais do país que informem a existência de precatórios expedidos irregularmente, antes do encerramento definitivo do processo judicial. O tema sobre a fiscalização dos precatórios ganhou destaque por conta das investigações do Banco Master. Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro incluem conversas de uma advogada comemorando um voto do ministro Kassio Nunes Marques em uma ação relacionada ao setor do açúcar. O escritório da advogada Camilla Ramos havia negociado um contrato de até R$ 427 milhões com o Master para atuar em 12 ações do setor, com honorários condicionados a resultados favoráveis que poderiam liberar R$ 8,5 bilhões em precatórios. Nas mensagens, um desembargador e a advogada são identificados como integrantes da suposta “Turma do KN”, uma associação ao ministro Nunes Marques.
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The Economist classifica presidenciáveis brasileiros como 'nepo baby vingativo' e 'esquerdista trôpego'
O perfil oficial no Instagram do jornal britânico The Economist publicou nesta terça-feira (29) uma postagem que diz que “desapontamento é garantido”, seguida pela manchete: “O próximo presidente do Brasil será um nepo baby vingativo ou um esquerdista trôpego”. O post faz referência a uma matéria publicada em 24 de setembro, que analisa o cenário eleitoral do país, e ainda traz uma imagem do Cristo Redentor cobrindo os olhos com as mãos. Na matéria, disponível no site do veículo, o Brasil é exaltado por ser uma nação que não enfrenta ameaças de invasão, com uma economia “mais resiliente às tarifas sem sentido de Trump”, e que, acima de tudo, “transborda de recursos cobiçados”. Porém, apesar dos privilégios, nas eleições de 4 de outubro “é quase certo que optará por mais quatro anos de um impasse polarizador”, segundo a revista. A publicação também compara Lula e Flávio Bolsonaro a Bernie Sanders – senador americano esquerdista, com 85 anos – e Donald Trump Junior – filho mais velho e herdeiro político direto de Trump, um líder populista de direita –, em uma tentativa de traduzir a disputa e polarização política do país. A eleição é descrita como “um concurso de impopularidade”, e a revista ainda enfatiza que os brasileiros “temem que Lula arruíne a economia”, enquanto a escolha do outro lado da polarização, eleger Flávio, poderia significar conflitos culturais, caos ambiental, e o que a revista chamou de “relações desconfortavelmente estreitas” com o presidente americano Trump. Segundo a publicação, nenhum dos favoritos ao cargo de presidente da República seria capaz de “combater a podridão”, ao mencionar o Caso Master e o envolvimento de Flávio Bolsonaro com Vorcaro. Em referência a inscrição da bandeira do Brasil, a revista enfatizou a situação do país: “Desordem; sem progresso”.
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TRE nega recurso e mantém Garotinho fora da disputa no Rio de Janeiro; entenda
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) manteve por unanimidade o indeferimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) para o governo do estado. Os desembarcadores rejeitaram hoje um recurso de Garotinho que pediu para a corte reavaliar omissões e contradições na decisão do último dia 16, que já tinha barrado a candidatura dele. Na ocasião, o principal argumento dos magistrados foi de que Garotinho está com os direitos políticos suspensos até 2033 em razão de condenação por improbidade administrativa. Ele sustenta que já cumpriu os oito anos de suspensão desde o primeiro de agosto deste ano, mas os magistrados não concordaram com esse argumento. A defesa de Garotinho agora vai recorrer contra a decisão no Tribunal Superior Eleitoral. O candidato vai ter nome, foto e poderá receber votos dos eleitores na urna, mas para serem validados ou não, ainda vai depender de uma decisão definitiva no TSE. O TRE explica que os votos recebidos por candidatos que tiveram registro indeferido e ainda possuem recurso pendente no TSE são considerados anulados sub judice. Caso a decisão que negou o registro seja posteriormente revertida, os votos poderão ser validados. Neste cenário, se não houver decisão do TSE favorável a Garotinho até domingo, os votos dele não serão validados. E mais, se algum outro candidato alcançar mais de 50% dos votos ainda no primeiro turno, ele será considerado eleito.
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Quaest para o Senado em MG: Sávio tem 14%; Marília, 13%; Viana, 12%; Aécio, 12%
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa pelo Senado em Minas Gerais. O levantamento foi encomendado pela Globo. Quaest Senado em SP: Derrite, 18%; Tebet, 15%; Marina, 15% e André do Prado, 12% Quaest Senado no RJ: Benedita da Silva, Carlos Jordy e Carlos Portinho registram 15% cada Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos. Veja os números de combinação (votos totais): Domingos Sávio (PL): 14% (eram 10% em 23 de setembro) Marília Campos (PT): 13% (eram 13%) Carlos Viana (PSD): 12% (eram 10%) Aécio Neves (PSDB): 12% (eram 10%) Marcelo Aro (PP): 6% (eram 6%) Marco Antônio Superman (Novo): 4% (era 1%) Áurea Carolina (PSOL): 4% (eram 3%) Ana Luiza do MLB (UP): 0% (era 1%) Arcanjo Pimenta (MDB): 0% (era 0%) Carlin Moura (Avante): 0% (era 1%) Fidélis Alcântara (UP): 0% (era 1%) Jordano Metalúrgico (PSTU): % (era 0%) Juiz Ramon Moreira (DC): % (era 0%) Manoel Carvalho (MDB): % (era 0%) Tião Pessoa (PCO): % (era 0%) Victória Mello Vic (PSTU): 0% (era 0%) Indecisos: 18% (eram 29%) Branco/ Nulo/ Não vai votar: 17% (eram 15%) A Quaest ouviu 1.506 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-02019/2026.
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Quaest Senado no RJ: Benedita da Silva, Carlos Jordy e Carlos Portinho registram 15% cada
Nova pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (29), mostra como está a disputa pelo Senado no Rio de Janeiro. Os eleitores terão que votar em dois nomes no domingo (4), dia do primeiro turno das eleições 2026. Benedita da Silva (PT) liderava o último levantamento, divulgado em 23 de setembro. Atrás, apareciam Carlos Jordy (PL), Carlos Portinho (PL) e Marcelo Crivella (REPUBLICANOS). Veja os dados mais recentes abaixo. A pesquisa é estimulada, ou seja, os candidatos são apresentados aos entrevistados, que indicam duas vezes em quem pretendem votar: um nome para a primeira vaga e, dpeois, outro para segunda vaga. No resultado, as menções às duas vagas são somadas e distribuídas em um total de 100%, mantendo a proporção entre candidatos, brancos e nulos e indecisos. Combinação - votos totais Benedita da Silva (PT) — 15% (eram 15%) Carlos Jordy (PL) — 15% (eram 10%) Carlos Portinho (PL) — 15% (eram 10%) Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 7% (eram 7%) Pedro Paulo (PSD) — 7% (eram 6%) Monica Benicio (PSOL) — 6% (eram 4%) Waguinho (REPUBLICANOS) — 2% (eram 3%) Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 1%) Michelly Xavier (UP) — 1% (era 1%) Marcos Dias (PODEMOS) — 1% (era 1%) Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%) Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%) Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%) Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%) Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%) Indecisos — 9% (eram 21%) Branco/Nulo/Não vai votar — 22% (eram 21%) A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é RJ-04419/2026.
