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José Maria

@jmcss.bsky.social
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José Maria @jmcss.bsky.social · 1h
Confira seu local de votação aqui: www.tse.jus.br/servicos-ele...
Imagem com fundo escuro, uma estrela vermelha centralizada no meio e o texto em fonte branca: "Seu local de votação pode ter mudado sem você saber". Abaixo um quadro vermelho com o texto de mesma cor: "Verifique no site do TSE ou no aplicativo e-título"Imagem com fundo vermelho, uma estrela branca centralizada no meio e o texto de mesma cor "Dia 25, vote cedo". Mais abaixo um quadro preto com os dizeres em branco: "Se organize, saia de casa cedo e evite boicote"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 12h
O bolsonarinho realmente quer fazer alguém acreditar que vai manter o fim da escala 6x1 😂
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José Maria @jmcss.bsky.social · 15/10/2026
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José Maria @jmcss.bsky.social · 01/05/2026
Vamos ajudar o Senado Federal e colocar a descrição da imagem que publicaram para anunciar, com o orgulho, a derrubada do veto presidencial, premiando criminosos golpistas com penas mais brandas. Faltou colocar no texto que criminosos condenados por outros crimes serão beneficiados, mas tudo bem!
Imagem de divulgação do Senado Federal, com fundo preto e detalhes serrados em laranja nas extremidades superior e inferior e texto com fonte branca (salvo destaques em laranja, os quais são indicados abaixo com asteriscos). No rodapé consta @SenadoFederal.

"*VETO DERRUBADO:* MENOS TEMPO DE PRISÃO PARA CRIMES CONTRA O ESTADO DEMOCRÁTICO

A dosimetria das penas passa a ser mais branda para crimes contra o Estado Democrático de Direito como *golpe ou abolição violenta do Estado Democrático, preparação de golpe, financiamento antidemocrático e comunicação enganosa em massa*, que também passam a ter progressão mais rápida para regimes mais brandos.

Réus por mais de um desses crimes terão penas calculadas de forma mais leve. *Espionagem e sabotagem* ganham progressão mais rápida. A lei pode beneficiar quem já foi sentenciado, incluindo os envolvidos no 8 de janeiro."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 30/04/2026
"O passivo de Flávio Bolsonaro é volumoso e, em sua maior parte, permanece impune. A rachadinha da Alerj, esquema que, segundo o MP-RJ, desviou R$ 6 milhões via 483 depósitos em espécie na conta de Fabrício Queiroz, foi neutralizada em cascata. O STJ anulou provas em 2021, o STF reconheceu foro privilegiado em 2021, o TJ-RJ arquivou a denúncia em 2022, e Gilmar Mendes rejeitou em 26 de fevereiro de 2025 os últimos recursos do Ministério Público.

Os fatos prescreveram, mas nunca houve julgamento de mérito. O Estadão, em editorial de 13 de abril intitulado “Os esqueletos de Flávio Bolsonaro”, lembra que arquivamento por nulidades processuais não é absolvição. Fabrício Queiroz, hoje, é subsecretário de Segurança em Saquarema, cidade do PL.

A mansão de R$ 5,97 milhões no Setor de Mansões Dom Bosco, Lago Sul, Brasília, comprada em janeiro de 2021 (R$ 2,9 milhões em espécie e R$ 3,1 milhões financiados pelo BRB em 30 anos, quitados em 37 meses com R$ 3,4 milhões em pagamentos extras, conforme matéria do Metrópoles, voltou à cena com a prisão, em 16 de abril de 2026, de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, na Operação Compliance Zero. Costa presidia o banco quando o financiamento foi aprovado e foi preso em investigação ligada ao Banco Master de Daniel Vorcaro. O caso Kopenhagen, da franquia Bolsotini, com 1.512 depósitos em espécie fracionados identificados pelo MP-RJ, seguiu o mesmo destino processual, com prescrição técnica sem julgamento.

