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Marcelo Ribeiro 🇵🇸

@marcelorsr.incinerrante.com
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militonto do inutilitário, pós-doutor honoris causa em línguística pela unipântano, pesquisador de anarqueologias, professor de cinema-delírio e entropólogo

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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 29/09/2026
Notícia incrível realmente incrível é que @cajives.bsky.social é semifinalista do prêmio Jabuti com seu livro de poesia de estreia, História a que ninguém deu nome, e se eu fosse vocês ia ler porque é muito bom: www.premiojabuti.com.br/jabuti/semif...
Captura de tela do site do prêmio Jabuti com a lista de semifinalistas da categoria "Escritor Estreante - Poesia".

Em seguida a lista de semifinalistas a seguir:

Título: Baleia | Autor(a): Felipe Bier Nogueira | Editora(s): Urutau

Título: Borboleta Canhão | Autor(a): Mariana Castro | Editora(s): Selo do Burro

Título: História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial

Título: Lavra mareia | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá

Título: O silêncio é a música mais antiga do mundo | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá

Título: Radiografia das árvores | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote

Título: Resto | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau

Título: Tripas líquidas minha lírica: (poemas ensaísticos e outros híbridos desvarios) | Autor(a): Stella Prata | Editora(s): Urutau

Título: Tudo existe para desaparecer | Autor(a): Lucas Ortolan | Editora(s): Urutau
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 12/07/2026
É por trechos como este que Artaud, le Moma é sem dúvida um dos melhores exemplos do que fazia Derrida. Incrível o que ele diz aí, e como ele diz.
"Artaud identifies the work with feces, which are children that one makes (“I make these children” [je fais ces enfants]: fais-ces, fèces, fessée [spanking]). He has thus assimilated defecation to making-a-work, which is to say as well to the gift, to the weapon, and to the phallus. To the coup. He even made of a certain fashion of saying Merde the trait of an address, an awkward, maladroit address of the drawing, a certain fashion of drawing well, in the maladresse itself, and of addressing well, as directly and adroitly as possible, the trait of the drawing." (Jacques Derrida, Artaud the Moma)
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 26/06/2026
EU countries want death to be classed as life
News - Sustainability

EU countries want oil exploration to be classed as a green investment

The proposed changes could see oil giants like TotalEnergies showing up in sustainable investment funds.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 10/05/2026
Aprender é bom demais (um dia eu chego lá).
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 03/05/2026
Encontros fortuitos.
"a in­terpretação do arquivo (aqui, por exemplo, o livro de Yerushalmi) não pode esclarecer, ler, interpretar, estabe­lecer seu objeto, isto é, uma herança dada, senão inscre­vendo-se nele, isto é, abrindo-o e enriquecendo-o bastan­te para então aí ocupar um lugar de pleno direito. Não há meta-arquivo." (Jacques Derrida, Mal de arquivo: uma impressão freudiana)"There is no ultimate, non-contingent aspect of contingency, but contingency can at most be partially unveiled as it shows itself in its aspects." (Hilan Bensusan, Being up for grabs: on speculative anarcheology)
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 06/04/2026
Descobri um livro que não conhecia nas leituras de hoje e aparentemente não está nem sequer disponível em livrarias que entregam por aqui: Rêves portatifs, de Sylvain Bemba. Se alguém tiver uma pista de onde encontrá-lo, diga aí. Eis o que Lydie Moudileno escreve sobre o livro (traduzo a seguir).
Dans Rêves portatifs, Sylvain Bemba met en relief la fonction déterminante de l’image et de l’imaginaire cinématographique dans la construction de l'identité nationale. Le cinéma dans la nation devient, sous la plume de Bemba, le cinéma de la nation. La transposition des paradigmes du western au contexte des indépendances africaines révèle une similarité d’enjeux. Re-présentée comme un défilé d'images, l’indépendance-western que présente Bemba fait du pays tout entier un écran vierge où « chaque paire d’yeux était un projecteur portatif qui inventait de nouvelles images comme dans un jeu surréaliste où s’abaissent les barrières de l’impossible pour féconder la décevante réalité par insémination artificielle du rêve ». Ce récit centré sur un personnage de projectionniste de cinéma contient, en filigrane, tout un discours sur le potentiel du cinéma à prendre le relais de l’écriture dans ses velléités à exprimer le « réel » africain.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 02/04/2026
The Genocide and Holocaust Studies Crisis Network presents a panel discussion: The Nakba after Genocide Tuesday, April 7, 2026 12pm US Eastern/6pm CET/7pm Palestine/Israel Registration link: columbiauniversity.zoom.us/webinar/regi...
The Genocide and Holocaust Studies Crisis Network presents a panel discussion:

