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Fábio Vasconcellos

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Cientista político Pesquisador de pós-doc INCT Redem/UFPR Jornalista de Dados Professor associado da UERJ

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Reposted by Fábio Vasconcellos
Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
🚨 O Brasil tem 1.091 municípios que não são fiéis a nenhuma força política. Em 2002, foram de Lula; em 2006, de Alckmin/Serra; depois voltaram ao PT, depois foram de Bolsonaro. São as chamadas "cidades pêndulo". Com 34 milhões de eleitores, elas podem definir a eleição. 🧶👇
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
7/7 🎯 Onde 2026 será decidido? A volatilidade caiu, mas o volume que ela movimenta continua definindo eleições. Ninguém vence apenas com suas bases consolidadas. O bloco pêndulo representa 21,6% do eleitorado (34 milhões). 🗳️🇧🇷 Análise completa: redem.tec.br/brasil-tem-m...
redem.tec.br
Brasil tem mil cidades pêndulo que vão decidir a eleição de 2026 – ReDem
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
6/7 📉 A polarização enrijeceu o voto? A velocidade com que os municípios trocam de lado despencou em 2 décadas. Na transição 2002-2006, a taxa de pêndulo foi de 40,4%. De 2018 para 2022, apenas 7,6% (423 municípios) mudaram de lado. As bacias eleitorais estão menos fluidas.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
5/7 ⚖️ A grande zona intermediária: A análise tb identificou cidades com dominância, mas que já oscilaram uma vez: Inclinação ao PT: 1.409 municípios. Inclinação à Direita: 1.028 municípios. Este último grupo concentra 47,5 milhões de eleitores (30% do total nacional).
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
5/7🔵🟢 Fidelidade 100% à Direita: 546 cidades (Sul/Centro-Oeste), com 8,2 milhões de eleitores.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
4/7 🔴🟢 O peso dos que nunca mudam: gora do bloco pêndulo, temos as fortalezas eleitorais intactas há 20 anos: 👉 Fidelidade 100% ao PT: 1.489 cidades (concentradas no NE), com 33,7 milhões de eleitores.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
3/7 🔄 O tamanho da volatilidade: Entre os 1.091 municípios pêndulo: 642 viraram de lado 2 vezes; 384 viraram 3 vezes; 59 viraram 4 vezes. Um dado curioso: 6 cidades no país trocaram de lado em todas as eleições (como Porto Walter/AC, Cambuci/RJ e S. José do Norte/RS)
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
2/7 📊 O que é uma cidade pêndulo? São municípios que não se alinham de forma estável. Cruzando dados de 6 segundos turnos (2002-2022), mapeamos as cidades que trocaram de vencedor 2 ou mais vezes em 20 anos. O mapa revelou 3 blocos: dois estáveis e um volátil.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 29/07/2026
🚨 O Brasil tem 1.091 municípios que não são fiéis a nenhuma força política. Em 2002, foram de Lula; em 2006, de Alckmin/Serra; depois voltaram ao PT, depois foram de Bolsonaro. São as chamadas "cidades pêndulo". Com 34 milhões de eleitores, elas podem definir a eleição. 🧶👇
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 22/07/2026
#plmulher #michellebolsonaro #flaviobolsonaro #pt #eleições www.instagram.com/reel/DaRVtCK... Há duas semanas fiz um levantamento pra Veja TV sobre a filiação de mulheres no PL Mulher após a entrada de Michelle Bolsonaro. Os dados mostraram um aumento expressivo de mulheres, mas tem um paradoxo aí.
