Em "As Margens da Alegria" Guimarães Rosa descreve a cena que o menino observa, através da janela do avião: "as nuvens de amontoada amabilidade, o azul de só ar.". Ia, com os tios, conhecer a construção da nova capital do país, traçada como se um avião, carcará ou condor, fosse. Hoje só fumaça.