The Nakba after Genocide

Tuesday, April 7, 2026
12pm US Eastern/6pm CET/7pm Palestine/Israel

Palestinian scholarship has reconsidered the meanings of the Nakba over time: in pre-1948 Palestine, within and outside the Green Line after 1948, in the West Bank after 1967, the diaspora, and in Gaza today. This roundtable will examine the history, memory, and socio-political significance of the ongoing Nakba, considering how the fragmented Palestinian reality has shaped its multiple meanings.

Speakers:
Sherene Seikaly (History, UCSB)
Amahl Bishara (Anthropology, Tufts)
Amal Jamal (Political Science, TAU)

Chair: Nadim Khoury (Political Science, INN)

Registration link:
https://columbiauniversity.zoom.us/webinar/register/WN_w3gbou06TlWwD2KZ_BlPzQ#/registration

Find out more about the Genocide and Holocaust Studies Crisis Network here: https://www.ghscn.org

Co-sponsored by the Center for Palestine Studies at Columbia University: https://palestine.mei.columbia.edu
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 18/03/2026
Pessoal de Florianópolis ou quem estiver por lá no dia 26 de março: vou falar mais uma vez sobre a pesquisa sobre o filme 25, de Zé Celso e Celso Luccas. A cada fala, várias novas derivas da espiral. Venham, divulguem! Seguem os detalhes:
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 11/08/2025
Depois de meses, finalmente tenho meu exemplar de Cenas da Sujeição, de Saidiya Hartman, que traduzi com Fernanda Sousa para a Editora Fósforo. Tinha chegado faz um tempo, mas os meses fora adiaram o encontro. O livro tá bonito demais.
Fotografia em que uma mão parcialmente visível segura o livro Cenas da sujeição: terror, escravidão e criação de si na América do século 19, de Saidiya Hartman, publicado pela Editora Fósforo. A capa tem um fundo de cor preta, com o título em letras maiúsculas brancas no centro, o subtítulo em letras amarelo claro abaixo, com a imagem identificada no livro como "Nkisi Sarabanda, um cosmograma congo, ou diagrama do grito", na qual se pode ver uma elipse horizontal, com duas retas entrecruzadas dividindo seu interior em quatro partes; nas pontas das retas, há setas apontando para fora da elipse; em cada um quarto da área interna da elipse, vê-se duas retas entrecruzadas sem setas nas pontas.
050
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 03/08/2025
Também falei de como os zoológicos humanos insistem em assombrar minhas derivas de pesquisa: marcelo.substack.com/p/delirios-b...
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 03/08/2025
Se algum dia você já se deparou com algo relacionado ao conceito de cosmopoéticas, esbocei agora alguns itinerários a partir do que já publiquei a respeito: incinerrante.com/textos/um-ou...
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 06/07/2025
Está acontecendo
Fotografia de Mdou Moctar e músicos com seus instrumentos
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 14/06/2025
Não falei que ninguém é racista, nem quem propôs o nome Mubi, nem quem assina. Não falei que ninguém é apoiador de genocídio por tabela, mas que a Mubi está defendendo o investimento que recebeu de um fundo de capitais que apóia diretamente o genocídio. Isso me parece grave.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 14/06/2025
Expectativa: chamar atenção pra aliança de empresa com nome bobinho (expressando uma impressão sobre esse nome) com a máquina genocida em Gaza. Realidade: receber ataque pessoal ignorante que nem é sobre minha impressão (que alguns posts depois elaborei), mas apenas ilações sobre minha formação.
Post do Bsky com o texto: "Expectativa:: Usar uma palavra que seja fácil de pronunciar pela comunidade internacional. Realidade: o pessoal com. formação em Linguística na Unipântano falando que é racismo."
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 09/06/2025
Meme com imagem de figura humana com as expressões "o lado certo da história", "a história dirá", "o julgamento da história", "a lata de lixo da história", perseguindo um esqueleto identificado como Clio (Musa da história), à direita, com o texto ao lado: "sai maluco todo dia isso ti fude".
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 27/04/2025
“A dúvida”, um dos Equivocábulos (1970) de Augusto de Campos.
Poema de Augusto de Campos intitulado “A dúvida”, um dos Equivocábulos (1970). A imagem mostra uma página em branco com as palavras do poema escritas em letras maiúsculas: O OLHO A ILHA O CORPO A CARPA O OLOR A FLOR O GOSTO O GESTO O OUVIDO A DÚVIDA. A cada par, corresponde uma sobreposição, de forma que uma palavra aparece dentro da outra por meio da variação de letras específicas.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 05/04/2025
This Sunday, April 6, in Chicago, I will present part of my post-doctoral research at the SCMS 2025 Conference. The panel P14, "States, Citizens, and Struggle", starts at 11am. It's my first, so let's hope everything goes well. You may find the abstract of my presentation in the images (+alt text).
Cosmopoetic crossroads: decolonization and collective frameworks in the film 25 (1974-1977)

