A primeira vez que chorei no cinema, sem ser com desenhos animados, foi com o “Laços de ternura”. A cena dos filhos a despedirem-se da mãe, cheios de coisas por resolver, a cena da mãe dela desesperada a gritar com as enfermeiras por uma injeção para as dores. Era demasiado pequena, e tudo me doeu.
Eu choro com tudo e mais alguma coisa. É muito fácil com cinema e televisão. Mas se querem chorar tipo cascata é o momento do Big Fish em que o filho começa a contar ao pai como é a morte dele.