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Quaest em PE: João Campos e Raquel Lyra empatam numericamente com 42%
A nova rodada da pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está o cenário da eleição em Pernambuco, a menos de uma semana do 1º turno, que acontecerá neste domingo (4). Abaixo, confira a pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. O resultado da pesquisa anterior, do dia 23 de setembro, está entre parênteses para comparação. Primeiro turno João Campos (PSB): 42% (eram 39% em 23 de setembro); Raquel Lyra (PSD): 42% (eram 41%); Ivan Moraes (PSOL): 1%% (era 1)%; Renan Hallais (Missão): 0% (era 1%); Professora Camila (UP): 0% (era 0%); Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%); Victor Assis (PCO): 0% (era 0%); Indecisos: 10% (eram 12%); Branco/nulo/não vai votar: 5% (eram 6%). Segundo turno João Campos (PSB): 44% (eram 41%); Raquel Lyra (PSD): 44% (eram 43%); Indecisos: 7% (eram 10%); Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6%). A Quaest foi contratada pela Globo e entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.
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Quaest Senado em SP: Derrite, 18%; Tebet, 15%; Marina, 15% e André do Prado, 12%
Nova pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (29), mostra como está a disputa pelo Senado em São Paulo. Os eleitores terão que votar em dois nomes no domingo (4), dia do primeiro turno das eleições 2026. Guilherme Derrite (PP) liderava o último levantamento, divulgado em 23 de setembro. Atrás, apareciam Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e André do Prado (PL). Veja os dados mais recentes abaixo. A pesquisa é estimulada, ou seja, os candidatos são apresentados aos entrevistados, que indicam duas vezes em quem pretendem votar: um nome para a primeira vaga e, dpeois, outro para segunda vaga. No resultado, as menções às duas vagas são somadas e distribuídas em um total de 100%, mantendo a proporção entre candidatos, brancos e nulos e indecisos. Combinação - votos totais Guilherme Derrite (PP) - 18% (eram 16%) Marina Silva (Rede) - 15% (eram 13%) Simone Tebet (PSB) - 15% (eram 12%) André do Prado (PL) - 12% (eram 8%) Salles (Novo)* - 3% (eram 3%) Geraldo Rufino (Podemos) - 1% (era 1%) Soninha Francine (Cidadania) - 1% (era 1%) Dra. Eliana Ferreira (PSTU) - 1% (era 1%) Maíra de Souza (UP) - 1% (era 1%) Guto Schiavetto (Missão) - 1% (era 1%) Marcio Alves (UP) - 1% (era 1%) Wiiliam Teixeira (Agir) - 0% (era 0%) Petter Maahs (PCB) - 0% (era 0%) Weller Gonçalves (PSTU) - 0% (era 0%) Ednelson Cesaretti (PCO) - 0% (era 0%) Indecisos - 15% (eram 24%) Branco/Nulo/Não vai votar - 16% (eram 18%) A Quaest ouviu 1.800 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é SP-01590/2026. *Salles (Novo) anunciou a retirada de sua candidatura na mídia no dia 28 de setembro, após o registro desta pesquisa junto à Justiça Eleitoral, mas ainda consta como candidato apto. Seguindo a legislação eleitoral, a pesquisa apresenta a intenção de voto do candidato.
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Quaest no DF: Celina Leão está à frente com 39%; Leandro Grass, 23%; Paula Belmonte, 9%
Foi divulgada nesta terça-feira (29) uma nova rodada da pesquisa Quaest, que mostra como está a disputa pelo governo do Distrito Federal, com Celina Leão à frente. A Quaest simulou um dos cenários para o governo do DF sem as candidaturas de Arruda (PSD), Elisson (Agir) e Rico Pinheiro (PRTB), indeferidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF). Neste cenário, Celina Leão está à frente com 39% e é seguida por Leandro Grass, com 23%, e Paula Belmonte, com 9%. Sobre a possibilidade de mudar o voto, 70% dos eleitores ouvidos no levantamento dizem que a escolha do candidato é definitiva (61% na pesquisa anterior). Já 30% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro (antes, 38%).A Quaest ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os números de registro da pesquisa são DF-02515/2026. Cenário sem Arruda, Elisson e Rico Celina Leão (PP): 39% (eram 34%) Leandro Grass (PT): 23% (eram 23%) Paula Belmonte (PSDB): 9% (eram 7%) Cappelli (PSB): 3% (eram 2%) Kiko Caputo (Novo): 2% (eram 3%) Professora Samara Mineiro (UP): 1% (eram 1%) Professor Robson (PSTU): 1% (eram 0%) Expedito Mendonça (PCO): 0% (eram 0%) Branco/nulo/não vai votar: 11% (eram 15%) Indecisos: 11% (eram 15%) Cenário com Arruda, Elisson e Rico Pinheiro Celina Leão (PP): 36% (eram 33%) Leandro Grass (PT): 22% (eram 21%) Arruda (PSD): 12% (eram 17%) Paula Belmonte (PSDB): 7% (eram 5%) Cappelli (PSB): 2% (eram 2%) Kiko Caputo (Novo): 1% (eram 2%) Professora Samara Mineiro (UP): 1% (eram 0%) Professor Robson (PSTU): 1% (eram 0%) Elisson (Agir): 0% (eram 0%) Expedito Mendonça (PCO): 0% (eram 0%) Rico Pinheiro (PRTB): 0% (eram 0%) Branco/nulo/não vai votar: 8% (eram 8%) Indecisos: 10% (eram 12%) A Quaest foi encomendada pela Globo e ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os números de registro da pesquisa são DF-02515/2026.
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Quaest em MG: Cleitinho lidera com 37% no 1° turno; Patrus tem 18%; Kalil, 9%; Simões, 6%; Roscoe, 5%
De acordo com a nova pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29), Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa para o governo de Minas Gerais, com 37%. O primeiro turno acontecerá no próximo domingo, dia 4 de outubro. Quaest no DF: Celina Leão está à frente com 39%; Leandro Grass, 23%; Paula Belmonte, 9% Quaest SP: Tarcísio tem 44% e Haddad, 24%, em cenário de 1º turno O levantamento foi encomendado pela Globo. Os números abaixo são referentes à pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 23 de setembro. Veja os números do cenário de 1º turno: Cleitinho Azevedo (Republicanos): 37% (eram 37% em 23 de setembro) Patrus Ananias (PT): 18% (eram 16%) Alexandre Kalil (PDT): 9% (eram 8%) Mateus Simões (PSD): 6% (eram 7%) Flávio Roscoe (PL): 5% (eram 5%) Gabriel (MDB): 2% (eram 2%) Ben Mendes (Missão): 2% (era 1%) Professor Túlio Lopes (PCB): 1% (era 1%) Rafael Duda (PSTU): 0% (era 0%) Henrique Áreas (PCO): 0% (eram 0%) Indira Xavier (UP): 0% (era 0%) Indecisos: 11% (eram 16%) Branco/nulo/não vai votar: 9% (eram 7%) A Quaest ouviu 1.506 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-02019/2026.
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Quaest SP: Tarcísio tem 44% e Haddad, 24%, em cenário de 1º turno
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de São Paulo, com 44% das intenções de voto. Logo atrás, o ex-ministro Fernando Haddad (PT) registra 24%. Os números estão na nova pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (29) e encomendado pela Globo e pelo Jornal O Globo. *Reportagem em atualização No levantamento anterior, divulgado em 23 de setembro, Tarcísio somava 44% das intenções de voto, enquanto Haddad registrava 27%. Veja os números mais recentes: Tarcísio de Freitas (Republicanos): 44% (eram 44%) Fernando Haddad (PT): 24% (eram 27%) Policial Edjane (Agir): (era 1%) Vera Lúcia (PSTU): (era 1%) Carlos Machado (PCB): (era 1%) Izadora Dias (PCO): (era 1%) Vivian Mendes (UP): (era 0) Branco/nulo/não vai votar: (eram 11%) Indecisos: (eram 14%) A Quaest ouviu 1.800 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é SP-01590/2026.
