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Francisco Feijó Delgado

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PostsRepliesMedia
Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 2h
Eu acho que algumas pessoas ainda não entenderam o ridículo que é estarem a dizer “acabem com isto para não vermos os pobres”. Estou quase tentado a dizer que o Volta devia existir como indicador visível do nível de pobreza.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 14h
Oh faxavor, é alemã de Weingarten! Mas só agora cheguei a esta parte da página da Wikipédia. My bad.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 14h
O Bayern tem uma she-hitler!
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 15h
Não havia o Clóde!
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 15h
Mas entrou ali com um Ribbentrop-Molotov de não agressão que era dissimulação…!
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 15h
Presumo que te refiras a esta parte? Eu interpreto, com o resto da entrevista, que, é precisamente por já não haver problemas em ser de direita, que ele acha que o PSD perdeu esse seu lado mais à esquerda (e não tem no seu seio quem lute por isso).
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 15h
É bem possível, embora seja estranho para uma etiqueta tão relevante. Ou, em alguns, talvez algumas destas personalidades tenham uma ligação “pessoal” a Sá Carneiro - não é tipo de declarações que se vê nos mais novos. Mas é só especulação.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 15h
Isto, misturado com a AI, a subida dos partidos populistas extremistas e a crise da desindustrialização europeia/China shock 2.0… não augura um futuro simpático.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 19h
Exacto.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 19h
Curiosamente, alguém acabou de publicar isto (não faço ideia quem publica): lobomedia.pt/2026/09/30/2...
lobomedia.pt
25 ocasiões em que os fundadores e líderes do PSD rejeitaram que o partido fosse de ‘direita’
Sá Carneiro, Pinto Balsemão, Rui Rio, entre outros, rejeitaram o rótulo de serem um partido de direita, tendo ocasiões em que se assumem como de centro-esquerda, sociais-democratas ou socialistas.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 19h
E parece-me que Rio e mais outros fazem a ligação a esse discurso. Tem acontecido, por exemplo Ferreira Leite (e mais recente, na TV José Matos Ferreira disse o mesmo). tvi.iol.pt/noticias/vid...
tvi.iol.pt
"O partido social-democrata nunca foi um partido de direita"
Manuela Ferreira Leite lamentou, na 21-ª Hora, a associação dos sociais-democratas a um partido de direita e espera que o Congresso do PSD sirva para reposicionar o partido, esclarecendo a posição pol...
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 19h
Penso que sim. Há muitos exemplos do Sá Carneiro a dizer que o PSD não é um partido de direita e que pretende uma sociedade socialista (não marxista). Certamente ares do tempo.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 22h
Rui Rio (do qual Justino, segundo o link inicial foi um dos braços direitos) defendeu esse posicionamento quando foi líder, apelando mesmo aos fundadores do partido. Não sei quão representativos são das elites no seu todo, mas esta facção parece defender esse posicionamento
dn.pt
Rui Rio: "O PSD não é um partido de direita"
Líder do PSD fechou convenção do MEL reafirmando o posicionamento do partido ao centro e a disponibilidade para compromissos com o PS em matérias estruturais.
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Reposted by Francisco Feijó Delgado
Ian Dunt @iandunt.bsky.social · 30/09/2026
This deserves an honourary knighthood
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Mas é mera especulação de bancada...!
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Além disso, pode ter a ver com o facto de que o PSD está sujeito a um maior risco de ceder ao puxar dos extremos, e logo maior motivo de alarme para algumas facções internas, que vêm a público falar disso.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Numa altura em que a esquerda da esquerda está em baixa, talvez as vozes do partido mais socialistas não queiram comprar essa batalha interna.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Fico com a ideia que o socialismo do PS é visto como um socialismo democrático que, para efeitos de "consumo diário", é indistinto da social-democracia. O ancoramento natural do partido no centro-esquerda faz com que a sua imagem e percepção pública se situe nessa zona do espectro.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Também, sim.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Sim, tens razão, terão a sua margem de lucro em cima. Mas podes dar um grande desconto, para ficar com uma ordem de grandeza (pelo menos relativa).
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Portanto, a não ser que se vá a um privado e pagar do próprio bolso, normalmente não se tem ideia de quanto custa "realmente" um raio-X, uma ressonância magnética, etc.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
O custo real é esse: o que é negociado entre o SNS e o prestador (ou, se o prestador for o próprio SNS, o custo interno de realizar esse exame). Os utilizadores ou não pagam nada, ou pagam uma taxa moderadora (se for num contexto de urgência médica, por exemplo).
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Esse lidar permanente com a morte e com a comunicação dela ao e com os donos parece ter, compreensivamente, um impacto mental enorme. E, segundo sei, a taxa é maior em veterinários de animas domésticos/de pequeno porte, comparado com os veterinários rurais/de animais de grande porte.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
E, segundo li, também pelo facto de ser muito comum eutanasiar animais, algo que é relativamente raro em médicos humanos. A ideia com que fiquei é que nem é sequer o acto em si, mas a comunicação com os donos, que, não infrequentemente sentem os animais como familiares, ou mesmo filhos.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Plus, they should all be saying: “We can’t named it as such because Super Intelligence is your own, Mr President”
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Xi could’ve cut this conversation short by saying: — “Mr. President we can’t do that, because you’re the Super Intelligence.”
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
If I were Xi I would’ve cut this conversation short by saying: — “Mr. President we can’t do that, because you’re the Super Intelligence.”
