Gostei muito de Dust, drama que estreou na Competitiva do Festival de Berlim e praticamente massacrado por quem cobriu o festival. Vejo que serei voto vencido, porque adorei e vou defender.
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CRÍTICA | Dust, de Anke Blondé (Idem, 2026)
Avaliação: 4/5
Dust abandona o ritmo acelerado típico do marcado empresarial para um retrato intimista dos responsáveis por um esquema de fraude financeira, cujo remorso só surge quando a punição se a...