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@jockdean.bsky.social
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Viúva do Xwitter

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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Assim como em Thunderbolts*, com #FantasticFour a Marvel acertou em fazer um filme que não se ancora no que já veio antes nem se preocupa com o que virá depois. O foco são seus personagens e seus dramas. É uma aventura única, que diverte e emociona na medida.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Diferente de muitos, não acho que #FantasticFour careça de mais cenas de ação que as que foram mostradas já que o uso dos poderes está incrível - todo o CGI do filme está maravilhoso - e as cenas são bem dirigidas, coreografadas e criativas.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Claro que há falhas na jornada do Quarteto Fantástico ao longo da sua 1h55. Alguns pontos poderiam ser melhor explorados para dar um pouco mais de ritmo, mas nada que atrapalhe a experiência visual e narrativa que o filme propõe.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Um dos maiores pontos altos é sem dúvidas o Galactus. A voz de Ralph Ineson dá ao personagem uma imponência que marca. Todas as suas aparições trazem um senso de perigo e urgência que o MCU não conseguiu fazer com a maioria dos vilões que já adaptou. E o visual é absurdo.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Julia Garner (Shalla-Bal/Surfista Prateada) cumpre bem seu papel de arauta do Galactus e acabou sendo uma ótima escolha já que o filme se passa em um universo alternativo, deixando a porta aberta para que o Surfista Prateado eventualmente apareça em uma nova aventura do Quarteto.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Dos quatro protagonistas, o Bem Grimm (Coisa) de Ebon Moss-Bachrach é o personagem com menos destaque, mas ainda com bom desenvolvimento e importância na dinâmica familiar e nas missões heróicas. A amizade e cumplicidade entre ele e Reed é bem colocada em tela.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Joseph Quinn traz um Johnny Storm (Tocha Humana) mais centrado que as versões anteriores, mas nem por isso menos charmoso e divertido. Diferente dos anteriores, ele realmente demonstra se importar com sua família e o mundo que protege.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Calando os haters, Pedro Pascal entrega um Reed Richards (Senhor Fantástico) que transita entre a culpa de ter transformado sua família em uma anomalia e a pressão de ser o homem mais inteligente do mundo, logo, sempre cobrado a encontrar soluções para os perigos que aparecem.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Sue Storm (Mulher Invisível) é o destaque do filme. Vanessa Kirby enche a tela de charme, carisma e traz no olhar um misto de doçura e dor de quem quer estar junto daquelas pessoas, mas sente e sabe o peso das suas responsabilidades. A chegada de Franklin ressalta isso. desenvolvidas do MCU.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
O #FantasticFour não é só mais um grupo de super-heróis. São uma família (des)funcional que precisa lidar com seus dramas pessoais e ainda salvar o dia. E é isso que os torna tão únicos. A falha, o medo, a integração, a discordância, mas sobretudo o amor entre si.
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/07/2025
Gostei muito de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. Matt Shakman abraçou a absurdeza e galhofa das HQs e fez um filme sem vergonha de ser filme de super-herói. E o mais importante: finalmente temos um filme que bebe da essência do grupo: o sentimento de família #FantasticFour.
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Jock @jockdean.bsky.social · 09/06/2025
Atualmente, meu Spotify tem se revezado entre estes dois hinários
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Jock @jockdean.bsky.social · 03/05/2025
Já considero #Thunderbolts o melhor lançamento do MCU desde Guardiões 3. É um film que faz a gente se importar com os personagens. Yelena, Buck e Sentinela são os destaques absolutos. E a boa recepção deixa o hype bom para a chegada dos maiorais: Quarteto Fantástico
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Jock @jockdean.bsky.social · 03/05/2025
Assisti #Thunderbolts e há tempos não gostava de um filme do MCU como gostei dele. Ele trouxe algo que fazia falta: uma boa história sendo contada. Não tem fanservice, não tem apelo nostálgico, nem vilão genérico. É um filme que funciona por si e faz a gente se relacionar com a história
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Jock @jockdean.bsky.social · 29/04/2025
Eu assim depois de assistir o show de 60 anos da Globo
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Jock @jockdean.bsky.social · 29/04/2025
Assisti Pecadores ontem. Um filme sensível e esteticamente arrebatador e com uma das cenas mais poéticas da história do cinema. As referências ao racismo e à violência sistêmica ganham contornos ainda mais profundos quando contrastadas com a estética vampiresca
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Jock @jockdean.bsky.social · 29/04/2025
Vão ao cinema assistir Pecadores. Filme belíssimo 🥺🥺🥺
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Jock @jockdean.bsky.social · 22/04/2025
O decano Lawrence
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Jock @jockdean.bsky.social · 02/04/2025
Manuela Dias podia lacrar escrevendo uma cena de broderagem
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Jock @jockdean.bsky.social · 01/04/2025
E vamos de dar uma chance para #ValeTudo
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/03/2025
O final da S3 de #Invencible foi o melhor da temporada, que no geral foi bem morna com tramas apresentadas de forma corrida ou sem o desenvolvimento que poderiam ter. Mas diante do que deve ocorrer na S4 talvez a intenção tenha sido diminuir o ritmo agora e trazer algo bem mais brutal depois
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Jock @jockdean.bsky.social · 12/03/2025
Espero que a Marvel mantenha este ritmo até o fim da S1 de #DaredevilBornAgain, mantendo o cerne da série no debate sobre o vigilantismo, a corrupção (individual e das instituições) e o heroísmo, conectando tudo isso aos poucos à trama do Rei do Crime para um confronto brutal ao fim da temporada.
