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Fumaça

@fumacapt.bsky.social
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Fumaça é um podcast de jornalismo de investigação, independente e sem fins lucrativos, focado no escrutínio de sistemas de opressão. 🎧 Ouve os nossos episódios em fumaca.pt ou na tua app de podcasts: pod.link/1126742188

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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 13h
Vem ouvir o 9.º episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo dia 10 de outubro, sábado, às 11h, na livraria Centésima Página, em Braga. O evento é de entrada livre. Aparece. :)
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 02/10/2026
Nenhum trabalho está isento de exploração. Nesta newsletter, Vitória Vaz, ativista do Movimento dos Trabalhadores do Sexo, explica por que é urgente legalizar a prostituição e o lenocínio. fumaca.pt/o-trabalho-d...
fumaca.pt
O trabalho do sexo não é feminista
Nenhum trabalho está isento de exploração. Por isso, é urgente legalizar a prostituição e o lenocínio, argumenta a ativista Vitória Vaz.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 01/10/2026
O Estado português demorou mais de 13 anos a indemnizar a família do músico de Chelas, conhecido por MC Snake, morto a tiro por Nuno Moreira, agente da PSP, na madrugada de 15 de março de 2010. Sabe mais no 8.º episódio: fronteiradomedo.pt/capitulo/aut...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 30/09/2026
O texto “O trabalho do sexo não é feminista” é um dos quatro trabalhos que selecionámos num processo de candidaturas abertas este verão. Recebe o texto completo e os seguintes subscrevendo a nossa newsletter em fumaca.pt/subscrever.
Citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “Não há feminismo sem trabalhadoras do sexo. Se exige a autonomia corporal da mulher, não pode impedir o livre uso do corpo por alguns trabalhadores. Os abolicionistas acham que o nosso corpo não é nosso, que somos seres sem consciência, amor-próprio, ou complexidades. Infantiliza a mulher”. Fundo vermelho e preto
Citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “Reconheço mais lógica ao abolicionismo de direita, congruente com o seu paternalismo, com a influência da igreja, com a tentativa de redução da mulher à esfera doméstica, de domínio sobre o seu corpo."
Citação de Vítoria Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “Para a esquerda feminista estar do lado das trabalhadoras do sexo, não precisa de aceitar que a prostituição não é exploração. Só precisa de saber que nossos direitos são direitos humanos. E que fazemos parte da tapeçaria humana e do proletariado: não vamos deixar de existir.” Fundo vermelho e preto
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 30/09/2026
Vitória Vaz, ativista do Movimento dos Trabalhadores do Sexo, exige a legalização da prostituição e do lenocínio simples.
'Basta de tanta luta contra nós' em destaque sobre fundo vermelho e preto; atribuído a Vitória Vaz, ativista do Movimento dos Trabalhadores do Sexo que exige legalização da prostituição e do lenocínio; abaixo a pergunta: 'Quantas tentativas já houve para abolir, sem qualquer sucesso?'Citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “O trabalho não é feminista. O trabalho do sexo também não é feminista. O trabalho é exploratório e indigno. O trabalho do sexo também. Para ser digno, teríamos de ter erradicado a exploração laboral. As pessoas fazem trabalho do sexo porque precisam de dinheiro.”
Citação de Vitória Vaz do movimento dos trabalhadores do sexo: “A criminalização do trabalho, a afirmação de que nem é trabalho, não é alternativa. A única resposta viável é deixar as pessoas trabalhar com condições – acesso à saúde, ao fundo de desemprego, à possibilidade de se sindicalizarem para lutar pelos seus direitos.” No fundo, vermelho e preto, uma tatuagem de um chapéu de chuva num braço. 
Cartaz com citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “O que fez a proibição da prostituição nos EUA pelas vítimas da rede de tráfico humano de Jeffrey Epstein? Contribuiu para desacreditar mulheres e raparigas, que não foram vítimas da prostituição, mas de um sistema de desproteção, pobreza, e permissibilidade face a quem tem poder.” Fundo vermelho e preto onde se veem braços tatuados.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 25/09/2026
🔗 Lê mais aqui: fumaca.pt/um-duplo-cas...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 25/09/2026
A liberdade condicional é mais difícil para quem tem falta de habitação, emprego, e apoio familiar, ou sofre de dependências. Análise inédita de decisões judiciais aponta para o risco de um duplo castigo por condições socioeconómicas não endereçadas ou agravadas pela reclusão.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 25/09/2026
No dia 9 de outubro, pelas 18h30, vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. O evento é de entrada livre. Basta apareceres.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 24/09/2026
Liberdade condicional é mais difícil para quem tem falta de habitação, emprego, e apoio familiar, ou sofre de dependências. Análise de decisões judiciais apontam para o risco de um duplo castigo por condições socioeconómicas não endereçadas ou agravadas pela reclusão. fumaca.pt/um-duplo-cas...
