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Instituto Todos Pela Saúde

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O Instituto Todos pela Saúde (ITpS) é uma organização sem fins lucrativos criada para ajudar o Brasil a se preparar para enfrentar futuras pandemias. www.itps.org.br

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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 08/10/2026
O CALOR DEVE APERTAR MAIS EM 2026. 🌡️ Uma análise do Cemaden aponta esse cenário ao considerar a ocorrência de um El Niño intenso e o aumento da frequência das ondas de calor observado no Brasil nas últimas décadas. Mas o que o histórico nos mostra? (1/3)
Card com fundo azul claro. No canto superior esquerdo, o logo do Instituto Todos pela Saúde. Uma barra estilo campo de busca, com ícones de lupa e microfone, contém o texto "O DADO DO MÊS". À direita, ilustração de um sol laranja com raios. Ao centro, o número "6" em vermelho, de grande tamanho, seguido do texto "ondas de calor:" em azul sobre fundo branco e, abaixo, "é a estimativa para o Brasil até dezembro" (com "estimativa" em negrito e "dezembro" sublinhado em vermelho). No canto inferior esquerdo, ilustração de um termômetro vermelho com a parte superior quebrada, representando calor extremo. Um quadro com borda azul informa: "A previsão é do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, que analisou o histórico de 47 anos de registros de temperaturas." Na lateral esquerda, na vertical, está escrito "SETEMBRO | 2026" ao lado de uma linha pontilhada. Uma etiqueta vermelha no canto inferior direito diz, em itálico, "SAIBA MAIS NA LEGENDA!".
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 07/10/2026
CIENTISTAS PEDEM QUE OMS DECLARE CRISE CLIMÁTICA EMERGÊNCIA DE SAÚDE Em carta publicada na The Lancet, quatro pesquisadores defendem que a crise climática seja declarada uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), mecanismo do Regulamento Sanitário Internacional. (1/3)
Card com fundo azul. No canto superior esquerdo, o logo do Instituto Todos pela Saúde em branco. Um ícone circular branco com o desenho de uma carta/documento e uma pena de escrever, ambos em vermelho. À direita, uma foto com a legenda "Enchentes no Nepal | Reprodução/Instagram", mostrando árvores verdes em primeiro plano com um rio turvo e alagado ao fundo. Título em branco "Cientistas fazem carta aberta para classificar" seguido de "mudanças climáticas" em destaque branco sobre fundo vermelho, e a continuação "como Emergência em Saúde Pública de Interesse Internacional" (com "Emergência em Saúde Pública" sublinhado em vermelho). Texto complementar à direita: "O pedido, publicado na revista científica The Lancet, vem após semanas de eventos extremos no mundo." Na parte inferior, uma etiqueta vermelha com o texto em itálico "SAIBA MAIS NA LEGENDA!".
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 06/10/2026
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O HIV EM FIJI? A pequena nação do Pacífico Sul declarou emergência nacional em setembro, diante de um dos crescimentos mais rápidos de novas infecções por HIV no mundo. Em 2025, foram 2.016 novos diagnósticos – cerca de 16 vezes o registrado em 2019. (1/3)
Capa do carrossel com fundo vermelho/coral. Logo do Instituto Todos pela Saúde em branco no canto superior esquerdo. Ilustração de um mapa estilizado do arquipélago de Fiji em branco, com um marcador de localização azul. Título em branco "O que está acontecendo em" seguido da palavra "FIJI" em destaque branco sobre fundo azul, com um ponto de interrogação ao lado e um ícone de alerta amarelo (triângulo com exclamação). Abaixo, um texto em fundo branco: "O arquipélago do Pacífico Sul declarou emergência nacional após um aumento expressivo no número de diagnósticos de HIV. Saiba mais!"Fundo cinza claro. Um quadro vermelho com o texto: "Nos últimos anos, Fiji passou a enfrentar uma das epidemias de HIV com maior crescimento do mundo." Uma grade de ícones de pessoas em azul claro, com um destacado em azul escuro. Texto explica que, no país, que tem menos de 1 milhão de habitantes, estima-se que "1 em cada 60" adultos de 15 a 49 anos viva com HIV. Abaixo, dividido em duas colunas: à esquerda, com ilustração de uma mulher gestante, o texto informa que entre mulheres atendidas em serviços de pré-natal a prevalência é ainda maior, "1 em cada 50"; à direita, o número "2.016 novos diagnósticos" foram registrados em 2025 — 16 vezes maior do que em 2019, quando a série recente atingiu seu menor patamar, com 120 registros. Fontes: Ministério da Saúde e Serviços Médicos de Fiji; Unaids.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 05/10/2026
EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA GANHAM DESTAQUE NA AGENDA DAS AMÉRICAS O 63º Conselho Diretor da Opas aprovou uma nova estratégia para fortalecer a preparação, prevenção e resposta a emergências. Entre 2021 e 2024, quase 30% dos desastres do mundo ocorreram na região. (1/3)
Fotografia de um plenário visto de cima, mostrando uma sala de conferência semicircular com delegados sentados em mesas curvas, laptops e tablets abertos. Ao fundo, uma mesa diretora elevada com vários representantes sentados e um orador em um púlpito, com bandeiras de diversos países atrás. Dois telões no alto exibem a transmissão da sessão, identificada com a sigla "CD 63". No canto direito da foto, verticalmente, o crédito "Foto: divulgação Opas". Sobreposto à parte inferior da imagem, com uma barra azul à esquerda, o título em branco "Países das Américas aprovam novas estratégias para enfrentar ameaças à saúde" (com "enfrentar ameaças à saúde" sublinhado em vermelho). Texto explicativo abaixo: "Decisões tomadas na reunião regional da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) incluem medidas para reforçar a preparação para emergências e o controle da dengue e de outras arboviroses" (com o trecho final sublinhado em azul). Na parte inferior, uma faixa azul com o logo do Instituto Todos pela Saúde em branco no canto direito.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 01/10/2026
PRÊMIO RADAR SAÚDE 🏆 O ITpS anunciou as vencedoras da 1ª edição do prêmio, realizado como parte do 1º Treinamento em Vigilância e Saúde Pública para Jornalistas. Ao todo, 16 reportagens produzidas pelos participantes foram inscritas.
Capa do carrossel com fundo cinza claro. No canto superior esquerdo, o selo "PRÊMIO radar saúde" em azul e vermelho. No canto superior direito, o logo do Instituto Todos pela Saúde. Título em azul e vermelho: "Quando o jornalismo entende de saúde, a informação chega mais longe..." (com "jornalismo" e "saúde" em destaque vermelho, e a última frase em branco sobre fundo azul). Um ícone circular vermelho com um troféu ao lado de um quadro com borda vermelha: "Reportagens do Nexo, Portal Drauzio Varella e Agência Brasil foram reconhecidas no Prêmio Radar Saúde, iniciativa do 1º Treinamento em Vigilância e Saúde Pública para Jornalistas promovido pelo ITpS." Uma etiqueta vermelha no canto inferior diz "SAIBA MAIS!".
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 30/09/2026
O QUE UMA CURVA EPIDÊMICA PODE CONTAR SOBRE UM SURTO? Uma sequência de barras mostra muito mais do que uma tendência de alta ou queda. Quando representa novos casos ao longo do tempo, a curva epidêmica ajuda a acompanhar a evolução de um surto e identificar padrões de transmissão. (1/3)