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insta_fabiovasconcellos on Instagram: "#plmulher #michellebolsonaro #flaviobolsonaro #pt #eleições"
#plmulher #michellebolsonaro #flaviobolsonaro #pt #eleições
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 14/07/2026
STF reabilitou Michelle Com a decisão de Moraes de proibir Flavio Bolsonaro de manter contato com Jair Bolsonaro, o STF recolocou Michelle Bolsonaro, no jogo. É com ela e a partir dela que Flavio e o PL dependem para receber as orientações de Bolsonaro. Análise para o Matinal, do Canal Amado Mundo
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 08/07/2026
Levantamento que fizemos virou matéria na Veja veja.abril.com.br/politica/por...
veja.abril.com.br
Por que o bolsonarismo tem dificuldade para atrair o voto de mulheres
O cientista político Fábio Vasconcellos avalia que o campo da direita enfrenta um desafio maior para ampliar seu eleitorado feminino na disputa presidencial
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Reposted by Fábio Vasconcellos
Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
A consolidação do abismo: como o gênero se tornou a fronteira ideológica nas eleições presidenciais 1/9 O gênero já é uma das principais clivagens do comportamento eleitoral. Entre 2010 e 2026, o hiato de intenção de voto entre homens e mulheres pulou de 12 para 24 pontos.🧶
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
9/9 Análise completa no link redem.tec.br/a-consolidac....
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A consolidação do abismo: como o gênero se tornou a fronteira ideológica nas eleições presidenciais – ReDem
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
8/9 Em suma: o distanciamento do voto entre homens e mulheres no Brasil não reflete mero alinhamento identitário, mas escolhas baseadas em condições materiais, demandas por serviços públicos e aversão à instabilidade institucional. 🗳️🇧🇷
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
7/9 3ª hipótese: Rejeição orgânica à pauta da extrema-direita. Há uma barreira expressiva a retóricas agressivas, oposição a direitos de minorias e flexibilização de armas. O eleitorado feminino opta, majoritariamente, pela proteção social em vez da militarização da segurança.⚖️
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
6/9 2ª hipótese: Adesão ao Estado de bem-estar social. Como principais provedoras do cuidado familiar, as mulheres são as maiores usuárias de serviços públicos (saúde, educação, renda). Discursos de austeridade fiscal profunda tendem a gerar rejeição racional neste estrato. 🏥🛡️
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
5/9 A literatura de ciência política aponta três hipóteses para essa ruptura. A 1ª: Autonomia e Escolaridade. O avanço feminino no mercado de trabalho reorientou as demandas do grupo por regulação trabalhista e equidade salarial. 💼📚
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
4/9 A inflexão estrutural ocorreu no pleito de 2018. O eleitorado masculino convergiu massivamente para a candidatura de direita. As mulheres não acompanharam o movimento, consolidando-se como a principal base de sustentação progressista no país (o hiato saltou para 19 p.p.). 🔄
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
3/9 Essa divergência não seria uma flutuação aleatória. Trata-se de um aprofundamento histórico. Até 2014, o comportamento eleitoral caminhava para a convergência: o hiato caiu para apenas 3 p.p. e Dilma venceu os candidatos da direita em ambos os segmentos demográficos. 📉
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
2/9 Os dados atuais (Datafolha) demonstram uma sobreposição entre gênero e ideologia. Neste ciclo de 2026, enquanto o eleitorado feminino confere a Lula uma vantagem de 15 p.p., os homens caminham na direção oposta, dando uma margem de 9 p.p. para Flávio Bolsonaro. 📊
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 07/07/2026
A consolidação do abismo: como o gênero se tornou a fronteira ideológica nas eleições presidenciais 1/9 O gênero já é uma das principais clivagens do comportamento eleitoral. Entre 2010 e 2026, o hiato de intenção de voto entre homens e mulheres pulou de 12 para 24 pontos.🧶
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
Periodo de Michelle no PL teve mais filiações de homens do que de mulheres 1/7 🚨 A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro dominou o debate após as críticas a Flávio Bolsonaro. Há um temor no PL sobre os impactos do distanciamento de Michelle. Mas qual é o peso dela na legenda? 🧶
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
7/7 Análise completa dos dados no link redem.tec.br/periodo-de-m...