SCMS Conference 2025, Chicago
Sunday, April 6, Swissotel
11:00-12:45- P14: States, Citizens, and Struggles

Abstract (continues on next image's alt text):
Considering early African film history and the transnational flows that constitute the experiences of decolonization, I propose interrogating the variable collective frameworks inscribed and mobilized in the film 25 (1974-1977). Directed by Celso Luccas and José Celso Martinez Corrêa, both members of the Brazilian artistic group known as Teatro Oficina (renamed as Oficina Samba from 1973 to 1979), during their exile from 1974 to 1978, 25 started with the support of Rádio e Televisão de Portugal, shortly after the Carnation Revolution. Later, when RTP withdrew its resources and personnel, the film became one of the first productions by the Mozambican Instituto Nacional de Cinema. Considering other films by Brazilian filmmakers on the independence of Mozambique, such as Estas são as armas (1978), by Murilo Salles, and Plantando nas estrelas (1978), by Geraldo Sarno, as well as other Mozambican cinematographic and audiovisual experiences in the post-independence period involving foreign filmmakers, such as those of Jean Rouch with Super-8 and Jean-Luc Godard with video and TV, I intend to situate the film 25 in a comparative perspective, by discussing the transnational and transoceanic crossroads that define its approach to history and its engagement in the cosmopoetics of decolonization. I will focus on how Luccas and Corrêa seek to (as they put it) "sweep away the images of the past" by articulating their 16mm footage with excerpts from newsreels, Portuguese television records, colonial fiction films, songs and images associated with anti-colonial struggles in different historical moments, etc.By identifying some of the film’s most noticeable gestures of disruption of archival imagery, I analytically describe what may be called its anarchival montage: for instance, when excerpts from Jorge Blum de Canto’s colonial epic Chaimite (1953) are interwoven with an Afro-Brazilian religious chant dedicated to the orisha Èṣù (Eshu) or when Jorge Ben Jor’s song Zumbi (1974) is associated with footage of Samora Machel’s arrival in Lourenço Marques/Maputo in 1975. I argue that Èṣù must be acknowledged as one of the primary structuring principles of the film’s approach to history, as it is commented on by the filmmakers in newspaper articles (Versus, 1977) and variably described or portrayed in books such as Cinemação (1980) or Cinema Ambulante (1982). The film’s anarchival montage reframes historical chronology as spiral time, thus configuring cosmopoetic crossroads.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 17/03/2025
Aqui está a primeira parte do passo-a-passo para usar o Zotero na pesquisa e na escrita: marcelo.substack.com/p/como-uso-o....
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 11/03/2025
Continuam abertas as inscrições de trabalhos para o XXVIII Encontro Socine, que acontece em Belém, na UFPA, de 30/09 a 03/10, e estarei lá, ao lado de Patrícia Machado e Thaís Blank, coordenando o Seminário Temático Arquivo e contra-arquivo: práticas, métodos e análises de imagens.
000
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 24/02/2025
Texto destacada em amarelo sobre fundo branco: "uma obra de arte se caracteriza, a cada momento da história, pela forma estética escolhida, pela figura da liberdade que ela encarna. Mas de que ordem é o laço que a amarra ao mundo que a vê nascer? Tudo o que a rodeia determina a sua forma, o que permite datá-la e interpretá-la tanto nos seus meios como nas suas significações. Sendo assim, em que medida se toma em acontecimento? Este acontecimento é solidário de um mundo, mas pela sua presença ele estilhaça sempre a ordem previsível ou esta­belecida das suas determinações." (Marie-José Mondzain, A imagem pode matar?)