Card com fundo azul. No canto superior esquerdo, um selo "SAÚDE sem jargão" com um check vermelho. No canto superior direito, o logo do Instituto Todos pela Saúde em branco. Ilustração de um vírus cinza estilizado ao lado de um gráfico de barras vermelhas crescentes, com uma seta ascendente, dentro de um quadro branco arredondado. Título em branco "Curva epidêmica:", com "epidêmica" em destaque sobre fundo vermelho. Abaixo, dentro de um balão azul escuro com borda pontilhada, o texto: "um gráfico simples pode ser uma ferramenta importante para acompanhar e investigar surtos" (com "acompanhar e investigar surtos" sublinhado em vermelho). Na parte inferior, uma etiqueta cinza com o texto em itálico "SAIBA MAIS NA LEGENDA!".
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 28/09/2026
O MEU SUS DIGITAL É PARTE DO FUTURO DO SUS A integração de dados pode tornar o SUS mais eficiente e ampliar sua capacidade de análise. Exames, vacinas e histórico de atendimentos, por exemplo, podem “conversar” entre si. (1/3)
Capa do carrossel com fundo azul claro. Logo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior esquerdo e selo "#SUS 36 anos" no canto superior direito. Um ícone azul circular com um relógio e uma seta indicando avanço no tempo. Título "O SUS já tem um futuro possível" (com "futuro" em vermelho e "possível" em azul), seguido de um quadro vermelho tracejado: "...e parte dele está na tela do seu celular!" Texto complementar: "Entenda o papel do aplicativo Meu SUS Digital nos próximos passos do sistema público de saúde." À direita, uma mão segurando um celular mostrando a tela do aplicativo Meu SUS Digital, com seções "Minha saúde" (ícones de Médicos Especialistas, Vacinas, Exames, Medicamentos) e "Mini apps" (Acolhe Mais, Não Aposte Sua Saúde, Modera Brasil).Fundo azul claro. Uma foto de um braço e mão estendidos à esquerda. Título em azul "Diferentes informações são produzidas o tempo todo na saúde pública" (com "produzidas o tempo todo" sublinhado em vermelho). Lista com ícones de check vermelho: "Exames laboratoriais", "Procedimentos médicos", "Vacinação", "Dados demográficos" e "Histórico de atendimentos". Um quadro vermelho na parte inferior explica que, quando esses dados estão integrados, fica mais fácil transformá-los em informação para orientar decisões de quem formula políticas públicas, profissionais de saúde e cidadãos, concluindo: "E esse futuro já começou."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 25/09/2026
ONDA DE CALOR TAMBÉM É ASSUNTO DE SAÚDE PÚBLICA Entre 26 e 30 de setembro, áreas do Centro-Sul devem registrar temperaturas 5 °C acima da média. Além do desconforto, episódios assim podem agravar doenças e aumentar a pressão sobre os serviços de saúde. (1/3)
Capa do carrossel com fundo rosa claro. Logo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior esquerdo. Ilustração de um sol amarelo estilizado com raios no canto superior direito. Título "Onda de calor também é assunto de", com "saúde pública" em destaque branco sobre fundo vermelho com borda tracejada. Ilustração de um termômetro grande com a coluna de mercúrio vermelha, ao lado de linhas onduladas representando calor. Um quadro branco traz o texto: "Segundo o Inmet, áreas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná devem registrar, entre 26 e 30 de setembro, temperaturas 5°C acima da média." Abaixo, em vermelho e itálico: "ENTENDA POR QUE ISSO PRECISA DA SUA ATENÇÃO!"Fundo rosa claro. Título em azul "O calor extremo pode ter impacto direto na mortalidade" (com "mortalidade" sublinhado em vermelho). Texto explica que um estudo do Climate Impact Lab, da Universidade de Chicago, projeta mais de "451 mil" mortes no mundo (número em destaque branco sobre fundo azul) associadas a ondas de calor extremo durante os primeiros nove meses do atual El Niño. À direita, um ícone circular vermelho com o mapa do Brasil e o número "13,3 mil" indicando quantas dessas mortes aconteceriam no Brasil. Um quadro branco na parte inferior informa que o fenômeno deve persistir pelo menos até fevereiro de 2027, segundo a Organização Meteorológica Mundial.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 24/09/2026
A DESINFORMAÇÃO TAMBÉM É UM DESAFIO PARA A PREPARAÇÃO DE EMERGÊNCIAS Guerras, desigualdades e enfraquecimento da cooperação internacional afetam a resposta a epidemias, mas há um ponto central: a desinformação, que pode comprometer medidas coletivas como vacinação e isolamento. (1/3)
Capa do carrossel com fundo azul. Logo do Instituto Todos pela Saúde em branco no canto superior esquerdo. Ilustração de uma sirene de alerta vermelha no canto superior direito. Título "A desinformação é uma das principais ameaças à saúde pública", com "desinformação" e "saúde pública" em destaque maior e sublinhado em vermelho na segunda expressão. Ícones ilustrativos abaixo: uma imagem genérica (placeholder), um botão de play e uma página de notícia estilizada. Um quadro vermelho tracejado à direita diz: "É por isso que, na preparação contra emergências, a comunicação também faz parte da resposta. Entenda por quê!"Fundo azul. No canto superior direito, um gráfico de linha estilizado dentro de um quadro com borda vermelha, mostrando pontos de dados subindo e descendo. Texto em branco: "Foi a partir de ondas intensas de notícias falsas que a comunicação em saúde ganhou mais relevância" (com "comunicação em saúde" sublinhado em vermelho). Abaixo, um quadro com borda vermelha explica que os cientistas entenderam a importância de "traduzir" seus processos e feitos, tornando-os mais claros e acessíveis ao público, que passou a valorizar diferenciar fato de fake, ilustrado com um ícone de lupa. Ao final, em itálico: "MAS O DESAFIO VAI MUITO ALÉM..."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 23/09/2026
FORMAÇÃO E TROCA ACADÊMICA INTERNACIONAL PARA QUEM PESQUISA TEMAS LIGADOS À SAÚDE PÚBLICA Harvard T.H. Chan School of Public Health e Universidade Federal do Ceará (UFC) abrem seleção para o HSPH Collaborative Field Course in Brazil, curso de saúde pública que será ministrado em Fortaleza (CE).
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 22/09/2026
O SARAMPO PODE “APAGAR” PARTE DA MEMÓRIA IMUNOLÓGICA Parece estranho, mas uma infecção pode fazer o sistema imunológico perder parte das informações que guardava sobre outras doenças. Há estudos que mostram o tamanho desse efeito. (1/3)
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 18/09/2026
53 ANOS DE PNI: COMO O BRASIL CHEGOU ATÉ AQUI? Desde o século 19, vacinas já eram usadas para conter doenças infecciosas. Mas transformar campanhas pontuais em uma estratégia nacional, contínua e coordenada era outro desafio. (1/3)
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 15/09/2026
O SUS É MAIS DO QUE O ATENDIMENTO NA UBS. Como direito social, o SUS parte da ideia de que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Universalidade, equidade e integralidade orientam a garantia desse direito e reconhecem que diferentes grupos têm diferentes necessidades. (1/3)
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 14/09/2026
MAIS DE 40 MIL VÍRUS DE RNA DESCONHECIDOS FORAM ENCONTRADOS EM AMBIENTES URBANOS Estudo publicado na Nature Communications analisou 2.922 amostras de 102 cidades em 31 países, incluindo São Paulo. Foram identificados 54.945 grupos de vírus de RNA; cerca de 77% não haviam sido observados antes. (1/3)
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 08/09/2026
A VIGILÂNCIA TAMBÉM PODE COMEÇAR NA COMUNIDADE… Moradores e lideranças locais podem ajudar a identificar sinais de surtos antes mesmo que existam dados formalmente validados. É a chamada Vigilância de Base Comunitária, uma das estratégias da Vigilância Baseada em Eventos. (1/3)
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 03/09/2026