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Periodo de Michelle Bolsonaro no PL teve mais filiações de homens do que de mulheres – ReDem
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
6/7📌 A atuação de Michelle expandiu a base feminina do PL em volume e velocidade muito acima da média nacional. Contudo, o poder de atração da imagem de Jair Bolsonaro sobre os homens neutralizou esse ganho de gênero, mantendo a legenda numa rota de masculinização. 🏛️📊
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
5/7 👨‍💼 A resposta está no fluxo masculino. No mesmo período (22-26), a filiação de homens ao PL foi muito mais intensa: um saldo de 122 mil novos filiados, representando um crescimento de 29% na base masculina. O fator atração da marca principal do partido falou mais alto. 🗣️
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
4/7 📉 O declínio proporcional: com um recrutamento tão alto de mulheres, era esperado que a participação feminina interna no PL crescesse, certo? Não foi o que aconteceu. A proporção de mulheres no partido caiu de 45% (2022) para 43% (2026). Como isso é possível? 🤔
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
3/7📈 O salto absoluto: comparando 2022 (antes de ela assumir o PL Mulher) com abril de 2026, o PL saltou de 345 mil para 411 mil mulheres filiadas. Uma alta de 19%. Para se ter ideia, a média nacional de expansão feminina foi de apenas 3%. O PT, por exemplo, cresceu 6%. 🚀
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
2/7 📊 Michelle (que presidia o PL Mulher até o início da semana) é vista como a chave para atrair o eleitorado feminino, calcanhar de aquiles do bolsonarismo. Mapiei os dados de filiação do TSE de 2018 a abril de 2026 para tentar ver o "efeito Michelle" no partido. 🔎
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 02/07/2026
Periodo de Michelle no PL teve mais filiações de homens do que de mulheres 1/7 🚨 A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro dominou o debate após as críticas a Flávio Bolsonaro. Há um temor no PL sobre os impactos do distanciamento de Michelle. Mas qual é o peso dela na legenda? 🧶
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 22/05/2026
Perdão. Tecnicamente, teria algum cuidado nessa leitura: A) Um ponto de observação não ilustra tendência; B) Lula variou na margem 2pp de 38 para 40; Flavio variou acima da margem 35 para 31. C) De todo modo, a diferença entre eles pode ser de 5pp a 13pp. So teremos mais clareza na próxima pesquisa.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 22/05/2026
Saiu, enfim, o DataFolha pós Master e se confirmou o que discuti aqui. Nem sempre o barulho na imprensa e na elite politica representa o timing e as formas de decisão do cidadão comum. Teoria confirmando a realidade. amadomundo.com/o-impacto-el...
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
7/7 🗳️ A taxa de aprovação atual é um termômetro, não um destino. O eleitorado pode avaliar o governo com ressalvas, mas a decisão final depende de quem está do outro lado. É por isso que a campanha importa. 🏁Analise: redem.tec.br/condicoes-pa...
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Condições para a reeleição de Lula são melhores do que de Bolsonaro em 2022 – ReDem
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
6/7 🔄 A narrativa de "derrota contratada" esbarra nos fatos. Em um cenário muito mais adverso, o incumbente de 2022 expandiu sua base e foi competitivo. Eleição não é uma escolha isolada, é um processo relacional: o eleitor pondera os riscos e custos da substituição.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
5/7 ⚖️ O "saldo de avaliação" (positiva menos negativa) reforça essa diferença. Embora ambos registrem saldos negativos no período, Bolsonaro fechou maio de 2022 com -21 pontos. No momento, o saldo de Lula é significativamente menos severo, na casa dos -5 pontos.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
4/7 📉 Isso significa que o nível de desaprovação de Bolsonaro em maio de 2022 era 7 pontos percentuais maior do que a desaprovação atual de Lula. Vale lembrar: mesmo com essa rejeição mais alta, Bolsonaro perdeu o pleito por uma margem estreita de apenas 1,8 pp.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
3/7 📈 Olhando para a avaliação negativa: entre julho de 2021 e maio de 2022, a rejeição de Bolsonaro oscilou de 45%, bateu em 56% e recuou para 46% em maio. Lula projeta um teto de descontentamento menor: partiu de 40% em julho de 2025 e hoje está em 39%.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
2/7 📊 Para testar a premissa, cruzei a série da Quaest do governo Lula com a de Jair Bolsonaro em 2022, exatamente no mesmo ponto do calendário: a 5 meses da eleição presidencial.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 19/05/2026
Condições para a reeleição de Lula são melhores do que de Bolsonaro em 2022 1/7 🧵A tese de que o presidente Lula caminha para uma derrota inevitável se não superar os 30% de aprovação passou a circular nas redes. Mas o que dizem os dados? Vamos aos números. 👇#eleicoes2026
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 18/05/2026
Neste artigo pro Site Amando Mundo examino os possíveis efeitos do Caso Master-Flávio Bolsonaro à luz do que conhecemos sobre "efeitos de curto prazo" em campanhas eleitorais e suas condições. amadomundo.com/o-impacto-el...
amadomundo.com
O impacto eleitoral do Caso Master - Amado Mundo
Por enquanto, a pré-campanha é acompanhada sobretudo por eleitores com percepções políticas já cristalizadas, o que limita o impacto do caso Master
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 18/05/2026
Aqui @jaironicolau.bsky.social expressa a mesma hipótese que tenho comentado e escrito, como no link abaixo: A importação automática dos pressuspostos do termo "polarização" limitou demais a nossa compreensão do fenômeno por aqui. redem.tec.br/o-debate-sob...
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Reposted by Fábio Vasconcellos
Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
1️⃣/7 - A eleição presidencial de 2026 parece já ter começado, mas talvez só para Brasília, para as bolhas digitais e para os partidos. 🧵 Os dados da Quaest sugerem um paradoxo: apesar da hiperexposição da política, o eleitor comum parece mais indeciso hoje do que em 2022. 📊
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
Análise completa aqui: redem.tec.br/disputa-de-202…
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
7️⃣/ 7 - Há tb uma hipótese importante: o aumento dos indecisos pode não significar baixo acesso a informação, mas fadiga política. ⚠️. Após anos hiperpolarização, campanhas permanentes e conflito contínuo, parte do eleitorado parece adiar o investimento cognitivo numa escolha.👇
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
6️⃣/7 - Talvez estejamos diante de um fenômeno novo: o eleitor sabe “de que lado está”, mas ainda não internalizou quem representará esse lado na urna. A polarização permanece. A decisão eleitoral, não necessariamente
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
5️⃣/7 - Em 2026, Lula mantém presença estável, mas o campo da direita ainda enfrenta dificuldades de transferência política. Após ser anunciado, Flávio Bolsonaro cresce, mas a definição segue mais nebulosa para o eleitor médio. 🌫️
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
4️⃣/7 - Em 2022, Lula e Bolsonaro já dominavam a lembrança espontânea muitos meses antes da campanha oficial. Somados, frequentemente ultrapassavam 40% das preferências.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
3️⃣/7 - Isso desafia uma hipótese clássica dos estudos eleitorais. Em geral, quanto maior a circulação de informação política, maior tende a ser a cristalização precoce do voto. 📺📱Mas 2026 mostra outra dinâmica: muita mobilização política, menos decisão eleitoral.
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
2️⃣/7 - Entre agosto de 21 e maio de 22, os indecisos na espontânea variavam entre 45% e 58%. No ciclo atual, entre 25 e 26, os números vão de 57% a 72%. Ou seja: mesmo com a disputa ocupando o noticiário diariamente, há menos definição eleitoral do que quatro anos atrás. 🤔
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Fábio Vasconcellos @fvas.bsky.social · 17/05/2026
1️⃣/7 - A eleição presidencial de 2026 parece já ter começado, mas talvez só para Brasília, para as bolhas digitais e para os partidos. 🧵 Os dados da Quaest sugerem um paradoxo: apesar da hiperexposição da política, o eleitor comum parece mais indeciso hoje do que em 2022. 📊
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