Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 29/06/2025Yes, there is likely a reverse J‑curve for chronic heavy lifting, where high load may raise the risk of joint and soft tissue wear, especially with age. But moderate-load, high-volume resistance training and low-intensity endurance regimens both stimulate mitochondrial biogenesis in aging muscle. 121
Reposted by Daniel A. DouradoLeticia Kawano-Dourado @leticiakawano.bsky.social · 28/06/2025Mitochondria don’t thrive on supplements—they thrive on exercise. Aging + sedentarism = fragmented, inefficient mitochondria. Exercise type, dose, and duration matter. No shortcut beats the signal complexity of moving your body. Ref: Memme et al, J Physiol (2021) doi.org/10.1113/JP27... 131
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 28/06/2025não consigo encontrar as pessoas aqui quando encontro eu sigo, mas como não tem interação nenhuma, é difícil achar 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 28/06/2025A solução é equilíbrio: • critérios baseados em evidências, focados no impacto funcional • decisão compartilhada sobre riscos e benefícios antes de rotular • cuidado centrado na pessoa, usando apoio e rede social para aliviar sofrimento sem medicalizar emoções 🧵5/5 030
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 28/06/2025Rotular não é neutro, sobretudo em saúde mental. Receber um diagnóstico pode aumentar autoestigma, ansiedade e isolamento, agravando a condição que se pretende tratar. 🧵4/5 120
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 28/06/2025O TDAH ilustra bem essa questão. Meta-análise global achou a prevalência em ~ 2,6 % dos adultos e 5-8 % das crianças. Após o DSM-5 (2013), os diagnósticos cresceram até 30 %, reflexo de critérios mais brandos e maior procura por ajuda, não de epidemia repentina. 🧵3/5 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 28/06/2025Sintomas psiquiátricos são universais: preocupação, tristeza, neuroses, até vivências psicóticas leves são parte da experiência humana. O que define transtornos mentais: a combinação de intensidade, duração e prejuízo funcional. Critérios diagnósticos delimitam a fronteira. 🧵2/5 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 28/06/2025Será que sua ansiedade, depressão ou dificuldade de concentração precisam mesmo ter um diagnóstico? O artigo abaixo alerta que ampliar definições de doença alimenta o sobrediagnóstico e cria riscos desnecessários. Na saúde mental, esse debate é especialmente importante. 🧵1/5 161
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025CONCLUSÃO: ➡️ Reduzir ultraprocessados e priorizar peixe, verduras, leguminosas, fermentados e nozes parece ajudar o humor, mas a evidência ainda é de baixa a moderada. ➡️ A dieta pode ser uma aliada, mas NÃO substitui psicoterapia ou medicação quando indicadas. 🧵8/8 FIM 020
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025Nozes e sementes: Estudos epidemiológicos sugerem que podem reduzir o risco de depressão. ➡️ Em estudo com 13 mil adultos, o consumo baixo a moderado de nozes relacionou-se a 17 % menos depressão em cinco anos. 🧵7/8 doi.org/10.1016/j.cl...doi.orgRedirecting 120
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025Fermentados: Alimentos como iogurte, kombucha, etc ajudam a povoar o intestino com bactérias benéficas. ➡️ Pela conexão intestino-cérebro, acredita-se que possam melhorar o humor, mas faltam ensaios robustos para confirmar isso. 🧵6/8 doi.org/10.1016/j.ne...doi.orgRedirecting 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025Peixes e ômega-3: Estudos observacionais sugerem que quem consome mais peixe tem menor risco de depressão. ➡️ Suplementos de ômega-3 mostram efeito modesto em ensaios duplo-cego. 🧵5/8 doi.org/10.1038/s413...doi.orgEfficacy of omega-3 PUFAs in depression: A meta-analysis - Translational PsychiatryTranslational Psychiatry - Efficacy of omega-3 PUFAs in depression: A meta-analysis 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025Ultraprocessados: Estudos epidemiológicos sugerem que podem aumentar o risco de depressão. ➡️ Em 31 mil mulheres de meia-idade, quem mais consumiu ultraprocessados teve 49 % mais risco de depressão em 14 anos. 🧵4/8 doi.org/10.1001/jama...doi.orgConsumption of Ultraprocessed Food and Risk of DepressionThis cohort study examines the consumption of ultraprocessed food and risk of depression among 31 172 US females aged 42 to 62 years. 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025O primeiro ensaio clínico positivo ficou bem famoso: o SMILES. ➡️ Os pesquisadores trocaram fast-food por dieta mediterrânea em 67 adultos com depressão e viram redução relevante na escala de avaliação de depressão em 12 semanas. 🧵3/8 doi.org/10.1186/s129...doi.orgA randomised controlled trial of dietary improvement for adults with major depression (the ‘SMILES’ trial) - BMC MedicineBackground The possible therapeutic impact of dietary changes on existing mental illness is largely unknown. Using a randomised controlled trial design, we aimed to investigate the efficacy of a dieta... 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025Uns 80% das pesquisas nesse campo usam questionários de frequência alimentar ligados a escalas de sintomas depressivos. ➡️ Essas pesquisas estão sujeitas a confusão e causalidade reversa. Ensaios clínicos longos e de grande porte ainda são raros. 🧵2/8 doi.org/10.1016/j.eu...doi.orgRedirecting 120