DIA DO BIÓLOGO 🧬 Se queremos entender a saúde humana, precisamos olhar também para os animais, o ambiente e os microrganismos que circulam entre eles. E quem está na linha de frente dessa investigação? Os biólogos. (1/3)
Card com fundo vermelho/coral. No canto superior esquerdo, o logo do Instituto Todos pela Saúde em versão branca. No canto superior direito, o texto em itálico "3 de setembro". Ilustração de uma dupla hélice de DNA estilizada em azul claro à esquerda. À direita, ilustração de uma bióloga de cabelo castanho ondulado, vestindo jaleco branco e luvas azuis, segurando uma prancheta e apontando para cima com o dedo. Título em branco "Da investigação ao alerta, a" seguido da palavra "BIOLOGIA" em destaque branco sobre um retângulo azul, e a frase "também protege a SAÚDE!" em branco, com "SAÚDE!" em fonte grande e itálica. Na parte inferior, um quadro com borda tracejada branca contém o texto: "No Dia do Biólogo, celebramos os profissionais que ajudam a entender os microrganismos, os animais, os ambientes e suas relações com a saúde humana."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 02/09/2026
EL NIÑO PODE MUDAR O CENÁRIO DA DENGUE EM 2027… A NOAA aponta 95% de chance de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O evento também tem 69% de chance de estar entre os mais intensos registrados desde 1950. (1/3)
Card único com fundo azul claro. No canto superior esquerdo, o logo do Instituto Todos pela Saúde. Uma barra estilo campo de busca com os ícones de lupa e microfone contém o texto "O DADO DO MÊS". À direita, ilustração de um sol amarelo estilizado com raios. Abaixo, um grande retângulo vermelho com o número "95%:" em branco, seguido do texto em azul sobre fundo branco "é a chance de o El Niño atingir intensidade muito forte nos próximos meses." Na lateral esquerda, na vertical, está escrito "AGOSTO | 2026" ao lado de uma linha pontilhada. Uma ilustração de nuvem azul com gotas de chuva aparece no canto inferior esquerdo. À direita, dentro de uma caixa com borda azul, o texto "O fenômeno pode trazer impactos para a saúde no Brasil." Abaixo, um botão azul com o texto em itálico "Saiba mais na legenda!".
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 28/08/2026
ALÉM DO ALERTA: SURTO DE EBOLA NA RDC Iniciado em maio, o surto já supera, nos três primeiros meses, os números registrados no mesmo período do maior surto de Ebola, na África Ocidental (2013–2016). Já há casos em seis províncias da RDC e também em Uganda. (1/3)
Capa do carrossel com fundo cinza claro. Logo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior direito. Duas fotos sobrepostas: à esquerda, um agente da Cruz Vermelha da RDC em traje de proteção completo (branco, óculos, luvas) durante o surto de 2019; à direita, uma imagem em preto e branco do vírus Ebola em microscopia eletrônica, mostrando sua estrutura filamentosa característica. Abaixo, uma etiqueta vermelha "ALÉM DO ALERTA" e o título "Ebola: A República Democrática do Congo enfrenta o maior surto da doença já registrado no país", seguido da pergunta "Por que o cenário traz tantos desafios para a vigilância e resposta?". Fonte: CDC África.Fundo cinza com dados estatísticos em destaque: "Mais de 5 mil casos" (número 5 em vermelho grande) e "2,3 mil mortes" (em azul, dentro de um quadro azul claro), com fonte indicada como Ministério da Saúde da RDC. Texto explicativo à direita informa que esses são os números mais recentes do surto atual e que o país já enfrentou 17 surtos da doença ao longo da história. Um quadro com borda vermelha e ícone de alerta destaca que o maior episódio já registrado ocorreu na África Ocidental entre 2013 e 2016, matando mais de 11 mil pessoas, principalmente na Libéria, Serra Leoa e Guiné.Título "Por que isso está acontecendo?" em azul. Texto explica que o surto atinge regiões do norte e leste do país, onde a presença do Estado é limitada, a infraestrutura de saúde é escassa e grupos armados atuam há décadas. Abaixo, um mapa da África com a República Democrática do Congo destacada em vermelho com um ícone de alerta (triângulo com exclamação). À direita, uma caixa azul explica que parte da população foge por estradas, rios e rotas de mineração, e que essa mobilidade populacional intensa provoca a disseminação do vírus.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 26/08/2026
FEBRE DO NILO OCIDENTAL: O QUE É PRECISO SABER? O vírus do Nilo Ocidental circula principalmente entre aves silvestres e mosquitos. Humanos e equinos são hospedeiros acidentais: em geral, não apresentam viremia suficiente para infectar novos mosquitos. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde sobre a Febre do Nilo Ocidental. Fundo azul com foto de um mosquito pousado sobre a pele humana, se alimentando. Ícone de alerta vermelho. Texto: "Febre do Nilo Ocidental: o nome pode soar como algo distante daqui, mas a doença – transmitida principalmente por pernilongos do gênero Culex – também ocorre no país, embora seja rara." Botão "Saiba mais!" no canto inferior direito.Fundo branco com número "4" em vermelho, destacando: "4 casos de febre do Nilo Ocidental foram confirmados no Brasil este ano. Um dos pacientes morreu." Quadro azul informando que os casos são de São Paulo e Santa Catarina, mas os locais das infecções ainda estão sob investigação. Ilustração de um pássaro e um mosquito com setas indicando o ciclo de transmissão entre eles. Texto explica que o vírus circula principalmente entre mosquitos e aves, e que a transmissão entre humanos é rara.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 21/08/2026
VIGILÂNCIA ALÉM DOS DADOS TRADICIONAIS A Vigilância Baseada em Eventos complementa os sistemas tradicionais ao acompanhar sinais que podem indicar riscos à saúde pública — antes mesmo de um surto aparecer nos gráficos de casos. (1/3)
Post com fundo azul-claro. Logotipos "ITpS no Medtrop" e do Instituto Todos pela Saúde. Gráfico de barras com balões de fala ao redor e ícone de "arrastar para o lado" no canto inferior direito. Texto: "Pesquisas no Google" / "Relatos em redes sociais" / "Anotações de profissionais de saúde" / "Localização do celular" / "Esses sinais podem ajudar a identificar mais cedo situações que indiquem um possível surto." / "É a lógica da Vigilância Baseada em Eventos." / "SAIBA MAIS!".Post com fundo azul-claro. Ícone de gráfico ascendente, foto de um homem e ícone de "arrastar para o lado" no canto inferior direito. Texto: "Detectar um possível surto não depende apenas de observar o número de casos subir." / "A vigilância epidemiológica acompanha dados como casos, notificações e resultados de exames." / "Mas outros sinais podem indicar que algo está acontecendo antes mesmo da consolidação desses dados e apoiar respostas mais oportunas." / "É com base nisso que trabalha a Vigilância Baseada em Eventos, tema de uma mesa do Medtrop 2026 com participação de Vanderson Sampaio, diretor de operações do ITpS."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 19/08/2026
COMO A VIGILÂNCIA GENÔMICA PODE IMPACTAR A TOMADA DE DECISÕES DE SAÚDE PÚBLICA EM ARBOVIROSES? Com a previsão de aumento de casos de dengue, saber quais sorotipos e linhagens estão circulando ajuda a identificar onde há mais pessoas suscetíveis e a orientar a resposta aos surtos. (1/3)
Post único do Instituto Todos pela Saúde com fundo rosa claro. Fotografia de um mosquito pousado sobre a pele humana, e fotografia de Anderson Brito no canto inferior esquerdo. Selo "ITpS no Medtrop" no canto superior esquerdo e logotipo do instituto no canto superior direito.