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Quaest RJ: Paes registra 34%; Ruas, 25%; e Garotinho, 9%, em cenário de 1º turno
O ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) lidera a disputa pelo governo do Rio de Janeiro, com 34% das intenções de voto. Logo atrás, Douglas Ruas (PL) registra 25% e Garotinho (Republicanos), 9%. Os números estão na nova pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (29) e encomendado pela Globo e pelo Jornal O Globo. *Reportagem em atualização No levantamento anterior, divulgado em 23 de setembro, Paes somava 36% das intenções de voto, enquanto Ruas registrava 23% e Garotinhho, 8%. Veja os números mais recentes: Eduardo Paes (PSD): 34% (eram 36%) Douglas Ruas (PL): 25% (eram 23%) Garotinho (Republicanos): 9% (eram 8%) William Siri (PSOL): 1% (era 1%) Juliete Pantoja (UP): 1% (era 1%) Cyro Garcia (PSTU): % (era 1%) Coronel Busnello (Missão): 1% (era 1%) André Marinho (Novo): 0% (era 1%) Luan Monteiro (PCO): 0% (era 0%) Indecisos: 14% (eram 16%) Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 12%) A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de trêpontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é RJ-04419/2026. Cenário sem Garotinho A Quaest ainda testou um segundo cenário de primeiro turno, mas sem o nome de Garotinho. O TRE-RJ negou o registro da candidatura dele por unanimidade. O candidato, no entanto, apresentou um recurso e aguarda o julgamento final do mérito no TSE. A lista sem Garotinho também havia sido testada no último levantamento. Na ocasião, Paes liderava com 38% das intenções de voto, enquanto Ruas tinha 25%. Veja os números mais recentes: Eduardo Paes (PSD): (sem 38%) Douglas Ruas (PL): (eram 25%) William Siri (PSOL): (eram 2%) Coronel Busnello (Missão): (era 1%) André Marinho (Novo): (era 1%) Cyro Garcia (PSTU): (era 1%) Juliete Pantoja (UP): (era 1%) Luan Monteiro (PCO): (era 1%) Indecisos: (eram 17%) Branco/nulo/não vai votar: (eram 13%)
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Festival HACKTUDO estreia em São Paulo com atividades gratuitas de tecnologia e cultura digital
No final de semana eleitoral, acontece pela primeira vez na capital paulista o HACKTUDO - Festival de Cultura Digital, após a edição no Rio de Janeiro no último final de semana. Com instalações artísticas e interativas, robótica, drones e oficinas, o evento gratuito ocorre nos dias 3 e 4 de outubro na Praça das Artes, em São Paulo. Idealizado por Miguel Colker e apresentado pela Petrobras, o festival tem como objetivo ampliar o acesso à cultura digital por meio da arte, ciência, criatividade e experimentação. No clima de celebração, a edição deste ano comemora os 10 anos do festival e promete trazer atrações que marcaram os anos anteriores, além de novas propostas que refletem as principais transformações que ocorreram na última década. Hacktudo - Festival de Cultura Digital. Divulgação/HACKTUDO Entre as principais atrações estão as Oficinas de Pilotagem, que permitem que pessoas de todas as idades pilotem drones de verdade em caixas de voo; a RoboCup SPL, onde os times da UnB, IME e ITA colocam seus robôs para disputar o esporte mais popular do Brasil, o futebol; e a Harpa Laser, cujos feixes de laser se transformam em cordas musicais que produzem sons a partir dos movimentos das mãos. Apesar de gratuito, é necessária a retirada de ingressos pelo site oficial da organização. HACKTUDO – Festival de Cultura Digital (São Paulo) Local: Praça das Artes – Av. São João, 281 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo Dias: 3 e 4 de outubro Horário: 3 de outubro de 16h às 22h e 4 de outubro de 14h às 20h
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Governo pede bloqueio de mais de 5 mil sites de apostas desde proibição das bets
O Ministério da Justiça fez nesta terça-feira um primeiro balanço desde a publicação da medida provisória que proibiu a operação das casas de apostas online no Brasil. A Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), do MJSP, encaminhou pedido de bloqueio de 5.209 sites, 390 páginas de Facebook e Instagram, além de grupos do Telegram, com mais de um milhão de usuários, que recebiam links de jogos. Na segunda-feira, cerca de 2 mil sites foram bloqueados pela Anatel. Além disso, a Pasta pediu que sejam retirados das lojas de aplicativos 186 apps de bets. Google, Meta, YouTube , X, Telegram, Tiktok, Kwai e Discord foram notificadas para retirar a publicidade das operadoras de apostas em dez dias. Segundo o secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, o monitoramento ficou mais fácil já que todos são ilegais. Nessa terça, o Banco Central também divulgou ter registrado queda de 10% nas transações via PIX desde a última sexta-feira, quando a MP foi editada. Esse é um indicativo de que boa parte das operações era destinadas a apostas online.
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Lula liga para Dino antes de sancionar projeto no PA; ligação cai antes de ministro responder
Em meio às críticas pelas decisões do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), nas quais ele é apontado pela oposição como braço político do governo na Corte, o presidente Lula telefonou para o magistrado durante visita ao hospital beneficente em Belém. A ligação ocorreu nesta segunda-feira (28), antes da sanção de um projeto de lei apresentado por Dino quando ele era senador. Durante a transmissão, Lula afirmou que fez questão de ligar antes de assinar a medida, mas o ministro não respondeu mesmo com a insistência do presidente. Lula: Flávio [Dino]? É o Flávio? Coloca no vivo a voz. Ô Flávio! Dino: Oi, tudo bom, presidente? Lula: Deixa eu lhe falar uma coisa. Eu tô aqui em Belém, nós estamos no Hospital Beneficiente Portuguesa, e eu não queria sancionar sem falar com você. Se você puder gritar um pouco aí e dar um alô pro povo do Pará e mostrar o significado do teu projeto, acho que o povo vai ouvir. Vamos ver. Fale! Alguém: Caiu, caiu a ligação... Veja o momento completo: Lula liga para Dino antes de sancionar projeto no PA (Vídeo: Reprodução/Youtube) A atitude gerou críticas da oposição. O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, disse que Lula ligou para Flávio Dino como se fosse um político subordinado de seu governo e questionou: “será que Dino continua sendo subordinado do lula no STF?”. A proposta cria uma estratégia nacional para avaliar a qualidade do atendimento na rede privada de saúde e foi motivada pela morte do filho de Dino, aos 13 anos, em 2012.
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Campanha de Lula chama de 'desespero' crítica de Flávio a fala sobre exames preventivos ginecológicos
A campanha do presidente Lula chamou de "desespero" a atitude do adversário, Flávio Bolsonaro, de explorar politicamente a fala do petista sobre exames preventivos ginecológicos. Em uma agenda de campanha em Belém, na segunda-feira, Lula disse que as mulheres são submetidas a exames de toque desde cedo. "Hoje fizemos a primeira operação robótica de próstata aqui no estado do Pará e no norte do país. E por que isso é importante? Porque o homem é covarde. O homem não gosta de fazer teste de próstata. Ele não gosta de toque. As mulheres aprendem a tomar toque desde quando é pequena. O homem não. Ele não sabe que quando ele tiver câncer de próstata, vão dar muito toque nele. Qual é o milagre? É que hoje, com a cirurgia robótica, o homem não vai ter mais incontinência urinária. Não vai precisar usar fralda." Isso passou a ser usado pela campanha do candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, do PL, como uma fala machista e misógina. A campanha de Lula reagiu, disse que "obviamente" ele se referiu aos exames ginecológicos preventivos que fazem parte da cultura da saúde da mulher e que o homem, pela cultura machista, resiste a exames urológicos preventivos. Alegou, ainda, que a campanha de Flávio tem tentado tirar do foco a série de denúncias contra ele com o foco de "alimentar a máquina de Fake News".
