"A máquina não é um isso que deve ser animado, louvado e dominado. A máquina somos nós, nossos processos, um aspecto de nossa corporificação. Nós podemos ser responsáveis pelas máquinas; elas não nos dominam ou nos ameaçam. Nós somos responsáveis pelas fronteiras; somos elas.” p. 375
Donna Haraway