[Aqui dois parágrafos suprimidos desta descrição sobre milícias, Abin Paralela e tentativa de fuga de Bolsonaro]

Reinaldo Azevedo tem chamado atenção para o que descreve como blindagem midiática em curso. Em suas palavras, “desde o dia 5 de dezembro, Flávio Bolsonaro tem sido blindado de si mesmo, de sua biografia, de seu passado”. Em 16 de abril, o colunista acrescentou que “começou o esforço em setores da tal ‘mídia’ e em áreas do colunismo político para tornar ‘moderado’ o dito Zero Um”."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 30/04/2026
Premiar criminosos e golpistas é derrota para Lula, segundo um dos maiores veículos da imprensa brasileira
Manchete no site G1, 30 de abril de 2026, 17h: "Em nova derrota de Lula, Congresso aprova redução de pena de Bolsonaro e de outros condenados por atos golpistas". Subtítulo: "Com votos do centrão e oposição, Câmara e Senado derrubaram veto de Lula ao PL da Dosimetria. Ontem, indicação de Messias foi rejeitada no Senado". Ao fundo uma fotografia da mesa da Câmara com o presidente do senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em destaque
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José Maria @jmcss.bsky.social · 23/04/2026
A campanha Busão 0800 está pressionando o Congresso pela aprovação do Sistema Único de Mobilidade que pode garantir Tarifa Zero nos ônibus de todo o Brasil! Acesse o site e saiba como apoiar: www.busao0800.com
Logo da campanha Busão 0800
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José Maria @jmcss.bsky.social · 23/04/2026
#AcademicSky #poltheory #polphil
Political Theory
OnlineFirst
https://doi.org/10.1177/00905917261433978

Original Manuscript

The Visibility of the State: Symbolic and Allegorical Representations in the Work of Carl Schmitt

Jerónimo Rilla
https://orcid.org/0000-0002-0187-2228

Abstract: This article argues that Carl Schmitt’s approach to the visual expression of political power evolves from an early reliance on symbolic form to a later adoption of allegory, influenced by Walter Benjamin. Initially attracted to the Catholic Church as a symbolic synthesis of bureaucracy and charisma, Schmitt grew disillusioned with its modes of visual representation. He then turned to political myth, envisioning the national leader as the symbolic incarnation of a unified people. This model, however, also proved untenable. In search of an alternative, Schmitt drew on Benjamin’s theory of allegory to retrieve the Baroque tradition of state personification: Sovereigns, like actors on a stage, outwardly represent the state without claiming to exhaust its meaning. I contend that this allegorical framework allowed Schmitt not only to sidestep the totalizing tendencies of political myth but also to open a conceptual path for reimagining Europe’s postwar fractured space.

Keywords: Allegory, symbol, state, Carl Schmitt, Walter Benjamin
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José Maria @jmcss.bsky.social · 18/04/2026
Que piada de péssimo gosto. E quem se ferrou mesmo foi quem comprou um aparelho desses usado
Meu Kindle vai parar de funcionar?

Os aparelhos dos modelos listados acima não vão parar de funcionar como leitores digitais. Na prática, o usuário perde acesso direto à loja Kindle Store, nãosendo permitido comprar, emprestar ou baixar novos títulos diretamente no dispositivo. Os livros que já estiverem armazenados vão continuar na biblioteca, e com acesso normal.

E cuidado. Se o aparelho tiver restauradas as configurações de fábrica ou for desvinculado da conta Amazon após a data da interrupção da assistência. não será possível reativá-lo.
010 1
José Maria @jmcss.bsky.social · 16/04/2026
No G1.globo a piada vem pronta
Quadro "Mais lidas" no portal g1.globo.com em que se lê o título de duas matérias intercaladas (a do meio foi apagada):

1 'Somos oprimidos no Brasil': a onda de brasileiros rumo ao PAraguai em busca de 'sonho de direita'

3 Rotina 'pacata', nome falso e nova família: como vivia foragido por morte da ex no Paraná que foi preso no Paraguai 30 anos após crime
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José Maria @jmcss.bsky.social · 15/04/2026
020 2
José Maria @jmcss.bsky.social · 12/04/2026
With alt text
A two-panel cartoon, with the text "Who gets rewarded in academia" at the top

First, there is a man on the left with a stack of papers, with an arrow pointing upward from his feet, accompanied by the text “More papers > more status”

Below, two men with a girl between them, one of them pointing forward, accompanied by the text “Helps others > looks ‘unproductive’”