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 20/06/2025O que comemos afeta nosso humor e saúde mental? A maior parte das evidências vem de estudos observacionais com questionários. ➡️ Mostram correlação, não causalidade. ➡️ Mesmo assim, há indícios de potenciais benefícios. Aqui o que já sabemos e o que ainda falta provar. 👇🧵1/8 281
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025Eu estava há tanto tempo sem usar lá que só fui saber o que é Grok literalmente anteontem, hehe 000
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025Sim, aquilo ali parece um portal em que o tempo não passa. Reativei lá depois de 2 anos e continua tudo igual: mesmas discussões, mesmos memes, mesmas tretas. A única diferença é que agora tem deepfakes por todo lado (e maioria ainda não percebe quando vê vídeo feito por IA) 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025É a realidade: o que não está nas redes, não está no mundo. Agora, minha impressão é que essa rede aqui é bem flopada. Eu comecei a usar aqui no mesmo dia que reativei o Twitter. A diferença de interação é absurda. 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025Já identifico texto de IA só pelo uso do travessão — Quem é que digita Alt+0151 enquanto escreve? 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025CONCLUSÃO: ➡️ Genética é a principal causa do autismo ➡️ Fatores ambientais têm papel bem menor, mas exigem mais estudo ➡️ Diagnósticos crescem pq enxergamos melhor: critérios mais amplos, rastreamento, menos estigma 🤝Vamos continuar promovendo inclusão e apoio efetivo. 🧵6/6 040
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025➡️ Um grande estudo populacional em 5 países atribui cerca de 80% do risco de autismo a fatores genéticos. jamanetwork.com/journals/jam... ➡️ Estudos com gêmeos também evidenciam que o autismo é basicamente devido a fatores genéticos. 🧵5/6jamanetwork.comGenetic and Environmental Associations With Autism in a 5-Country CohortThis population-based cohort study uses national registry data from 5 countries to investigate additive genetic, maternal, and environmental effects on autism spectrum disorder diagnosis. 120
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025Em outros países, quadro semelhante: ➡️ Canadá teve 1 em 50 crianças com TEA em 2019 ➡️ Austrália registrou alta de 42% entre 2018 e 2022 ➡️ Na Inglaterra, o número de adultos autistas pode ser duas vezes maior que o oficial 🧵4/6 www.ucl.ac.uk/news/2023/ju...ucl.ac.ukNumber of autistic people in England may be twice as high as previously thoughtThe true number of autistic people in England may be more than double the number often cited in national health policy documents, suggests a new study by UCL researchers. 120
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025Nos Estados Unidos, estudo com mais de 12 milhões de pacientes registrou aumento de 175 % nos diagnósticos entre 2011 e 2022. ➡️ A expansão dos critérios diagnósticos (desde o DSM-5 em 2013) e a triagem precoce explicam grande parte desse salto.🧵3/6 pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39476234/pubmed.ncbi.nlm.nih.govAutism Diagnosis Among US Children and Adults, 2011-2022 - PubMedIn this cross-sectional study of children and adults in the US, ASD diagnosis rates increased substantially between 2011 and 2022, particularly among young adults, female children and adults, and chil... 121
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/2025No Brasil, as matrículas de estudantes autistas cresceram 44,4% em um ano (636 mil em 2023 para 918 mil em 2024), segundo o Censo Escolar. ➡️ O Censo 2022 do IBGE identificou 2,4 milhões de brasileiros com TEA (1,2 % da população).🧵2/6 agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noti...agenciadenoticias.ibge.gov.brCenso 2022 identifica 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo no Brasil | Agência de NotíciasO Censo Demográfico 2022 identificou 2,4 milhões de pessoas com diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA), o... 121
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 19/06/202518 de junho é o Dia do Orgulho Autista. A ideia central é estimular a inclusão e aceitação da diversidade. ➡️ Mas por que os diagnósticos de autismo estão disparando? Vamos entender.👇🧵1/6 184
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025RESUMO: ➡️ só dieta restritiva não resolve ➡️ precisa ter déficit calórico sustentável ao longo do tempo ➡️ combine aeróbico + musculação no plano de treino ➡️mova-se mais no dia a dia (NEAT) ➡️priorize proteínas na dieta ➡️consistência é chave 🧵8/8 FIM 020