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Lula promete manter Nossa Senhora como padroeira do país: ‘quem não quiser que mude do Brasil’
Em meio a enxurrada de desinformação envolvendo Flávio Bolsonaro após repercussão de alegações falsas de que o senador pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, o PT levou o caso à propaganda eleitoral. Gilmar Mendes cobra ação do STF e STJ para investigar precatórios ligados ao Banco Master Flávio diz que promessa de decretar que o 'Brasil é do Senhor Jesus' se referia a uma oração simbólica O presidente Lula vem aproveitando para surfar na onda dos boatos, e disse na noite desta segunda-feira (28), em Belém, e nesta terça-feira (29), em ato político em Fortaleza, que enquanto for presidente a Nossa Senhora Aparecida continuará sendo padroeira do país. “Eu respeito as religiões. Eu respeito a católica, eu respeito a evangélica, eu respeito a religião de matriz africana, eu respeito até os ateus. Mas, enquanto for presidente da república, Nossa Senhora Aparecida será a padroeira do Brasil, quem não quiser que mude do Brasil”, afirmou. Na pesquisa Quaest, o presidente Lula aumentou a intenção de voto entre os católicos chegando a 48%, contra 29% de Flávio Bolsonaro. Aliados evangélicos, como Silas Malafaia, saíram em defesa de Flávio, enquanto a coordenação de campanha tenta recuar de críticas feitas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para evitar novos atritos com lideranças da Igreja Católica. Flávio Bolsonaro chegou a dizer que a fake news foi disseminada com a ajuda de gente de dentro da CNBB, quando a conferência reagiu em nota e disse que “mentira não se combate com outra mentira”. Depois disso, o candidato agradeceu pelo esclarecimento. Contenção de danos A cinco dias do primeiro turno, em uma tentativa de conter o desgaste entre católicos e evangélicos, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que a promessa de "decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo" se refere a uma oração simbólica antes da posse, e não a uma medida com efeitos legais. O candidato havia feito essa declaração em uma live em agosto. A fala foi resgatada após repercussão de informações falsas de que o senador pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Em nota, a equipe do candidato do PL disse que Flávio defende o respeito a todas as religiões e expressões de fé e que a oração será um gesto de agradecimento. A explicação ocorre também depois da cobrança pública do bispo Dom Roberto Francisco Ferreira Paz, membro da CNBB, à coluna da Mônica Bergamo. Ele questionou o alcance da promessa do candidato e classificou a ideia como perigosa. Flávio intensificou acenos aos católicos. Nesta segunda-feira (28), ergueu uma imagem da Santa em agenda pública em São Paulo, participou de um podcast voltado aos católicos e cogita um encontro com padres. A movimentação busca estancar a perda de votos no segmento. No podcast Santo Flow, Flávio voltou a falar em fake news para prejudicá-lo, comparou o caso à facada contra o ex-presidente Bolsonaro e reforçou que a equipe dele já identificou uma teia de perfis responsáveis pelos posts.
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João Fonseca é confirmado no Rio Open
O tenista brasileiro João Fonseca foi confirmado nesta terça-feira (29) no Rio Open 2027. Em publicação nas redes sociais, a organização do evento destacou que o "menino do Rio começou sua caminhada aqui e retorna pela 5ª vez com uma legião de fãs". Initial plugin text Com o anúncio, João Fonseca se junta ao ex-número 2 do mundo do tênis mundial, o norueuguês Casper Rudd, que retorna ao torneio após 10 anos, e ao italiano Flávio Cobolli, atual número 7 do ranking. Na semana passada, João Fonseca revelou, em publicação nas redes sociais, que após uma conversa com sua equipe decidiu que dará uma pausa temporária para 'dar um tempo para o meu corpo e para a minha cabeça'. Com isso, João não jogará torneios na Ásia, que aconteceriam neste mês e no próximo. Venda de ingressos para o Rio Open INGRESSOS: PRÉ-VENDA ENTRE 6 E 12 DE OUTUBRO; VENDA GERAL DIA 13 🔴 Pré-venda exclusiva Clientes Claro Multi: • Dia 6 de outubro, às 11h. Para garantir seu acesso, basta resgatar seu código exclusivo (sujeito à disponibilidade) no Claro Clube a partir do dia 28 de setembro. ⚫ Pré-venda exclusiva Clientes XP: 🗓️ 6 de outubro • Privilege: das 11h às 13h59 | • Legacy e Privilege: das 15h às 23h59 🗓️7 a 12 de outubro • Todos os clientes XP: de 7/10 (11h) até 12/10 (23h59) ➡️ VENDA GERAL DE INGRESSOS: a partir de 13 de outubro, às 11h. Todas as vendas acontecem exclusivamente no site da Eventim. Nos vemos na nova fase do Rio Open no Jockey Club Brasileiro!
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Zema é pressionado pelo PL para abandonar corrida eleitoral, mas diz que vai levar candidatura até o fim
O candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, disse nesta terça-feira, que negou pedido do deputado federal Nikolas Ferreira, do PL, para retirar a candidatura em favor de Flávio Bolsonaro. O pedido teria ocorrido em uma mensagem na manhã dessa segunda. No texto, Nikolas teria pedido a Zema que apoie Flávio ainda no primeiro turno. Em entrevista a uma rádio de Ipatinga, no interior de Minas, Romeu Zema afirmou que vai levar a candidatura até o fim. Apesar disso, o candidato reafirmou que, no segundo turno, a direita vai se unir contra o PT. Essa não é a primeira vez que adversários da direita tentam convencer Romeu Zema a desistir da candidatura em favor de Flávio Bolsonaro. Em agosto, Nikolas teria tido uma conversa com o concorrente em que teria feito o mesmo pedido. No início deste ano, antes mesmo da formalização das chapas, o nome do mineiro chegou a ser apontado como possível candidato a vice do liberal e também de Ronaldo Caiado, do PSD. Entretanto, Zema sempre resistiu à pressão. Um dos motivos está ligado à própria sobrevivência do Novo, que precisa superar o número de deputados federais eleitos em 2022 para não perder o acesso ao Fundo Partidário. Neste ano, Zema já ficou sem espaço no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Na última pesquisa Quaest para presidente, divulgada nessa segunda, o candidato do Novo registrou 1% das intenções de voto.
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Quais documentos eu preciso levar no dia da votação?
No domingo (4) acontece o primeiro turno das eleições, e uma dúvida que sempre paira na cabeça dos eleitores é para saber quais documentos precisam ser apresentados na hora de votar. A CBN esclarece o que os brasileiros precisam levar para exercerem o seu direito cidadão e não correrem o risco de perder a votação. Quais são os documentos obrigatórios no dia da votação? Para ser devidamente identificado na seção eleitoral, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto. Com isso, serão aceitos no dia das eleições os seguintes itens: Carteira de Identidade Nacional (CIN); Identidade social; Passaporte; Carteira Nacional de Habilitação (CNH); Carteira de trabalho física; Carteira profissional emitida por conselho de classe (OAB, CRM, CREA e demais conselhos profissionais); Certificado de reservista; e-Título (caso o aplicativo apresente foto) Initial plugin text Esses documentos poderão ser apresentados mesmo com a validade vencida, desde que permitam a correta identificação do eleitor ou da eleitora. Importante: a apresentação do título de eleitor no dia das eleições não é obrigatória, em contrapartida, certidões de nascimento ou de casamento não serão aceitos como prova de identificação no ato da votação. Posso apresentar o e-Título como método de identificação? É possível se identificar utilizando o aplicativo e-Título. Porém, no app precisa constar a foto do eleitor ou da eleitora. A fotografia no aplicativo só estará disponível para quem já realizou o cadastramento biométrico na Justiça Eleitoral. Caso o e-Título esteja sem foto, será necessário levar qualquer um dos demais documentos oficiais listados acima.