000
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 05/02/2025
Juliana escreveu sobre a neve e o tempo, as viagens e as memórias: open.substack.com/pub/cajives/...
"Vejo estações marcadas e a neve mais e mais derretida – segundo a previsão do tempo ela volta na semana que vem – como uma persistência da natureza em seu apelo: escrever memória é perseguir a impermanência e não a constância das estátuas." Juliana Cajives - juliana vai conhecer a neve - cajives.substack.com
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 21/12/2024
Trago boas novas para 2025: está chegando a publicação de Cenas da sujeição no Brasil, pela Editora Fósforo. O livro de Hartman que Fernanda Sousa e eu traduzimos está nas últimas etapas do processo editorial, e nem sei se deveria isso, mas não resisti e compartilho aqui a folha de rosto.
Folha de rosto do livro Cenas da sujeição, que será publicado pela Editora Fósforo no Brasil, em 2025. Na folha de rosto, pode-se ler, em diferentes linhas: "Saidiya Hartman", "Cenas da sujeição", "Terror, escravidão e criação de si na América do século 19", "Revisada e atualizada com um novo prefácio pela autora", "Tradução do inglês por Fernanda Silva e Sousa e Marcelo R. S. Ribeiro", "Apresentação por Keeanga-Yamahtta Taylor", "Posfácio por Marisa J. Fuentes e Sarah Haley", "Notações por Saidiya Hartman e Cameron Rowland", "Composições por Torkwase Dyson".
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 11/12/2024
"O eu não passa de um transmissor de matéria estrangeira, que vem de fora e que está destinada a ir mais longe do que eu. […] Eu transmito um passado ancestral e estou destinado ao futuro inimaginável. Eu sou um tempo heteróclito, inconciliável, não atribuível a uma época ou a um momento." (Emanuele Coccia, Metamorfoses)
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 11/11/2024
Na quinta-feira, 14 de novembro, estarei no Mini-Auditório do Centro Cultural do IEL da Unicamp com a palestra “Encruzilhadas cosmopoéticas de 25 (1975-1977): Oficina, descolonização, amefricanidade”, às 17h, após a exibição do filme 25 (1977), de Zé Celso e Celso Luccas, às 14h30.
Cartaz de divulgação de exibição de filme seguida de palestra, no qual se destaca o título "Encruzilhadas cosmopoéticas de 25 (1975-1977): Oficina, descolonização, amefricanidade", em letras claras. Sobre o título, lê-se, em três linhas com letras maiúsculas menores que o título: "14/11/2024 - Mini-Auditório do Centro Cultural do IEL", "Exibição do filme 25, de Zé Celso e Celso Luccas, às 14h30" e "Palestra de Marcelo R. S. Ribeiro (UFBA), às 17h". No canto superior direito, estão as logos da Unicamp, do Instituto de Estudos da Linguagem e do grupo (an)arqueologias do sensível. No restante do cartaz, que tem um fundo em gradiente de cima pra baixo, do branco ao marrom, sob o qual é possível ver parte de um diagrama do filme 25. No canto superior esquerdo, lê-se "25, um dia, um processo, 4 séculos".
111
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 29/10/2024
A Shanghai Film Academy da Shanghai University publicou um relato sobre o Festival Brasil-China, que a UFBA e a SHU realizaram em Xangai entre 21 e 24/10/2024. Ali no meio, alguns comentários sobre duas sessões que apresentei na "Cartografia audiovisual baiana". mp.weixin.qq.com/s/zhd6oqfZkG...
10月23日,来自传媒学院的Marcelo Ribeiro教授带来了两场精彩的影片放映活动,其中包括了多部深刻反映巴西文化和社会议题的电影作品。《换头术》这部电影深刻地探讨了非裔巴西文化,反映了非裔巴西人在巴西社会中的地位和身份认同。《紧绷之物必裂》通过重新审视档案图像,探讨了黑人演员和女演员在国家电影史中的存在和代理。《伊伦·奥里》和《我,黑人女性》分别讲述了非洲及其散居地女性的故事和艺术家Ayo在自我认同上的挣扎。