At the bottom of the image is written “Who actually creates value”
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José Maria @jmcss.bsky.social · 11/04/2026
Trecho retirado de: platobr.com.br/nem-o-eleito... Provavelmente foi isso que fez o Lula falar que, por ele, fechava as bets do Brasil
"As últimas pesquisas de intenção de votos e que avaliam o governo têm mostrado uma queda na popularidade de Lula, o que o tem irritado profundamente. Nem o início da validade da isenção de IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5 mil, desde janeiro, foi capaz de dar fôlego à avaliação positiva da gestão do petista."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 03/04/2026
Parece um bom projeto, mas com o lobby das bigtech no congresso será difícil caminhar sem pressão da sociedade
Screenshot do semanário InternetLab de 3 de abril de 2026, na qual se lê:

"[Inteligência Artificial] Projeto de lei propõe regime de responsabilidade objetiva por danos causados por sistemas de IA

No dia 31.03, foi apresentado o projeto de lei n° 1.542/2026, de autoria do deputado federal Lucas Abrahao (REDE/AP), que institui o Marco de Responsabilidade por Sistemas Autônomos, estabelecendo regras para responsabilização civil e administrativa por danos causados por sistemas de inteligência artificial (IA). A proposta prevê o regime de responsabilidade objetiva e solidária entre desenvolvedores, fornecedores e operadores de sistemas autônomos, independentemente da comprovação de culpa. O texto também classifica sistemas por níveis de risco e proíbe aplicações consideradas de risco inaceitável, como aquelas que manipulam comportamento de forma subliminar ou violam direitos fundamentais. Entre outras disposições, o projeto assegura direitos aos usuários, como explicação e contestação de decisões automatizadas, e prevê medidas como seguro obrigatório para sistemas de alto risco. Segundo a justificativa, a proposta busca aumentar a segurança jurídica e alinhar o Brasil a práticas internacionais na regulação da inteligência artificial."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 01/04/2026
Yes, I'm
Screenshot from a chat with the text:

"@antiantiai.bsky.social has added you to the "AI Haters" moderation list"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 31/03/2026
Fotografia de Jair Bolsonaro abraçando Viktor Orbán, primeiro ministro da Hungria. 

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/premier-hungaro-orban-elogia-bolsonaro-mais-apta-definicao-de-democracia-crista-moderna-23363154
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José Maria @jmcss.bsky.social · 30/03/2026
Está difícil o preço dos livros ultimamente
Screenshot com informações de um livro recém lançado, em que se lê:

"Ano de publicação: 2026
Edição: 4
Páginas: 354
Formato: 14 x 21 x 2,2 cm
Acabamento: Brochura
Peso: 410g
Preço: R$ 143,52"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 28/03/2026
Hoje o @girolatino.com.br mostra os chilenos revoltados com o presidente de extrema direita que elegeram, que está fazendo exatamente o que se espera de um presidente de extrema direita
Manchete do Giro Latino, newsletter de 28 de março de 2026.

Título, precedido da bandeira do Chile: "Chilenos vão às ruas contra desmonte ambiental de Kast"

Subtítulo: "GIRO #325 Jornada de protestos também mirou em encarecimento dos combustíveis e cortes na educação, medidas do ‘pacote neoliberal’ do novo governo; organizações denunciam repressão da polícia"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 27/03/2026
Screenshot do Semanário InternetLab de 27 de março de 2026, em que consta o texto:

"Executivo

[Aferição etária] ANPD publica orientações para aferição etária e cronograma de fiscalização

No dia 20.03, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicou orientações preliminares e um cronograma de fiscalização para aferição de idade no ambiente digital, com foco na proteção de crianças e adolescentes no uso de serviços online. De maneira específica, o documento apresenta diretrizes iniciais sobre modelos de aferição etária, avaliação de riscos e proteção de dados pessoais de crianças e adolescentes, além de indicar etapas futuras para construção de normas mais detalhadas. Também estabelece um cronograma de fiscalização, incluindo atividades prioritárias da agência e a realização de tomada de subsídio para subsidiar a regulamentação do tema. A medida foi anunciada após a entrada em vigor da Lei 15.211/2025 (ECA Digital) e da edição do Decreto 12.880/2026."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 26/03/2026
America does not know how to exist in a world it does not control. Since its inception, America has assured itself it was simply too big, too far away and too richly endowed to suffer any serious consequences for its actions. But there will be no escaping the cataclysm in Iran. In its wake, there is a chance to recognize our place in an interconnected world and see ourselves clearly. The way out of the cycle of failure and betrayal is to shed our illusions, once and for all.
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José Maria @jmcss.bsky.social · 26/03/2026
Is Trump a freak of history or its fulfillment, an aberration or a culmination? The answer, surely, is both. But in the course of his presidency, Trump has revealed a much older malady: America’s unshakable faith in its ability to shape the world to its liking, indifferent to what others might want and supremely confident that its plan is the right one. Beyond Trump, it’s this disfiguring mentality we Americans must face.
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José Maria @jmcss.bsky.social · 23/03/2026
Partido que pede prisão domiciliar para golpista que tentou fugir, quando estava em prisão domiciliar antes, pode ser considerado partido de "centro"?
Manchete de coluna no UOL, de autoria de Amanda Klein: "Presidentes de partidos de centro pedem a Moraes por Bolsonaro"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 22/03/2026
Acho pesado se referir assim ao pai dele...
Parte de uma manchete no site UOL em 22 de março de 2026: "Flávio Bolsonaro diz que ladrão vai mofar na cadeia...". Acima uma foto do candidato de extrema-direita, com um gesto como se conversasse com alguém e a foto do pai na parede do lado esquerdo
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José Maria @jmcss.bsky.social · 22/03/2026
Com alt text.
Screenshot do instagram, post do usuário aripeixotoreporter com os seguintes dizeres:

"Trabalhei nesta emissora por 34 anos e posso dizer, sem medo de errar que alguns destes anos foram os melhores para mim, para ela e para o jornalismo... Mas aos poucos tudo isso foi ficando pra trás, os melhores repórteres, repcines, editores e produtores foram saindo (ou foram saídos) e o que era pra ser uma emissora de televisão se tornou uma arma política, quase um partido autônomo, dirigido por gente ressentida pelas derrotas sucessivas para os candidatos da esquerda... Me lembro bem do selo do túnel de esgoto por onde passava dinheiro, exposto por todas as noites no JN [Jornal Nacional]. Uma lástima. Mas preparem-se. Cenas como esta, aliadas à IA [Inteligência Artificial], serão muito comuns até outubro. O power point da lava jato vai parecer desenho de criança do jardim de infância..."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 21/03/2026
Para além do absurdo de ter um fascista como interlocutor, ainda tem a conversinha de que é possível a esquerda "conscientizar os militares". Não esperava ver isso no veículo de comunicação do MST
Capa do livro de Carlos Fico, Utopia autoritária brasileira: como os militares ameaçam a democracia brasileira desde o nascimento da República até hojeTexto da contracapa do livro:

Neste livro essencial, o historiador Carlos Fico ― a maior autoridade no estudo da ditadura militar ― revela como as Forças Armadas moldaram a República brasileira, intervindo diretamente nas crises políticas que abalaram o país. Com uma análise precisa e reveladora, Fico demonstra que todas as grandes rupturas da legalidade constitucional tiveram origem no intervencionismo militar, expondo uma fragilidade da nossa democracia que persiste até hoje.

Ao longo destas páginas, o autor desvenda o pensamento dos militares e identifica um padrão recorrente: o desprezo pela política, a convicção de superioridade sobre os civis e a crença de que a sociedade não está preparada para se governar. Esses elementos formam o que ele chama de “utopia autoritária brasileira” ― uma mentalidade que ainda representa um risco para o futuro do país.

Com uma narrativa fluida e instigante, este livro vai além do registro histórico, oferecendo uma reflexão indispensável sobre os desafios da democracia brasileira.
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José Maria @jmcss.bsky.social · 08/03/2026
Pontos importantes levantados pelo @ecervi.bsky.social Mas sabemos que não é interesse de parte da imprensa, que hoje em dia tem até banco/fintech, questionar a independência do Banco Central e a atuação de CamposNeto22 nesse caso
Postagem de Emerson Cervi no Facebook, 8 de março de 2026:

"Alô editores de noticiários, vai aqui uma dica gratuita: estão faltando duas informações na cobertura sobre as prisões do caso Master.
1 - A qualificação profissional de Fabiano Zettel, preso, não apareceu até agora na cobertura jornalística. Zettel se apresenta como empresário e pastor. Ele é empresário (CEO de fundos de investimento) e pastor (com atividades suspensas desde a prisão). A profissão dele não é ser cunhado de Vorcaro. Ele é empresário do ramo financeiro e pastor evangélico envolvido com golpes financeiros e responsável pelo "caixa" para pagamentos ao sicário por ações violentas contra adversários políticos e dos ramos profissionais de Vorcaro.
2 - Está faltando lembrar que o maior escândalo do mercado financeiro no Brasil aconteceu, veja só, justamente no primeiro mandato de um presidente de Banco Central independente. Isso mesmo, o que permitiu o maior escândalo financeiro do Brasil foi o Banco Central independente. Independente para quê? Independente em nome de quem?
Então, fica aí a dica para melhorar a qualidade da cobertura sobre o caso que não sai das manchetes. Pela atenção, obrigado."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 25/02/2026
The internet, 2026
Screenshot from a webpage displaying a Cloudflare check to verify if the user isn't a bot
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José Maria @jmcss.bsky.social · 20/02/2026
"Reconstrução negra revisita um momento decisivo da história estadunidense: o pós-abolição e pós-guerra civil nos Estados Unidos – um dos períodos mais radicais da história do país, que não à toa foi sujeito a um violento processo de apagamento" www.boitempoeditorial.com.br/produto/reco...
Capa da tradução da Boitempo de "Reconstrução negra", de W. E. B. du Bois, primeira em português. Texto em laranja, com fundo preto, constando título, nome do autor e o subtítulo "ensaio para uma história do papel desempenhado pelo povo negro na tentativa de reconstruir a democracia na América, 1860-1880"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 11/02/2026
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José Maria @jmcss.bsky.social · 11/02/2026
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José Maria @jmcss.bsky.social · 10/02/2026
 A escolha de candidatos por IA e os riscos de confiar nas respostas

Sistemas podem gerar conclusões inventadas e se basearem em conteúdos previamente imprecisos
Sem transparência, interações dificultam a detecção de vieses, erros ou tratamentos desiguais entre candidaturas

VÁRIOS AUTORES (nomes ao final do texto)

Neste ano, muitas pessoas poderão decidir em quem votar após perguntar a ferramentas de inteligência artificial generativa sobre candidaturas e partidos. Essa nova forma de acesso à informação oferece respostas geradas por sistemas opacos, sem fontes nítidas e mecanismos de fiscalizaçaão ou responsabilização.

Apesar disso, as propostas de mudança nas regras eleitorais apresentadas pelo Tribunal Superior Eleitoral não contemplam diretrizes específicas sobre os riscos da IA generativa para a integridade eleitoral. A resolução sobre propaganda (23.610/2019) veda deepfakes e exige rotulagem de conteúdos audiovisuais sintéticos, mas não trata das informações produzidas por esses modelos quando usados pelo eleitorado como fonte de informação político-eleitoral.

Pesquisas mostram que a população já consome majoritariamente informações por plataformas digitais, como Google, Instagram, YouTube e WhatsApp, cuja integração recente com ferramentas de IA generativa amplia sua centralidade e adiciona novos riscos ao ecossistema informacional. Levantamento do Aláfia Lab indica que 9,7% dos brasileiros já utilizam chatbots como fonte de informação, percentual que chega a 13,3% entre pessoas de 25 a 34 anos —números que tendem a crescer com essa integração.

Relatos de informações distorcidas sobre candidaturas e partidos têm se tornado frequentes. Esses sistemas podem gerar "alucinações" —respostas inventadas, mas com aparência de fidedignas— e se basearem em conteúdos previamente imprecisos, inclusive produzidos por IA, formando ciclos de retroalimentação de desinformação.Usuários, porém, tendem a confiar nas respostas. Diferentemente de conteúdos que circulam publicamente nas redes sociais, essas interações são personalizadas e ocorrem em ambiente privado, sem transparência ou escrutínio público, o que dificulta a detecção de vieses, erros ou tratamentos desiguais entre candidaturas.

O uso crescente da IA como fonte primária de informação também afeta o jornalismo. Ao reduzirem o tráfego para veículos de imprensa, essas ferramentas enfraquecem o modelo econômico do jornalismo profissional e os mecanismos tradicionais de verificação e responsabilidade editorial. Tragicamente, isso reduz justamente a oferta de bons conteúdos jornalísticos para alimentar a própria IA.

Esse cenário demanda uma governança democrática dessas tecnologias. A Justiça Eleitoral pode atuar para preservar a legitimidade, a transparência e a equidade do pleito. Organizações da sociedade civil que atuam na defesa da liberdade de expressão online já propuseram ao TSE, durante a consulta pública realizada pelo tribunal, medidas como canais específicos para denúncia de respostas desinformativas, identificação clara das fontes utilizadas e mecanismos de remissão a fontes oficiais.