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Saiba como atualizar o seu e-Título antes da votação
Com o primeiro turno das eleições se aproximando, os brasileiros novamente poderão contar com a facilidade trazida pelo e-Título na hora de votar. O e-Título é o aplicativo oficial da Justiça Eleitoral e oferece a versão digital do título de eleitor. Segundo o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o e-Título já conta com mais de 46 milhões de contas cadastradas, porém quase metade desses usuários não consegue ter acesso à ferramenta por deixar de atualizar o app. Para não sobrar dúvidas no momento da votação, a CBN explica como conseguir acessar o aplicativo e deixá-lo devidamente atualizado. Como faço para baixar o aplicativo e-Título? Para ter acesso ao aplicativo do e-Título, basta abrir a loja de aplicativos do seu celular – Google Play Store, para dispositivos Android, e Apple Store, para iOS –, digitar o nome do app e, em seguida, clicar em ‘instalar’. Para o primeiro acesso, será necessário informar alguns dados para cadastro, como: nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título de eleitor e nome dos pais, além de criar uma senha de acesso. Com todas as etapas realizadas corretamente, seu e-Título estará disponível para acesso no aplicativo. Importante: os dados informados precisam ser iguais aos registrados no último atendimento feito pela Justiça Eleitoral. Caso existam discrepâncias, o cadastro pode ser invalidado. Initial plugin text Já tenho o aplicativo e-Título instalado no celular. Como faço para atualizá-lo? A atualização do app é fundamental para conseguir ter acesso ao e-Título, afinal, a Justiça Eleitoral constantemente aperfeiçoa o sistema com novas funcionalidades. Para isso, vá até a loja de aplicativos do seu celular, busque por ‘e-Título’ e clique em ‘atualizar’. Com a atualização feita, informe os dados pessoais e realize a conferência biométrica – para quem tem esses dados coletados pela Justiça Eleitoral. Ao final, o seu aplicativo estará pronto para uso no dia das eleições e contará com a versão mais recente disponível. Para as eleições deste ano, o e-Título contará com uma novidade. Na quinta-feira (24), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, confirmou que o aplicativo poderá ser instalado no dia da votação, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Nos anos anteriores, a instalação era interrompida nos dias de votação para evitar sobrecarga no sistema. Ainda assim, a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores baixem o e-Título e realizem a ativação com antecedência. * sob supervisão de Carolina Garcia
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Fachin defende apuração rigorosa de suspeitas de irregularidades em precatórios
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, respondeu nesta terça-feira (29) ao decano Gilmar Mendes e afirmou que as suspeitas de irregularidades no pagamento de precatórios exigem uma apuração rigorosa por parte das autoridades. A manifestação ocorre após Gilmar Mendes defender, na segunda-feira (28), que a Corregedoria Nacional de Justiça deveria realizar um pente-fino nos Tribunais Regionais Federais para identificar possíveis irregularidades na expedição de precatórios. O ministro também defendeu o fim da emissão desses títulos antes do trânsito em julgado das ações e pediu maior fiscalização por parte do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em resposta, Fachin informou que encaminhou a proposta de Gilmar Mendes à Corregedoria Nacional de Justiça e anunciou uma nova medida. Segundo o presidente do STF, será expedida uma comunicação a todos os tribunais do país para que informem a eventual existência de precatórios expedidos de forma irregular. Em nota, Fachin afirmou que as situações relatadas "exigem apuração rigorosa, com respeito às competências das instituições capazes de prevenir a reiteração de irregularidades."
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Espanha anuncia medidas contra crise habitacional após protestos por idosa despejada
O governo da Espanha aprovou novas medidas nesta terça-feira para conter a crise habitacional, incluindo uma proibição de despejos até 2030, regras mais rígidas para aluguéis de curta duração e uma extensão de dois anos para contratos de locação existentes, segundo a ministra da Saúde, Monica Garcia. A população espanhola se mobiliza há dias pela situação de Maricarmen Abascal, de 87 anos, despejada na semana passada, após sete décadas no imóvel, pela nova empresa proprietária do apartamento onde vivia. Após os protestos, Maricarmen recebeu uma oferta para voltar para casa, segundo a advogada. Ela disse a jornalistas que a UrbaGestion, o fundo que é proprietário do apartamento onde a senhora morava, apresentou na noite de segunda-feira uma proposta preliminar de acordo que poderia permitir que a idosa voltasse para casa. O caso de Maricarmen se tornou o símbolo de um grande problema estrutural na Espanha: a crise habitacional. Os manifestantes cobram regras mais protetoras contra despejos e a alta dos aluguéis. Em dez anos, o preço médio do aluguel na Espanha dobrou. Os preços dispararam por causa do aumento da demanda, incluindo a do turismo e a do crescimento populacional. Os fundos de imóveis especulativos, conhecidos na Espanha como fundos abutres, e as plataformas de aluguel turístico de curta duração, como o Airbnb, são alvo de críticas dos movimentos em defesa do direito à moradia. Segundo os manifestantes, a prática contribui para a disparada dos preços ao adquirir imóveis no país e reduzir a oferta de habitação. O Banco da Espanha estima que o país que tem cerca de 50 milhões de habitantes, tem um déficit habitacional de de 700 mil unidades. As novas medidas fazem parte de projetos apresentados pelo Executivo, que ainda precisam ser aprovados pelo Parlamento, onde o governo do socialista Pedro Sánchez não dispõe de maioria.