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025➡️A única forma comprovada de “acelerar o metabolismo” é ganhar músculo. O caminho: combinar aeróbico, musculação e dieta rica em proteína para déficit calórico sustentável e preservação de massa magra. 🧵7/8 [PMID: 25293431] 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025➡️Dieta com mais proteína favorece o déficit calórico. Cerca de 20-30% das calorias da proteína são gastas só na digestão (contra 5-10% dos carboidratos e 0-3% das gorduras). Por isso, comer proporcionalmente mais proteínas ajuda a emagrecer.🧵6/8 [PMID: 31021710] 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025➡️A atividade física do dia a dia ("NEAT") pode ser mais importante para o emagrecimento do que o treino da academia. A NEAT pode ser responsável por até dois terços do aumento do gasto energético total, o que facilita a redução da gordura corporal. 🧵5/8 [PMID: 9880251] 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025➡️Aeróbico ou musculação? Resposta: os dois. Aeróbico gera déficit maior por sessão e ajuda na fase de perda de gordura. Musculação preserva e aumenta massa muscular, elevando o metabolismo de repouso. 🧵4/8 [PMID: 24571926] 110
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025➡️Para sustentar a recomposição corporal, é fundamental aumentar o gasto energético. O gasto diário é composto por: 1) taxa metabólica basal 2) efeito térmico dos alimentos 3) atividade física não-exercício ("NEAT") 4) exercício estruturado 🧵3/8 [PMID: 22434603] 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025➡️Só dieta não basta. É preciso déficit calórico consistente. Mas o corpo se adapta e gasta menos energia conforme perde peso. Isso explica o chamado "efeito ioiô": gente que emagrece só com dieta restritiva, mas depois recupera mesmo comendo menos. 🧵2/8 [PMID: 7632212] 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 18/06/2025Emagrecimento é uma demanda crescente na prática clínica. ➡️ Emagrecer vai muito além da estética. É essencial para a saúde metabólica. Aqui vão recomendações baseadas em evidências para reduzir gordura corporal de forma sustentável👇🧵1/8 131
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 16/06/2025Conclusão: ➡️Trate o treino como remédio: tem dose e frequência certas ➡️Combine aeróbio + força e progrida a carga 🎁Bônus: ganhe melhor saúde metabólica 🧵5/5 FIM [PMID 39856085] 050
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 16/06/2025Para quem não tem treino estruturado: ➡️7 000 passos/dia cortam o risco em ≈ 30 % ➡️Cada 1 000 passos além disso reduzem sintomas em 9 % 🧵4/5 [PMID 39680407] 140
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 16/06/2025Dose eficaz: ➡️30-45 min por sessão, 3-5× / semana ➡️aeróbico de intensidade moderada (60-75 % FCmáx) ou força a 60-80 % 1-RM ➡️por pelo menos 8 semanas 🧵3/5 [PMID 38944017] 140
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 16/06/2025O que já está comprovado: ➡️Programas estruturados (caminhada / corrida, yoga, treino de força) reduzem sintomas com eficácia semelhante à de antidepressivos leves. 🧵2/5 [PMID 38355154] 140
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 16/06/2025Exercício melhora depressão. Isso já está comprovado. ➡️Mas não é qualquer exercício: só funciona quando receitado corretamente, com dose, frequência e tipo definidos. Aqui o que a ciência já validou.👇🧵1/5 174
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 15/06/2025Não por acaso é a mesma turma que sempre diz que o maior problema do SUS é "falta de eficiência" e não o desfinanciamento crônico 062
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 13/06/2025CONCLUSÃO: Você não escolhe os genes que carrega. Mas o que faz todos os dias decide como eles se expressam. No fim, a “sorte” chega quando os hábitos certos são praticados por tempo suficiente. 🧵(7/7) FIM 010
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 13/06/2025Demência: Atividade física regular reduz o risco de todas as demências, inclusive Alzheimer, mesmo em quem tem predisposição genética. (doi: 10.1136/bjsports-2021-104981) 🧵(6/7) 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 13/06/2025Depressão: Cinco hábitos saudáveis (peso adequado, alimentação equilibrada, sono de qualidade, atividade física, não fumar) reduzem em mais de 50% o risco, mesmo em portadores de alto risco genético de depressão. (doi: 10.1038/s41398-021-01306-w) 🧵(5/7) 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 13/06/2025Diabetes tipo 2: Adotar um estilo de vida saudável e manter a saúde metabólica pode reduzir o risco cardiovascular ligado a alto escore genético de diabetes tipo 2. (doi: 10.1186/s12933-022-01560-2) 🧵(4/7) 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 13/06/2025Doença cardiovascular: Mesmo quem está no topo do risco genético reduz quase 50% a chance de doença coronária ao manter 3 de 4 hábitos: – não fumar – peso saudável – exercício regular – dieta equilibrada (doi: 10.1056/NEJMoa1605086) 🧵(3/7) 100
Daniel A. Dourado @dadourado.bsky.social · 13/06/2025Obesidade: Mesmo portadores do alelo de risco do gene FTO (predisposição à obesidade) conseguem perder tanto ou mais peso que quem não tem o gene, ao adotarem dieta adequada + exercício. (doi: 10.3945/ajcn.115.123448) 🧵(2/7) 100