Marta recebe o Senhor em sua casa, mas, ocupada e preocupada, não se dá conta de que o discipulado não é primeira e essencialmente um fazer, mas um aprendizado contemplativo aos pés do Mestre. Ao dizer-lhe com que importar-se e o fazer, é ela quem, não discernindo o que é melhor, põe-se como mestra.