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Senadores dos EUA enviam carta ao governo Trump defendendo que não interfira em eleições no Brasil
Três senadores democratas dos Estados Unidos enviaram uma carta ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, defendendo a não interferência do governo dos EUA nas eleições no Brasil. O texto é assinado Jeanne Shaheen, Peter Welch e Tim Kaine. Tanto Jeanne quanto Kaine são membros do Comitê de Relações Exteriores do Senado. Eles fazem dois questionamentos no texto, perguntando como o Departamento 'coordena seus objetivos de democracia e direitos humanos com parceiros regionais no Hemisfério Ocidental, particularmente no que diz respeito à assistência técnica ou ao monitoramento de processos eleitorais e judiciais?' e se poderia se comprometer 'a reconhecer o resultado certificado das eleições democráticas de 2026 no Brasil e a apoiar relações diplomáticas normais com o candidato que for livre e justamente escolhido pelo povo brasileiro?'. Na carta é reproduzido bastante do assunto de uma outra carta enviada na última semana por 31 parlamentares americanos, entre eles Bernie Sanders e a deputada democrata Alexandria Ocasio-Cortez. Texto da carta enviada para Marco Rubio, secretário de Estado. Reprodução Eles dizem que há uma preocupação na política americana 'com o fato de o governo Trump estar usando pressão diplomática, econômica e política para enfraquecer deliberadamente as instituições democráticas do Brasil antes da eleição presidencial de 4 de outubro de 2026'. Eles dizem que as autoridades americanas realizaram uma grande campanha de interferência e para 'desestabilização' do Brasil. 'Esse esforço se intensificou de forma acentuada pela primeira vez no verão de 2025, quando o governo recorreu a tarifas e sanções direcionadas na tentativa de influenciar o veredito da Suprema Corte brasileira no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentar promover um golpe militar para permanecer no poder', diz o texto. No documento da última semana, assim como nesse, é questionada a escolha de Darren Beattie como representante dos EUA no Brasil, na qual acusam de ser um extremista de 'extrema direita e supremacista branco'. 'As ações mais recentes do governo apontam para um esforço de interferir na eleição geral de outubro no Brasil e, potencialmente, miná-la. A recente reunião no Salão Oval entre o presidente Trump e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, realizada enquanto ele tentava mitigar um escândalo político doméstico, evidencia a disposição do governo de se inserir na eleição', afirmaram os senadores. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) são candidatos à Presidência da República Brenno Carvalho / Agência O Globo e Marina Uezima/Brazil Photo Press/Agencia O Globo Jeanne Shaheen, Peter Welch e Tim Kaine diz que há um contraste com a abordagem anterior nas eleições e que as ações minam uma relação com um 'aliado estratégico e parceiro comercial dos EUA'. 'Essas ações refletem um padrão mais amplo e profundamente preocupante de interferência do governo Trump em processos eleitorais recentes na América Latina, como se viu nas eleições de meio de mandato da Argentina e nas eleições presidenciais de Honduras e da Colômbia. Esse padrão ameaça não apenas a integridade dos processos eleitorais em cada país, mas também corrói progressivamente a confiança pública nos processos e instituições democráticas em toda a região', completa. Trump é uma 'enorme questão sob as eleições brasileiras', afirma NYT Reportagem do New York Times sobre as eleições brasileiras. Reprodução O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é uma 'enorme questão', que paira sob as eleições brasileiras de 2026. A afirmação é do jornal New York Times através de fontes dentro do governo brasileiro, do sistema eleitoral, diplomatas e mais. Segundo o texto, há um receio pelo presidente Donald Trump ter interferido em outras eleições. Por isso, o Brasil 'está erguendo uma barreira para tentar proteger sua votação crucial de uma possível interferência dos EUA'. Por isso, tem se tentado criar uma 'barreira' a partir do governo brasileiro e com ajuda de mais governos para impedir essa interferência. Entre as ações realizadas estão o monitoramento do lobby estrangeiro e da desinformação, o combate a alegações falsas sobre fraude eleitoral e a busca do apoio de países da Europa, Ásia e outras regiões. O NYT destaca que Trump não apoiou diretamente nenhum candidato, porém impulsionou a candidatura indiretamente de Flávio Bolsonaro. Com receio da interferências nas eleições, missões diplomáticas da União Europeia, Canadá, Japão, Austrália e outros países estariam 'realizando conversas informais sobre como responder conjuntamente após as eleições'. O texto cita três diplomatas estrangeiros de alto escalão. Esses diplomatas disseram que os aliados provavelmente defenderão rapidamente a integridade da votação, independentemente de quem vencer. Apesar disso, há temor de confrontar os EUA. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos Divulgação/Casa Branca Há cerca de um mês, o governo dos EUA rejeitou as alegações do Brasil de que estaria tentando interferir, mesmo tendo tentado enviar uma delegação americana neste verão para investigar a integridade eleitoral brasileira. 'Autoridades brasileiras afirmaram que a ajuda americana poderia vir na forma de mais medidas para prejudicar a imagem de Lula. Trump usou sanções e ameaças de tarifas no ano passado, numa tentativa de salvar Jair Bolsonaro, pai de Flávio Bolsonaro, que tentou se manter no poder após alegar falsamente que a última eleição foi fraudada. A tentativa fracassou e ele foi condenado a 27 anos de prisão'. 'Muitos também se preocupam com campanhas online vindas do exterior que podem estar ajudando Bolsonaro', segue o texto. A reportagem cita uma onda de publicações impulsionadas em redes sociais compartilhadas por contas da direita dos EUA, trazendo mercado de previsões e apostas, como Polymarket, que Flávio Bolsonaro teria mais chances de vencer, o que divergiria nas pesquisas que não mostram favoritos. A inteligência brasileira teria passado a tornar prioridade máxima o combate à manipulação internacional pelas redes sociais. Além disso, com receio da repercussão e pressão de Trump, o texto diz, as 'autoridades iniciaram uma grande campanha, com direito a mascote, com o objetivo de fortalecer a confiança entre eleitores, diplomatas e observadores internacionais'. O texto lembra que uma vitória de Bolsonaro reforçaria a tentativa de influência e controle de Trump sobre a América Latina com os aliados da direita. 'De acordo com nossa nova estratégia de segurança nacional, o domínio americano no Hemisfério Ocidental nunca mais será questionado', afirmou o Departamento de Estado em um vídeo recente. O NYT conversou com o ministro do STF, Gilmar Mendes, na qual afirmou haver maneiras 'para nos defeder'. 'Com todo o respeito, os Estados Unidos não têm lições a nos ensinar quando se trata de sistemas eleitorais'. O New York Times comenta que caso Flávio perca 'há indícios de que o candidato poderá lançar acusações semelhantes de fraude eleitoral', como Trump já fez. E a expectativa é que o presidente americano apoie a iniciativa. O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro concorrem à Presidência da República em 2026 Brenno Carvalho / Agência O Globo e Gabriel de Paiva/ Agência O Globo
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STF pode ter novo embate entre ministros em julgamento sobre publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve passar por um novo confronto acalorado entre os ministros na sessão que vai debater as publicações que se referem a Nossa Senhora Aparecida. Fachin sinalizou que o tema será colocado na pauta do plenário presencial de quarta-feira (30), o que tem gerado tensão nos bastidores. Flávio diz que promessa de decretar que o 'Brasil é do Senhor Jesus' se referia a uma oração simbólica Após decisões sobre Nossa Senhora, Nunes Marques critica 'indevida sobreposição de competência' do STF sobre TSE A avaliação é que uma sessão com discussões e bate-boca poderia ocorrer já que a corte segue dividida depois do julgamento sobre as mensagens de Vorcaro envolvendo Alexandre de Moraes. A decisão mais recente sobre o caso é do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu os efeitos da decisão do ministro Flávio Dino que havia derrubado uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral contra publicações relacionadas a Nossa Senhora Aparecida e ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, do PL. Com a decisão de Fux, voltam a valer as ordens do ministro André Mendonça, do TSE, que determinaram a retirada do ar de conteúdos que apresentavam como verdadeira a informação de que Flávio Bolsonaro ou sua família pretendiam retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. As plataformas digitais têm 24 horas para cumprir novamente a determinação. A cinco dias do pleito, a disputa envolvendo Nossa Senhora Aparecida abriu mais uma frente de embate entre os ministros da corte. Como começou a disputa A campanha de Flávio acionou o TSE na sexta-feira (25) e André Mendonça determinou a remoção da publicação do humorista Antonio Tabet. Na postagem, ele escreveu que “a família miliciana” estaria atacando Nossa Senhora Aparecida, sem citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro. Dino derrubou decisão de Mendonça No domingo (27), Flávio Dino derrubou a ordem de Mendonça. Na avaliação de Dino, não havia elementos suficientes para concluir que a postagem apresentava uma informação falsa com grau de certeza capaz de justificar uma medida tão restritiva à liberdade de expressão. O ministro também observou que a publicação de Tabet não mencionava nominalmente Flávio Bolsonaro. Caso será analisado pelo plenário Na noite de segunda-feira (28), o também ministro do Supremo Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino e fez voltar a valer, a determinação dada por Mendonça no âmbito da Justiça Eleitoral. Com a última decisão de Fux, portanto, as plataformas devem retirar do ar conteúdos que associam Flávio Bolsonaro (PL) a um projeto para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira do Brasil. Ao conceder a liminar, nesta segunda-feira (28), Fux, assim como Dino, também submeteu a decisão à análise do plenário, que deve se debruçar sobre a questão nesta quarta-feira. Apesar do temor de novos embates públicos, Fachin tem indicado que pretende resolver a questão no plenário presencial.