《在母亲星球的边缘,我们被吹拂》展现了两位女性和她们的母亲之间的情感片段。《波浪轻拂着岸边》通过巴西电影中出现的女性形象的拼贴,探索了关于女性气质的叙述。最后,《潮汐》在巴伊亚的一个奎尔姆博展现了三代女性在传统与未来之间的抉择。

这些影片不仅展示了巴西电影的多样性,也反映了社会和文化的深刻议题,为观众提供了一次丰富的文化体验和思考的机会。

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Tradução automática do Google Tradutor:

No dia 23 de outubro, o professor Marcelo Ribeiro, da Escola de Comunicação, apresentou duas emocionantes exibições de filmes, incluindo uma série de obras cinematográficas que refletem profundamente a cultura e as questões sociais brasileiras. O filme “Trocando a Cabeça” explora profundamente a cultura afro-brasileira e reflete o status e a identidade dos afro-brasileiros na sociedade brasileira. Ao revisitar imagens de arquivo, "What's Tight Must Come" explora a presença e a atuação de atores e atrizes negros na história do cinema do país. "Iron Ori" e "I, Black Woman", respectivamente, contam as histórias das mulheres em África e da sua diáspora e a luta da artista Ayo com a auto-identidade.

"On the Edge of Mother Planet We Are Blown" mostra uma sequência emocional entre duas mulheres e suas mães. Waves Lashing the Shore explora narrativas de feminilidade através de uma colagem de figuras femininas que aparecem no cinema brasileiro. Por fim, “Marés” se passa num quilombo da Bahia, mostrando três gerações de mulheres escolhendo entre a tradição e o futuro.