fumaca.pt
Um duplo castigo à saída da cadeia - Fumaça
Liberdade condicional é mais difícil para quem tem falta de habitação, emprego, e apoio familiar, ou sofre de dependências.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 18/09/2026
Depois, num modelo importado dos Estados Unidos da América, fez-se do policiamento de proximidade a base fundacional das polícias em Portugal. Neste episódio, debruçamo-nos sobre a ideologia da reforma das polícias e perguntamos: e se as abolíssemos? fronteiradomedo.pt/capitulo/o-f...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 18/09/2026
A forma como a polícia atua hoje em Portugal tem origem há décadas. Nos anos 1990, o programa Escola Segura levou a polícia para dentro das escolas para resolver conflitos entre menores.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 18/09/2026
Vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo dia 27 de setembro, domingo, às 16h, no Carmo 81, em Viseu. O evento é de entrada livre, mas de lotação limitada. Garante já o teu lugar enviando um bilhete para 𝘣𝘪𝘭𝘩𝘦𝘵𝘦𝘪𝘳𝘢𝘤𝘢𝘳𝘮𝘰81@𝘨𝘮𝘢𝘪𝘭.𝘤𝘰𝘮
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 17/09/2026
Nos últimos anos estivemos a produzir Fronteira do Medo, a série mais complexa que fizemos, e que envolveu mais experimentação. Até 30 de outubro, queremos que mais 600 pessoas se juntem à Comunidade: fumaca.pt/contribuir/?...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 14/09/2026
Há uma tecnologia portuguesa dentro do aparelho de Estado de Israel. Mais de 20 organismos da administração pública israelita compraram os serviços da Outsystems, uma plataforma de aplicações digitais com sede em Oeiras e nos Estados Unidos. Lê o texto completo: fumaca.pt/outsystems-a...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 11/09/2026
Vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo na próxima terça-feira (dia 15), às 16h, no Centro de Estudos Sociais, Colégio da Graça. Há poucos lugares, garante o teu aqui: ces.uc.pt/pt/agenda-no...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 11/09/2026
Em Fronteira do Medo, entrevistamos a historiadora, professora e autora do livro “O Crime em Lisboa 1850-1910” sobre a origem das polícias. 🎧 Sabe mais no capítulo 3 de Fronteira do Medo: fronteiradomedo.pt/capitulo/hom...
O fundo da imagem é um filtro azul escuro de uma vista satélite sobre Chelas. Lê-se na citação: A criação das polícias corresponde a uma vontade do Estado em exercer poder sobre o território e as populações. É evidente que o Estado é dominado pelas elites, portanto, é a vontade das elites dominar e controlar o resto da população.
Maria João Vaz, historiadora
O fundo da imagem é um filtro azul escuro de uma vista satélite sobre Chelas. Lê-se na citação: Se a lógica da sociedade é baseada em desigualdades, a polícia tem de zelar pela manutenção dessa ordem social e política, pelos interesses das elites. Por isso, vai ser um mecanismo de perpetuação dessas desigualdades.
Maria João Vaz, historiadora
O fundo da imagem é um filtro azul escuro de uma vista satélite sobre Chelas. Lê-se na citação: A existência e o aumento da criminalidade, muitas vezes, tem que ver com sentimentos de insegurança da população. As pessoas ficam mais inseguras, muito mais atentas, não deixam passar nada. Qualquer coisa, vão apresentar queixa. Mas não podemos só olhar para as estatísticas. Temos que entendê-las de uma forma crítica.
