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Lucas Pedretti

@lpedrettilucas.bsky.social
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Professor do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Autor de "A transição inacabada" (Cia das Letras) e "Dançando na mira da ditadura" (Arquivo Nacional).

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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 03/08/2026
Nesta quinta-feira!
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Reposted by Lucas Pedretti
Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 30/07/2026
A Campanha Sem Memória Não há Democracia convida para Seminário no dia 06/08, no IAB. A proposta do encontro é compartilhar reflexões sobre os últimos anos da luta histórica pela transformação do antigo Palácio da Polícia do RJ em um Centro de Memória de Direitos Humanos.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 30/07/2026
A Campanha Sem Memória Não há Democracia convida para Seminário no dia 06/08, no IAB. A proposta do encontro é compartilhar reflexões sobre os últimos anos da luta histórica pela transformação do antigo Palácio da Polícia do RJ em um Centro de Memória de Direitos Humanos.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
Ano passado, publiquei no @theinterceptbr.bsky.social uma matéria sobre parte do material do prédio do IML. É um bom momento pra reler, já que agora se torna mais concreta a possibilidade de tirarmos definitivamente essa documentação das mãos da polícia. www.intercept.com.br/2025/04/02/f...
intercept.com.br
Fotografias históricas encontradas no prédio do IML mostram a face racista da Ditadura Militar | Intercept Brasil
Encontrados em fichários abandonados, documentos revelam como o regime usou o crime de vadiagem como forma de controle social.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
sendo fundamental destacar o papel do Ministério Público Federal e do Arquivo Público do Estado do Rj. MPF, Aperj e também o Iphan hoje estão, lado a lado com os movimentos sociais, na linha de frente da luta pela preservação e pela recuperação desse acervo.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
e que hoje temos a responsabilidade de construir, ao lado do Grupo, por meio do Coletivo RJ MVJ e da Coalizão Brasil MVJ, e das muitas entidades reunidas na campanha "Sem Memória Não Há Democracia". É resultado também da presença de grandes parceiros em posições institucionais relevantes,
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
Mas é importante dizer: essa retirada não é resultado apenas da repercussão do fato criminoso da semana passada, quando policiais foram flagrados jogando parte dessa documentação pela janela do prédio. É resultado de décadas de luta, essa luta iniciada nos anos 1990 pelo GTNM
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
Esse é o tamanho da conquista de ontem, ainda que o material que saiu seja ínfimo perto do que segue no prédio. Tirar os documentos do local significa a possibilidade de abrir muitas frentes de investigação sobre as variadas formas de violência do Estado no passado e no presente.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
Isso significa que, por quase 40 anos, ainda que fosse amplamente conhecido que ali estavam informações preciosas sobre a dinâmica do terrorismo do Estado, esses arquivos ficaram sob guarda da Polícia do Rio de Janeiro, o mesmo órgão que promove as violações de direitos humanos.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
Mas aquela não foi a 1ª vez que esses arquivos foram pesquisados. Décadas antes, o Grupo Tortura Nunca Mais descobriu, por meio da documentação, a existência da Vala Clandestina do Cemitério Ricardo de Albuquerque, destino dos corpos de presos "políticos" e "comuns" que o Estado queria desaparecer.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/05/2026
Entrei pela primeira vez no antigo prédio do IML há mais de dez anos, quando era pesquisador da Comissão da Verdade do RJ. Naquela ocasião, a partir desses mesmos livros da foto da matéria, a CNV conseguiu identificar os destinos dos corpos de dois desaparecidos. + g1.globo.com/rj/rio-de-ja...
g1.globo.com
Arquivo Público do RJ retira documentos do antigo prédio do IML | G1
A retirada ocorre uma semana depou que um vídeo mostrou documentos e fotografias que estavam guardados no antigo prédio do Instituto Médico Legal sendo jogados pela janela.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/05/2026
Segue o link, para quem se interessar: www.dilemasreflexoes.org/c%C3%B3pia-c...
dilemasreflexoes.org
DILEMAS: REFLEXÕES | análises
DILEMAS: REFLEXÕES é um espaço para contribuições livres de pesquisadores e pesquisadoras das ciências sociais. Assim como sua publicação mãe, DILEMAS: REVISTA DE ESTUDOS DE CONFLITO E CONTROLE SOCIAL...
