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Everton Tiburtino

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Sim, eu vim de lá.

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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 08/10/2024
The Last Year of Darkness (2023) é uma carta de amor ao clube Funky Town, em Chengdu, e às subculturas que floresceram ali. Ben Mullinkosson capta o espírito rebelde de uma geração que resiste às mudanças urbanas e ao desaparecimento de seu refúgio criativo, com uma estética pulsante e nostálgica.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 08/10/2024
O Poço 2 (2024), de Galder Gaztelu-Urrutia, expande o conceito do original, mas perde o impacto inicial. Embora explore novas camadas de desigualdade e moralidade, falta a surpresa que tornou o primeiro filme tão perturbador. Visualmente violento, porém com uma narrativa menos afiada e previsível.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 06/10/2024
Deadpool e Wolverine (2024), de Shawn Levy, traz um encontro épico entre dois dos personagens mais queridos da Marvel. O humor ácido de Deadpool contrasta bem com a brutalidade de Wolverine. Levy equilibra ação e comédia, criando uma aventura dinâmica que mantém a diversão do início ao fim. Curti!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 06/10/2024
Tuesday (2023), de Daina Oniunas-Pusić, é uma comédia sombria que mistura surrealismo com uma sensibilidade excêntrica. Com atuações honestas, o filme da A24 explora temas de finitude e aceitação através de uma narrativa bizarra, mas que ganha profundidade ao ressignificar os processos do luto.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 05/10/2024
Motel Destino (2024), de Karim Aïnouz, explora o desejo e a hipocrisia em um espaço limitado e íntimo. Com uma fotografia que ressalta o isolamento e uma narrativa que exala sexo, a obra reflete a busca por conexão em meio à solidão, destacando a força das emoções reprimidas num ambiente tóxico.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 05/10/2024
Prenda a Respiração (2024), Karrie Crouse, oferece um suspense atmosférico que mistura sobrevivência e mistério. O longa prende o espectador com sua tensão crescente e visual imersivo, mas o roteiro previsível e os diálogos mal escritos enfraquecem o impacto final. Nem Sarah Paulson se salva.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 04/10/2024
Born for You (2023), de Fabio Mollo, é um drama sensível que acompanha duas almas solitárias cujos destinos se cruzam inesperadamente. Com uma direção delicada, o longa italiano explora o poder dos laços humanos e a busca por conexão, com atuações genuínas que elevam a narrativa emocionante.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 03/10/2024
Strange Darling (2023), de JT Mollner, é um thriller razoável, filmado em 35mm, que segue uma mulher fugindo de um perseguidor. A narrativa não linear e a atuação de Willa Fitzgerald são destaques, mas a trama é fraca, resultando em uma experiência que, embora estilosa, se revela superficial.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 02/10/2024
A Metade de Nós (2024), de Flavio Botelho, mergulha nas complexidades do luto e da reconciliação, com uma narrativa sensível e atuações marcantes. No entanto, o roteiro apático e alguns diálogos pouco inspirados podem diluir o impacto emocional que a trama tenta construir.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 30/09/2024
O Grito (2024), de Rodrigo Giannetto, é um retrato brutal e necessário do sistema carcerário brasileiro. O documentário revela as condições degradantes enfrentadas pelos presos, expondo o ciclo de violência e abandono. Impactante, a obra provoca uma reflexão urgente sobre justiça e direitos humanos.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 30/09/2024
Divertida Mente 2, de Kelsey Mann, traz uma nova jornada emocional para Riley. Com uma animação vibrante e um enredo que explora os desafios da adolescência, o filme mantém o humor e a profundidade do original. As novas emoções são cativantes, enriquecendo a narrativa. Uma sequência encantadora!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 29/09/2024
Wolfs (2024) aposta na química entre Brad Pitt e George Clooney como “limpadores de cenas de crimes” rivais, mas o roteiro previsível não permite que a trama vá além do esperado. Apesar disso, o humor e a direção firme de Jon Watts garantem uma experiência divertida, mesmo sem grandes surpresas.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 29/09/2024