Esses filmes não apenas mostram a diversidade dos filmes brasileiros, mas também refletem profundas questões sociais e culturais, proporcionando ao público uma rica experiência cultural e oportunidade de pensar.
090
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 02/10/2024
Alguém por acaso tem alguma pista sobre o jornal alternativo Bagaço? Melhor ainda (nunca se sabe): tem em versão digital e pode compartilhar? Segundo pesquisei, está no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Vou tentar ir até lá na semana que vem, mas se alguém tiver mais informações, agradeço.
BAGAÇO foi lançado no Rio de Janeiro sob o impacto da indignação diante das violações de direitos humanos, da revolta contra a grande imprensa e da admiração pela imprensa alternativa'". Entre seus colaboradores estavam veteranos como José Louzeiro e jornalistas jovens, como Marcelo Beraba. Apesar da ajuda de artistas que promoveram um show em seu apoio, BAGAÇO foi apenas até o número 2, editado em fevereiro de 1978, quando o próprio dono da gráfica Jornal Hoje, de Nova Iguaçu, que o deveria imprimir, acionou a polícia, frustrando sua impressão. No contexto da crise da abertura, havia se generalizado em algumas regiões, entre as quais o Rio de Janeiro e Belém do Pará, a pressão de órgãos de repressão sobre gráficas para que não imprimissem jornais alternativos.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 22/09/2024
"Victor Klemperer […] sostenía que, al haber sido criados en una lengua, quedamos en su poder para siempre […]. Dicho en otros términos, todos somos tomados por la locura de la lengua y, cuando escribimos o hablamos, deliramos." (Fabián Ludueña Romandini)
"no está mencionada la figura de Victor Klemperer pero, sin embargo, este filólogo ha sido determinante en mi concepción de la lengua. Klemperer sostenía que, al haber sido criados en una lengua, quedamos en su poder para siempre y no podemos apartarnos de ella por ningún procedimiento, por ningún acto de voluntad propia. Dicho en otros términos, todos somos tomados por la locura de la lengua y, cuando escribimos o hablamos, deliramos. La filología, en ese sentido y cuando realmente cumple su tarea junto con la lingüística, son la terapéutica de las lenguas y las que nos permiten tener un hilo de Ariadna para no abismar. Pero también Klemperer decía que el escritor se acerca mucho más a un mago que a un ser racional. De allí que, desde mi labor, reivindique la escritura como mántica, como adivinación dentro de una selva de palabras que son, por naturaleza propia, inhumanas." (Fabián Ludueña Romandini, “Foucault pagó caro su desdén por la metafísica”. Conversación)
020
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 17/09/2024
Gostaria de saber se @lula.com.br deseja mesmo se tornar esse meme do cachorro cercado de chamas dizendo "tá tudo bem". É isso que está se tornando ao não confrontar o terrorismo climático do agro.
Cachorro cercado de chamas dizendo "tá tudo bem".
341846
Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 17/09/2024
Usuário #84.039 do céu azul, tô aqui desde 20 de maio de 2023.
Imagem do Bluesky com o número 84039 no centro, abaixo da frase "Comemorando 10 mi usuários". Na sorte de baixo lê-se meu nome e usuário, assim como a informação de que me juntei ao Bluesky em 20 de maio de 2023.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 16/09/2024
Uma e Três Cadeiras (Joseph Kosuth, 1965) Apenas uma Cadeirada (Datena, 2024)
Joseph Kosuth (1945- )

Uma e Três Cadeiras, 1965

Cadeira de dobrar de madeira, reprodução fotográfica da mesma cadeira e ampliação fotográfica da entrada do dicionário do tremo "cadeira"; cadeira: 82,2 x 37,8 x 53 cm, painel fotográfico: 91,5 x 61 cm, painel de texto: 61 x 62,2 cm