Tais iniciativas podem fortalecer a transparência, a prestação de contas e a confiança pública no processo eleitoral —e prevenir os riscos do uso da IA como geradora primária de informações.

André Boselli
Coordenador na Artigo 19

Camila Tsuzuki
Coordenadora no InternetLab

Liz Nóbrega
Coordenadora no Aláfia Lab

Paula Guedes
Assessora da Artigo 19

Paulo Rená
Pesquisador do Instituto de Referência em Internet e Sociedade

TENDÊNCIAS / DEBATES

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.
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José Maria @jmcss.bsky.social · 10/02/2026
Com alt text.
"Perto do Rio de Janeiro, minha vizinha de frente era uma velha senhora que tinha umas tarraxas com que esmagava os dedos de suas escravas. Em uma casa onde estive antes, um jovem criado mulato era, todos os dias e a todo momento, insultado, golpeado e perseguido com um furor capaz de desencorajar até o mais inferior dos animais. Vi como um garotinho de seis ou sete anos de idade que foi golpeado na cabeça com um chicote (antes que eu pudesse intervir) porque me havia servido um copo de água um pouco turva…

E essas coisas feitas por homens que afirmam amar ao próximo como a si mesmos, que acreditam em Deus e rezam para que Sua vontade seja feita na terra! O sangue ferve em nossas veias e nosso coração bate mais forte, ao pensarmos que nós, ingleses, e nossos descendentes americanos, com neu jactancioso grito em favor da liberdade, fomos e somos culpados desse enorme crime."
010 1
José Maria @jmcss.bsky.social · 10/02/2026
020 2
José Maria @jmcss.bsky.social · 04/02/2026
Abstract with alt-text
Title: 
Gender Differences in Economics Seminars

Authors:
Pascaline Dupas
Amy Handlan 
Alicia Sasser Modestino 
Muriel Niederle
Mateo Seré 
Haoyu Sheng 
Justin Wolfers
and the Seminar Dynamics Collective

May 8, 2025

Abstract:
We assess whether men and women are treated differently when presenting their research in economics seminars. We collected data on every interaction between presenters and audience members across thousands of seminars, job market talks and conference presentations, leveraging both human judgment and audio processing algorithms to measure the number, tenor, tone and type of interruptions. Within a seminar series, women are interrupted more than men, and this finding holds when controlling for characteristics of the presenter and their paper topic and for audience size. Interruptions that may not be favorable to the presenter, such as those that are negative in tenor or tone, or cutoff the presenter mid-sentence, are common occurrences in economics seminars, and increase for women presenters. We also find greater engagement with female presenters in the form of larger, more diverse audiences, suggesting a potential role model effect.

JEL codes: A1, C8, C45, J4, J7

Keywords: academic environment, audio analysis, audio processing, differential treatment, economics profession, gender, interruptions, machine learning, seminar culture.
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José Maria @jmcss.bsky.social · 01/02/2026
Mario Kart 8 Luigi's death stare meme
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José Maria @jmcss.bsky.social · 23/01/2026
Quote: "Today, the rise of AI marks a decisive rupture. Google’s AI Overviews, Bing’s Copilot Search, OpenAI’s ChatGPT, Anthropic’s Claude, Meta’s Llama and xAI’s Grok effectively serve as a new oligopoly of what are increasingly being called “answer engines” that stand between users and the very sources from which they draw information.

This shift threatens the economic viability of content creation, degrades the shared information commons and concentrates informational power."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 21/01/2026
🎯 E a manchete do G1 neste exato momento.
Manchete do G1 em 21/01/2026 por volta de 11:50h com o título "Trump diz que não quer nem usará força para tomar Groenlândia, mas exige negociação imediata". Ao fundo do texto, uma fotografia de Donald Trump discursando em um microfone em um púlpito com a mensagem "World Economic Forum | Annual Meeting Davos 2026"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 20/01/2026
Screenshot from Whatsapp: "You'll start seeing relevant ads in Status & Channels. We're not changing the privacy of your personal chats and calls. Your personal messages, calls & statuses are end-to-end encrypted and can't be used to show you ads. You'll only see ads in Status & Channels, not in personal chats. You can learn more about info used to show you ads and how to manage settings. We've updated our Status and Channels Privacy Policy. By using Status and Channels, you agree to the Status and Channels Terms"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 17/01/2026
0101 10
José Maria @jmcss.bsky.social · 11/01/2026
Da excelente edição do @girolatino.com.br de ontem, 10 de janeiro: Cartel de Los Soles
Un nombre:

Cartel de Los Soles – Espantalho perfeito de Washington para embasar o recrudescimento de suas narrativas militares contra a Venezuela, o Cartel de Los Soles… não existe. Ainda que a Casa Branca tenha passado meses acusando Nicolás Maduro de “chefiar” o suposto cartel, o próprio governo norte-americano foi incapaz de provar, inclusive diante da Justiça, a existência do tal grupo criminoso enquanto uma célula narco poderosa e estruturada – o que demonstra que houve, como se supunha, uma fabricação de acusações para incriminar adversários. Mas, afinal, por que de “los soles”? O termo não é novo e passou a se tornar uma espécie de sinônimo informal para casos de corrupção no Exército venezuelano desde os anos 1990 – antes de Hugo Chávez chegar à Presidência. Na época, quando circulavam teorias de que militares do país seriam responsáveis por cooperar com grupos armados ou ter ligações com o narcotráfico, qualquer caso nesses moldes geraria referências às insígnias de sol utilizadas por eles em seus uniformes. Com o tempo, crimes ‘de los soles’ se tornaram uma gíria utilizada informalmente para se referir a todo e qualquer escândalo, comprovado ou não, ligado à caserna. Com o passar dos anos – e à medida que os militares se mantiveram muito próximos ao poder central nos anos do chavismo – os EUA encontrariam o termo ideal para criar a ideia de toda uma rede criminosa ao redor das Forças Armadas Bolivarianas – até finalmente usarem essa tese para criar um inimigo e usá-lo como pretexto para uma invasão militar.
010 1
José Maria @jmcss.bsky.social · 11/01/2026
Como estava hoje 19h
Screenshot de um bloco da página principal do UOL com três mátérias sobre Bolsonaro, a primeira delas em negrito e com a fonte um pouco maior do que as demais:

"'O que Bolsonaro pode aprender com meu livro na prisão?'; autores opinam

SmartTV, streaming, assistência religiosa: o que Bolsonaro já pediu na prisão

Quem é o bispo Rodovalho, a quem Bolsonaro pediu assistência religiosa "
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José Maria @jmcss.bsky.social · 01/01/2026
Screenshot da entrevista com Odilon Caldeira Neto, publicada na Folha de S. Paulo (citação na postagem anterior).

Questão: Com o ex-presidente preso, a tendência é que permaneçamos com o discurso extremista ou podemos pensar uma direita moderada nos próximos anos? Devemos nos acostumar com o extremismo?

Resposta: Nunca podemos nos acostumar com o extremismo... Uma questão muito necessária, embora pouquíssimo provável, é a necessidade de uma autocrítica imensa das direitas brasileiras, porque o descrédito aos processos políticos eleitorais, à inviolabilidade das urnas eletrônicas antecedem… Foram naturalizados mesmo antes da ascensão de Bolsonaro. Isso, paulatinamente, se intensifica, sobretudo após o processo de chegada de Bolsonaro à liderança do campo político e, posteriormente, à eleição, levando a uma radicalização do campo conservador.

O campo conservador brasileiro começa a falar a partir de uma linguagem de extrema direita. Até a identidade política direita no Brasil se confunde com a identidade política de extrema direita. É pouco provável, mas necessário que a direita faça uma autocrítica para entender o que se perdeu, o que é necessário fazer daqui em diante. Podemos almejar esse retorno a uma normalidade. Existe uma crise das direitas no Brasil que se deixaram levar à sua própria radicalização, e é necessário que essa crise seja resolvida com uma série de autocrítica.
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José Maria @jmcss.bsky.social · 28/12/2025
Fotografia de Lélia Gonzalez, por Cezar Loureiro (aproximadamente 1994).

Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:L%C3%A9lia_Gonzalez_by_Cezar_Loureiro.jpg
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José Maria @jmcss.bsky.social · 21/12/2025
An excerpt from the text, which reads: "American society is dominated by wealthy mountebanks and literally demented politicians who are happy to take on all the risks of AI because it promises to create workers who cannot even conceptualize quitting, much less striking. The elites are ecstatic about imagining a vast, uneducated, and unproductive population forced to pay companies like OpenAI to access the written word and to approximate thought; with the unemployed illiterate and addicted to screens, they are unlikely to be politicized and join a socialist campaign. Theodor Adorno noted in the 1940s that when bourgeois liberalism is replaced by fascism, so, too, is literate culture."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 15/12/2025
Fotografia de Josep Maria García, conhecida pelo meme "Heartbreaking: The Worst Person You Know Just Made a Great Point"
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José Maria @jmcss.bsky.social · 15/12/2025
Postagem de Gustavo Petro no X, 14/12/2025: "Por el sur y por el norte vienen los vientos de la muerte. Atenti Grancolombianos, vienen por nosotros y debemos resistir con la espada de Bolívar en alto y paso de vencedores. Me han bloqueado mi trino sobre la derrota progresista en Chile, espero se recupere."

A publicação cita outra de Javier Milei, do mesmo dia, em que diz: "LA IZQUIERDA RETROCEDE / LA LIBERTAD AVANZA / VLLC!". Ela contém um mapa da América do Sul com Equador, Peru, Chile, Bolívia, Paraguai e Argentina em azul (dando a entender países governados pela  direita); Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa, Brasil e Uruguai em vermelho (dando a entender países governados pela esquerda). Os países da América Central estão em cinza (Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicaragua, Costa Rica, Panamá)
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José Maria @jmcss.bsky.social · 10/12/2025
Para Lula isso é uma desavença própria da democracia [emoji do palhaço]
Fotografia de Glauber Braga sendo retirado à força da mesa da Câmara dos Deputados por vários políciais legislativos
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José Maria @jmcss.bsky.social · 03/12/2025
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José Maria @jmcss.bsky.social · 02/12/2025
Imagem de uma página do relatório "Congresso Anti-Indígena - Os parlamentares que mais atuaram contra os direitos indígenas" (2018), do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), sobre Simone Tebet. Na parte superior há o seu nome, cargo à época (Senadora), foto, partido (PMDB-MS) e informação sobre bancadas ("Ausente de bancadas relacionadas"). Para além de informações de dinheiro arrecadado em campanha e principais doadores (no rodapé), o texto principal ao centro diz: "Em sua atividade legislativa, foi autora de medidas sobre exploração de petróleo, no setor do agronegócio e setor sucroenergético. A senadora é autora do PLS 494/15, que visa alterar a Lei nº 6.001/73, o Estatuto do Índio. A proposição busca proibir, no caso de turbação, esbulho ou ocupação motivados por conflitos, início de qualquer ato destinado à demarcação da terra indígena nos dois anos seguintes à sua desocupação. A PEC 45/13 altera o artigo 231 da CF de 1988, para vedar a demarcação de terras indígenas em áreas tradicionais. Simone Tebet defende cumprimento imediato das reintegrações de posse de áreas que ainda não têm estudo antropológico. Em 2016, foi investigada em ações judiciais por crimes de responsabilidade."
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José Maria @jmcss.bsky.social · 01/12/2025
Worth reading! Abstract with alt text.
Essay entitled "The affective politics of reactionary futurism in Silicon Valley", by Ali Rıza Taşkale. Published in Critical Studies on Security, 2025, vol. 13, no. 3, pp. 426-430.

Abstract: This interventionist essay examines the affective politics of an ideology I term ‘reactionary futurism’ in Silicon Valley. The focus is on the emergence of this reactionary ideology among figures such as Marc Andreessen, Elon Musk, Peter Thiel, Curtis Yarvin, and Nick Land. It argues that this affective ideology consists of three key components. First, it rejects the state, aiming to replace it with the corporation-as-state, where transactions, rather than democratic participation, govern. Second, it denounces democracy as an alienated ‘other’ – an unwanted remnant of progressivism and the reckless optimism of the Enlightenment. Reactionary futurism posits that humans should not only be rescued from acute harms but also liberated from the perceived failures of democracy and regulation. Finally, it asserts that reactionary futurism can only be realised by creating a depoliticised techno-capitalist utopia – one that transcends politics by colonising new frontiers through start-up-driven monarchist models. Ultimately, the essay demonstrates that the affective politics of Silicon Valley futurism extend beyond economic interests, fuelled by a deep resistance to democracy and a fear of losing control. Reactionary futurism is both strategic and affective, affirming autonomy and power while entrenching class stratification, where the market reigns supreme and the corporation sets the rules.
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