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Trump é uma 'enorme questão sob as eleições brasileiras', afirma NYT
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é uma 'enorme questão', que paira sob as eleições brasileiras de 2026. A afirmação é do jornal New York Times através de fontes dentro do governo brasileiro, do sistema eleitoral, diplomatas e mais. Segundo o texto, há um receio pelo presidente Donald Trump ter interferido em outras eleições. Por isso, o Brasil 'está erguendo uma barreira para tentar proteger sua votação crucial de uma possível interferência dos EUA'. Por isso, tem se tentado criar uma 'barreira' a partir do governo brasileiro e com ajuda de mais governos para impedir essa interferência. Entre as ações realizadas estão o monitoramento do lobby estrangeiro e da desinformação, o combate a alegações falsas sobre fraude eleitoral e a busca do apoio de países da Europa, Ásia e outras regiões. O NYT destaca que Trump não apoiou diretamente nenhum candidato, porém impulsionou a candidatura indiretamente de Flávio Bolsonaro. Com receio da interferências nas eleições, missões diplomáticas da União Europeia, Canadá, Japão, Austrália e outros países estariam 'realizando conversas informais sobre como responder conjuntamente após as eleições'. O texto cita três diplomatas estrangeiros de alto escalão. Esses diplomatas disseram que os aliados provavelmente defenderão rapidamente a integridade da votação, independentemente de quem vencer. Apesar disso, há temor de confrontar os EUA. Reportagem do New York Times sobre as eleições brasileiras. Reprodução Há cerca de um mês, o governo dos EUA rejeitou as alegações do Brasil de que estaria tentando interferir, mesmo tendo tentado enviar uma delegação americana neste verão para investigar a integridade eleitoral brasileira. 'Autoridades brasileiras afirmaram que a ajuda americana poderia vir na forma de mais medidas para prejudicar a imagem de Lula. Trump usou sanções e ameaças de tarifas no ano passado, numa tentativa de salvar Jair Bolsonaro, pai de Flávio Bolsonaro, que tentou se manter no poder após alegar falsamente que a última eleição foi fraudada. A tentativa fracassou e ele foi condenado a 27 anos de prisão'. 'Muitos também se preocupam com campanhas online vindas do exterior que podem estar ajudando Bolsonaro', segue o texto. A reportagem cita uma onda de publicações impulsionadas em redes sociais compartilhadas por contas da direita dos EUA, trazendo mercado de previsões e apostas, como Polymarket, que Flávio Bolsonaro teria mais chances de vencer, o que divergiria nas pesquisas que não mostram favoritos. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) são candidatos à Presidência da República Brenno Carvalho / Agência O Globo e Marina Uezima/Brazil Photo Press/Agencia O Globo A inteligência brasileira teria passado a tornar prioridade máxima o combate à manipulação internacional pelas redes sociais. Além disso, com receio da repercussão e pressão de Trump, o texto diz, as 'autoridades iniciaram uma grande campanha, com direito a mascote, com o objetivo de fortalecer a confiança entre eleitores, diplomatas e observadores internacionais'. O texto lembra que uma vitória de Bolsonaro reforçaria a tentativa de influência e controle de Trump sobre a América Latina com os aliados da direita. 'De acordo com nossa nova estratégia de segurança nacional, o domínio americano no Hemisfério Ocidental nunca mais será questionado', afirmou o Departamento de Estado em um vídeo recente. O NYT conversou com o ministro do STF, Gilmar Mendes, na qual afirmou haver maneiras 'para nos defeder'. 'Com todo o respeito, os Estados Unidos não têm lições a nos ensinar quando se trata de sistemas eleitorais'. O New York Times comenta que caso Flávio perca 'há indícios de que o candidato poderá lançar acusações semelhantes de fraude eleitoral', como Trump já fez. E a expectativa é que o presidente americano apoie a iniciativa.
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Trump assina ordem executiva para mudar oficialmente nome da IA para 'superinteligência'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (29) uma ordem executiva para mudar oficialmente o nome da inteligência artificial para 'superinteligência'. Ele declarou nas Nações Unidas na semana passada que preferia o nome a IA, dizendo que mudaria o nome porque 'soa muito melhor' e é mais preciso. Durante o anúncio desta terça, o presidente dos EUA disse que conversou com Xi Jinping sobre o nome e afirmou que 'ele adorou'. 'Quando você fala em inteligência artificial, está se referindo a algo artificial. Isso não é artificial, isso é inteligência extrema, é inteligência superior. É suprema. Mas a palavra 'super' é a melhor palavra de todas. E é a mais simples, então vamos chamá-la de superinteligência'. Trump comparou a IA às 'notícias falsas', dizendo: 'Eu poderia chamá-las de artificiais'. 'Acho que encontrei um novo nome... 'Notícias falsas' é um dos meus termos favoritos, mas agora vou chamá-las de notícias artificiais'. Donald Trump afirma que 'nunca irá sufocar o crescimento' da IA, que, segundo ele, será 'maior que a revolução industrial'. O presidente dos EUA repete um comentário que fez na semana passada nas Nações Unidas, acrescentando que o lançamento do America.gov é mais um exemplo de seu apoio à tecnologia. Ele afirma que também será maior que a internet, e que a diferença será enorme. Trump afirma que os EUA estão 'liderando por uma grande margem' e que até Xi Jinping sabe disso, acrescentando que 'tudo se resume a nós e à China'. Em meio a preocupações crescentes, governo Trump lança site oficial feito todo com IA Imagem do trecho inicial do site todo por IA do governo dos Estados Unidos. Reprodução O governo dos Estados Unidos divulgou nesta terça-feira (29) um novo site do governo totalmente feito por inteligência artificial. Intitulado america.gov, ele, dizem autoridades, para que americanos interajam com os departamentos. Em um evento nesta terça, estão presentes Trump, o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o Administrador dos Centros de Serviços de Medicare e Medicaid, Dr. Mehmet Oz, e Joe Gebbia, cofundador do Airbnb, que agora dirige o National Design Studio (NDS) e é o primeiro Diretor de Design dos EUA. Gebbia diz que o site estará pronto para 'entrar em funcionamento' no início de 2027. Ele afirma que o America.gov irá se expandir, passando de 'respostas para ações', e que em alguns meses 'começaremos a implementar a capacidade de preencher formulários, acompanhar o progresso e organizar tudo em um só lugar'. 'Antes que você perceba, você já estará conseguindo fazer algumas das coisas legais que acabei de te mostrar'. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante lançamento de site de IA do governo. Reprodução Ele afirma que qualquer informação que alguém precise, o America.gov 'conseguirá instantaneamente, desde que não seja classificada'. Esse evento conta com a presença de gigantes da indústria como Elon Musk, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, e o CEO da Blue Origin, Dave Limp. O administrador da NASA, Jared Isaacson, também está confirmado como participante. O novo portal promete simplificar o acesso aos serviços federais. Uma cúpula na Casa Branca com gigantes da tecnologia, de Zuckerberg a Pichai e Huang, focou em segurança, regulamentações e concorrência com a China. A ABC News destaca que haverá ainda uma reunião do presidente americano com donos das empresas, casos dos já citados, do CEO da Meta, Mark Zukerberg; Dario Amodei, CEO da Anthropic; CEO do Google, Sundar Pichai; entre outros. Um funcionário da Casa Branca descreveu para a Fox News sobre a nova ferramenta de IA como 'uma nova porta de entrada para o governo federal que fornecerá um ponto único de acesso para os americanos que buscam informações e recursos do governo federal, que atualmente estão espalhados por um labirinto de sites de várias agências'. Gebbia, que acrescentou que o dia marcará um 'novo capítulo de usabilidade para o país', disse que a nova ferramenta de IA foi criada para resolver um problema simples enfrentado pelos americanos que, durante décadas, lidaram com sistemas governamentais complicados, muitas vezes ineficientes e excessivamente complexos: 'Como tornar o acesso ao governo fácil?'.