Texto: "Há previsões de aumento de casos de dengue nos próximos meses... ...e a vigilância genômica pode ser uma aliada para antecipar respostas e frear surtos. Anderson Brito, coordenador científico do ITpS, falou sobre o tema no Medtrop 2026. Saiba mais na legenda."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 18/08/2026
EPIDEMIAS E PANDEMIAS NÃO SE ENFRENTAM SOZINHOS 🚨 Elas exigem ações individuais, mas principalmente uma resposta coletiva e coordenada entre municípios, estados, países e organismos internacionais. Sem cooperação, a resposta fica mais lenta e desigual. (1/3)
Ilustrações de duas pessoas usando máscaras faciais em primeiro plano, com um globo terrestre ao fundo marcado com pontos vermelhos indicando propagação. Logotipo do instituto no canto superior direito e selo "ITpS no Medtrop" no canto superior esquerdo.

Texto: "Você estaria preparado para uma próxima pandemia? O ITpS levou esse debate ao Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Medtrop). Entenda ›› Individualmente, nosso papel é seguir as orientações das autoridades de saúde. Mas preparar um país – e o mundo – para enfrentar uma nova emergência em saúde pública depende de muito mais..."Ilustração do mapa do Brasil em vermelho, com ícone de exclamação em círculo azul.

Texto: "Preparar e responder a uma pandemia exige coordenação. No Brasil, municípios, estados e governo federal precisam atuar de forma articulada para detectar riscos, compartilhar informações e responder em tempo oportuno. Já no cenário internacional, a resposta depende da colaboração entre países e vem enfrentado obstáculos nos últimos anos."Duas caixas de texto lado a lado com títulos em destaque vermelho: "Desinformação" e "Iniquidades".

Texto: "Alguns desafios já preocupam especialistas há bastante tempo... Desinformação: Informações falsas sobre doenças e vacinas dificultam a adesão às medidas de prevenção e podem contribuir para o aumento de casos. Mesmo anos após a pandemia de covid-19, ainda circulam conteúdos sem respaldo científico. Iniquidades: A covid-19 mostrou que os impactos de uma pandemia não são iguais para todos: populações mais vulneráveis enfrentam mais dificuldades de acesso à prevenção, diagnóstico e tratamento."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 13/08/2026
O ITpS ESTARÁ NO #MEDTROP2026! 🚨 De 16 a 19 de agosto, em Brasília, estaremos no 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical com simpósio, mesas de debate e um estande repleto de experiências interativas. (1/3)
Ícone de calendário em círculo azul e ilustração de um celular exibindo um mapa com marcador de localização em vermelho. Logotipo do instituto no canto superior direito.

Texto: "O Medtrop está logo aí... E, agora, você pode PLANEJAR SUA ROTA. O ITpS promoverá simpósios, participará de mesas-redondas e ainda contará com um estande interativo durante o evento. Venha entender nossa programação em Brasília!"Fotografias dos palestrantes e da mediadora do simpósio, cada uma com nome e cargo ao lado.

Texto: "Simpósio ITpS. 17 de agosto | 12h20 | Teatro Planalto. O desafio do Brasil e do mundo na preparação e resposta às pandemias em meio à iniquidade, desinformação, guerras e o enfraquecimento do multilateralismo.

Adriano Massuda, secretário executivo do Ministério da Saúde e coordenador do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da FGV
Marcia Castro, professora de demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População na Escola de Saúde Pública de Harvard
Marcus Lacerda, diretor do Programa Especial para Pesquisa e Treinamento em Doenças Tropicais (TDR) da Organização Mundial da Saúde
Margareth Dalcolmo, médica pneumologista, pesquisadora sênior da Fiocruz e professora adjunta da PUC-Rio
Mediação: Mariângela Simão, relatora especial da ONU sobre o direito à saúde, ex-secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente do Ministério da Saúde e ex-diretora-geral adjunta da OMS."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 12/08/2026
A PESQUISA DE SAÚDE MAIS COMPLETA DO BRASIL JÁ ESTÁ EM CAMPO… A coleta da 3ª edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) já começou. Até novembro, cerca de 140 mil domicílios serão visitados por entrevistadores do IBGE para produzir uma base de dados sobre a saúde da população brasileira. (1/3)
Selo azul "ALERTA" no canto superior esquerdo, logotipo do instituto no canto superior direito. Ilustração de uma mão apontando o dedo e de uma prancheta com formulário.

Texto: "Dados sobre a SUA SAÚDE podem ajudar a orientar políticas públicas no Brasil. A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, está em fase de coleta e sua casa pode ser selecionada. Saiba como funciona!"Ilustração de uma prancheta com lista de itens marcados.

Texto: "Uma visita domiciliar. Perguntas sobre sua saúde e estilo de vida. Aferição da pressão arterial e, pela primeira vez, até coleta de sangue e urina. Pode parecer simples, mas essas informações de cerca de 140 mil brasileiros ajudam a responder questões como: Quais doenças são mais frequentes? Quem consegue acessar os serviços de saúde? Onde estão as maiores desigualdades? Com esses dados, pesquisadores e gestores conseguem entender melhor a realidade do país."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 10/08/2026
PESQUISA DETECTA ANTIMICROBIANOS E BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES EM RIOS DO CERRADO 🚨 O estudo encontrou resíduos de medicamentos e microrganismos resistentes em amostras de água, reforçando o papel do ambiente na disseminação da resistência aos antimicrobianos (RAM). Segue o fio! (1/3)
Fundo azul com logotipo do instituto no canto superior esquerdo e ilustrações de cápsulas de remédio. Botão vermelho "SAIBA MAIS!" no canto inferior direito.

Texto: "Vem cá, como você joga seus antibióticos fora? O descarte incorreto no vaso sanitário ou no lixo comum e a falta de tratamento adequado de esgoto leva esse tipo de substância até rios brasileiros. Isso pode afetar diretamente a sua saúde."Fundo azul com fotografia de uma cartela de comprimidos.

Texto: "Os medicamentos precisam ser descartados em pontos de coleta específicos, como em farmácias. Mas nem todo mundo faz isso... Um estudo da Universidade Estadual de Goiás (UEG), por exemplo, identificou quantidades significativas de sulfametoxazol e metronidazol nos rios Extrema e Meia Ponte, no Cerrado. Uma pesquisa do Cena-USP também revelou a presença de 12 tipos de antibióticos no rio Piracicaba, em São Paulo."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 07/08/2026
MORCEGO COM VÍRUS DA RAIVA É ENCONTRADO EM SÃO PAULO O caso chamou atenção, mas também ajuda a entender como funciona a vigilância em saúde. A coleta e análise desses animais permitem acompanhar a circulação do vírus e orientar ações de prevenção. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde, post único, com fundo cinza texturizado. Ao centro, uma sobreposição de dois cartões, um vermelho atrás e um azul na frente, ambos com bordas arredondadas e texturizados, assemelhando-se a um bloco de notas de iPhone. O cartão azul contém textos e ícones na cor branca, com o texto principal em destaque: 'Raiva Quase sempre fatal após o início dos sintomas, a doença voltou ao noticiário após a identificação de morcegos infectados em São Paulo.'. Logo abaixo desse texto há um botão retangular vermelho com o texto em branco: 'Entenda o cenário! >'. No canto superior esquerdo do cartão azul, o texto: 'ALÉM DO ALERTA'. No canto superior direito da imagem, logo do Instituto Todos pela Saúde em formato de cruz vermelha e azul e à direita os textos: 'Instituto Todos pela Saúde' alinhados à esquerda e empilhados. No canto inferior direito da imagem, um ícone azul indicando para girar ou tocar. Na parte superior e lateral da imagem, detalhes decorativos de linhas pontilhadas azuis. No cartão azul, a palavra 'identificação' está em destaque em negrito.Número "8" em destaque e ilustração de morcego voando no canto superior direito. Ícone de exclamação em círculo vermelho.

