Macron clica no tuíte e lê a tradução automática. Em silêncio, serve-se do melhor uísque que encontra. Apaga as luzes da sala presidencial do Palais de l'Élysée, e se senta perto da janela. Bebe devagar, o olhar marejado se perde no brilho noturno do 8º arrondissement de Paris.