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NYT: Brasil cria 'barreira', com ajuda UE, Canadá e mais, contra interferência do governo Trump nas eleições
Uma reportagem divulgada pelo jornal americano The New York Times afirma, através de fontes dentro do governo brasileiro, do sistema eleitoral, diplomatas e mais, que o Brasil vem criando uma forma de barrar a interferência dos Estados Unidos nas eleições presidenciais. Segundo o texto, há um receio pelo presidente Donald Trump ter interferido em outras eleições. Por isso, o Brasil 'está erguendo uma barreira para tentar proteger sua votação crucial de uma possível interferência dos EUA'. Entre as ações realizadas estão o monitoramento do lobby estrangeiro e da desinformação, o combate a alegações falsas sobre fraude eleitoral e a busca do apoio de países da Europa, Ásia e outras regiões. O NYT destaca que Trump não apoiou diretamente nenhum candidato, porém impulsionou a candidatura indiretamente de Flávio Bolsonaro. Com receio da interferências nas eleições, missões diplomáticas da União Europeia, Canadá, Japão, Austrália e outros países estariam 'realizando conversas informais sobre como responder conjuntamente após as eleições'. O texto cita três diplomatas estrangeiros de alto escalão. Esses diplomatas disseram que os aliados provavelmente defenderão rapidamente a integridade da votação, independentemente de quem vencer. Apesar disso, há temor de confrontar os EUA. Há cerca de um mês, o governo dos EUA rejeitou as alegações do Brasil de que estaria tentando interferir, mesmo tendo tentado enviar uma delegação americana neste verão para investigar a integridade eleitoral brasileira. 'Autoridades brasileiras afirmaram que a ajuda americana poderia vir na forma de mais medidas para prejudicar a imagem de Lula. Trump usou sanções e ameaças de tarifas no ano passado, numa tentativa de salvar Jair Bolsonaro, pai de Flávio Bolsonaro, que tentou se manter no poder após alegar falsamente que a última eleição foi fraudada. A tentativa fracassou e ele foi condenado a 27 anos de prisão'. 'Muitos também se preocupam com campanhas online vindas do exterior que podem estar ajudando Bolsonaro', segue o texto. A reportagem cita uma onda de publicações impulsionadas em redes sociais compartilhadas por contas da direita dos EUA, trazendo mercado de previsões e apostas, como Polymarket, que Flávio Bolsonaro teria mais chances de vencer, o que divergiria nas pesquisas que não mostram favoritos. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) são candidatos à Presidência da República Brenno Carvalho / Agência O Globo e Marina Uezima/Brazil Photo Press/Agencia O Globo A inteligência brasileira teria passado a tornar prioridade máxima o combate à manipulação internacional pelas redes sociais. Além disso, com receio da repercussão e pressão de Trump, o texto diz, as 'autoridades iniciaram uma grande campanha, com direito a mascote, com o objetivo de fortalecer a confiança entre eleitores, diplomatas e observadores internacionais'. O texto lembra que uma vitória de Bolsonaro reforçaria a tentativa de influência e controle de Trump sobre a América Latina com os aliados da direita. 'De acordo com nossa nova estratégia de segurança nacional, o domínio americano no Hemisfério Ocidental nunca mais será questionado', afirmou o Departamento de Estado em um vídeo recente. O NYT conversou com o ministro do STF, Gilmar Mendes, na qual afirmou haver maneiras 'para nos defeder'. 'Com todo o respeito, os Estados Unidos não têm lições a nos ensinar quando se trata de sistemas eleitorais'. O New York Times comenta que caso Flávio perca 'há indícios de que o candidato poderá lançar acusações semelhantes de fraude eleitoral', como Trump já fez. E a expectativa é que o presidente americano apoie a iniciativa.
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MP apreende helicóptero de R$ 10 milhões e armas em operação contra pirâmide financeira em SP
O Ministério Público apreendeu nesta terça-feira (29) um helicóptero de modelo Robinson R66, estimado em R$ 10 milhões. Além da aeronave, foram aprendidos ouro, seis armas de fogo, munições e uma prensa. Os agentes das polícias Civil e Militar seguem com a operação para cumprir nove mandados de busca e apreensão contra membros de uma organização investigada por lavagem de dinheiro e golpes de pirâmide financeira. Armas apreendidas pelo Ministério Público durante operação em São Paulo Divulgação Os itens apreendidos nesta etapa da operação Sanakay, se juntam aos valores e patrimônios já atingidos por decisões anteriores. Por exemplo, os R$ 162 milhões sequestrados em 14 de agosto, após determinação da Justiça de São Paulo. Voltando em abril deste ano, a Justiça também determinou, a pedido do Ministério Público de São Paulo, medidas contra 137 pessoas físicas e 32 pessoas jurídicas investigadas. Na ocasião, foram alcançados 52 imóveis, veículos, saldos em contas bancárias e aplicações financeiras. Inicialmente o Ministério Público estimou o desvio para cerca R$ 700 milhões, mas atualizou o valor para R$ 500 milhões.
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Quase dois meses após queda de helicóptero na Vista Chinesa, rotas de aeronaves serão suspensas a partir de novembro
O Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica vai suspender, a partir de novembro, duas rotas de helicópteros usadas por empresas de voos panorâmicos no Rio. A decisão ocorre quase dois meses após o acidente que matou três turistas colombianas e o piloto na Vista Chinesa, na Zona Norte da capital. As rotas canceladas passam pelo Alto da Boa Vista e pelas proximidades do Cristo Redentor, na Floresta da Tijuca, e abrangem a região onde ocorreu o acidente no dia 8 de agosto. Por outro lado, uma outra rota, que passa pela orla da Zona Sul, será ampliada, fazendo com que os helicópteros voem mais distante do continente. Para o especialista em segurança de voo Marcus Reis, a mudança é positiva neste primeiro momento, mas outras ações ainda precisam ser adotadas. Entre elas, a melhoria na comunicação entre os helicópteros e as torres de controle do espaço aéreo. "É uma medida de segurança. Eu acho que nesse primeiro momento, até se chegar a uma melhor rearrumação do espaço aéreo no Rio de Janeiro, eu acho prudente. E aí precisa dar um jeito de controlar uma frequência específica de rádio para operação de helicóptero ou instalação de controles de tráfego remoto. Se você combinar isso com uma fiscalização bem dura da ANAC com relação aos operadores de Helicóptero, principalmente pessoal de turismo, eu acho que mitiga bastante a possibilidade de algum outro acidente." Uma audiência de conciliação foi marcada após o acidente na Vista Chinesa e realizada na quinta-feira passada. No encontro, o procurador da República Sergio Suiama criticou a atuação da Agência Nacional de Aviação Civil. Ele cobrou uma atuação mais rigorosa da Anac tanto na fiscalização quanto na regulação das empresas que fazem os voos de turismo. "A ANAC me pareceu naquele momento que ela estava mais preocupada em distribuir licenças de voos para ter 15, 20, 30, 40 empresas fazendo do que propriamente analisar as condições dessas operações. Então eu acho que é muito importante que a ANAC assuma a sua responsabilidade. Como o senhor falou, são 2 responsabilidades, uma é a fiscalização e a outra é a regulação." Procurada pela reportagem, a ANAC não se manifestou sobre as críticas. A Agência realizou recentemente uma força-tarefa de fiscalização que resultou na suspensão de quatro empresas de voos panorâmicos. Além disso, treze helicópteros foram impedido de operar. * Sob supervisão de Ricardo Porto
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