A Vítima Invisível: O Caso de Elisa Samudio (2024), de Juliana Antunes, é devastador. Com uma abordagem sensível e que respeita o ponto de vista da vítima, o documentário foca em entrevistas e relatos inéditos. Uma obra difícil, mas necessária para entender os contornos desse caso tão sombrio.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 29/09/2024
É Assim Que Acaba (2024), dirigido por Justin Baldoni, adapta o romance de Colleen Hoover com sensibilidade, mas sem grande profundidade. As atuações são competentes, mas a narrativa, focada no trauma e no romance, às vezes se perde em clichês. O filme toca, mas falta intensidade dramática.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 28/09/2024
Apartamento 7A (2024), de Natalie Erika James, constrói uma tensão constante num mistério psicológico intrigante. Embora bem dirigido e com atmosfera envolvente, o filme peca em reviravoltas previsíveis e personagens subdesenvolvidos, deixando uma sensação de potencial não totalmente explorado.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 27/09/2024
Robot Dreams (2023), de Pablo Berger, é uma animação encantadora e narrativamente minimalista que toca o coração com sua exploração da solidão, dor, saudade e separação. Sem nenhum diálogo, o filme espanhol consegue transmitir sinceridade com lampejos lúdicos de uma relação que diz muito com pouco.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 27/09/2024
Sid e Nancy (1986), de Alex Cox, é um retrato visceral do caos autodestrutivo de Sid Vicious e Nancy Spungen. O filme captura a decadência punk com atuações intensas, especialmente de Gary Oldman. No entanto, a narrativa se perde no excesso de miséria, carecendo de maior profundidade emocional.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 26/09/2024
Funeral Kings (2012), dos irmãos Kevin e Matthew McManus, é uma comédia dramática cativante sobre a adolescência. Com um humor irreverente e personagens bem construídos, o filme retrata com honestidade os dilemas juvenis, embora tropece em alguns clichês do gênero. No geral, cumpre o prometido.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 25/09/2024
Housekeeping for Beginners (2023), de Goran Stolevski, retrata com sensibilidade as complexas dinâmicas de uma família não convencional. O filme macedônio aborda identidade, pertencimento e maternidade, com uma narrativa envolvente sobre Dita, uma mulher que nunca sonhou em ser mãe. Muito bom!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 24/09/2024
Nunca Nada Aconteceu (2022), de Gonçalo Galvão Teles, é um drama sutil que explora segredos familiares e o impacto do passado no presente. Com boas atuações e uma atmosfera densa, o filme português equilibra tensão emocional e silêncio, mas o ritmo lento se arrasta mais do que deveria. Fraco.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 22/09/2024
Levante (2023), de Lillah Halla, é um drama ferrenho que escancara o preconceito e o escrutínio social diante de um caso de aborto. A obra brinca com a metáfora das abelhas para falar de sororidade e resiliência, culminando com uma ode à liberdade. Uma reflexão genuína sobre o nosso país e época.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 22/09/2024
As Três Filhas (2023), de Azazel Jacobs, é uma obra sensível e envolvente, destacando-se pela profundidade emocional e pela química genuína entre as protagonistas. A direção cuidadosa revela camadas complexas das relações familiares, e o roteiro equilibra drama e ternura com uma delicadeza notável.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 22/09/2024
Mother, Couch (2023), de Niclas Larsson, mistura drama familiar e surrealismo com toques de comédia sombria. A trama, centrada em uma mãe que se recusa a sair de um sofá, explora temas de abandono e frustração. Apesar de algumas escolhas narrativas desconexas, o filme oferece uma experiência bacana.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 21/09/2024
Blink Twice (2024) marca a estreia ousada de Zoë Kravitz como diretora, trazendo um suspense psicológico intrigante. A história de um grupo isolado em uma ilha tecnológica com acontecimentos estranhos cria tensão constante. O elenco diversificado é sólido e há momentos de tirar o fôlego. Curti!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 20/09/2024
