Qdo eu era criança pequena lá em Barbacena, tinha uma imensa canelinha em frente de casa. Ela era meu balanço, meu Daileon, meu rapel. As sementes eram minhas bombinhas. Eu vivia em cima dela, meu maior tombo (q me deixou sem ar) foi qdo um galho quebrou. A pobre foi derrubada qdo chegou o asfalto.