Texto: "Em 2026, 8 morcegos com raiva foram recolhidos pela Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ) da cidade de São Paulo. O caso mais recente foi registrado em Pinheiros, na zona oeste. Os demais ocorreram nas zonas sul, leste e central da capital. A repercussão não é por acaso: após o início dos sintomas, a raiva apresenta letalidade próxima de 100%. Ao mesmo tempo, essa característica reduz sua capacidade de provocar grandes surtos: a evolução costuma ser rápida demais para permitir uma transmissão sustentada. Ainda assim, é importante se manter protegido. Mas como?"Três ícones circulares azuis representando dentes, arranhões e saliva. Ilustração de morcego no canto direito e ícone de exclamação em círculo vermelho.

Texto: "A transmissão ocorre principalmente por mordidas, mas também pode acontecer por arranhões ou pelo contato da saliva do animal infectado com feridas. No caso dos morcegos, nunca tente capturá-los ou manuseá-los, mesmo que pareçam debilitados ou mortos. Ao encontrar um, mantenha distância e isole o local. Acione a Vigilância de Zoonoses e, se for seguro, cubra o animal com uma caixa ou um balde até a chegada da equipe."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 05/08/2026
VIGILÂNCIA E ASSISTÊNCIA EM SAÚDE NÃO SÃO A MESMA COISA. Neste #DiaNacionalDaSaúde, fica um convite: que tal explicar essa diferença para alguém? Entender como esses dois pilares se complementam ajuda a compreender melhor como o SUS protege a população. (1/3)
Fotografia de profissional com colete escrito "VIGILÂNCIA EM SAÚDE" de costas, em oficina mecânica, e fotografia de profissional de saúde com avental azul em ambiente hospitalar. Foto creditada a Fernando Frazão/Agência Brasil. Logotipo do instituto no canto superior direito. Ícone de mão tocando seta no canto inferior direito, indicando navegação.

Texto: "VIGILÂNCIA VS. ASSISTÊNCIA EM SAÚDE. As duas fazem parte do SUS e trabalham juntas para proteger a população. Neste Dia Nacional da Saúde, entenda de uma vez a diferença entre elas!"Fotografia de equipe médica com equipamentos de proteção em ambiente hospitalar (UTI). Ícone de exclamação em círculo azul.

Texto: "A VIGILÂNCIA EM SAÚDE acompanha continuamente a situação da saúde pública para identificar riscos, detectar precocemente doenças e orientar ações de prevenção e controle. Para isso, são coletados e analisados diferentes tipos de dados, permitindo antecipar cenários relacionados a doenças infecciosas e outros agravos à saúde."Quatro ícones circulares azuis representando, respectivamente, um vírus, comprimidos, uma árvore e um trabalhador com capacete.

Texto: "Há 4 eixos de vigilância em saúde: Vigilância epidemiológica: monitora doenças que podem afetar a população, como dengue, gripe e covid-19, ajudando a prevenir e controlar surtos. Vigilância sanitária: fiscaliza produtos, serviços e ambientes relacionados à saúde, garantindo mais segurança para a população. Vigilância em saúde ambiental: acompanha fatores ambientais – físicos, químicos e biológicos – que podem afetar a saúde. Vigilância em saúde do trabalhador: identifica e previne riscos relacionados às condições de trabalho."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 04/08/2026
BRASIL RECUPERA AINDA MAIS A COBERTURA VACINAL. Segundo o WUENIC (OMS/Unicef), o número estimado de crianças zero-dose de DTP no Brasil caiu de 360 mil (2023) para 255 mil (2024) e 50 mil (2025). O país também deixou de integrar a lista dos 20 com mais crianças não imunizadas do mundo. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza-azulado claro, logotipo do instituto no canto superior direito e ilustração de uma seringa no lado esquerdo. Barra de pesquisa no topo e destaque numérico em caixa vermelha. Fonte citada: Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC).