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/05/2026
As práticas são semelhantes àquelas que conhecemos hoje: prisões arbitrárias, violência desmedida, assassinatos justificados como "autos de resistência", torturas, roubos às residências dos moradores. Sempre tendo o racismo como mecanismo essencial de filtragem policial. +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/05/2026
Ainda nos anos 50 notícias já davam conta de operações com centenas de policiais e centenas de presos. Uma operação na Favela do Esqueleto em 1955 chega a mobilizar mil agentes. +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/05/2026
A partir de jornais dos anos 1950, 1960 e 1970, demonstro como essa prática não data da década de 80, como muitas vezes se pensa. As megaoperações começam a ocorrer pelo menos trinta anos antes disso. Antes mesmo do golpe de 1964, aliás. +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/05/2026
São 70 anos de megaoperações policias em favelas no RJ, e seu único resultado tem sido o de aprofundar o ciclo da violência. É o que eu argumento em texto publicado no blog da revista Dilemas, do Necvu/UFRJ, em um especial para marcar os seis meses do Massacre nos Complexos do Alemão e da Penha. +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/05/2026
Quarta que vem, 6/5, vamos exibir no IFCS/UFRJ o documentário Cheiro de Diesel, sobre a ocupação militar na Maré em 2014. Começa às 17h na sala 106. Depois, a partir de 18h30, mediarei um debate com as diretores Natasha Neri e Gizele Martins, Henrique Vieira e Renata Souza.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/04/2026
A exposição ficará aberta à visitação de 16 de abril a 29 de maio, de segunda a sexta-feira, no CCJP/UNIRIO
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 22/04/2026
Depois de estrear na UFRJ em 2019 e passar pela Rural e pela FFP/Uerj, "Rastros da Verdade", nossa exposição sobre a Comissão da Verdade do Rio, acaba de ser inaugurada na Unirio. Dez anos depois do seu relatório final, o trabalho comissão segue abrindo novas conversas.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 15/07/2025
Meu livro "A transição inacabada" ficou entre os 10 semi-finalistas do Jabuti! Como o Fluminense mostrou, chegar na semi já é muita coisa quando os outros concorrentes são tão bons. Fico muito feliz com a notícia, e com a perspectiva de que ela abra mais caminhos e conversas!
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Intercept Brasil @intercept.com.br · 06/04/2025
Força-tarefa expõe descaso com registros que os militares ignoraram ou tentaram esconder. Agora, Polícia Civil sinaliza apoio a transferir documentação ao Arquivo Público. ✍🏻 @lpedrettilucas.bsky.social 👉🏻
tibr.in
Ditadura: movimento sociais resgatam documentos históricos
Trabalho repete esforço feito no início dos anos 1990 e ganha apoio institucional
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Intercept Brasil @intercept.com.br · 06/04/2025
Encontramos documentos de agentes da Ditadura em sacos de lixos no antigo prédio do DOPS e do IML, no Rio de Janeiro. Eles revelam detalhes da rotina militar – e podem ajudar a esclarecer crimes que até hoje permanecem impunes. ✍🏻 @lpedrettilucas.bsky.social 👉🏻
tibr.in
Ditadura: polícia jogou documentos de agentes em sacos de lixo. Nós os abrimos.
Fichas esquecidas por 50 anos revelam conexão entre torturadores da Ditadura e elite da Polícia Civil e desmontam o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada da polícia.
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Intercept Brasil @intercept.com.br · 06/04/2025
Encontrados em fichários abandonados no prédio do IML e do DOPS, fotografias histórias revelam como o regime usou o crime de vadiagem como forma de controle social. ✍🏻 @lpedrettilucas.bsky.social 👉🏻
tibr.in
Fotografias históricas encontradas no prédio do IML mostram a face racista da Ditadura Militar | Intercept Brasil
Encontrados em fichários abandonados, documentos revelam como o regime usou o crime de vadiagem como forma de controle social.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 03/04/2025
No Rádio Novelo Apresenta (@radionovelo.com.br) de hoje, converso com a Flora Thomsom-DeVaux sobre o caso do Paulo José. Um homem negro brutalmente torturado na ditadura, mas cuja história nunca entrou nas estatísticas, nos relatórios, nos livros e nos filmes.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 02/04/2025
Fichários abandonados no antigo prédio do IML são chave para avançarmos em uma das agendas de investigação mais importantes que temos sobre a ditadura: a comprovação do caráter racista do regime. É o que revelo hj no 2o texto da série pro Intercept. www.intercept.com.br/2025/04/02/f...
intercept.com.br
Fotografias históricas encontradas no prédio do IML mostram a face racista da Ditadura Militar | Intercept Brasil
Encontrados em fichários abandonados, documentos revelam como o regime usou o crime de vadiagem como forma de controle social.
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Intercept Brasil @intercept.com.br · 02/04/2025
“As vítimas da ditadura eram brancas”. Essa é uma das maiores mentiras sobre a Ditadura Militar – e nós podemos provar. Veja os documentos inéditos que encontramos no prédio do IML, abandonado pela Polícia Civil no Rio de Janeiro. 🧶
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 01/04/2025
"Ainda Estou Aqui" gerou uma torção no tempo cronológico. A rememoração dos 60 anos do golpe ficou pra este ano, já que ano passado o que imperou foi um silêncio brutal. Antes tarde do que mais tarde...
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Ananias Oliveira @ananias1979.bsky.social · 01/04/2025
As fichas esquecidas da ditadura. "Os casos mostram um enorme trânsito entre a polícia política e as delegacias comuns. E desmontam, assim, o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada do conjunto da Polícia Civil." Mais um texto de extrema relevância do @lpedrettilucas.bsky.social !!!
intercept.com.br
Ditadura: polícia jogou documentos de agentes em sacos de lixo. Nós os abrimos.
Fichas esquecidas por 50 anos revelam conexão entre torturadores da Ditadura e elite da Polícia Civil e desmontam o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada da polícia.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 01/04/2025
Ano passado, descobrimos que a Polícia Civil mantinha documentos da ditadura em sacos de lixo num prédio abandonado. A partir de hoje, em 3 matérias pro @intercept.com.br , revelo parte do conteúdo desse material. Uma verdadeira radiografia da repressão www.intercept.com.br/2025/04/01/p...
intercept.com.br
Ditadura: polícia jogou documentos de agentes em sacos de lixo. Nós os abrimos.
Fichas esquecidas por 50 anos revelam conexão entre torturadores da Ditadura e elite da Polícia Civil e desmontam o argumento de que o DOPS seria uma estrutura apartada da polícia.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 25/03/2025
Incrível a linha de defesa do comandante da Marinha no STF. Em resumo, ele diz ser injusto que apenas o almirante seja visto como golpista e que os comandantes do Exército e da Aeronáutica passem ilesos. Está certíssimo. Os três são golpistas.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 25/03/2025
Há alguns dias, o general Pazuello defendeu, no @correiobraziliense.bsky.social , a anistia ao 8 de janeiro, num texto que era o puro suco de negacionismo histórico. Hoje, Rodrigo Lentz e eu respondemos nas páginas do mesmo jornal.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 15/03/2025
zerei a vida! tô no @ladobdorio.bsky.social
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Serge Katz @sk-serge.bsky.social · 14/03/2025
🔴 Um debate muito intenso na França atualmente que vem se intrometendo no meio do tema da Ucrânia é a questão da violência colonial francesa na Argélia. Dias atrás, um jornalista se demitiu de uma rádio pública porque fez declarações igualando a violência colonial youtu.be/tjIcj2wUlL8?...
youtu.be
La véritable histoire de la conquête française de l’Algérie
YouTube video by Mediapart
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 20/02/2025
Este semestre vou oferecer, como atividade do pós-doc, a disciplina "Transição democrática: violência, movimentos sociais e Estado", no PPG de Sociologia do IESP/UERJ, com Zé Szwako e Cristina Buarque. Aceitamos inscritos e ouvintes!
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Serge Katz @sk-serge.bsky.social · 10/02/2025
🧵‼️ Em dezembro, li esta matéria. Este trecho me marcou: 📢 "Para esses setores, operações policiais em favelas, que deixam um rastro de jovens negros mortos pelo caminho, parecem fazer parte do que se entende como aceitável dentro da democracia brasileira. " www.intercept.com.br/2024/12/16/o...
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Os kids pretos foram a origem do Bope e das megachacinas | Intercept Brasil
Cursos de operações especiais dos kids pretos estão na origem do Bope. Em comum, as violações de direitos humanos e o desprezo à democracia.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 25/01/2025
Secretaria de Segurança. Mas....
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 24/01/2025
Dia de genocídio no Alemão. Em 61, Lacerda declarou "guerra ao crime" com batidas gigantes em favelas, com helicóptero pra "caçar marginais" e tudo. São 60 anos investindo nessa política, e a violência só aumenta. Mas eles juram que a saída é dobrar a aposta na mesma solução.
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A s t o r @astordasilva.bsky.social · 23/01/2025
UNCLE PAULO WAS RIGHT
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Caio Almendra @caioalmendra.bsky.social · 23/01/2025
Indicações do Oscar causam desconforto na caserna.
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Caio Almendra @caioalmendra.bsky.social · 22/01/2025
Você vai disputar uma corrida roubada com nazistas? Tem 1% de chance de você e quando vence, o nazista dono da corrida muda as regras pra vez seguinte? Não. Porque você tá lá pra legitimar que a corrida é honesta e que a esquerda perde porque corre pior, apesar de ganhar as vezes. E pra dar Ibope.
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Fernanda Canofre @fercanofre.bsky.social · 04/01/2025
In the year Brazil reaches the 40th anniversary since the end of the military dictatorship, past and present are even more intertwined in our current context. We talked to @lpedrettilucas.bsky.social to understand a bit about it globalvoices.org/2024/12/29/m...
globalvoices.org
Many deaths under Brazil’s military dictatorship were not politicized, says historian
Historian Lucas Pedretti's new book analyzes what was left unfinished and still haunts Brazil's democracy 40 years after the end of the military dictatorship.
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Cecília Olliveira @cecillia.com.br · 18/12/2024
"As origens do Bope e Core remontam a um grupo de elite do Exército conhecido como Forças Especiais - aqueles militares designados pela expressão que se tornou célebre em meios às investigações sobre a tentativa de golpe organizada por Bolsonaro: kids pretos" - Por @lpedrettilucas.bsky.social
intercept.com.br
Os kids pretos foram a origem do Bope e das megachacinas | Intercept Brasil
Cursos de operações especiais dos kids pretos estão na origem do Bope. Em comum, as violações de direitos humanos e o desprezo à democracia.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
a história poderia ter sido diferente. Pelas voltas e ironias do destino, que pelo menos, então, o julgamento de um dos crimes cometidos por Lício abra caminho para a revisão da Lei de Anistia. Assim, a conexão entre os kids pretos de ontem e de hoje ficará mais evidente.
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
Isso era 2005. Pouco menos de 20 anos depois, os Kids Pretos das gerações que sucederam Lício - e que com certeza aprenderam com ele - tentaram dar um novo golpe de Estado em benefício do mesmo Jair Bolsonaro. Que coisa, né? Talvez se eles tivessem sido punidos lá em 2005, e não normalizados, +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
Acredito que nem preciso dizer quem convocou a sessão. O deputado federal Jair Bolsonaro. Assim noticiou o Estadão o evento: "Saudado por Bolsonaro como herói, o coronel Lício ocupou a tribuna por uma hora fazendo um relato frio sobre a morte dos guerrilheiros e demonstrando orgulho da operação".+
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
Ou seja, no contexto em que foram cometidos inúmeros crimes - dentre os quais o que agora é julgado por Dino. Em 2005, Lício, ainda vivo, esteve em uma sessão solene no Congresso Nacional. Era uma homenagem aos militares que exterminaram a guerrilha em geral e ao próprio Lício em particular. +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
que cursou a primeira edição do Curso de Operações Especiais do Exército Brasileiro, em 1957. É este curso que forma os agora famosos Kids Pretos. Portanto, poderíamos dizer que Lício é um dos primeiros kids pretos do EB - termo, aliás, que surgiu durante a operação das Forças Especiais no Araguaia+
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
A Lei de 79 anistia os crimes cometidos até a data da sua promulgação. Logo, um crime que segue até hoje não está coberto pela lei. Dino estava analisando um caso específico, sobre a Guerrilha do Araguaia. Um dos militares implicados no caso é Lício Augusto Maciel. Lício foi um dos militares +
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Lucas Pedretti @lpedrettilucas.bsky.social · 21/12/2024
Sobre Bolsonaro, Kids Pretos e Lei de Anistia, uma curiosidade. No último domingo, Flávio Dino decidiu que a Lei de Anistia de 79 não cabe para impedir o julgamento de desaparecimentos forçados. O argumento é simples: a ocultação de cadáver é um crime que só acaba quando o corpo reaparece. +
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