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Jock @jockdean.bsky.social · 12/03/2025
Depois do que foram os dois primeiros episódios de #DaredevilBornAgain achei que teríamos um respiro no 3º. Nada disso. Tivemos um episódio de tribunal (Matt Murdock é advogado, né?) extremamente tenso com desfecho igual às HQs, mas com um caminho diferente que deu ainda mais peso ao drama
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Jock @jockdean.bsky.social · 12/03/2025
Em 2025, era para Bernadete Dinorah está sendo celebrada como muitos dos seus contemporâneos têm sido nos últimos anos. Triste ver que uma artista incrível deixou de ser telúrica por causa do fanatismo religioso
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Jock @jockdean.bsky.social · 06/03/2025
"Ah, quem não gostou de Anora não entendeu o fime"/ "Quem não gostou de Anora é moralista" blá blá blá Qual a dificuldade em entender que dá para assistir um filme, "entender" todas as suas nuances/camadas e ainda assim não gostar, achar mediano/ruim etc e tal? A arte é cheia de subjetividades
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Jock @jockdean.bsky.social · 06/03/2025
#DaredevilBornAgain chegou com os dois pés na porta. Tensa, com ótimas sequências de ação e drama focado no lado mais sombrio e violento de Matt Murdock, abraçando a essência do personagem nas HQs. Se mantiver esse nível até o fim da temporada, será uma das melhores séries do MCU
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Jock @jockdean.bsky.social · 26/02/2025
No meu coração elas são as vencedoras do Oscar este ano
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Jock @jockdean.bsky.social · 25/02/2025
A quantidade de coisas que Flow diz sem uma única linha de diálogo é sublime. Em tempos em que o celular virou extensão nossa e os roteiros são cada vez mais expositivos, descrevendo o que já está em tela ou o passo a passo dos personagens, Flow nos relembra que o cinema é imersão. Lindo demais.
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Jock @jockdean.bsky.social · 21/02/2025
De início não curti "Seu amigão da vizinhança: Homem-Aranha", nova animação do cabeça de teia no Disney+. Mas do meio para o fim a história empolgou e me pegou. Os dois últimos episódios foram excelentes e a série terminou cheia de ótimos ganchos para mais temporadas.