The Museum of Modern Art (MoMA), New YorkCaptura de vídeo do momento da cadeirada de Datena em Marçal no debate na TV Cultura entre candidatos a prefeito de São Paulo.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 08/09/2024
Pessoas de São Paulo: o livro "No rastro dos encontros perdidos: a Mostra Novíssimo Cinema Brasileiro" será lançado nesta sexta, 13/09, após sessão de O Marinheiro das Montanhas, no CINUSP. Contribuí com o texto "Casulo, secreção, segredo", a convite de um dos organizadores, o querido Gustavo Maan.
Card de divulgação com o seguinte texto em caixa alta, sobre uma Imagem de fundo com padrões de azulejo e cores: "Lançamento do Livro" , acima; no centro, o título do livro, "No rastro dos encontros perdidos: a Mostra Novíssimo Cinema Brasileiro"; abaixo do título, "depois da sessão das 19h de O Marinheiro das Montanhas; embaixo do card, sob uma linha branca, CONSTA "13SET" em referência à data 13 de setembro, à esquerda, e "CINUSP Paulo Emílio - Rua do Anfiteatro 109", à direita.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 05/09/2024
Em Lavoura Arcaica, o discurso do pai enaltece o tempo e louva a paciência, enquanto o filho rebelde reivindica os direitos da impaciência. Talvez diante do fogo enaltecido no apocalipse (e mesmo do fogo louvado na cozinha) seja preciso também reivindicar os direitos das cinzas.
"Para corroborar a complexidade do nexo cósmico entre fogo, entre vida e espírito, temos o elo noético-ígneo “psicanalisado” por Bachelard:

> A teoria desse fogo imanente à matéria determina um materialismo especial para o qual seria preciso criar uma palavra, pois representa uma nuance filosófica importante, intermediária entre materialismo e o animismo. Esse calorismo corresponde à materialização de uma alma ou à animação da matéria, é uma forma de passagem entre matéria e vida (2008, p. 111-112)

