Brasil, pra suprir a falta de oposta excepcional, precisa de:
Extremidades com eficiência de ataque acima de 35%
Centrais com eficiência acima de 40%
E regularidade no passe de todas.
Resumo: evolução técnica de todo mundo pra ñ sobrecargar nenhuma jogadora.
Limpando galeria, achei estatísticas de Paris que salvei quando postaram na TL. Agora pensando sem ser no calor das emoções
Roberta tentou equilibrar quantidade de bola entre extremidades. Deveria ter usado bem mais o meio sim, mas a semi foi o jogo com menor estabilidade da linha de passe
Ataque: