Os olhos presos num nó, e ela voltando ao momento exato do primeiro encontro, com a saudade pulsando, aquecendo aquele presente inesperado. Um grito parou a rua:
Crônica/conto de setembro.
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Manhãs de Setembro
Nessas manhãs de setembro, cinzentas, chuvosas, num tempo em que as flores deveriam colorir os jardins, para muitos é apenas uma janela fechada, suada, com os respingos deslizando pelo vidro e embaçando a visão. Para ela, era um momento de recordações. E a chuva, do lado de fora, parecia chorar por ela mesma. Naquela manhã de setembro, os sorrisos da intimidade, as frases não ditas, mas sentidas, voltavam como um segundo aguaceiro.