Texto: "O DADO DO MÊS. O país reduziu em 90% o número de crianças que não receberam a primeira dose da vacina pentavalente entre 2023 e 2025. O total caiu de 360 mil para 50 mil. Com isso, o Brasil está entre os países com maior redução desse indicador. JULHO | 2026."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 30/07/2026
NÃO É TUDO A MESMA COISA… Todo antibiótico é um antimicrobiano, mas nem todo antimicrobiano é um antibiótico. #Antimicrobianos incluem medicamentos contra bactérias, vírus, fungos e parasitas. Já os #antibióticos agem apenas contra bactérias. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza-azulado claro. Duas fotografias: uma de comprimidos coloridos variados e outra de cartelas de medicamentos. Texto: "Você provavelmente já tomou um antibiótico. Ou será que era, na verdade, um antimicrobiano? Há diferença entre os dois termos – e você vai entender agora. Leia a legenda!"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 28/07/2026
A FEBRE MACULOSA VOLTOU A ACENDER UM ALERTA EM SÃO PAULO. O aumento recente de casos e a elevada letalidade reforçam a importância do diagnóstico precoce. Mas há um desafio: os sintomas iniciais podem ser facilmente confundidos com os da dengue. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo rosa claro e formas arredondadas vermelho-coral. Fotografia em close de um carrapato sobre pele humana e ilustração de um mosquito Aedes aegypti. Texto: "Uma doença transmitida por vetores vem causando mortes no estado de São Paulo (e provavelmente não é a que você está pensando). A febre maculosa é muito confundida com a dengue, mas será que é tão difícil diferenciá-las? Arraste para o lado!"Post com fundo rosa claro e formas arredondadas vermelho-coral. Fotografia em close de pele com manchas avermelhadas. Texto: "Para começar, a transmissão das duas doenças ocorre de formas distintas. A febre maculosa chega aos humanos por meio da picada de um carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii. Já a dengue é uma arbovirose transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectada com o vírus da doença. Mas o quadro inicial de sintomas pode confundir…"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 23/07/2026
COMO EXPLICAR A DIFERENÇA ENTRE ELIMINAÇÃO E ERRADICAÇÃO? Esses conceitos sempre são confundidos, então preparamos uma explicação simples que pode ajudar quando surgir aquela pergunta: "Se a doença 'desapareceu', por que ainda preciso me vacinar?" (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo rosa claro. Fotografia em close de pele com manchas avermelhadas características do sarampo, com mãos segurando a área afetada. Ícone de "X" em círculo vermelho-coral com a legenda: "Manchas características do sarampo – doença que teve a circulação eliminada do Brasil, mas não foi erradicada." Texto: "Se uma doença 'desapareceu', por que ainda precisamos nos preocupar com ela? A verdade é que eliminação e erradicação são coisas diferentes… Entenda na legenda!"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 21/07/2026
RESISTÊNCIA ANTIFÚNGICA TAMBÉM É UMA AMEAÇA GLOBAL. O uso de antifúngicos na agricultura, na indústria e na medicina veterinária pode selecionar fungos resistentes, comprometendo tratamentos de infecções graves em humanos. Um estudo publicado na Nature Medicine faz um alerta sobre o cenário. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza-azulado claro. Ilustração de uma lupa e ícones coloridos de microrganismos (bactérias e fungos). Ícone de comprimido riscado em vermelho-coral. Texto: "Bactérias não são a única ameaça quando o assunto é resistência aos antimicrobianos… Os fungos também podem ser vilões! O uso indiscriminado de antifúngicos em diferentes setores pode comprometer tratamentos e mostra por que a saúde humana, animal e ambiental precisam ser consideradas em conjunto. Entenda na legenda."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 20/07/2026
EL NIÑO PODE AUMENTAR EM 61% OS CASOS DE DENGUE NO SUDESTE 🌡️🦟 Uma projeção do InfoDengue indica que um episódio muito forte do fenômeno pode elevar os casos na região. Saiba mais 👇 (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo azul. Fotografia em close de um mosquito Aedes aegypti pousado sobre pele humana (fonte: InfoDengue). Texto: "El Niño pode aumentar em 61% os casos de dengue na região Sudeste. O fenômeno climático altera o regime de chuvas e favorece períodos de calor intenso, criando condições que podem aumentar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Saiba mais!"Post com fundo cinza claro. Gráfico de barras comparativo: barra azul representando 61 mil casos de dengue sem El Niño e barra vermelha representando mais de 100 mil casos com El Niño de maior intensidade. Texto: "Em um cenário sem o El Niño, a região Sudeste chegaria, no próximo semestre, a 61 mil casos de dengue. Mas, se o El Niño ocorrer com maior intensidade, a estimativa pode superar 100 mil casos neste mesmo período. As previsões foram feitas pelo sistema InfoDengue."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 17/07/2026
A VACINAÇÃO INFANTIL AVANÇOU NO MUNDO. MAS O DESAFIO AGORA É OUTRO. Em 2025, 90% dos bebês receberam ao menos uma dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP), e 85% completaram o esquema de três doses. (1/4)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo vermelho-coral. Fotografia de mãos com luvas azuis aplicando uma injeção no braço de uma criança. Ícone de relatório com gráficos em círculo azul. Texto: "Taxa de abandono da vacinação infantil sobe de 4% para 12% em um ano. Segundo estimativas da OMS e do Unicef, uma em cada oito crianças no mundo recebeu a primeira dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP), mas não retornou para receber a primeira dose da vacina contra o sarampo. Saiba mais na legenda!"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 16/07/2026
VSR E INFLUENZA B EM ALTA ENTRE CRIANÇAS. 👇 O Vírus Sincicial Respiratório continua sendo o principal vírus respiratório a circular entre crianças pequenas de 0 a 4 anos, enquanto o influenza B registrou concentrou os maiores índices na faixa etária de 5 a 9 e de 10 a 19 anos. (1/3)
Criança deitada em um sofá, coberta por um cobertor verde e usando cachecol cinza, segura um lenço de papel próximo ao rosto, sugerindo sintomas respiratórios. Sobre a imagem, há o texto: "VSR e influenza B concentram maior circulação entre crianças e adolescentes". Abaixo, a explicação informa que o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) predomina entre crianças de até 4 anos, enquanto a influenza B é mais frequente nas faixas de 5 a 9 e de 10 a 19 anos, com o convite: "Entenda o cenário na legenda!". No canto inferior direito, aparece o logotipo do Instituto Todos pela Saúde.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 14/07/2026