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
+ tecnologias têm de contribuir directamente para a sociedade para compensar essa destruição.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
+ tem vantagens económicas e/ou de conveniência, não vejo isso como necessariamente um problema. Agora se há uma socialização dos custos – e com uma disrupção massiva tê-lo-ás, porque a sociedade vai ter que apanhar os cacos das vidas destruídas – aí temos de pensar melhor como as novas +
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
+ postos de trabalho de lavadores de loiça com uma “tecnologia” que foi os “pratos” descartáveis (socializando o custo, gerando lixo que os municípios têm de processar). Este para mim até é o melhor exemplo do que deve estar em consideração: o problema não é “pôr o cliente a trabalhar” - se isso +
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 30/09/2026
Disrupções em menor escala sempre houve, como todos os exemplos que já demos: não foi catastrófico termos abolidos os operadores de gasolineiras ou os portageiros, como acho que que não é catastrófico que o um restaurante de fast food tenha quiosques self-service. Já agora, esses eliminaram os +
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
O problema fundamental, a meu ver, e que se vai agravar exponencialmente com a IA, são disrupções massivas do mercado laboral sem qualquer tipo de mecanismo de compensação.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Isto, novamente, excluindo casos de monopólios ou outro tipo de captura de mercado. A tecnologia sempre funcionou assim, com variações consoante o modelo e a aplicação.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
+ levantas dinheiro quando o banco está fechado, etc. E, hoje em dia, é o contrário: não há um desconto por usares o multibanco, há uma penalização por ires levantar dinheiro ao balcão. A diminuição de custos é genericamente passada aos consumidores com serviços e produtos mais competitivos.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Num mercado eficiente a coisa dilui-se: tens ganhos de eficiência que reduzem custos. O Multibanco/Homebanking é um bom exemplo, foram introduzidos essencialmente de graça, e pouparam dinheiro aos bancos (inclusive em recursos humanos), assim como aos utilizadores: não é preciso estar na fila, +
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Haha. Eu aprecio a atenção ao detalhe, mas estes são os bugs que menos me chateiam. Para já está a irritar-me o handover falhar, que sempre funcionou bem.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Sem dúvida, mas para mim o relevante será ver a tendência, ou seja, isto é uma mudança de fundo e continua a crescer, ou é um “degrau” com um pico de transição (da “reserva” dos que são mais susceptíveis).
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Certo – mas as pessoas falam com as carteiras. Podiam ir às mercearias locais fazer isso, se o querem. Mas elas desapareceram por alguma razão.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Fiz umas contas (muito generosas) aqui. Se são águas passadas, faço a mesma questão de acima: porquê limitar aos caixas? Pq ñ legislar um desconto para escritórios de advogados ou designers q usem AI? Ou qq automatismo que reduza trabalho humano. Não vejo insurgirem-se contra as compras online.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Sendo que é válido para os dois lados do espectro político – os que gostam menos dos papas progressistas têm o "vancismo", no apelo à tradição e a uma corporização específica de determinados valores de que gostam muito.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Portanto se não fôr catolicismo (ou outra religião organizada) é os espiritualismos e as energias. Num momento em que há uns papas com um discurso relativamente progressivo e, em certa medida, uma procura de confortos antigos, não me é implausivel que haja um aumento desta procura.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Dito isso, a minha conclusão após o "New Atheism" do Dawkins e Co. é que os seres humanos têm hardware (cérebro) a mais e software (capacidade mental) a menos para, individualmente, lidarem com as incertezas e agruras da vida. Isso e precisarem de comunidade.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Não faço ideia se há ou não mais gente, se é expressivo, se é sustentado. Entre nós, por exemplo, os casamentos não católicos (civis) continuam a ganhar terreno relativamente aos católicos.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Por outro lado, no Reino Unido:
bbc.com
Is there really a 'quiet revival' of religion among Gen Z?
A fierce debate is taking place about whether there really has been a revival in Christianity.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Sendo que:
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Interessante:
laselectiondujour.com
Le nouveau record de baptêmes d'adultes en France étonne jusqu'aux évêques
Nouveau record de baptêmes d'ados et d'adultes : 21 386, soit 20 % de plus qu'en 2025. En dix ans, le nombre de ces baptisés, après un parcours exigeant, a bondi de 400 %. Numériquement, cela ne compe...
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Ou mesmo tínhamos mercearias no bairro, e agora muitas das empresas de distribuição "põem o cliente a trabalhar" para se deslocarem até aos subúrbios para lojas maiores onde pagam menos renda e poupam noutros custos.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Isso não me faz sentido nenhum. E parece-me uma reacção muito selectiva. Porque não retirar o incentivo das empresas de pôr os clientes a atestar o carro? Ou mesmo nos super/hipermercados, porquê andar com carrinho? Antigamente ia-se à mercearia e o merceeiro dava-nos os produtos de trás do balcão.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
Mas se fosse adiante, o resultado é óbvio: acabavam-se as caixas automáticas de um dia para o outro.
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Francisco Feijó Delgado @scheeko.org · 29/09/2026
E essa reacção aconteceria em qualquer sítio do mundo, a não ser que tivesses controlos muito rígidos. E, como diz o Henrique, obviamente toda a gente iria para as caixas automáticas. Agora alguns ainda têm motivações para ir à pessoa da caixa, mas com 10% de desconto, só vai quem não consegue.
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