Cuckoo (2024), de Tilman Singer, falha ao tentar misturar horror surreal e mistério, resultando em uma narrativa confusa e arrastada. Embora a atmosfera seja tensa, o enredo se perde em abstrações que alienam o espectador, deixando mais frustração do que medo ou surpresa. Potencial desperdiçado.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 18/09/2024
Little Thirteen (2012), de Christian Klandt, é uma visão sombria da juventude contemporânea, explorando o vazio emocional e a sexualidade precoce. Embora impactante em sua abordagem crua, o filme alemão falha em aprofundar seus personagens, limitando-se a uma narrativa superficial e deprimente.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 17/09/2024
Mutt (2023), de Vuk Lungulov-Klotz, tenta extrair o máximo de naturalidade ao focar na difícil transição de um jovem transexual. O drama de amadurecimento imprime mensagens valiosas sobre identidade e apoio em meio a tantas mudanças. A atuação sensível de Lio Mehiel impressiona.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 17/09/2024
Here (2023), de Bas Devos, é uma obra contemplativa que explora a conexão humana e o tempo. Com uma narrativa minimalista, o filme belga evoca um sentimento de tranquilidade ao narrar as andanças de um homem que cozinha uma sopa caseira e a oferece a cada amigo que encontra pela jornada. Poético!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 17/09/2024
O Bluesky agora tem mais de 10 milhões de usuários, e eu tinha #7.302.521!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 15/09/2024
Beetlejuice (1988), de Tim Burton, é uma comédia sombria e imaginativa que mistura humor macabro com uma estética gótica vibrante. O desempenho caótico de Michael Keaton como o bio-exorcista é icônico, e o filme equilibra bem seu tom irreverente com uma narrativa criativa e visual único de Burton.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 15/09/2024
O Corvo (2024), de Rupert Sanders, é uma releitura estilizada do clássico de 1994, mas carece da profundidade emocional do original. Esteticamente atraente, com boas cenas de ação e violência gráfica, o filme se perde na narrativa e falha em capturar a essência sombria e melancólica da obra. Fraco!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 14/09/2024
Dìdi (2024) é um coming-of-age encantador que combina humor e drama, destacando o talento de Sean Wang em sua estreia como diretor. Com atuações cativantes de Izaac Wang e Joan Chen, o longa explora dinâmicas familiares com leveza, equilibrando momentos tocantes e cômicos. Um dos melhores do ano.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 14/09/2024
Contos Imorais (1974), de Walerian Borowczyk, é uma provocação visual e narrativa sobre sexualidade, poder e moralidade. Com uma estética ousada e selvagem, o filme desafia convenções, mas também soa excessivamente estilizado e controverso ao explorar tabus com uma frieza quase clínica. É curioso.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 14/09/2024
The Funeral (2023), de Orcun Behram, é um terror zumbi que mistura tensão e originalidade. A trama, centrada em uma cerimônia fúnebre transformada em pesadelo, oferece uma abordagem inovadora, mas a execução se arrasta em certos momentos. O uso de elementos culturais turcos enriquece a experiência.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 14/09/2024
O taiwanês The Sadness, de Rob Jabbaz, abraça o gore num terror de zumbis que faria George A. Romero sentir orgulho. O filme se desenha através da insanidade humana, que só precisa de um gatilho para despertar o pior monstro que habita em cada pessoa. É clichê, é exagerado? É. Mas diverte bastante.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 13/09/2024
Delicatessen (1991), de Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet, mistura humor negro e surrealismo em um mundo pós-apocalíptico. Com estética única e personagens excêntricos, o filme explora a escassez de recursos e o canibalismo com originalidade, criando uma experiência bizarra e visualmente fascinante.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 11/09/2024
My First Film (2024) é um experimento ao vivo de Zia Anger onde a cineasta narra, em tempo real, o fracasso de seu primeiro longa. Usando interações diretas e um estilo pessoal, ela explora vulnerabilidade, expectativas e o processo criativo, transformando a falha em arte compartilhada. Bem legal!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 11/09/2024