O EL NIÑO JÁ COMEÇOU – E ESTE PODE SER UM DOS MAIS INTENSOS DAS ÚLTIMAS DÉCADAS 🚨 O fenômeno deve permanecer ativo até o início de 2027 e seus efeitos já começam a aparecer em algumas regiões do Brasil. Mas o que isso significa para o clima, a saúde pública e o SUS? (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza claro. Colagem de três fotografias: pessoas com guarda-chuvas na chuva, sala de espera lotada em unidade de saúde (foto: Pedro França/Agência Senado) e paisagem de terra rachada por seca. Ilustração de um mosquito. Texto: "El Niño e saúde pública. Entenda como o fenômeno pode influenciar a ocorrência de doenças, eventos extremos e a preparação do SUS."Post com fundo cinza claro. Mapa do Brasil dividido em regiões: Norte e Centro-Oeste em azul, Sul em vermelho-coral, Nordeste e Sudeste em cinza. Texto: "Por que o El Niño preocupa tanto? Em todo o país, há previsão de temperaturas acima da média no segundo semestre. Norte e Centro-Oeste: chuvas abaixo da média, com maior risco de seca e incêndios. Sul: tendência de chuvas acima da média. Essas mudanças podem afetar diferentes áreas, inclusive a saúde pública…"Post com fundo cinza claro. Ilustração de um sol amarelo. Três etiquetas em vermelho-coral: "ventos", "temperaturas" e "regime de chuvas". Texto: "Mas, afinal, o que é o El Niño? É um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento acima do normal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Ele altera a circulação da atmosfera e influencia em diferentes regiões do planeta. O El Niño costuma ocorrer em intervalos de 3 a 7 anos e tem um fenômeno oposto: a La Niña, marcada pelo resfriamento dessas mesmas águas. Os dois se alternam, mas sem uma periodicidade fixa."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 10/07/2026
A VIGILÂNCIA PODE COMEÇAR ANTES MESMO DA CONFIRMAÇÃO LABORATORIAL DE CASOS. Na vigilância sindrômica, casos são registrados considerando um conjunto de sinais (febre, exantema, dor no corpo), classificados em síndromes. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo azul. Logotipo da série "Saúde sem Jargão" no canto superior esquerdo. Ilustração de uma janela de formulário com checkboxes marcados para "dor no corpo" e "febre", e desmarcado para "dor de cabeça". Texto: "Vigilância Sindrômica: Como a saúde pública consegue perceber que algo está errado antes mesmo de saber qual vírus está circulando? A classificação de casos com base nos sintomas pode servir como um alerta precoce para surtos, antes mesmo da confirmação por exames laboratoriais. Saiba mais na legenda!"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 09/07/2026
O QUE A DISTRIBUIÇÃO DE UBSs NO PAÍS REVELA SOBRE O ACESSO À ATENÇÃO PRIMÁRIA? Uma Unidade Básica de Saúde no Norte cobre, em média, uma área 16 vezes maior que uma no Sudeste. Já o Nordeste tem quase o dobro de UBSs para cada 100 mil habitantes em relação ao Sudeste…. E isso importa muito. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza claro. Visualização tridimensional do mapa do Brasil com colunas coloridas por região — verde no Norte, vermelho no Centro-Oeste, laranja no Nordeste, azul no Sudeste e roxo no Sul — representando a concentração de Unidades Básicas de Saúde. Texto: "O Brasil tem mais de 47 mil Unidades Básicas de Saúde… Mas elas não estão distribuídas da mesma forma pelo território. A localização das UBSs ajuda a entender os diferentes desafios de acesso à atenção primária em cada região do país. O mapa foi elaborado com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), atualizados em janeiro de 2026."
Post com fundo cinza claro. Mapa do Brasil em cinza. Texto: "O que os dados dizem? 47.539 UBSs ativas registradas no CNES. 38% estão no Nordeste, região que também apresenta a maior proporção: 33,1 unidades para cada 100 mil habitantes. No Sudeste, esse índice é de 17,9. No Norte, a população atendida por cada UBS está distribuída, em média, por uma área de 980 km²… …contra 61 km² na região Sudeste." Em destaque azul: "87 dos 5.570 municípios brasileiros não têm UBS registrada no CNES."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 08/07/2026
METADE DOS 100 MIL CASOS GRAVES DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA NÃO TEVE UM VÍRUS IDENTIFICADO. Mas isso não significa, necessariamente, que o quadro não tenha sido causado por uma infecção respiratória. Segue o fio! (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza-azulado claro. Barra de pesquisa com o texto "O Dado do Mês". Gráfico circular e ícones de vírus azul e vermelho. Texto em destaque: "48% dos 100 mil casos graves de síndrome respiratória registrados neste ano no Brasil ainda não têm o vírus causador identificado. Parte dos registros ainda estão em investigação, mas nem sempre é possível identificar exatamente qual foi o agente responsável. Entenda na legenda!" Indicação de data: Junho | 2026.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 06/07/2026
FEBRE AMARELA VOLTA A ACENDER ALERTA EM SÃO PAULO 🚨 O Brasil registrou 15 casos confirmados de febre amarela em 2026, após um primeiro trimestre sem notificações. Onze ocorreram no estado de São Paulo. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza texturizado. Ilustração de uma janela de navegador com texto em destaque: "São Paulo concentra 73% dos casos de febre amarela registrados no Brasil em 2026." Etiqueta cinza com o texto "Além do Alerta". Texto abaixo: "Com a aproximação das férias, aumenta a preocupação com viagens para as áreas onde os mosquitos transmissores da doença circulam. Entenda o cenário e saiba como se proteger."
Post com fundo cinza texturizado. Número "15" em destaque vermelho-coral. Texto: "15 casos de febre amarela foram confirmados no Brasil em 2026. Onze deles ocorreram em São Paulo, principalmente na região do Vale do Paraíba." Mapa do estado de São Paulo em cinza. Em destaque: "Pode parecer pouco, mas a doença tem alta letalidade nas formas graves. Para se ter ideia, metade dos casos registrados neste ano evoluiu para óbito. E os dados revelam outro sinal de alerta…"
Post com fundo cinza texturizado. Mapa do Brasil dividido por regiões com percentuais de cobertura vacinal: Norte 70%, Nordeste 75%, Centro-Oeste 79%, Sudeste 73%, Sul 81%. Gráfico circular indicando cobertura vacinal média do Brasil de 75%. Texto: "A cobertura vacinal contra a febre amarela está abaixo da meta. Entre janeiro e junho de 2026, apenas 75% da população-alvo se imunizou, contra os 95% que o Ministério da Saúde estipula como ideal. As regiões Norte e Sudeste, que concentram a maior parte dos casos registrados neste ano, apresentam algumas das menores coberturas vacinais do país."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 30/06/2026
REDUZIR O TEMPO NAS REDES SOCIAIS JÁ É META PARA MUITOS BRASILEIROS… Mais de 1/4 dos brasileiros pretendia diminuir o uso das redes em 2026, segundo a Toluna. O excesso de conteúdo e a dificuldade de filtrar o que importa ajudam a explicar esse movimento.
Card vermelho com o logo do "Instituto Todos pela Saúde" no canto superior direito. Título em destaque sobre fundo branco: "As redes sociais têm um desafio crescente: nem tudo o que importa chega até você". Abaixo, ilustração de uma tela de celular/feed de rede social em tons de cinza-azulado, com um ícone vermelho de cruz médica em destaque sobre a tela. Ao lado, texto: "Com tantos conteúdos e algoritmos que mudam o tempo todo, acompanhar temas importantes, como saúde pública, ficou mais difícil." Em um balão de fala branco: "Por isso, o ITpS criou dois espaços para você se manter atualizado com mais controle, contexto e participação, sem depender apenas do que aparece no seu feed." No canto inferior direito, ícone de mão deslizando, indicando para arrastar para o próximo slide.Card branco sobre fundo vermelho. Título: "Canal Laboratório ITpS, no Instagram" (com "Instagram" sublinhado). Texto: "Por lá, você encontra:". Lista com quatro itens marcados por ícones de check azul:
"conteúdos complementares aos posts;"
"spoilers dos materiais em produção;"
"enquetes e pedidos de opinião;"
"espaço para participar da construção dos conteúdos do perfil."