Maria João Vaz, historiadora
Citação a branco: Na origem das polícias, polícias e ladrões vinham todos dos mesmos estratos sociais, moravam todos juntos. Maria João vaz, historiadora. No lado esquero, uma mulher de t-shirt branca e casaco escuro, sorri. Tem o cabelo curto, apanhado atrás das orelhas. Em baixo lê-se Sabe mais sobre a origem das polícias em fronteiradomedo.pt
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Reposted by Fumaça
fcâncio @fcancio.bsky.social · 04/09/2026
lamento, mas ñ é a excepção. é uma cultura. e está identificada em todas as polícias do mundo. há quem não seja ou aja assim nas polícias? há. e conheço alguns, mas eles próprios dizem q estão em minoria. enquanto ñ se perceber isso, ñ se consegue mudar nada.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 09/09/2026
A nossa turné de escutas coletivas da Fronteira do Medo continua. Toma nota dos eventos que temos programados para setembro e outubro. 🎧 Sabe mais em fumaca.pt/eventos.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 04/09/2026
🎧 Já podes ouvir o 9.º episódio de Fronteira do Medo aqui: fronteiradomedo.pt/capitulo/car...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 04/09/2026
Ouvimos casos judiciais de mais de 20 pessoas racializadas que descrevem o que várias pessoas chamam um padrão: começam por ser agredidas por polícias; depois, são detidas; e, por fim, acabam acusadas de, elas próprias, terem agredido agentes de autoridade.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 03/09/2026
Quando os mostrámos a Anabela Cabral Ferreira, na entrevista que fizemos em 2022, a então inspetora-geral da Administração Interna disse que tínhamos atingido apenas umas “maçãs podres”. Sabe mais em fronteiradomedo.pt ou procura "Fumaça" na tua app de podcasts.
Homem de costas diante de um microfone. Lê-se na citação: “Posso mostrar-lhe mais uma, já agora?”, Ricardo Esteves Ribeiro. “Pode, mas deixe-me só dizer-lhe uma coisa…” Anabela Cabral Ferreira, Ex-Igai. “Oiça, é que são mesmo muitas ‘maçãs podres’”, Ricardo Esteves Ribeiro. 
Depoimento crítico sobre a falta de capacidade argumentativa dos polícias e a necessidade de fundamento legal para deter alguém, sobreposto a fotografia de dois agentes junto a um comboio e uma pessoa de costas.Dduas pessoas conversam diante de microfones.Citação: "Mais uma 'maçã podre'? Temos uma sorte tremenda a atingir 'maçãs podres'" — Ricardo Esteves Ribeiro.Citação: Ao longo desta investigação, ouvimos vários testemunhos de polícias que nos confirmaram falsificar autos de notícia. Quantas maçãs podres há nas forças de segurança?

OUVE NA TUA APP DE PODCASTS OU EM FRONTEIRADOMEDO.PT
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 03/09/2026
Ao longo desta investigação, ouvimos vários testemunhos de polícias que nos confirmaram falsificar autos de notícia.
Pergunta em destaque: "Quantas 'maçãs podres' existem na PSP?" seguida de citação de um polícia anonimizado — "Nunca podes justificar um ato teu ilegal..." — cartaz que denuncia e questiona conduta e impunidade policial.Citação sobre fundo azulado com polícia "“Podes meter lá aquilo exatamente como se passou, mas os senhores da bata preta desvalorizam. O pessoal é capaz de acrescentar ali um pormenor ou outro. Por exemplo, se calhar ele só te chamou ‘filho da puta’ e empurrou-te, mas tu metes: ‘Ele tentou-me dar uma chapada.’” Leonel, polícia anonimizadoHomem sentado numa mesa com um microfone e computador à sua frente. Em frente, uma mulher, mãos cruzadas em cima de uns papéis, fala para um microfone. Lê-se na citação: "Acha que estas são maçãs podres'"? Ricardo Esteves RIbeiro. "Eu acho que sim." Anabela Cabral Ferreira, Ex-IGAIMulher sentada com um microfone à frente. Tem as mãos sobre a mesa. Na citação:  “Há aquela velha história que é: ‘Ele está a sangrar tens de o deter'.", Samuel, polícia anonimizado. "Maçã podre". Anabela Cabral Ferreira, Ex-IGAI.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 03/09/2026
Valete escreve sobre crescer negro em Portugal, entendido como “o corpo do delito”, culpado conveniente de uma narrativa de insegurança que lhe era alheia. Fala de um país que lhe dá liberdade condicional, onde “a pertença nunca é um dado adquirido”: Lê aqui: fumaca.pt/eramos-o-cor...
fumaca.pt
https://fumaca.pt/eramos-o-corpo-do-delito-por-valete/
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 03/09/2026
Vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo na próxima quinta-feira (dia 10), às 18h, na Casa da Cultura de Setúbal, com Pedro Varela (CIES/ISCTE), em parceria com a Associação José Afonso. O evento é de entrada livre. Basta apareceres.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 02/09/2026
Nota: A segunda fotografia é da autoria de Vera Marmelo. Pelo erro, as nossas desculpas.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 01/09/2026
Alvo de comentários e exclusões. E, aos olhos da polícia, viu demarcar-se a mesma linha de cor. Na newsletter desta semana, o rapper Valete escreve sobre crescer negro em Portugal — "onde a pertença nunca é um dado adquirido". Subscreve aqui: fumaca.pt/subscrever/?...