Sebastian (2024), de Mikko Makela, é uma tocante narrativa queer sobre identidade e o preço da busca pela fama. Com uma abordagem intimista, o drama segue os dilemas de um jovem escritor pelo mundo da prostituição, sem clichês e exageros. A sensibilidade visual e o enfoque realista são os destaques.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 10/09/2024
Joe the King (1999), de Frank Whaley, é um drama intenso sobre um garoto lutando contra uma vida familiar disfuncional. Com atuações sinceras, especialmente de Noah Fleiss, o filme explora temas de abuso e esperança de maneira comovente e realista, proporcionando uma experiência emocional profunda.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 09/09/2024
O Fantástico Mundo de Blaze (2022) é um drama visualmente extasiante que mistura fantasia e realismo para retratar o trauma de uma garota. A direção de Del Kathryn Barton destaca-se pela estética surrealista, mas a incursão simbólica se torna exagerada em alguns momentos. Ainda assim, vale a pena.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 08/09/2024
Fritz the Cat (1972), de Ralph Bakshi, é uma sátira feroz da contracultura americana dos anos 60. Usando animação adulta, o filme explora temas como sexo, religião, política e racismo com humor ácido e provocativo. Embora inovador para a época, o desenho “incomoda” pela crueza e falta de sutileza.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 08/09/2024
The Vourdalak (2023), de Adrien Beau, é um terror gótico e atmosférico, adaptado do conto de Aleksei Tolstoy. Com visual sombrio e poético, o filme francês constrói tensão em cenários decadentes, atuações carregadas de mistério e silêncios prolongados. Um conto perturbador que merece ser apreciado.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 07/09/2024
Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade, é um poderoso retrato da Inconfidência Mineira, explorando a luta pela liberdade no Brasil colonial. Com estética teatral e diálogos poéticos, o filme mistura história e ficção, destacando a complexidade dos ideais revolucionários. Muito bom!
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 07/09/2024
Garden State (2004) é uma comédia dramática dirigida por Zach Braff, que explora a busca por significado em meio à apatia. Natalie Portman brilha como a excêntrica Sam, trazendo leveza à trama. Embora envolvente, o filme pode parecer pretensioso em suas reflexões sobre a vida e a alienação.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 06/09/2024
A Noite (1961), de Michelangelo Antonioni, é uma obra-prima do cinema existencialista. Com uma estética minimalista e sóbria, Antonioni utiliza cenários urbanos desolados e longos silêncios para criar uma atmosfera de angústia e solidão, capturando de forma magistral o desencanto da modernidade.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 05/09/2024
Netflix voltando com Stranger Things em 2046:
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 05/09/2024
Leme do Destino (2023), de Júlio Bressane, é uma audaciosa exploração do existencialismo e do surrealismo. Com sua narrativa fragmentada, o filme desafia o espectador a refletir sobre a vida e a morte. É um trabalho provocativo e visualmente cativante, mas que soa pedante em alguns momentos.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 05/09/2024
O Sequestro do Papa (2023), de Marco Bellocchio, aborda com sensibilidade o caso de Edgardo Mortara, sequestrado pelo Estado Pontifício, em 1858. Com atuações fortes e uma recriação de época impecável, o filme italiano equilibra tensão política e drama humano mantendo a atenção do começo ao fim.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 04/09/2024
Touch (2024), de Baltasar Kormákur, é um drama terno que contempla as conexões humanas em um mundo moderno. Com uma narrativa sensível e performances sutis, o filme islandês destaca a fragilidade das relações. Embora o ritmo seja lento, a obra é uma profunda reflexão sobre a importância do toque.
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Everton Tiburtino @tomtiburtino.bsky.social · 03/09/2024
Preciso confessar que não estou sentindo falta do X (Twitter). Curiosamente, quando abro o Bluesky, tenho a sensação de que vou me deparar com as mesmas conversas e assuntos da finada rede social.
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