“Cozinha e apocalipse”: metabolismo animal e combustão maquínica são instâncias de uma tensão imanente à natureza e ao espírito do fogo. Eis a hipótese." (Marco Antonio Valentim, Ignis mutat res)
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 04/09/2024
A porta e a parede da entrada do Auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA são habitadas por um grafite. Assim alguma hospitalidade se faz em um prédio de universidade.
No terço inferior da imagem, vê-se um piso de pedra cinza; no quarto superior, uma parede de concreto sem pintura, com tons de cinza e marrom mesclados; no centro, a porta dupla (à esquerda) e a parede (em parte acima da porta, além de no centro e à direita) do Auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA. Acima da porta há uma placa identificando o auditório. Estendendo-se sobre a porta e a parede, um grafite assinado pro Cabuloso, com as letras OZ à esquerda e verde e, à direita, um passarinho azul e vermelho segurando um megafone azul claro e branco voltado para a esquerda.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 03/09/2024
Sem roubar, poste sua última selfie
Selfie com homem branco com blusa cinza, com quadros de pintura e gravura ao fundo, ao algo de uma poltrona cinza um pouco mais escura que a blusa. O homem, com cabelo castanho escuro, tem barba e usa óculos.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 19/06/2024
Nesta quinta, 20/06, acontece às 14h, no LabImagem do Instituto de Letras da UFBA, o seminário "Recasamentos cavellianos", com o professor Eduardo Vicentini de Medeiros (UF de Santa Maria).
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 05/06/2024
Em parceria do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFBA com o Póscom, acontecem nos meses de junho e agosto de 2024 eventos com os pesquisadores visitantes Eduardo Vicentini de Medeiros (UFSM) e André Barata Nascimento (Universidade da Beira Interior): www.poscom.ufba.br/arquivos/8894
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 30/04/2024
Esta é a estrutura de 25 que aparece na contracapa do livro Cinemação, que o Teatro Oficina editou em 1980. Na terça que vem, arrisco algumas considerações sobre um dos movimentos espiralares do filme: aquele que mostra Samora Machel ao som de "Zumbi", de Jorge Ben Jor.
Estrutura espiralar do filme 25, tal como mostrada na contracapa do livro Cinemação, de 1980
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 30/04/2024
Em uma semana, falo no Seminário Internacional Arquivo e Contra-Arquivo: política e migração das imagens a respeito do filme 25, de Zé Celso e Celso Luccas. Pra saber mais sobre o evento, é só acessar cpdoc.fgv.br/eventos/semi... e seguir no Instagram: www.instagram.com/arquivo.cont...
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 27/04/2024
"nebulae unsettle the familiar notion of atmosphere as envelope or container—as a concentric sphere enclosing the round of Earth, its form doubling down upon the apparent sphericity of the planet. Here, I draw upon Jesse Oak Taylor’s theorization of atmospheric thinking as emphasizing “adjacency” or, rather, the nearly invisible but crucial ways “bodies of all kinds influence the conditions of possibility in their vicinity” (7) and so verge outside the lines. Such atmospheric or perhaps nebular adjacencies—and the moments of analogical failure through which they show out—illicitly interweave Earth and heavens. Insofar as these otherwise foreclosed intimacies between seemingly unlike things become visible through the non-contiguity of analogical collapse (as opposed to the assimilative contiguities of reference upon which analogy normatively depends), they glimmer with a nonidentitarian and potentially radical cosmology of reference." (Devin M. Garofalo, Worlds More or Less)
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 22/04/2024
"The rights that can be articulated through the exhibition’s photographs are not necessarily the rights of distant Others. The fragility of the human condition is enfolded in each and every photograph. Once the exhibition is perceived as a declaration, no one seems especially protected. Assuming everyone’s frailty and her susceptibility to become a victim, one should also acknowledge the fact that everyone is susceptible of becoming a perpetrator.This susceptibility should be introduced into human rights discourse and articulated in the form of the right not to be a perpetrator.A new declaration of human rights,I claim,should be based on the assumption that every time a right is violated,another right is also violated with it—the right not to be a perpetrator.When rights are claimed,the right not to be a perpetrator must be included,or even assumed as a condition for all other rights.Otherwise a slippery slope leads from the rightful citizen to the one who violates the right of others.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 10/04/2024
Can anyone even remember postmodernism? - publicseminar.org/2014/10/can-...
Can anyone even remember postmodernism? - As I put it in A Hacker Manifesto: “information wants to be free but is everywhere in chains.” What Benjamin called mechanical reproducibility, what Debord called détournement, points to the way in which information tends towards some kind of commons. It requires increasingly artificial and even punitive forms of property and policing to turn information into capital. - McKenzie Wark
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 08/04/2024
Se a descolonização é, como escreveu Fanon, "um programa de desordem absoluta", é em parte um desordenamento dos arquivos que está em jogo aí.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 08/04/2024
Estarei na mesa "Arquivos e descolonização", na terça, 07/05, a partir das 10h, falando do imenso e intenso 25, de Zé Celso e Celso Luccas, e do paradigma anarquívico de que, a meu ver, o filme participa com seus gestos de montagem e remontagem atravessados por impertinências inventivas.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 08/04/2024
Repassando a divulgação da programação do Seminário Internacional Arquivo e Contra-Arquivo, de que terei a alegria de participar, ao lado de tantas pessoas incríveis que são referências incontornáveis para o que tenho tentado pensar nas minhas derivas anarqueológicas por parte da história do cinema.
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 03/11/2023
Sempre bom lembrar que não há garantia alguma sobre a história, o que ela significa, quais sentidos serão atribuídos aos acontecimentos no futuro e como serão narrados e julgados aqueles que participaram deles, sejam agentes diretamente envolvidos ou espectadores distantes.
Imagem-meme em que um corpo com músculos corre atrás de um corpo que é apenas esqueleto. O primeiro traz frases como "lado certo da história", "a história dirá", "julgamento da história", como se estivesse falando esses termos para o segundo, identificado como Clio, isto é, a deusa da História, que corre e tenta escapar desse tipo de bobagem, dizendo "sai maluco, todo dia isso, ti fuder"...
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Marcelo Ribeiro 🇵🇸 @marcelorsr.incinerrante.com · 21/05/2023
Ontem acompanhando o pôr do sol ao lado da Casa de Iemanjá no Rio Vermelho a gente assistiu a alguma pescaria e acompanhou a chegada da noite com vento. Logo depois choveu.
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