No Rio, não subestimem as ruas, as esquinas, o alpendre, os catres — principalmente os sórdidos —, os copos de bar translúcidos, tocados pelas bocas do mundo, os pés sitiados pelas gotas em brilhos de ácido úrico, à míngua dos fígados condenados, as verdades impostas, as certezas perdidas. +⬇️