Citação: Não importava quem éramos individualmente, as nossas notas na escola ou os nossos sonhos; para o sistema, éramos o corpo do delito, os culpados convenientes de uma narrativa de insegurança que nós próprios não tínhamos escrito." Valete, RapperRetrato a preto e branco de um homem negro com olhar sério, acompanhado de uma citação: "Crescer negro em Portugal é habitar os contornos de uma cidadania condicional, um território onde a pertença nunca é um dado adquirido, mas sim uma concessão frágil que pode ser revogada ao próximo cruzamento."
Valete, rapperRecebe a newsletter esta quinta-feira no teu email
fumaca.pt/subscrever/
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 01/09/2026
Na fronteira entre Lisboa e a Amadora, nos anos 90, Keidje Torres Lima (Valete) cedo se apercebeu do preconceito colado à cor de pele da sua família, a única negra da rua. Na escola primária, no secundário, na faculdade, sempre foi uma excepção entre a maioria branca.
Ao fundo, rapper vestido com roupas escuras, corrente no pescoço e chapéu para trás, dança. 

"Crónica de Valete sobre crescer negro crescer negro em Portugal". "Éramos apenas crianças, miúdos saídos dos bairros periféricos com os sapatos gastos e o riso solto, à procura de um raio de sol e de uma bola a rolar. Contudo, o campo de jogo nunca foi um espaço de neutralidade." Valete, rapper.

Citação: "Pelo menos uma vez por mês, a rotina da alegria era violentamente interrompida pelo eco das sirenes." atribuída ao rapper Valete, sobre fundo desfocado com luzes azuis de sireneCarrinha da polícia ao fundo e citação de Valete: "O ritual era sempre o mesmo: éramos empurrados contra as paredes de cimento, obrigados a abrir as mochilas onde guardávamos apenas as sapatilhas e a água."Citação tipográfica em fundo cinza: "Naqueles minutos intermináveis de intimidação e agressões verbais, éramos condenados sem julgamento."Valete, rapper
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 28/08/2026
Será o auto de notícia, sobre o que se passou naquela primeira madrugada do ano de 2016, falso? 🎧 Descobre a resposta no 8.º episódio de Fronteira do Medo: fronteiradomedo.pt/capitulo/aut...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 28/08/2026
Os agentes da polícia são especialmente cuidadosos na redação de documentos oficiais, onde tendem a fazer um relato seletivo das ações que praticam e presenciam. O caso que envolve Pedro Lopes e o agente Paulo Gonçalves parece não ser exceção.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 27/08/2026
Sabe mais sobre esta história em fronteiradomedo.pt ou procura por "Fumaça" na tua app de podcasts.
Depoimento sobre agressões de polícias a mulheres, com citação atribuída a Elsa Monteiro, residente em Chelas, sobre uma ilustração que mostra um polícia a agredir com um cassetete  uma mulher que ergue a mão em defesa. Citação sobre violência e humilhação policial atribuída a Pedro Lopes (residente em Chelas), sobreposta a ilustração granulada de três silhuetas numa porta iluminada; no rodapé aparece o título vermelho "Fronteira do Medo" e logos do Fumaça e da Divergente. "Ele estava um bocado transfigurado. Foi um bocado traumático. É pensar que foste ali acima para comemorar o ano novo com os teus amigos e acabaste no hospital, agredido por polícias." — Elsa Monteiro, residente em Chelas; ilustração de meio rosto com olho inchado e mazelas na cara. Citação: O agente Paulo Gonçalves conta ter sido ameaçado por Pedro Lopes, levado ao chão, apertado no pescoço e pontapeado no joelho, detendo-o durante o tempo estritamente necessário. Já Pedro Lopes diz ter sido levado ao chão, pisado, detido sem razão e pontapeado ao entrar na esquadra. O que é certo é que essa noite terminou com Pedro Lopes detido, algemado, e levado para a esquadra. Ouve mais sobre esta história em fronteiradomedo.pt ou na tua aplicação de podcasts; ilustração de um polícia em luta contra um homem vestido de fato treino vermelho e verde.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 27/08/2026
Pedro Lopes e a companheira, Elsa Monteiro, recordam a atuação da PSP na passagem do ano de 2015 para 2016, em Chelas.