Abaixo, em uma caixa com borda azul e ícone de sino: "Ao ativar as notificações do canal, você recebe as novidades diretamente, sem depender do que o algoritmo mostra no feed naquele dia." No canto inferior direito, ícone de mão deslizando, indicando para arrastar para o próximo slide.Card branco sobre fundo vermelho. Título: "Grupo Observatório ITpS, no WhatsApp" (com "WhatsApp" sublinhado). Texto: "Voltado para quem trabalha com saúde – profissionais da linha de frente, gestores e jornalistas especializados. O espaço reúne:". Lista com quatro itens marcados por ícones de check azul:

"materiais produzidos pelo ITpS e por instituições estratégicas, como o Ministério da Saúde;"
"enquetes e discussões rápidas sobre temas como o uso de IA e comunicação em saúde;"
"atualizações dos nossos monitoramentos de vírus respiratórios e arboviroses;"
"troca de experiências entre pessoas que atuam na área."

Abaixo, em um bloco azul: "Informação rápida, contextualizada e em constante diálogo."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 25/06/2026
ESTUDO INVESTIGA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 E EVENTOS CARDIOVASCULARES A pesquisa, publicada no JAMA Internal Medicine, analisou prontuários eletrônicos de mais de 1 milhão de veteranos dos EUA vacinados contra influenza; 349.085 também receberam vacina contra covid-19 (formulação 2024–2025). (1/4)
Card com fundo azul-claro. Fotografia de um profissional de saúde com luvas azuis aplicando uma vacina no braço de um idoso usando máscara. Logotipo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior direito. Título em vermelho sobre fundo branco: "Vacina contra a covid-19 pode reduzir risco de infarto e AVC em idosos." Texto em destaque azul: "-38%: essa foi a redução na ocorrência de eventos cardiovasculares graves entre vacinados, em comparação com aqueles que não se imunizaram." Texto: "O estudo acompanhou cerca de 1 milhão de pessoas e foi publicado na JAMA Internal Medicine, uma das principais revistas científicas da área médica."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 23/06/2026
HEXA, SAÚDE PÚBLICA E UM POUCO DE HISTÓRIA 🏆 Quando pensamos em 2002, lembramos dos dois gols de Ronaldo na final contra a Alemanha. Mas aquele ano também marcou a saúde pública brasileira: o país enfrentava sua primeira grande epidemia de dengue. (1/3)
Card com fundo azul. Fotografia em preto e branco de uma bola de futebol entrando em um gol. Texto em faixa verde: "O que vem à sua mente quando você pensa em 2002?" Texto em destaque amarelo: "Enquanto Ronaldo fazia os dois gols do penta... ...o Brasil enfrentava a primeira grande epidemia de dengue da sua história – um episódio que mudou a forma como o país se prepara para responder a emergências em saúde pública." Link sublinhado: "SAIBA MAIS!" Logotipo do Instituto Todos pela Saúde.
Card com fundo azul. Ilustração de um mosquito Aedes aegypti. Texto: "Mais de 696 mil casos prováveis de dengue foram registrados no Brasil em 2002." Caixa verde: "Esse foi o maior número de casos desde a reintrodução da doença no país, em 1986, e correspondeu a cerca de 80% dos registros das Américas naquele ano." Caixa amarela: "Estudos indicam que a introdução do sorotipo 3 pode ter contribuído para essa explosão, já que ele não circulava no país até então e grande parte da população ainda não tinha imunidade contra esse sorotipo."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 22/06/2026
SUS COMEÇA A DISTRIBUIR A VACINA PNEUMOCÓCICA 20-VALENTE 🚨 O Ministério da Saúde iniciou a distribuição da pneumo 20, que amplia a proteção contra a bactéria Streptococcus pneumoniae. A vacina cobre 20 sorotipos, incluindo 3, 6A e 19A, associados a formas invasivas da doença. (1/3)
Foto em close de uma criança usando camiseta rosa recebendo uma vacina no braço. Um profissional de saúde com luvas azuis aplica a injeção. Sobre a imagem, há o texto: “SUS passa a oferecer vacina pneumo 20 para crianças de até 5 anos. O imunizante protege contra sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e infecções na corrente sanguínea”. No canto inferior direito, aparece o logotipo do Instituto Todos pela Saúde.
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 19/06/2026
BRASIL X HAITI? NA SAÚDE, A HISTÓRIA É DE PARCERIA. A cooperação entre os dois países ganhou força após o terremoto de 2010 e ajudou a reconstruir parte da infraestrutura de saúde haitiana, em uma das maiores iniciativas brasileiras de cooperação internacional na área. (1/3)
Post do Instituto Todos pela Saúde com fundo verde. Texto em grande destaque: "BRASIL vs. HAITI?" Abaixo, em uma faixa azul com as bandeiras do Brasil e do Haiti: "Na saúde, a história é de parceria!"
Três ícones com dados: "3 hospitais construídos", "100 mil vacinas distribuídas" e "Apoio durante a pandemia de covid-19".
Em destaque amarelo: "Ao longo de 15 anos, o Brasil teve um papel importante no fortalecimento da saúde pública haitiana. Saiba mais na legenda!"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 18/06/2026
COMUNICAÇÃO EM SAÚDE TAMBÉM É PREVENÇÃO. A pandemia de covid-19 deixou claro que o combate à desinformação vai muito além de rebater fake news. Sem estratégias coordenadas e baseadas em evidências desde o início, a melhor das orientações científicas morre no caminho. (1/3)
Post do Instagram do Instituto Todos pela Saúde com fundo azul. Ilustração de um jornal com ícone de microfone em destaque vermelho. Texto: "O papel do jornalismo em saúde vai muito além de desmentir notícias falsas. Em epidemias, pandemias e outras crises sanitárias, informar também significa investigar, contextualizar evidências e ajudar a população a compreender riscos e tomar decisões. Mas o que torna uma comunicação confiável em meio a tantas incertezas?"
Post com fundo azul. Ilustração de uma lâmpada amarela acesa. Balão de fala com texto: "A verdade raramente chega pronta à redação. Principalmente quando o assunto é ciência e saúde. Estudos podem apresentar resultados diferentes, especialistas podem discordar e evidências podem mudar ao longo do tempo. O papel do jornalista não é eliminar essas incertezas, mas ajudar o público a entendê-las."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 15/06/2026
MUITOS VÍRUS ESTÃO POR AÍ… MAS SÓ ALGUNS SÃO MONITORADOS CONTINUAMENTE PELO SUS. Isso acontece porque não é possível acompanhar todas as doenças com programas específicos e permanentes. O trabalho, então, é direcionado para os agentes com maior potencial de causar surtos, internações ou mortes.
Post do Instagram do Instituto Todos pela Saúde com fundo cinza-azulado claro. Ilustração com três fileiras de ícones de vírus, a maioria em branco e três em vermelho destacados entre eles. Texto: "Existem muitos vírus circulando no Brasil. Mas apenas alguns são monitorados continuamente pelos sistemas de vigilância."
Abaixo, em uma caixa azul: "Você sabe por que isso acontece? Entenda na legenda!"
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 12/06/2026
A FARMACOVIGILÂNCIA É MAIS UMA EVIDÊNCIA DA ROBUSTEZ DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA VACINAL. O caso da Butantan-DV trouxe visibilidade a uma etapa que acompanha vacinas e medicamentos durante todo o seu ciclo de vida: o monitoramento contínuo de eventos adversos. (1/3)
Post do Instagram do Instituto Todos pela Saúde com fundo vermelho-coral. Ilustração de um frasco de medicamento, uma seringa e um balão de fala com reticências. Texto: "Como sabemos se vacinas e medicamentos continuam seguros depois que começam a ser utilizados pela população? A resposta está na farmacovigilância, responsável por monitorar, identificar e investigar possíveis eventos adversos mesmo após a aprovação regulatória e a chegada desses produtos ao dia a dia das pessoas. Entenda como esse processo funciona!"Post com fundo azul escuro. Texto: "Etapa 1 — Uso em larga escala. Depois de passar por pesquisas e testes que comprovam sua segurança e eficácia, um medicamento ou vacina começa a ser disponibilizado à população. Em alguns casos, essa introdução ocorre de forma gradual antes de alcançar todo o público-alvo."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 10/06/2026
EMPRESA POR TRÁS DO GOOGLE PEDE AUTORIZAÇÃO PARA LIBERAR 32 MILHÕES DE MOSQUITOS NOS EUA. 🦟 A proposta da Alphabet prevê soltar até 16 milhões de mosquitos por ano na Califórnia e outros 16 milhões na Flórida. O objetivo é reduzir populações de mosquitos associadas à transmissão de doenças. (1/3)
Card informativo com fundo rosa claro. Logotipo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior direito. Título em azul: "Como o Google pretende combater doenças nos EUA liberando 32 milhões de mosquitos nas ruas." Foto de mosquitos voando em fundo escuro. Texto na parte inferior: "Apesar de estranha, essa é uma estratégia que já foi adotada em diversos países, inclusive no Brasil. O que muda, agora, é a velocidade e a escala do processo. Saiba mais!"Infográfico com fundo rosa claro. Título em azul sobre faixa branca: "O processo funciona assim:" Fluxograma circular em quatro etapas com ícones de mosquitos:

Ícone de engrenagem com mosquito. Sistemas automatizados criam mosquitos infectados com a bactéria Wolbachia, que impede a reprodução.
Ícones de mosquitos macho (preto) e fêmea (rosa). Sensores e algoritmos separam machos e fêmeas.
Ícone de árvore azul com mosquito. Apenas os machos são liberados na natureza, já que não picam humanos.
Ícones de macho e fêmea com símbolo de alerta. Quando um macho com Wolbachia acasala com uma fêmea selvagem, ela ainda põe ovos; mas esses ovos não se desenvolvem.

Caixa vermelha ao final: "Assim, a população local diminui geração após geração."
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Instituto Todos Pela Saúde @todospelasaude.bsky.social · 09/06/2026
VACINAS TAMBÉM AJUDAM A COMBATER A RESISTÊNCIA AOS ANTIMICROBIANOS. Ao reduzirem infecções e complicações, os imunizantes acabam reduzindo também a necessidade de tratamentos. Por isso, a OMS passou a considerá-las uma ferramenta estratégica também no enfrentamento das superbactérias. (1/2)

Card informativo com fundo azul claro. Tag azul escuro com texto "Dia da Imunização". Logotipo do Instituto Todos pela Saúde no canto superior direito. Título em vermelho sobre faixas brancas: "Vacinas também salvam vidas na luta contra a resistência aos antimicrobianos."

Duas caixas brancas com ícones em círculo vermelho:

Primeira caixa: ícone de seringa com check. A imunização previne infecções, diminui a necessidade de tratamentos com antibióticos e dificulta o surgimento e a disseminação de microrganismos resistentes.

Segunda caixa: ícone de cápsulas e comprimidos. Por isso, a ampliação da cobertura vacinal pode reduzir o consumo global de antibióticos em 22% ao ano – o equivalente a cerca de 2,5 bilhões de doses a menos.

Caixa azul escuro: "Além disso, o acesso a vacinas já disponíveis e o desenvolvimento de novos imunizantes podem evitar cerca de 649 mil mortes anuais associadas à resistência aos antimicrobianos."

Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS). Estimativa baseada em 44 vacinas atualmente disponíveis ou em desenvolvimento.
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