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Jock @jockdean.bsky.social · 18/02/2025
Grande dia 👍🏼
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Noturno (2021) reflete as angústias da pandemia, incluindo canções como 2 de junho, sobre o caso do menino Miguel, morto após cair do apartamento enquanto sua mãe trabalhava como doméstica em pleno período de isolamento.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Assim como já havia feiro em 2006 com Pirata e Mar de Sophia, em 2010 Bethânia lançou dois discos complementares: Tua e Encanteria. Tua fala essencialmente de amor. Encanteria também, segundo ela disse à época, mas de um amor diferente: é uma abordagem sobre o ser humano e sua fé em vários ritmos.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Pirata/Mar de Sophia (2006) trazem força das águas, seu poder de cura, o temor que ela nos inspira, seu lado místico, sua purificação, o respeito que ela impõe. Tudo isto e mais constam nesta dupla de discos que se complementam ou se cruzam como mar e rio numa pororoca.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Com Brasileirinho (2003) Bethânia nos convida a redescobrir o Brasil em um disco e show irretocáveis onde ela canta as tradições, rituais, celebrações sagradas ou profanas, jogos, contos, mitos, lendas, cantos e danças diversas do Brasil caboclo, indígena, negro e o aboio interiorano.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Maricotinha (2001) é mais um disco com repertório denso, dramático e pungente. Aqui ela reúne canções como Primavera, Dona do dom, Juntar o que sentir e Depois de ter você para celebrar seus 35 anos de carreira.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Uma das marcas de Bethânia é a busca pela brasilidade. A força que nunca seca (1998) é, talvez, onde pela primeira vez as violas sertanejas ressoam com protagonismo em sua obra em canções como É o amor, Romaria, Luar do sertão e Espere por mim, morena.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Âmbar rendeu um dos maiores e melhores shows da MPB - Imitação da vida (meu preferido de sua carreira). Nele Bethânia mergulha como nunca na obra de Fernando Pessoa, mesclando poesia e um repertório cheio de questões existenciais. Neste show ela coloca Pessoa para tocar as rádios AM e FM do país.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Em Âmbar (1996) Bethânia renova seu repertório, gravando novos nomes que despontavam na música brasileira como Chico César (Onde estará o meu amor?) e Adriana Calcanhotto (Âmbar, Uns versos). O disco traz ainda a gravação magistral de O circo, de Orlando Morais e Antonio Cicero.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
As canções que você fez pra mim (1993) é um dos discos mais populares de sua carreira. Depois de uma sequência de discos considerados conceituais demais, Bethânia arregimenta uma leva de canções de Roberto e Erasmo que a colocou de volta às paradas de sucesso popular sem cair na pieguice.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Olho d'água (1992). Este disco está na lista de álbuns de Maria Bethânia pouco conhecidos pelo grande público, como Alteza (1981), mas gosto da forma intimista como as letras e melodias revelam a própria Bethânia. É um disco quase confessional que vale a pena a escuta.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Memória da pele (1989). Não posso jamais de deixar de citar este disco por dois motivos: foi o início da parceria musical de Bethânia com o maestro Jaime Alem e foi neste disco que ela gravou Reconvexo, que sou eu em forma de canção.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Maria (1988) foi considerado um disco presunçoso pela crítica. Para mim é uma das capas mais lindas da discografia de Bethânia. Em seu repertório canções como Eu e água, Recado falado e O ciúme, que é um poema em forma de canção feito por seu irmão, Caetano Veloso.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Em 1986, ela lançou Dezembros, disco que eu amo e que tem uma das melhores composições de fim de amor da música brasileira na minha opinião: Anos dourados. O disco também traz Canções e momentos, composição de Milton Nascimento feita especialmente para ela.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Nos anos 1980 o eletrônico passa a influenciar a música brasileira e Bethânia lança Ciclo (1983), um disco intimista, acústico, antecipando algo que se tornaria lugar comum na música brasileira anos mais tarde. Este disco tem uma das músicas que mais amo em sua voz: Motriz.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Entre outros sucessos Talismã (1980) traz um dueto com Gal em um samba antológico de Dona Ivone Lara: Alguém me avisou. O disco traz ainda a gravação mais pop da cantora, O lado quente do ser, de Marina Lima. Esse período é considerado o da revolução sexual das mulheres na música brasileira.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Álibi (1978) iniciou uma trilogia de discos românticos, sensuais, passionais e de grande apelo popular lançados por Maria Bethânia. Em 1979, veio Mel, onde Bethânia lança Angela Ro Ro como compositora com a canção Gota de sangue e conta ainda com sucessos como Cheiro de amor e Grito de alerta.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Álibe (1978) consolidou Bethânia como uma das cantoras mais populares do país com sucessos como Ronda, Explode coração, Negue e O meu amor (dueto com Alcione). O disco é o primeiro de uma cantora brasileira a vender 1 milhão de cópias, quebrando a máxima que mulher não vendia música no Brasil.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Pássaro da manhã (1977) foi o primeiro disco de estúdio onde Bethânia mesclou música e poesia. Um disco lírico sobre esperança e liberdade. Neste disco ela gravou Olhos nos olhos, que Chico Buarque fez para ela e que a ajudou a se tornar uma das cantoras mais populares do país.
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Jock @jockdean.bsky.social · 13/02/2025
Pássaro Proibido (1976) traz sua gravação mais sombria: Balada do lado sem luz, composição de Gilberto Gil. No auge da ditadura a luz da vida foi quase apagada. A canção que dá nome ao disco é uma das raras composições de Bethânia - gravada por Caetano - e fala da falta de liberdade do período.
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