Citação: "Quando a polícia vem atuar, nem sequer quer saber se há crianças ou não. Começam a varrer toda a gente que aparece." — atribuída a Elsa Monteiro, residente em Chelas; ao lado, ilustração estilizada de rosto preocupado.Elsa Monteiro e Pedro Lopes recordam a atuação da PSP na passagem de ano 2015–2016 em Chelas; cartaz com texto em destaque sobre fundo ilustrado de silhuetas de polícia e civis sugerindo tensão.Citação sobre violência policial: testemunha relata que Pedro mostrou o cartão de cidadão e um polícia se insurgiu e começou a cacetada; atribuída a Elsa Monteiro, residente em Chelas, com ilustração de um polícia a bater com um cassetete na cara de uma pessoa de óculosCitação de Pedro Lopes, residente em Chelas: "Eu estava de joelhos e eles [polícias] deram‑me socos, pontapés... O que é que uma pessoa assim pode fazer contra duas?" Na imagem, há um homem de joelhos e dois polícias atrás
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 26/08/2026
Para receberes o texto completo, subscreve a nossa newsletter gratuita: fumaca.pt/subscrever/?...
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 26/08/2026
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 26/08/2026
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 26/08/2026
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 26/08/2026
Está em duas dezenas de instituições públicas, disponível para a maior fabricante de armas de Israel e três empresas associadas à manutenção de colonatos.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 26/08/2026
Plataforma de aplicações digitais portuguesa é distribuída por "um dos maiores fornecedores de mão-de-obra tecnológica do sistema de defesa israelita".
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 25/08/2026
Sam The Kid sobre a tentativa de mudança de nome de Chelas para Marvila. 🎧 Ouve a série Fronteira do Medo na tua app de podcasts ou em fronteiradomedo.pt
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
🎧 Para saberes mais, ouve a série em fronteiradomedo.pt ou na tua app de podcasts.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
Há também uma cultura corporativista clara (muitos agentes com que falamos negam, por exemplo, boa parte do que se deu por provado na esquadra de Alfragide) que leva a que seja difícil denunciar colegas, por medo da censura social que implicaria.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
Vários expressam que juízes e procuradores não compreendem a dificuldade do seu trabalho e criminalizam atos que consideram necessários para a sua defesa ou para a prossecução das suas funções.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
Retratam-no tanto como uma forma de fazer justiça, tornando mais provável a condenação de civis que acham que seriam inocentados por tribunais, como de se protegerem de acusações de brutalidade.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
Um chegou a afirmar que as chefias pedem para escrever coisas falsas “todos os dias”, depois “depende se és anjinho ou não”.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
Há vários agentes a descrevem uma cultura de falsificação de autos de notícia — o que chamam “florear” ou “empacotar” — que é transmitida por agentes mais velhos a jovens recrutas.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 20/08/2026
Bater, deter, falsificar documentos e acusar de resistência: o guião da polícia em bairros guetizados.
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 18/08/2026
No próximo domingo (23), às 16h, escutamos juntas um episódio de Fronteira do Medo na Dínamo — Associação de Dinamização Sócio-Cultural, Tapada das Mercês, Algueirão-Mem Martins. O evento é de entrada livre — basta aparecer!
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 13/08/2026
Ser testemunha de atos de brutalidade policial faz parte do dia a dia de quem habita um bairro guetizado. Os relatos são de um estado de alerta constante, como se algo de mal estivesse sempre prestes a acontecer. 🎧 Ouve já o 6 ep. de Fronteira do Medo: fronteiradomedo.pt/capitulo/lug...
fronteiradomedo.pt
Lugares de exceção | Episódio 6 | Fronteira do Medo
Ser testemunha de atos de brutalidade policial faz parte do dia a dia de quem habita um bairro guetizado. Os relatos são de um estado de alerta constante, como se algo de mal estivesse sempre prestes…
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Fumaça @fumacapt.bsky.social · 13/08/2026
Como se desenhou em Portugal a história do ciclo que criou o termo "bairros problemáticos" e se alimentou dele para implementar mais policiamento? Falamos disto no 5.º episódio de Fronteira do Medo, mas também neste artigo para ler no Le Monde diplomatique: pt.mondediplo.com/2026/08/a-co...
pt.mondediplo.com
A construção dos «bairros problemáticos»
por Ricardo Esteves Ribeiro (Le Monde Diplomatique - Edição Portuguesa, Agosto 2026)
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Reposted by Fumaça
Zé à Esquerda @zedaesquerda.bsky.social · 04/08/2026
Quem anda nas ruas, de um lado e doutro, sabe bem que isto é verdade.
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Reposted by Fumaça
Zé à Esquerda @zedaesquerda.bsky.social · 11/08/2026
Um dos melhores (e mais demorados, porque as coisas boas demoram tempo) trabalhos do @fumacapt.bsky.social anda a tomar vida fora do site deles. E agora atravessa o Atlântico. Que traga reconhecimento mais do que merecido.
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